Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri
Sou independente
Sou forte
Sou firme
Sou segura
Sou mulher.
E tenho um orgulho imenso por tudo isso.
Mas sou gente.
Um ser humano também.
Às vezes sou dependente, frágil, assustada, insegura.
Quero tanto que nestes momentos minha sensibilidade seja respeitada
e bem cuidada,
e acalentada
e entendida.
Sou impulsiva, dramática, exagerada, mas vivo com intensidade. Tenho paixão pelas coisas. E pelas pessoas. Sou movida pelo que sinto, pelo que vem de dentro, pelo meu coração. A razão? Que se exploda! Posso me dar mal, mas prefiro agir com o que vem lá do fundinho.
Sou alguém que não se compreende tão facilmente. Não há uma palavra exata que defina essa confusão que precede os meus passos. Carrego discretamente, nas entrelinhas da minha alma, uma clareza que se confunde com abstração e desencanto. Não é preciso acreditar no que eu digo, mas nunca duvide dos meus sentimentos. Eles falam por mim, enquanto me mantenho mudo por absoluta falta de vocação para ser ouvido. Prefiro caminhar calado, mas jamais me mantive assim por covardia. É que o silêncio da minha boca tem a força necessária para conter o furor dos meus pensamentos. Não confunda a minha quietude com tristeza. Esse é apenas o meu jeito respeitoso de discordar de mim mesmo”.
E não sei o que sinto, não sei o que quero sentir, não sei o que penso nem o que sou. Verifico que, tantas vezes alegre, tantas vezes contente, estou sempre triste.
Sou refém da lua cheia
ela entra pelo quarto
conhece-me os desejos
os beijos guardados
as sombras e crateras do meu cativeiro
sou refém da meia-lua
ela me sabe os pedaços
tristezas e segredos
invade-me à madrugada
assiste o amor arder
sem endereço
sou refém de mim
a lua é pretexto.
Sou nordestino!
Sou do sertão terra quente
que é bem difícil chover
nasci de um povo valente
acostumado a sofrer
sou nordestino oxente
e tenho orgulho de ser
Não me compare a ninguém. Sou única, com meu jeito, meu modo, meu costume. Cada um tem sua particularidade, cada um tem uma diferença. As pessoas não precisam se igualar, elas precisam se completar. E eu estou completa!
Não sou um herói, estou longe disso. Estou mais pra um vilão. Que adora o perigo, que teme as ordens e que pensa que vodca é água benta. Sou louco, enigmático, sou aquele que num passe de mágica enlouquece até mesmo as criaturas que ainda nem nome tem. Na verdade eu... me desconheço.
Queria ter a coragem de dizer às pessoas que amo que não sou perfeita, que muitas vezes errei, e irei errar muitas mais. Dizer que às vezes digo as palavras erradas nas horas erradas, e que outras sou um pouco egoísta. Queria me desculpar por não ser um exemplo, por julgá-las quando erram mesmo sendo eu a que mais deveria ser julgada. Queria que me vissem derramar uma lágrima para saberem que não minto quando digo que me arrependo, para verem que me importo, verem que nunca foi de minha intenção decepcioná-los. Porque, decepção é, sem dúvida, o pior sentimento existente. E é por isso que isso tudo fica apenas na minha consciência, seria muita decepção descobrirem meus defeitos.
Sou a favor do frio na barriga juntamente com a sensação de borboletas no estômago. Sou a favor da mensagem que se inicia com um bom dia e que vai até a hora de dar boa noite. Sou a favor do sorriso espontâneo, ligado a uma atitude simples ou a palavras simples, mas sinceras. Sou a favor do abraço apertado, do beijo demorado e do coração acelerado. Sabes de uma coisa… Eu sou a favor do amor.
Dona, poesia, feminista
Hoje sou dona
Dona de mim
Das minhas vontades
E dos meus direitos
Sou feminista
Acredito na luta
E nas minhas irmãs eu me inspirei
Acredito na paz
Pra elas, eu sei
O machismo não tem vez
O feminismo:atenção!
É igualdade que necessita a nação
Sou poesia
Ato e verso
Sou intensa
Sou reverso
Sou dona de mim
Moro na poesia
Feminista,é meu nome
Defensoras daquelas que morrem todo dia, por qualquer homem
E ninguém sabe o nome
Sou da ilusão. Das confusas idas e vindas. Da insistência pela história. Sou de acreditar. De me perder nos romances. De entregas e depois arrependimentos. Sou da saudade dolorida. Das esperas angustiantes.
Sou da minha vasta imaginação. Da sobrevivência. Das tristezas ocasionais. Das perguntas sem respostas. Das respostas sem perguntas.
Sou muitas, sou muito. Sou intensa, mas não peso. É só você saber como levar. Sou verdade, sou de verdade, sou, na verdade, mais simples do que complicada. Meio paradoxo, mas sou mulher, ser simples e ponto não é da minha natureza. A questão é que sou, mas sou para poucos também.
Sou especial! Hoje e todos os dias, não por ser mulher, e sim por trazer comigo a beleza da vida, a esperança de um dia melhor, a vontade de acertar, respeito ao meu próximo, a alegria de uma criança, o amor de Deus e o despertar sempre bem-humorado para um novo dia! Amo a vida!
Sou tudo que os meus vinte e poucos anos me trouxeram. Sou uma coleção de erros, que se aglomeraram e construíram minha essência, minhas certezas, ideologias e caráter. Já fui a prepotência de pensar que sei tudo da vida, hoje eu sou a senhora só da minha razão. Aprendi, aos trancos, a importância da flexibilidade, porque a verdade é só um ponto de vista.
Aprendi também a conjugar o verbo ceder, principalmente na primeira pessoa do singular e confesso que esse é um exercício diário. A cada dia aprendo mais e sei menos. Sempre que me aprofundo demais nas coisas, penso automaticamente na frase “a ignorância é uma bênção”. É mesmo. De longe tudo é tão mais bonito e nada dói. Mas sem a dor, talvez eu ainda fosse a garotinha de laço cor de rosa, no pátio do intervalo, tendo certeza que uma gota é o oceano. Eu já teria sido engolida pela imensidão que é viver.
Há pouco tempo atrás eu tava planejando a minha vida adulta e, de repente, já não posso mais transferir minhas responsabilidades e culpas pra amanhã. E foi muito difícil conseguir me posicionar pro mundo. Pra todo mundo tão viciado em apontar o dedo, ignorar os acertos e te crucificar pelo resto da vida pelos erros, mesmo se forem pequenos.
Já me apaixonei por caras desinteressantes e jurei que eram os amores da minha vida. Já acreditei em promessas absurdas, em absolutamente tudo que me era dito, porque nunca entendi a necessidade de mentir. Mas as pessoas precisam e é isso, não tem porquê. Fiquei desacreditada. Foi complicado aprender a dizer “Não” e pareceu impossível prolongar a sentença: “Não, assim eu não quero. Isso não me faz bem, então não vou deixar que me faça mal. Tchau.” Depois ir embora ficou tão fácil, que a dificuldade era ficar. Virei impermanente.
Tentei segurar as mãos de pessoas que tentavam segurar o mundo, fiquei sem forças, odiei a liberdade. De vodka em vodka, vazio em vazio, me vi abraçando o mundo também. Virei libertina. Com o mesmo discurso de desapego e vida breve que eu sempre detestei, mas começou a fazer muito sentido e me parecia muito justo levando em conta o gosto de cada lágrima que eu já senti. Voar não doía, viciei.
E no céu, entre as nuvens, é muito fácil confundir valores, embaralhar as prioridades e se perder. Eu também quase me perdi. Amigo de balada não é amigo. Meus amigos de verdade são parte de mim e merecem o topo das minhas prioridades. Amores não são necessariamente pra sempre e quando acaba, não quer dizer que não deu certo ou que não foi amor. Histórias inesquecíveis e lindas podem ser curtas. Minha família é o meu chão, o bem mais precioso que eu tenho na vida. Não vale a pena se fechar pro mundo, porque as coisas boas são tão maiores que as ruins.
Por fim, tô aprendendo que desapego é uma dádiva, de fato. Faz milagres, mas exige uma certa precaução e medida. A gente tende a querer desapegar de Deus e o mundo, quando deveria desapegar só do que faz mal. Felicidade não é uma utopia ou um amanhã que sempre fica pra amanhã. Felicidade é agora, é cada minuto com quem quer meu bem, quem tá do meu lado. Felicidade é ser quem eu sou, quem eu me transformei, em meio à tanta esquina errada e gente querendo me puxar pra trás.
Hoje eu sou livre. E não tô me referindo á status de relacionamento não. Sou livre porque me despi dos meus medos, das minhas culpas e armaduras. Porque me desculpei por não ser perfeita e parei de me cobrar isso. Sou livre pra escolher meu destino, mudar de opinião e me reinventar sempre que achar necessário. Sou livre e aceito as minhas consequências, porque aprendi a ter e viver meus vinte e poucos anos.
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