Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

Cerca de 333926 frases e pensamentos: Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

Se existe uma vantagem em ser cadeirante? não sei, mais sei que perdi a sensibilidade das pernas, mais aumentei a do coração.

Inserida por leandrocadeirante

"Depois que comecei a falar abertamente que era de direita perdi muito dinheiro, claro. Mas nunca mais perdi uma noite de sono."

Inserida por LEandRO_ALissON

Me perdi na ilusão do mundo e me reencontrei em seus pensamentos

Inserida por LeandroDionizio

Sozinha...
Novamente não sei onde estou
Me perdi no tempo e na falta do teu abraço
Me encontrei pensando e sonhando com você
Uma mistura de angústia e saudade na alma
Que me perturbam, me fazendo perder a calma
Meu corpo é um vulcão que começa a tremer
Na eminência de com a pressão se romper
Destruindo tudo com a força das chamas
Encobrindo as visões com o espalhar das cinzas
E petrificando novamente o que tinha se soltado
O novo começo de vida fica estagnado
Mesmo não querendo, a mente volta ao passado
Mas nega-se a acreditar que vai se repetir
Tento ainda acreditar com muita esperança
Que é verdade, realidade, não divaguei
Que sentimos as mesmas coisas, não sonhei
Espanto o medo do coração e a minha vontade
De abandonar e fugir de tudo sem piedade
Não quero que minha alma novamente vá sofrer
Que este sentimento persista mesmo sem você
E o que sentes não seja igual ao que está em mim
E na imensa vontade de que ele seja real
Eu me perca e esteja amando sozinha

Inserida por Genelucia

Me fizeram uma alusão a ilusão da qual vivi,
Mas me diga então aonde me perdi,
Porem sem noção do estar aqui,
Mesmo sem querer eu me vejo ali,
Sem motivos pra sorrir.

Inserida por Negz

Perdi tempo pensando no tempo que tinha o tempo que não temos para gastar com o tempo de pensar que não haverá mais tempo para nos

Inserida por bianca_leal

Flor

Procurei uma flor e encontrei você,
Rendi-me aos teus encantos e me perdi,
E nas vielas deste jardim
Já não encontro mais a saída.

Desejo tanto o seu amor
Que já não vejo outra flor
Só me vejo em teus braços
Para sentir o teu calor.

Tenho-te tanto amor
Que já não procuro outra flor.
Eu só quero você minha flor
Para florescer meu jardim.

Edney Valentim Araújo

Inserida por edney_valentim_araujo

Com os pés no chão,
cabeça no ar,
coração gritando: não...não...não...
me perdi
e nunca mais me achei,
depois que te beijei..

Inserida por CONDIOLOV

"Perdi um amor e às vezes faz frio. Ando de casaco, mais um na multidão. Juro pra quem passa na rua que um dia eu era dois. Na divisão de bens, a loucura ainda é minha."

Inserida por Sonhador27

Ultimamente as coisas tem complicado
por aqui, deixei de sorri, pois perdi
completamente o motivo, será que tem sentido eu ter sentido tanto a tua falta?

Inserida por Alexandre1998Quadros

"Luto contra minha guerra "

Será que posso vencer está guerra que já perdi quando me entreguei e já ganhei quando fui forte?
As pessoas não sabem,mas só quem batalha todo dia,sabe como é a guerra,felizmente tem o doce sabor como é ser mais forte que sua fraqueza,também infelizmente já viveu o amargo sabor quando se entregou para o que te faz mal
Minha mente é uma loucura,tem dias iluminados que é minha melhor amiga e me ajuda a ser mais forte que minha fraqueza,mas tem dias cinzas que quando acordo ela é minha inimiga e me lava a ações que minha fraqueza ganha e por instante se parece mais forte do que minha vontade de não se entregar para o que me faz mal
Será que um dia morro assassinado do que me faz mal?ou será que um dia mato de uma vez por todas minhas fraquezas minhas feridas,pela minha fortíssima vontade de ser feliz?
Pensamentos bons minha mente desenha,e as vezes pensamentos ruins se tornam um rabisco na minha mente,já minhas escolhas minhas ações,ficam indecisas que quadro comprar,no momento fecho meus olhos e me decido,ser mais um fracassado mais uma vez em um dia,ou continuar sendo um guerreiro e vencer mais um dia essa cansada batalha e ter esperança que isso vai ter um fim
Será que posso vencer está guerra?Será?

Inserida por PedroFigueiredo18

Um anjo disse-me assim quando baixamos a cabeça e dizemos a nós mesmos não dá mais. Perdi a esperança, o Deus que há em nós também baixa a cabeça e diz; perdi um homem. A doçura do Perdão traz a esperança e a paz, eu confesso tem horas que minha esperança é mais teimosa do que eu, minha esperança acho que ela é imortal. Sei que não dá para mudar o começo, mas com esperança dá para mudar o final. Boa noite

Inserida por Gilbertofdeoliveira0

E mesmo atravessando o mais árido deserto, não perdi a capacidade de acreditar no amor.

Inserida por evaprecious

Minha mente é um labirinto, me perdi nela e não me encontrei.

Inserida por EzequielPaulo

Perdi o que é o melhor nos sonhos;
meu inconsciente agora tem limitações
físicas e utopias impossíveis em realizar,
porém não deixarei de sonhar.

Inserida por altair_ferreira

FILAMENTOS DE UM PÔR-DO-SOL ANDRÓGINO (*)
Admirava-o. Não perdi a admiração. Acredito que ela tenha aumentado. O bizarro, é que nunca cheguei a pensar como tudo havia acontecido. Eu era, testemunha ocular de um gesto que o personalizou, ainda que não tenha tido a intenção, seu trabalho bastaria, como bastou. Entre os estandartes da demência e da genialidade, fez-se eterno.
O vermelho deslizava-lhe pelo pescoço, avolumando pequenas poças, coágulos, gosmas, querubins malditos, formas mortas, abortos, abutres, assentados nos pêlos da sua barba. Seu olhar fixo, sem nenhum tremor, como se nada acontecesse, e não fora ele o autor, intérprete, diretor, cenário e palco do monólogo vermelho. A colcha que cobria a cama ganhava nova coloração e forma, pintura primitiva, esvaindo-se das minas da carne, viscosa e quente, contrastando à indiferença do seu olhar, parede e alcova, da emoção. O corpo demonstrando declínio ante a dor não exposta e fraqueza natural, quedou-se devagarzinho, de encontro à cama.
O instrumento cúmplice, banhado de vermelho, parecia um bumerangue aborígene, pássaro apocalíptico da trilogia da negligência. Nós éramos mórbidos epigramas do triângulo em gestação. Cortado pelo gélido pincel, foi-lhe a carne dividida, lembrando o pão da santa ceia, às avessas.
Ela estava arrancada dele, definitivamente separados. Não fiz nada. Senti que não deveria interferir. No entanto, não poderia abandonar aquele momento trágico e sedutor, sem pegar um souvenir.
Quanto tempo sonhei com aquela tarde no Louvre. Lá estava eu, entre dezenas de grandes mestres, todos fascinantes com seus estilos, e rupturas que marcaram época, contudo, queria encontrá-lo, devorá-lo ao vivo, longe das reproduções e slides, que durante anos foram companheiros nas salas de aula. Somente ele, nenhum outro, de tal forma, conseguia desequilibrar-me, colocando-me à deriva emocional. Diante da sua arte, caminhava entre as plantações de trigo, girassóis e moinhos. Nessa viagem, frenesi de quem parte sem ausentar-se, somente retornava a mim mesmo, quando os alunos em coro, chamavam-me.
Andando pelos corredores do Louvre, escarnavam-me o olhar babando as gosmas saborosas das retinas, Delaroche, Velasquez, Picasso, Gaugain, Renoir, Monet, que me provocou compreensível – breve – parada. Ele, de certa forma, bordava as lantejoulas do meu frenesi. Continuei a busca, com a certeza da sua proximidade. Subitamente, como se algo, chamasse-me a atenção, tocando-me às costas, virei-me, e o paraíso descerrou as cortinas – a luz amarela – estrela vésper da sua pintura, mergulhava na umidez vermelha dos meus olhos.
Ignorando as pessoas em volta, perdendo com mais intensidade a noção do tempo, ao êxtase tântrico pictórico, minha alma alada, já não era alma. Era um arco-íris pousando no útero da tela, onde fiquei, até que uma voz – sempre elas – trouxe-me de volta para o outro lado – a terceira margem do rio do tempo – ao insistir que estava na hora de fechar o museu.
Saindo do Louvre, meus olhos garimpavam o transe. Na indiscreta verticalidade do abismo, encontrei o metal cortante. Minhas náufragas, suadas digitais, revelaram a dissimulada atração. Ao guardá-lo, no bolso esquerdo da jaqueta, forte era a sensação de Ícaro, cujas asas a monotonia, não mais haveria de derreter. No balanço do meu andar, o metal batia e voltava sobre meu coração, como chibatadas, açoitando a dolorida ansiedade.
A uma quadra do hotel, resolvi parar num café, escolhendo uma mesa na calçada. Após a primeira taça de vinho tinto seco, vejo-me novamente em seu quarto. Ele com o instrumento em riste, no topo da orelha, não ousava dizer absolutamente nada. Quedou silente. Os músculos de sua face e seus olhos eram os mesmos bailarinos paralíticos, completando a alegoria do hiato, antecedendo ao gesto. Sua mão, única expressão de vida, desceu num frêmito impulso guilhotinador. Um desejo irremovível de amputar. Em queda, as gotas de sangue eram filamentos de um pôr-do-sol andrógino.
Sentado no café, o garçom perguntava-me se queria outra garrafa. Pedi a conta, ao mesmo tempo em que apalpava os bolsos da jaqueta.
Chegando ao hotel, peguei a chave, tomei o elevador. Dentro do apartamento, ouvi o farfalhar das asas de dois pássaros vermelhos, fui ao lavabo, postei-me frente ao espelho, retirando, primeiro do bolso esquerdo da jaqueta, o dócil e inofensivo cortante metal. Depois foi a vez do souvenir. Ao empunhar o metal sobre minha orelha, no canto esquerdo superior do espelho, Van Gogh, observava-me passivamente. No mármore do banheiro, a orelha de Van Gogh, já não estava sozinha.
(*) EUGENIO SANTANA é Jornalista, Escritor, Ensaísta, Biógrafo e Redator publicitário. Pertence à UBE - União Brasileira de Escritores. Colaborador da ADESG, AMORC e do Greenpeace. Autor de nove livros publicados. Gestor e fundador da Hórus/9 Editora e Diretor de Redação da Revista Panorama Goiano.

Inserida por DraJaneCostaRebello

Saudades
Depois que lhe perdi, me encontro sem rumo sem prumo.
As noites são sufocantes, as rosas exalam um perfume da saudade com um toque fúnebre.
Distraio e me pego caminhando entre a multidão, e mesmo assim as ruas me parecem tão vazias sem vida.
Uma música triste se mistura ao som dos batimentos do meu coração e respiração ofegante.
Já nem sei mais quem sou, me perdi em mim mesmo e para o mundo.
Hoje sou só amor perdido do amor.

Inserida por weniosantos

Já perdi o sono, fiquei noites em claro
Tive medo de adormecer
Era difícil entender
Não imaginava como tudo isso poderia acontecer

O mundo parecia desabar
A cabeça começava a rodar
A dor no peito não podia mais suportar
Um peso nos olhos começava cair
Em forma de lágrimas o rosto estava a molhar

Eram dores que começavam a sair
Frutos de um coração partido
Ofertado por um amor bandido
Que na verdade não sabia o que era amar

Em busca de um objeto pra brincar
Olhava-me no fundo dos olhos
Como um grande artista
Dizia que não suportava mais a dor
Daquilo que sofrera com promessas de amor

Palavras que pareciam sinceras
Mas que não passavam apenas de ilusão
Quando finalmente descobriu o que era ser amada
Não soube suportar

Todo seu sonho de ser feliz
Tudo para o alto foi jogado
Saiu correndo sem direção
Machucado mais uma vez seu coração
Ferindo me e tornando-se minha decepção.

Inserida por EdynhoPhotografer

Perdi o medo de amar novamente quando sem querer percebi que já não conseguia viver sem você!

Inserida por elidabarrosoqueiroz

IMPORTÂNCIA

A primeira vez que me deixaram...
Me perdi no sono, acordei sob choro
de um pesadelo incontentável e a
noite, sob minha solidão... Vaguei
pelos passos pesados das passadas
da lua. Atirei minhas lagrimas
na calçada da rua, até então, crua.

A segunda vez... Chorei, chorei
... Chorei como alma desvalida
encharquei meus olhos com aquela
neblina árdua e atrevida.

As outras vezes que me deixaram...
Não sei, não sei, não sei como fiquei!
Já não chorei para os olhos, apenas,
esfreguei minhas pálpebras, e
enxuguei minha pupilas feridas...
Hoje eu entendo, que em todas as
vezes, eu dei mais importância mesmo
para minha incansável vida.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes