Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri
O pior tipo de pessoa é aquela que é ingrata, que não reconhece o que foi feito e critica tudo e a todos. São pessoas vazias preenchidas apenas por seu super orgulho e a falsa sensação de se acharem insubstituíveis.
Aquela comunidade do filme O Doador de Memórias bem que devia ser real, seria tudo mais fácil. Ou não?
Mundo Escuro
O vento sopra, o dias passam, o café esfria, tudo ja esta cheio de poeira, mas aquela angustia continua a mesma.
Tudo está tao chato, as festas me dão tédio, nem ao menos o alcool me satisfaz.
O sorriso é falso, a gargalhada mais ainda, o olhar é sem graça, o lugar está lotado mas a noite é vazia, solitaria.
Como se estivesse presa no meu escuro, não tem mais cor, a alegria passa tao rapido e despercebido.
o que aconteceu comigo?
será estou em transe, envelheci, tomei alguma poçao?
não pode ser essa falta que voce faz...estou tão acostumada com voce nada mais faz sentido
nada me alegra a não ser tua presença,
se nao for pra ficar juntos que me desefecte desse virus do teu amor, que deus liberte dessa ficçao
se for pra sofrer de amor, por favor que eu nao encontrei mais nenhum.
APENAS UM PASSO....
Justamente aquele passo que não demos...
Aquela gentileza que esquecemos...
O sorriso que se perdeu.
As palavras ditas e não ditas que alguém não entendeu.
Os sonhos prometidos.
Os sonhos não vividos.
A um passo da realização... Perdido na ilusão...
Recuar a um passo dando a ausência um espaço...
O espaço de um passo...
O último passo....
Aquele que não demos.
achamos que somos fortes, até aquela pessoa que você decidiu ser tudo pra ela, não se importar mais com você....!!!
Dói, né?!
Dói quando vem aquela confirmação de que o pra sempre, aquilo que tu pensaste que duraria por, pelo menos, alguns anos, acabou. Dói bastante né? Dóis tanto que tu não sabes fazer algo para passar, único jeito é senti-la. Chorar até os olhos doerem, pensar em todos os bons momentos até cansar, rir da ironia da vida, olhar algumas fotos que ficaram de recordação, nos lembrando de que era pra ser algo duradouro, sólido, mas que algo atrapalhou. Sobram as lembranças dos passeios, dos sorrisos trocados, dos beijos roubados ou dados de bom grado. Por mais que tu não queira sofrer, é inevitável, infelizmente isso tudo faz parte da vida, em algum momento passaremos por essa dor. Agora ela parece que jamais irá acabar, sinto como se tivessem arrancado o meu coração do peito, me sinto vazia. Dóis lembrar que esse mesmo coração que agora está batendo lentamente, quase a ponto de parar, antes batia tão rápido que pensava que iria enfartar. Digo-te apenas uma coisa: agora a dor é enorme, incabível no peito, mas um dia ela irá passar. Mais cedo ou mais tarde isso acabará. É preciso, faz parte da vida. É um processo essencial para aprendermos e nos tornarmos mais fortes. Um dia um sorriso sincero aparecerá no nosso rosto, um dia lembraremos apenas das coisas boas que passamos ao lado do nosso amor ou seria da nossa paixão? Um dia as coisas irão se ajeitar e serás feliz de novo, e de novo, e de novo. É quase como um ciclo vicioso, é preciso sofrer pra aprender, é preciso sofrer pra entender a dor, é preciso sofrer pra ser feliz de novo, algum dia. E quanto ao coração, bom, ele ficará machucado por um tempo, quebrado, quase que irreconhecível, mas ele sobreviverá, assim como você, apenas dê tempo ao tempo, uma hora tudo se ajeitará.
Aquela dor que dói não sei porque nem onde,
Que chega de repente,
Que é mais forte que muita gente,
Aquela dor que dói mesmo contente,
A dor que sente e mente
Que novamente não a sente.
Ela é aquela menina que você sonha, aquela menina risonha mais você só vai te-la, quando realmente conhece-la.
Depois que ele se foi o mundo parecia não querer girar para aquela moça. O que restaram dos dois, além das fotografias que a esta altura já estavam polaroid, foram as duas alianças que ficaram com ela, e talvez, duas rosas murchas que em dois momentos de romantismo ou por acidente, ele teria guardado em sua agenda. Depois que ele se foi tudo perdera o sentido. O cheiro das coisas rotineiras já não era o mesmo. O sabor também não. A moça, que transmitia alegria constante passou a se recolher ao silêncio. As coisas, talvez, já não teria a graça de antes. Ela que sempre gostou de escrever, já não conseguia mais. Congelaram-se os dedos, dizia ela repetidamente.
Recuou-se ao perceber onde estaria pisando. Aquela mulher não era o tipo que poderia encontrar facilmente, como em uma sala de bate -papo.
Surrealismo para mim é sentir vontade e não existir nada que sacie aquela vontade (do inexistente) é querer tocar o intangível, é explicar claramente o inefável, é sentir o prazer da dor e a dor do prazer, é viver o contrário e seu contrário ao mesmo tempo, é ter saudades de coisas não vividas, é nascer e morrer a todo instante...
Aquela saudade gostosa , vontade de estar pertinho , sentir seu carinho... Hum!!! Se meu coração pudesse chegar até você . Não estaria aí só a me observar .
Islene Souza Leite
Há aquela velha e boa fábula que conta a história do menino que sempre alarmava um falso ataque do lobo às brancas indefesas ovelhas. O Pastor, prestativo e atento, sempre acreditava nos falsos avisos do garoto. Quase sempre, um dia o Pastor se cansou. Justamente no dia em que o ataque era verdadeiro. O menino desesperado gritava pela ajuda do Pastor enquanto as ovelhas eram mortas.
Outra versão da fábula, mas com o mesmo efeito moralizante, é a do beija-flor que sempre dava enganosos alertas de incêndio na floresta. A inconsequente ave divertia-se ao ver toda a fauna mobilizar-se a fim apagar o que nunca existiu. Até que um certo dia... todos sabemos o que aconteceu.
Transpondo a fábula à realidade, apesar de não ser o garoto ou o beija-flor, por muito tempo emiti falsos sinais. Distribuí indícios e promessas de algo grandioso. Expressei, amiúde, (com uma dissimulação de fazer inveja a Capitu) sentimentos de bem-querer. Manifestei e fiz transparecer um amor sem começo nem fim.
Tal como o beija-flor ou o garoto, talvez tenha agido com o intuito de suprimir a pungente pequenez a que estava fadado. Fomos, eu e meus personagens, por muito tempo o centro das atenções. Nos divertíamos às custas da credulidade alheia. Crédulos que, por inocência ou ignorância, sempre guardavam na memória lembranças daquilo que, de fato, nunca existiu. Exceto em sonhos.
Hoje, por ironia do destino, minha história vai terminando como a de meus caros companheiros, o garoto e o beija-flor. Somos iguais em descrédito e desgraça. Hodiernamente, por mais sinceras e eloquentes sejam nossas palavras, ninguém mais dá ouvidos a elas. Eu não matei nenhuma ovelha. Quero, assim como o Pastor, cuidar do meu rebanho de um só exemplar. O que, no entanto e infelizmente, é impossível. Transformei-me no Lobo da história.
Eu tampouco quero apagar essa chama que sempre fantasiei ter, mas que só agora a conheço verdadeiramente. [Almejos sem meios. (Sonhos vãos). Não voltam.] O beija-flor que sempre fui, apesar de ter experimentado tantas rosas, apaixonou-se por uma flor intocável. Delicada demais para um lobo; grande demais para um pequeno e dissimulado beija-flor.
E o final dessa história... eu quero mudá-lo.
Nem todas as flores têm a mesma sorte: umas nascem para enfeitar a vida; outras, a morte.
Poe a sua melhor roupa
Aquela camisa verde água que combina tanto com os seus olhos...
me encontre no jardim
Estarei com aquele vestido floral azul que você acha engraçado
O vento dança com os meus poucos fios de cabelo
Os pássaros saboreiam Pitanga com tanta ternura
Meu amor,
Irei te esperar
Com todos os beijos que jamais lhe entreguei.
Já é quase noite
O sol está se pondo
Na vitrola toca Tom Jobim
"Só tinha de ser com você".
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