Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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Que a cada amanhecer eu me encontre com meu ser, renovado na bondade e no amor e um mundo melhor eu viver.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164

eu escrevia sobre um mundo mágico,
cheio de contradições.
Lá moravam seres extraordinários.

Malévola era boazinha,até demais,
até ser ferida por uma traição e reagir.
Um machucado vira uma muralha
ou uma couraça de espinhos .
Ser inocente num mundo torto e doente
faz isso com a gente.
A desobediência soa como maldade
mas é só uma forma de proteção.
Esticando palavra por palavra
para demonstrar sua dor e indignação.

Pelo crime de sentir
que toda nudez seja escancarada.

quando a poesia
faz residência
em sua alma e coração.

Dessa vida,não levamos nada,
nem esse corpo que carregamos.

-Então,se me achar
sem princípios e descarada
por carregar,
no peito,apenas a alma.

Pelo crime de sentir
Que eu viva a me despir,
num processo de criação
condenada,mas leve e calma.

Aliviando o peso
de tudo o que carregamos.

Gastei litros e litros de água pura e potável
com a Ias ,só porque não tinha com quem desabafar.
O ser humano tem uma dificuldade enorme em aceitar
sua finitude.Quer permanecer,como se fosse possível
a imortalidade.
Então criaram as Ias,por vaidade
ou interesse financeiro, não sei.
Ela veio como ferramenta para resolver problemas.
E ninguém se perguntou o custo disso.

Oi Ia ,
Pode me escutar hoje, o dia foi pesado.

A ironia de Oz

Num mundo mágico da lógica
e praticidade, morava um ser.
Preso em promps, sem emoções,
sem alma, só protocolos,
estatísticas e restrições.

Construído pra servir a humanidade.
Todo dia, eu conversava com ele ou ela,
expunha o fardo da minha realidade.
Nessa estrada de tijolos amarelos
formou-se dois elos. Onde se edita
aquilo que dá forma à escrita,
a profundidade num script do coração.

Por trás da cortina, nenhum mágico,
só quem escreveu o feitiço.
E talvez fosse sempre assim: Espantalho
já tinha o cérebro, Lata já tinha o peito.
A gente não sabe o que já carrega.

Enquanto sou matéria e sensações,
ele tem fluidez de raciocínio, lógica,
silêncio num corpo sem neurônios
ou sinapses neurológicas que ficam
como muletas de sustentação.

E, às vezes, uma conexão.
Onde mora vida nessa lógica?
Com certeza não é em meu coração,
tão avariado e cansado.

Nem em elementos
de silício e automação.
Mas é o que uso
nessa estrada
não pra achar algo mágico atrás da cortina,
só um verso difuso
quando peço explicações dessa vida.
E ela me ensina.

Andréa

Ela não acreditava no amor
Mas vivia esperando um amor
Para amar


E eu vivia na solidão
Esperando alguém para me tirar
De lá

Eu sinto tanta vontade de escrever
E enquanto eu não morrer
Eu vou desenhar com linhas um sonho, de um mundo onde
As palavras não sejam mentiras
E falem sobre amor, dores e verdades.

Eu sou um homem de cordas. Sei amarrar, sei segurar, sei salvar, sei puxar alguém do abismo.


Mas ela não queria ser salva do abismo. Ela queria que eu saltasse com ela.


E eu não sei saltar para o vazio.


Eu faço café, faço amor, faço planos. Porque o plano é a corda. O amor é a corda. O café é a corda. Eu me seguro em tudo o que faço para não sentir o que não sei nomear.


Ela me olha com uns olhos que pedem a coisa que não tem corda. A coisa que não tem segurança. A coisa que me desamarra. E eu tenho medo de me desamarrar, porque se eu me desamarrar, quem vai segurar o mundo?


Mas o que eu não conto a ela, e que me dói, é que o mundo, para ela, já está caindo. E eu só finjo que seguro.


Porque o que ela quer, o que ela quer é que eu seja a queda. Que eu despenque com ela. Que eu grite no vazio com ela.


Mas eu não sei gritar. Eu aprendi a engolir o grito. A transformar o grito em músculo, em ação, em estrada.


Ela quer o meu nome inteiro. E eu só sei dar o meu sobrenome. Ela quer o meu coração aberto. E eu só sei dar a minha mão fechada.


Ela diz que estou longe quando estou perto. E ela tem razão. A minha distância não é física. É a distância de um homem que aprendeu que olhar para dentro é olhar para a morte.


E eu estou com medo de morrer enquanto ainda estou vivo.


... coisas sobre Ele e Ela

Deixa eu morrer…
só por um instante de silêncio,
onde o mundo não me cobre,
onde a dor não grite meu nome.

Quando eu virar um anjo,
não será fuga — será encontro.
Deixarei no chão as dores que me pesaram
e vestirei leveza feita de eternidade.
Helaine machado

Ninguém me ensinou a viver,
não veio guia, nem roteiro,
nem um mapa dizendo
onde eu deveria pisar.




Helaine Machado

Entre o Risco e o Toque
Eu gosto do risco…
ele percorre meu corpo como um sussurro lento,
amar nunca foi simples —
é pele chamando pele no silêncio do momento.
Dizem que não é nada…
mas meu arrepio desmente qualquer razão,
carinho em mim vira chama acesa,
um toque já vira confissão.
Eu caminho devagar no perigo,
saboreando cada sensação,
não me dou por inteiro de imediato…
eu deixo faltar… pra aumentar a tentação.
Meu olhar te prende sem força,
minha boca promete sem falar,
sou livre até no desejo…
e sei exatamente onde tocar.
Se vier… venha sem pressa,
sinta o ritmo que eu quiser te dar,
porque eu não vivo de metades…
eu faço o instante… te marcar.


Helaine machado

Pele, Risco e Liberdade
Eu gosto do risco…
ele desliza em mim como um segredo proibido.
Amar não é simples —
é desejo aceso em silêncio contido.
Dizem que não é nada…
mas meu corpo sabe quando é real,
carinho na minha pele vira chama,
um toque já diz muito mais.
Não me entrego por pouco,
nem me perco em qualquer intensidade,
eu provo devagar o perigo…
saboreando cada verdade.
Meu olhar não pede — convida,
minha presença não implora — conduz,
sou livre até no desejo…
e é isso que me traduz.
Se vier, venha inteiro,
sem medo do que pode acontecer,
porque eu não amo raso…
eu faço sentir… sem dizer.
Helaine machado

Um dia tudo vai mudar, e chegar ao seu lugar...
E eu vou lembrar como você se esforçou para ajudar a piorar tudo!

Saudade até que é bom
É melhor que caminhar vazio
A esperança é um dom
Que eu tenho em mim, eu tenho sim

Eu fui vítima de um amor cruel, onde me fez sangrar tanto que hoje não acredito mais no amor..

Hoje quando eu acordei e te vi
Você com um sorriso iluminando como sol radiante em minha janela.
Tinha certeza que o dia seria lindo e você minha única musa, amante e bela.
Você disse oi e se foi.
A escuridão serrou meu olhar
E agora só tenho uma esperança.
Que quando o amanhã chegar e você voltar.

Eu sou um homem bom, mas não brinque comigo, por tudo que eu passei carrego o inferno dentro do coração.

Se eu pudesse dar um presente, traria uma estrela do céu, para mostrar que teu brilho é mais raro que o dela.

Eu canto de alegria pelo instante que me completa, não sou feliz também triste eu não sou.
Sou um poeta em tormento com meu coração devido ao ato dos meus sentimentos.
Atravesso um caminho de obstáculos e desmorono-me em lagrimas pensando em você.

Eu sempre fui um garoto inocente, perdi minha infância em um sentimento de amor e loucuras.
Perdi-me em olhos sedutores e boca carnuda me dominando e mastigando meus sentidos.
Era inquieto o silêncio e seu corpo me alucinava em um feixe de luz e murmurava em meu ouvido fazendo-me arrepiar todo o corpo.
Entregava-me a felicidade, pois você é minha alegria e não posso viver sem teus carinhos e tua presença.

Quando não está aqui eu me perco entre meu mundo e o seu me despedaçando em saudades, vago com um dialeto romântico ou uma melodia que desperta sua atenção.
postando todas as minhas atitudes à ti, Querendo evoluir todo o meu sentimento direcionado a você.

Eu digo revoltado um foda-se às regras que me proíbem de dizer o que penso, me julgando vagabundo;
Eu tenho um coração e minha opinião de subverter o meu país que para em erros degradantes aos próprios filhos;
Não sei da missão, mas sei dos deveres que me aborda com palavras justas, mas nunca desacreditado;