Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Nem só de ilusão vive um homem, se não respeita a sua realidade não saberás da valor a suas conquistas
Jamais vou me permitir que os outros façam de meu corpo um almoxarifado e deposite e arquive nele todas suas magoas, rancores, desavenças e fofocas.
" A vida não é igual um rio que segue sempre adiante, nós às vezes, precisamos e damos alguns passos para trás...
Quando estou me arrumando sinto meu coração disparar... Então resolvo me arrumar mais um pouquinho.... Quando estou chegando na rua da sua casa te vejo... Aí não foi só o coração que disparou, meu corpo todo começou a tremer... Quando te sinto me olhando não sei se é felicidade ou se é medo... Mas na hora é tão bom ver que você fica me olhando sem parar... Deixa de fazer o que está fazendo para me olhar... O que será que há entre nós que não consigo explicar, só consigo sentir algo no ar...
Meu tempo é curtinho.
Mas vim deixar meu carinho,
de um bom fim de semana.
Fiquem todos com Jesus.
O caminho que te conduz.
E o amor que Deus emana.
ÁLVARO DE CAMPOS FOI À COOPERIFA
Chegou cedo e viu o bar vazio
Pediu uma bebida, um conhaque.
Lembrou que estava numa terra
Dantes lusitanas; conquista das grandes.
Atravessou o mar, sentia medo de avião.
Não acreditava ser seguro o homem voar. Lembrou-se das riquezas que sua terra
Fez com aquele lugar, agora não
Pertence mais a ninguém.
Nem a Portugal, nem aos brasileiros,
Terra sem dono.
Relutara em vir
Quando soube que era na periferia.
Tinha lido como o Brasil trata
A população periférica e ficou com medo
De ser confundido com algum morador.
Veio porque sua essência
Suas raízes se misturam, Inclusive, aos moldes ingleses, Isso o livraria de todo o mal.
19h30
Algumas pessoas começam a chegar
Duas mulheres, doces senhoras,
Que chegam e o cumprimentam,
Isso lhe causa espanto.
Quem cumprimenta um desconhecido?
O local é um bar típico de favela
Pela fama achou que seria mais bonito,
Pinturas desgastadas, mesas grudadas.
As paredes que vão de encontro à rua
Não existem, são grades, como se fosse uma jaula.
Próximo ao balcão, uma estante de livros
Que se amontoam sem nenhuma ordem.
Na parede dois destaques, duas camisetas
[emolduradas;
Uma com uma árvore escrita, 1a Semana de Arte [Moderna da Periferia,
Algo semelhante ao que ouviu falar na década de [1920 sobre o Brasil, em Portugal;
A segunda é uma camisa da seleção brasileira de [futebol,
Assinada pelo Rei, que não era Sebastião, mas sim, [Pelé.
Quando dá por si, não há mais lugares vazios,
O bar está inteiramente ocupado.
Pessoas de todos os tipos,
Brancos, pretos, pardos, ruivos, amarelos,
Isso o espanta, pois nunca tivera em um lugar assim,
Onde essas raças se misturam.
20h20
Muitas pessoas o cumprimentaram
Sem ao menos saber quem ele era
É como se fosse dali, há tempos,
Como se pertencesse ao lugar.
Uma pessoa vai ao microfone
Agradece a presença de todos
E relata que todos são bem vindos.
Como todos podem ser bem vindos?
O líder, o poeta, Sérgio Vaz,
Chama um grito de ordem
Todos os acompanham:
Povo lindo, povo inteligente é tudo nosso,
Uh, Cooperifa! Uh, Cooperifa! Uh, Cooperifa!
Uma sensação estranha
O sangue que corre em minhas veias
Ferve, uma adrenalina toma conta,
É como se algo mágico fosse acontecer.
Chamam o primeiro poeta,
Jorge Esteves, ele é aplaudido, Calorosamente, como se fosse uma estrela. Seu poema fala do homem comum
Que migrou para tentar a sorte
Na cidade grande.
Assim, vai seguindo,
Outros poetas são chamados,
Lourival, Cocão, Lu Souza,
Rose Dória, Márcio Batista,
Marcio Vidal, Fuzzil, Elizandra, Viviane, Jairo, todos são tratados iguais.
Até que uma senhora é chamada,
Dona Edite, todos fazem um barulho Estrondoso.
A senhora que é cega
Recebe auxílio até o microfone,
Lá recita o poema “Navio Negreiro”,
Neste momento confesso que vi
A magia da poesia.
Senti algo novo, eu,
Álvaro de campos,
Engenheiro, viajado,
Nunca vi, nem senti
Qualquer coisa parecida.
Confesso que uma lágrima escorreu,
Chorei.
Chorei a dificuldade de ver
Tão distante das glórias lusitanas de outrora
A poesia viva.
Descobri porque escrevo.
O poeta “more”, Sérgio Vaz,
Chama-me, os aplausos
São os mesmos efusivos e festivos.
Vou à frente, me posto ao microfone,
Sinto-me trêmulo, nunca fiquei assim
Diante de qualquer público,
Nem do próprio Fernando.
Inicio o poema Tabacaria
E percebo meu coração
Disparado, uma felicidade,
Um nervosismo.
Na metade do poema
Estou mais nervoso
E não consigo mais falar.
Todos os presentes se levantam
E batem palmas, assoviam, gritam...
As lágrimas dessa vez são maiores,
Sinto-me abraçado,
Olho e vejo Sérgio Vaz ao meu lado,
Ele pede aplausos, aplausos,
No final, um coro:
Uh, Cooperifa! Uh, Cooperifa! Uh, Cooperifa! Uh, Cooperifa!...

Não discuta com ninguém por bobagens fúteis. Perceberá no futuro que tem se tornado um abobalhado semi-incurável.
Pensamento do dia 18/09
Um relacionamento torna-se inviável, a partir do momento que apenas um preocupa-se em acertar.
O estômago sendo um órgão interno essencial do corpo é tão importante quanto as mãos e a boca que estão na parte exterior. O estômago também depende das mãos e da boca que levam o alimento até ele. Assim somos nós na igreja todos com funções diferentes, mas juntos no mesmo propósito: Manter a igreja viva.
Dizem que devo ser feliz por ter um corpo perfeito.
Mas a minha tristeza vem dos buracos na alma.
E como costureira, sou uma fracassada. Pois não sei juntar retalhos
É preciso esquecer "Jack e Roses"... e ler um livro sobre o Titanic para saber o que realmente houve lá...
O filme só fala de um casal que nunca esteve no navio... nunca existiu.... e esquece dos verdadeiros participantes do naufrágio... e ainda usurpa acontecimentos e coloca nos dois "melados" personagens centrais...
Sugestão? Titanic, minuto a minuto de Jonathan Mayo
Crianças...
Não há nada mais divertido em uma casa onde moram crianças que fazem uma cabana com um lençol, uma cachoeira com a mangueira que rega o pomar e o jardim que cultivam em potinhos de iogurte e sem nunca exaurir suas forças, conseguem fazer de qualquer espaço, uma ciclovia que leva até o quarto onde moram seus heróis.
by/erotildes vittoria
Quando era criança considerava meu pai um gênio, mas quando me tornei um jovem ele passou a ser um grande ignorante e eu não compreendi como essa transformação aconteceu tão rapidamente.
Atualmente, já mais velho, sei que ele era um sábio.
Hoje percebo que meu pai sempre foi o mesmo durante todo o tempo e, logicamente, quem sofreu aquelas transformações fui eu!
Na minha juventude, meu pai utilizava, continuamente, uma frase que eu não conseguia entender muito bem e, tal frase, era:
“SE EU MORRER HOJE, A VIDA NÃO ME DEVE NADA”.
Atualmente consigo perceber o que a frase significava para meu pai, ou seja:
“EU VIVI A MINHA VIDA, PLENAMENTE, EM TODOS OS SEUS MOMENTOS”!
Obviamente que, nesse momento de minha vida, eu a entendo perfeita e completamente!
Pedro Marcos
Depressãolândia
Para pessoas que observam de longe a Cracolândia, parece um problema sem solução. Imagino que para quem está perto o pensamento é o mesmo.
Entre tantas soluções propostas e ações estabelecidas, o que se observa é que não há uma única medida salvadora e sim um Sistema de medidas que coordenadas e constantes podem ao longo do tempo resolver, para o bem dos usuários, essa tragédia urbana escancarada.
Quero contribuir com uma ideia simples.
Quando eu era adolescente, após levar um fora de uma moça que pretendia namorar, fiquei chateado e uma senhora de oitenta anos me aconselhou: “veste sua roupa mais bonita, fica lindo, vai passear e ao passar perto dela finge que não está nem ligando para ela.” Não deu outra, alguma coisa dentro de mim, depois disso, revitalizou meu ânimo e a percepção do meu valor.
Proporções extremamente diferentes a parte, a lição é que a aparência pode derrubar ou levantar a percepção que temos sobre nossa vontade de viver ou se entregar à morte.
Na Cracolândia, o grito de socorro dos usuários fica estampado na forma flagelada de suas roupas, cabelos e higiene.
Não se trata de maquiar o problema ou de apenas fazer com que fiquem belos por uma semana.
O que indico é que ampliem e façam com continuidade e excelência, uma serviço que proporcione sem pedir nada em troca, as condições para que, ao mudarem de aparência e ficarem iguais ou melhores do que eram antes do processo das drogas e da situação de rua, possam introspectivamente ascenderem uma faísca de esperança e de dentro para fora votar a movimentar o amor próprio.
Só há sonhos e esperanças quando uma pessoa primeiramente se ama. Como se amar, quando diante de qualquer objeto que reflete, enxerga apenas um trapo humano.
Sérgio A.B. Paixão (Página do Facebook: Brasil e eu)
A vida nos reserva momentos
Que só quem sabe e passa
Sabe distinguir um sentimento
Quem diria que depois de algum tempo
Iríamos nos reencontrar
E repensar nossos momentos
Se tu imaginasse como sentir sua falta
Que cada segundo longe de ti
Me trouxe armagura na minha vida em pauta
Pequenas lembranças boas de amor
Palavras e gestos feitos
No meus ouvido me fez ter tremor
Sentimentos contado a detalhes de nós dois
Na hora do amor ou na dor
No antes ou no depois
Que bom te reencontrar
Ainda há tempo de me referi a você
E te dizer que não deixei de te amar
Ah se soubesse quanta armagura
Passei com sua ausência
Imaginei a vida triste em angústia futura
Mas o destino me trouxe de volta você
E hoje,meio saber o que falar
Queria apenas te dizer
És o amor da minha vida
Minha canção,meu verso,minha poesia
Amor do início e o amor na despedida.
É Você!
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
