Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Eu gostaria de poder deixar para você algumas imagens em minha mente, porque elas são tão bonitas que eu odeio pensar que elas serão extintas quando eu me extinguir. Bem, mas, de novo, esta vida tem sua própria beleza mortal. E a memória tampouco é estritamente mortal por natureza. É uma coisa estranha, afinal, ser capaz de retornar a um momento, quando dificilmente pode-se dizer que ele tem alguma realidade, mesmo em sua passagem. Um momento é uma coisa tão leve. Quero dizer, sua permanência é um alívio muito agradável.
Queria ser a lua, mas a lua não posso ser, porque a lua brilha pra todos e eu só quero brilhar pra você.
(...) Eu só tenho certeza de quem realmente sou, porque me apego aos caminhos percorridos e vividos associados às minha argúrias, derrotas, decepções e ressentimentos, portanto, não se atreva...
Minha forma de pensar costuma ser tão errada, tão insustentável, porque eu penso como se estivesse conversando com outra pessoa.
Eu sobrevivi porque permaneci leve, porque escutei, porque escrevi. Porque me aninhei perto da minha verdade e a protegi como uma pequena chama numa tempestade terrível. Erga a cabeça quando as lágrimas vierem, quando você for zombada, insultada, questionada, ameaçada, quando as pessoas disserem que você é nada, quando seu corpo se reduzir a aberturas. A jornada será mais longa do que você imaginava, o trauma irá encontrá-la de novo e de novo. Não se transforme naqueles que a machucaram. Mantenha-se terna com seu poder. Nunca lute para machucar, lute para evoluir. Lute porque você sabe que, nesta vida, merece segurança, alegria e liberdade. Lute porque é a sua vida. E de mais ninguém.
AGORA ELE VAI APRENDER O QUE EU FAÇO QUANDO FICO COM RAIVA. A resposta é nada porque eu não faço nada.
Agora você vai encontrar o amor da sua vida porque eu encontrei o meu. Tô zoando, tô exagerando. Eu não vou me iludir dessa vez.
Enquanto o mundo enxergava o meu Cristo perdedor, porque ele carregava uma cruz, eu enxergo Ele digno.
Doença Maldita
Eu só quero entender
O porquê do amor.
De onde ele veio
E pra quê se formou.
Se você já se apaixonou,
Entenderá o que tenho a dizer sobre ele,
Mas se nunca nem ficou
Vou contar-lhe as características dele:
Amor é uma doença.
Uma doença sem cura.
Que leva até o mais são
A uma imensa loucura.
Loucura que muda,
Loucura que molda,
Loucura que mata
E na ressurreição te transforma.
Que te faz ser ignorante,
Que te faz ser bipolar,
Que te faz ser arrogante
E sem querer se controlar.
Nos faz perder a fome,
Nos faz rir de tudo,
Nos faz ficar estranhos,
Ao ponto de não pensarmos no futuro.
Esquecemos as responsabilidades,
Os principios, as verdades,
Os objetivos, os quereres
E até a racionalidade.
Chegamos a não lembrar de nada,
A esquecer tudo,
A abandonar tudo
E a não querer mais nada.
Todas as pessoas já a tiveram
Pelo menos uma vez na vida.
Alguns, até mais de uma vez.
Afinal, a vida é comprida.
Eu já tive essa doença maldita
E com muito custo me curei.
Por isso, lhes escrevo este poema:
Para que não passes pelo que eu passei.
Gata, eu não sou Uber, mas te pego em qualquer lugar. Porque sou a sua felicidade, e o destino onde você pretende chegar.
As minhas pegadas pelo caminho
eu poderia apagar
Porque sei por onde andei
Se precisar ou dar de querer voltar.
Mas deixo todas bem destacadas
Pro caso de alguém precisar me achar
Porque nenhuma porta fechei
E nenhuma hei de fechar.
Entendam uma coisa!
Eu sempre serei eu mesma, porque Deus me fez assim, e vocês sempre serão o que são, então não tem como modificar o que Deus esculpiu, entendem?
Falem o que desejarem, podem cuspir à vontade vossos venenos, pois enquanto vocês falam, eu estou bem na frente de vocês, porque em vez de falar mal dos outros, eu ajudo pessoas, eu faço pessoas renascerem. Enquanto vocês tentam massacrar com suas invejas, eu ressuscito pessoas, foi assim que Deus me fez.
A minha independência tem algemas porque a minha liberdade talvez seja a sua prisão. Eu posso estar feliz em viver aquilo que te traz tristeza, ou seja, a realidade individual de cada ser é o que caracteriza uma alforria ou a falta dela em comparação a outras histórias vividas.
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