Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri

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So você pode ter respeito na sociedade assim que fores a respeitar á si mesmo em primeiro lugar!

Inserida por MNCHenga002

Eu vejo como o verde.
De vida,
de ver
de viver

Eu vejo sem crer,
sem porque
sem mesmo entender,
apenas pra ver

E assim eu vou vendo
esse mundo viver.
E sem entender,
eu vivo pra ser.

Inserida por aindajessy

⁠Aproveite o hoje, pois futuramente você irá olhar seu eu de agora, do mesmo jeito que você olha o nascer do Sol.

Inserida por Kage51

Se uma tartaruga consegui chegar ao seu seu destino, Mesmo que não seja rápido.
Por que algumas pessoas desistem dos seus sonhos tão rápido e não esperão mais um pouco para o tempo dar a resposta.

Inserida por GeG

⁠Tem horas em que é só eu comigo mesmo
Nessas horas tudo pode mudar em fração de segundos.

O café tem um saber diferente, quase o mesmo que a água, não há calor nem frio, nem tristeza nem alegria, apenas o silencio ao meu redor e um barulho ensurdecedor internamente que aos poucos é silenciado por um som incessante. Tum tum, tum tum.
Quanto mais escuto esse som menos eu escuto todo o resto, até que percebo que na verdade é essa frequência que guia o dia e não barulhos, externos ou internos.

Quando entendi que é no silêncio que o ser humano habita inteiramente, é nessa imensidão de duas letras que tudo se faz e se desfaz, eu entendi que o medo não era de ficar sozinho era de não saber pensar.

Se cure para que os outros não precisem se curar de você.

Inserida por GomesDeMedeiros

Pagar sem dever, é motivo de honra, pra quem quer ficar bem consigo mesmo.

Inserida por jps_dm

⁠Eu não posso curar ninguém.
Posso curar a mim mesmo,
e quando curar a mim mesmo
o mundo inteiro estará curado.

Inserida por amandanoll

⁠Relatos sobre Ynna

Conversando com você
E logo depois de me despedir
Sem mesmo falar, sentir

Sentir vontade de te escrever
Ou seria te descrever?
Sentir a necessidade de falar sobre você

Como começar, falar sobre o modo
Como ignorei sua existencia?
Como não vi você crescer?
Não notei sua beleza?
Onde eu estava?
Falar sobre você, n posso esquecer sua boca, e eu nem estou lingando pra rima
Minha voz ate afina
E eu falei isso so pra rimar, com a ultima palavra la de cima,
Quando passei a notar você?
Eu não sei de fato quando,
Isso aqui não é uma poesia é um relato
Tenha foco, veja os fatos.
Você me irritava na sua participação
Puxando a sardinha pro seu irmão
Eu me encantei com a sua inteligência
Você se parecia comigo, dedicada
Me falaram de você, das palavras
Que disse sobre mim, me levou a querer te
Conhecer mais e mais
Kkkk
Viu, eu disse que não era uma poesia!
ynnA, você vai crescer, dar frutos
Flores lindas, mantenha seus espilhos!
Se proteja, pra ninguém roubar sua essência, cada pétalas sua, vale ouro.
Ynna, eu gosto especialmente de você

Inserida por dukflamy

⁠⁠Eu levo !!
Levo no peito tudo aquilo que acredito, mesmo que muitos tentam me convencer do contrário.
Simone Vercosa

Inserida por vercosa

⁠Euseu

Que dia é hoje mesmo?
Domingo da despedida, coração entristecido,
Eucê está longe ainda...
Segunda da solitude, coração aflito,
Eucê está triste,
Terça de trabalho, trabalho,
Quarta de mais trabalho, da expetativa,
Eucê logo vem,
Quinta da preparação, arrumação,
Eucê está perto, já posso sentir
Enfim, é sexta, é o dia,
de ser só euseu e você minhasua,
Só céu e lua.

Inserida por robertosim

Para mim, o amor é complexo e sem nexo, ele te da fraqueza e, ao mesmo tempo força.
Ele vem de dentro consumindo toda a sua energia e vem de fora em forma de gestos.
Ele pode te mudar sem você perceber, é tudo de bom, Mas As vezes é ruim.
Uns sabem aproveitar e já outros se faz desacreditar.
Uns dizem que é escolha já outros falam que é destino.
Ele te oferecer um sentimento que alivia e as vezes sufoca , ele traz paz e medo.
O amor e inexplicável, mas é vivenciado à cada instante!
K.B

Inserida por kellyBenacci

Num diálogo poético e filosófico, Lume e Névoa, duas vozes que coabitam o mesmo Ser, empreendem uma travessia íntima pelos territórios internos daquele a quem pertencem. Lume observa com reverência e ternura os movimentos profundos de quem carrega em si um fogo contido, uma centelha divina e indomada. Já Névoa, inquieta e interrogativa, questiona o peso de viver à margem, sem forma definida, oscilando entre luz e sombra.
Ambos revelam, em vozes distintas, a complexidade de um Ser que não se encaixa em molduras, mas vibra nas frestas; um ser feito de contrários que não se anulam, mas se reconhecem. Ao percorrerem memórias de dor, quedas, silêncio e reinvenção, os dois traçam o mapa não fixo de uma identidade em metamorfose constante, que prefere a travessia ao destino e a imperfeição como linha viva de evolução.
Mais pra o final, evocando o verso do cantante, Lume chega à conclusão de que "ano passado ele morreu, esse ano ele não morre mais", e ambos compreendem que, mesmo fraturado, o Ser ainda pulsa, ainda recomeça. E que habitar-se é, sobretudo, sustentar-se inacabado, como poesia moldada no silêncio.
O convite, agora, é para que quem se debruça sobre estas linhas aceite caminhar ao lado de Lume e Névoa. Talvez encontre, nas dobras dessa conversa, algo de si mesmo.

DO LADO DE DENTRO: CONVERSAS DE QUEM HABITA O MESMO SER

 LUME
Vem, Névoa.
Olha comigo mais uma vez esse Ser que também somos.
Às vezes, o olhar dele não se volta para o mundo.
Retorna, sem aviso, ao território quieto que pulsa atrás dos olhos.
Não busca forma nem resposta. Apenas reconhece, sem intermediação, aquilo que, mesmo escondido, continua a pulsar.
Não é espelho, nem testemunha externa.
É ver-se por dentro.
Ver-se por si.
E ali se enxerga.

 NÉVOA
Vejo, Lume.
Mas diga: como é difícil habitar alguém assim, que não cabe no centro, nem se acomoda ao meio?
É como se tudo nele vibrasse nas bordas.
Uma essência que escapa às formas, que se recusa à lógica, que desmonta a moldura.
E tu o chama de inteiro?

 LUME
Chamo de pleno no que pulsa, mesmo que nunca concluso.
Carrega em silêncio o gesto de um deus,
não o Deus que é verbo, mas uma centelha que se ergue por dentro,
soberana, indomada, feita de presença.
Um fogo contido que arde sem se exibir, senhor de si,
que só se aquieta diante do Senhor do Tempo,
esse imensamente maior, que o reconhece e o desarma em reverência.

 NÉVOA
Só a Ele?

 LUME
Não apenas. Inclina-se também à presença de uma Diva sutil,
que não exige poder,
mas influencia o curso do íntimo
com a mesma delicadeza com que a brisa atravessa o que é denso.
E assim, ambos, o Deus e a Diva, habitam extremos distintos,
mas que despertam nele o mesmo gesto silencioso de reverência:
um pelo peso, o outro pelo toque.

 NÉVOA
Então tu vês, Lume,
que mesmo com tamanha reverência interna,
ele permanece partido entre extremos?
Talvez, diriam os que escrevem o indizível,
que nele habite um deus, um louco, um santo,
um bem e um mal.
Como se o corpo fosse templo de contrários,
e o espírito soubesse dançar entre eles sem se despedaçar.
 LUME
Sim! Não há espelho que reflita todas as suas imagens.
Nem todas as versões cabem na superfície refletida.
O que se vê é só a pele do mistério.
O que importa vive entre as camadas.
Há uma delicadeza que atravessa,
mas também uma aspereza que resiste.
Um bem que titubeia,
um mal que às vezes acena como abrigo.
E quando o erro se insinua ou se estabelece,
a consciência se ergue em resposta,
nem sempre como correção,
mas como voo aprendido na queda,
orientado pelas cicatrizes das que vieram antes.

 NÉVOA
Então tu me dizes, Lume,
que ele vive nesse eterno vai e vem entre tropeço e despertar?
Um movimento que não se encerra?
Parece mais fuga que caminho...

 LUME
Não é fuga, Névoa. É caminho.
Como quem preferiu ser, como disse o cantante,
essa metamorfose ambulante,
não por inconstância,
mas por saber que de falha em falha se esboça o caminho do ser melhor.
A falha, afinal, não chega a ser imperfeição.
É traço vital, linha viva do que ainda pulsa em construção.
Ali, os opostos não se anulam,
mas se reconhecem como costuras do mesmo tecido.
O santo e o louco não duelam.
Entre eles, há uma dança que não se move no corpo,
mas vibra no silêncio do gesto.

 NÉVOA
Mesmo assim... será paz, Lume?
O juízo ali não silencia o instinto,
e a fé caminha ao lado da dúvida, tropeçando de leve.
É um desassossego sereno.
Paradoxo que não deseja paz,
mas profundidade, isso que vejo.

 LUME
É isso. A alma desconhece a gravidade.
Cai com elegância.
Levanta-se com sombra.
Deixa, na ausência, o traço sereno de uma presença que não se desfaz.

 NÉVOA
Mas repara, Lume: quando silencia...
é como se uma parte escutasse a outra.
Quando chega, o que está dentro se move para abrir espaço.
Quando parte, permanece como marca,
raiz deixada por si em si.

 LUME
É! São movimentos internos, quase imperceptíveis ao mundo,
mas que, dentro dele, provocam marés inteiras.
Passou por tempestades que não deixam marcas na pele,
mas tatuaram o espírito com signos secretos.
Conheceu subterrâneos sem nome,
lugares escuros, úmidos, densos.
Caminhou em trevas que evita nomear.
E mesmo assim, fez-se caminho.
Na lama, achou argila,
não o fim, mas o começo do que ainda pode ser moldado.
No breu, acendeu o sopro.
Na dor, encontrou o antídoto escondido na própria ferida.

 NÉVOA
Verdade. É como se carregasse mares que não espelham o céu,
mas que se agitam no subterrâneo dos ossos.
São marés densas de silêncios não ditos,
que só encontram repouso
quando tocam águas mais claras.
Um mar sereno que abriga
sem perguntar de onde vieram as ondas.
Uma escuta líquida, sem pressa.
Um abrigo raso, onde até a dor aprende a boiar.

 LUME
Pois é! Naquele interior onde coabitam o bem e o abismo,
a verdade não chega como raio,
mas como brisa.
Não mente,
mas pinta com delicadeza o que, se nu,
machucaria o que toca.
E mesmo sem se entregar por inteiro,
acende o que basta.

 NÉVOA
Sim, ocorre que nem a poesia, nem a filosofia podem responder tudo, Lume.
Não se sabe ao certo se ser assim
tão cheio de frestas, de marés fundas e silêncios antigos,
é mais graça ou mais peso.
Não se sabe se há esperança para um ser que não cabe no centro,
nem certeza de que, passadas seis décadas,
ainda haja tempo para ser mais do que se tem sido.

 LUME
Eu sei. Houve perdas. Partes desfeitas.
Ao longo dos anos, e no último especialmente,
algo nele silenciou mais fundo.
Houve um cansaço que em algum momento pareceu irreversível.
Uma despedida muda de si para si.
Mas o que ficou em pé, mesmo sem firmeza,
ainda espera espera o instante em que a alma volte a respirar mais fortemente.
E, parafraseando o cantante, o que digo dele é que:
‘ano passado ele morreu,
esse ano ele não morre mais’.

 NÉVOA
Sabe? Habitar-se para ele nunca foi concluir-se.
É sustentar o inacabado com leveza.
E ali, onde tudo se contradiz
ou enfim se reconhece,
algo se acende,
não em luz plena,
mas em fresta viva, discreta,
onde o dentro começa a respirar por entre margens.
É por essa fresta que a claridade atravessa.

 LUME
Sim! E tudo o que foi vivido,
a dor, o delírio, o descompasso,
fez-se matéria de travessia.
E a travessia, moldada no silêncio,
virou poesia.
Poesia que se espalha pelas bordas,
como quem só revela o sagrado
a quem aprendeu a ver no escuro.

 NÉVOA
Sabe o que penso, Lume?
Nele há limites que nem a força mais íntima ultrapassa.
Há mistérios que nem a alma mais desperta ousa dominar.
E há passos, os derradeiros de cada travessia,
que só Deus, o verdadeiro, conhece o momento exato de conduzir.
Até para mim, que duvido, isso basta.

 LUME
E bastando, é paz.
Voltemos ao nosso silêncio.
Ele ainda tem muito a nos dizer

Inserida por WMAGNOR

⁠As minhas cicatrizes lembram-me
de que mesmo entrando numa batalha sem espadas e armaduras, isso não me impedirá de que eu lute por mim.
Nas minhas cicatrizes, eu carrego a força e a fé.

Inserida por mileneabreu

⁠Mesmo ferindo a minha felicidade, eu digo adeus!
A pedido dos teus atos, eu digo adeus!

Inserida por mileneabreu

⁠Mesmo ferido,
o coração nunca deixa de amar.

Inserida por mileneabreu

⁠Sei que você gostava de mim, mas tive medo de receber um não mesmo sabendo que você iria dizer sim.

Inserida por Gagal

⁠Não pense só em si mesmo, mas pense mais em si mesmo.

Inserida por MarcioAugustoo

⁠Eu sempre fui assim,
Muito ausente de mim,
E ao mesmo tempo tudo,
Filha única,
Sobrinha única,
Neta única de uma avó até os dez,
Egocêntrica e ao mesmo tempo a primeira a fazer simbiose,
Sou uma peça única de um quebra-cabeça sem fim.

Inserida por LeticiaDelRio1987

⁠O amor nos tempos do EU

As pessoas estão vivendo um caso de amor consigo mesmo, e são muito fiéis a si mesmas, até mantêm alguns casos esporádicos com outras pessoas por um tempo, mas nunca deixam de ser só delas, e no final, geralmente num curto espaço de tempo, se voltam a si mesmas novamente.
O espelho está chocando uma geração imatura e apaixonada apenas por sí
Alex Rich

Inserida por alex_rich

⁠Quando alguém me pergunta: “Como você está?” e eu falo: ótimo!
Eu não estou sendo hipócrita mesmo que a situação esteja muito difícil. É porque no fim das contas, apesar das circunstâncias e desafios eu estou melhor do que merecia. Leia novamente!
Quando entendemos isso, somos gratos em meios aos vales de sombra e morte.
Fernandes

Inserida por Fernaandesluccas