Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
SOU COMO VOCÊ ME VÊ
Não sou grande, nem pequena
Não sou forte, mas, também não sou fraco
Sinto medo, mais tem coragem bastante, para enfrentar a mim mesma
Sonho alto, mais mantenho os pés fixos no chão, para não perde fio
Sou real, transparente em tudo, mais, também sou mistério
Sou sorriso da alma, mais também sou lágrimas de saudades
Sou fios frágeis, sou a teia forte, que prende e que solta
Sou o que sou, sou quem sou, sou como eu mesma
Sem desejar ser outro alguém, pois se não sou, quem sou
Certamente não sou ninguém
Sou como você me vê, e mudo com o seu jeito de me enxergar
Dependo do seu jeito, do seu modo de me olhar
Me entender não é fácil, mais também não é difícil
Me conheça, me escute, entre em contato
Me aceite como sou, forte e frágil, pequena gigante
Sorriso e saudade, nessa busca constante de ser
No meu eu melhor a cada novo dia, a cada instante
Sou quem sou, e como sou, basta aqui dentro de mim
Sou como sou, começo, meio e fim.
Mery de Almeida.
Lei de Direito Autoral (nº 9610/98)
Sou morada de muitas vontades em mim cabem sonhos, realidade ilusões e verdade. Cabem muitas histórias, cabem muitas memórias. Cabe o que já foi, cabe o que virá e o que nunca acontecerá.
Sou 70% água, 30% terra e 100% emoção, por isso às vezes me evaporo para habitar nuvens, depois renasço e frutifico, e tantas vezes a chuva me salga os olhos.
Não sou pensador, nem poeta
não sou filósofo, nem profeta
não sou sendo, sendo o que não sou
não sou tendo observado o que sou
Não sou apóstrofo, nem tarja preta
eu sou a ferocidade de um cometa
eu sou a ociosidade de uma estrela
Eu sou o epílogo decálogo do enigma
Não quero ser, o que quero ser
sem nem saber o que realmente sou
ser morto, vivo a metamorfose
do céu sou apenas o que sobrou.
Ai! Como soa mal a palavra 'virtude' em sua boca! E quando dizem 'Sou justo', é num tom que soa como 'Estou vingado!.
Por sua virtude, querem arrancar os olhos de seus inimigos e só se elevam para rebaixar os outros.
Com o tempo percebi que sou do time dos intensos. Do famoso "8 ou 80'. Há os que me amam assim como os que me odeiam. Sem meios termos.
sou romântica sentimental e chorona
gosto de receber flores, bilhetinho no ímã da geladeira torpedos de bom dia, boa noite e de eu te amo. Adoro ser convidada pra dar um rolé, sair jantar fora, ir ao cinema, mas não pensa que sou tola e me contento assim facilmente, quando está comigo é a hora que prova se de fato todas as outras atitudes correspondem as minhas expectativas.
Estar perto nem sempre é estar junto.
Abraçar não é apenas dar os braços.
Beijar não é um simples toque de lábios, é a entrega do seu interior a alguém que você aprendeu a confiar.
Por sorte me tornei o que sou. E por pura exaustão de esforço, não me deixei ser o que quiseram que eu fosse.
Compreendo o tempo em que vivo,
mas no meu tempo de compreender.
Sou egoísmo, vaidade, herdadas da imperfeição,
mas não derramo hipocrisia nessa minha bipolaridade,
que as vezes me sensibiliza com doses de bondade.
Sou contra a lei da homofobia
ou qualquer lei, que beneficie um cidadão como sendo mais humano, que os humanos... Qualquer lei que ofereça um tratamento especial, coloca a outra parte em desvantagem jurídica.
Sou um cara de boa aparência, simples, culto, hétero, divorciado (Por traição e falta de respeito a uma pessoa que dedicou a vida ao lar e a ela) e um ótimo profissional, más tenho medo de entregar o meu coração á uma mulher que não venha me valorizar nos bons, maus momentos e que não tenha sonhos de um futuro lindo e romântico.
Sinto muita falta sim de uma mulher atraente, amiga e principalmente companheira que compartilhe um futuro comigo, más diante das experiencias anteriores, passei a ter medo de magoar e ser magoado novamente não nego pode ser a mulher mais linda do mundo e super atraente sexual, mantenho um pé atras e outro na frente pois a maioria não sabe o que é dialogar e fidelidade.
Ninfa justiceira
Sou ninfa justiceira das matas selvagens
Sob o cajado da justiça os olhos da águia
Ao instinto de um lobo no ato das imagens
Nos passos de uma onça que me faz guia,
Sobre a devoção da força de um tigre, vou!
Nos passos que descanso meu pé no chão
Aos malfeitores de dores meu forte não;
Minha sentença de ninfa justiceira dou!
Depois de dez olhos mirados no tempo,
Condeno até ao mínimo vil pensamento
Sem a sombra malévola, tudo fica limpo!
E depois das matas a cidade de pedra
Na metrópole posta - me guardiã o vento
As feras na simbiose em mim se faz Esdra!
