Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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Sentir minha dor, meu eu, minhas conquistas, meus deveres e meus entender


Sentir a Si Mesmo


O primeiro passo para a evolução da nossa alma é voltar o olhar para dentro e aprender a nos escutar com honestidade. Sentir o próprio eu significa acolher as nossas dores sem julgamento, reconhecer o valor das nossas conquistas com gratidão e encarar os nossos deveres com maturidade. Quando nos permitimos sentir e decifrar o que se passa na nossa intimidade, alcançamos o verdadeiro entender da vida. Não fuja de quem você é. Olhar para o próprio espelho da alma é a única forma de pacificar o coração e encontrar a força necessária para continuar caminhando em direção à nossa luz.

Ela foi ali, além do pôr do sol, em breve eu vou encontrá-la...

É na lembrança do teu sorriso que eu diluo as mágoas da tua ausência...

Eu tenho alguns heróis...
A profissão deles?
Vou dizer com muito amor:
Professor!

Naquela mesa você não estava,
Naquele restaurante seu cheiro eu não sentia,
Mas meu peito, mesmo assim, palpitava,
Por alguém que eu ainda nem via.
Na minha mente você não sai,
Ocupou cada canto, cada lugar,
No coração nem preciso dizer mais,
Só cabe você, e é só você que cabe amar.
Fico a pensar no tempo perdido,
Nos dias que vivi sem te conhecer,
E no tanto que ainda terei de sentido,
Pra aprender o que faz seu sangue ferver.


Já sonhei com amores de cinema,
Roteiro perfeito, cena decorada a rir,
Mas a nossa história foge do esquema,
Porque com você é melhor que nos filmes, é melhor que existir.

Entre tantos planetas, talvez eu passe a vida na Terra, conhecendo os outros apenas por meio da ciência, dos cientistas e das descobertas da NASA.

"Talvez eu já tenha sentido falta, mas nunca saudade.
Sentir falta é ausência, saudade é um futuro não realizado, com nossa metade.
Eu amo tanto aquela mulher, que até evito pensá-la, pois ao fazê-lo, meu peito arde.
Eu achava que só sentiria falta de você no fim de tarde.
Mas olha eu aqui, pela madrugada, lembrando você, minha beldade.
Já disse que te amo, já disse te quero, já disse que almejo você como mãe dos meus filhos, me chame de tolo a sábio, mas nunca covarde.
Dizem que incomensurável é o amor, então por que o meu para ti nada vale?
Meu coração pertence a ti, o desavergonhado, sarnento, algoz deste que lhe escreve, não bate.
Ele ladra, late.
Jogado na rua, tentando apagar toda memória sua, umas e outras rogando-me pragas, “cafajeste”, “traste”.
Deus, que fase!
É uma miríade de sensações, sinto seu cheiro ao vento, o apertar do abraço, te vejo em cada penumbra que envolve meu eu no fim de tarde.
Te sinto em todo perfume, te vejo em todo rosto, que parecem-me ser um todo de sua face.
Sinto você no frio da chuva, e no Sol do meio-dia, que me assola a fronte, também esta la você, minha beldade.
Eu sinto tanto ao lhe sentir, descrever-lhe, escrever-te, que chega a faltar-me ao âmago serenidade.
Amada minha, sinto tanto sua falta, indago-me: Será saudade?"

Entre Ruínas e Recomeços

Uma vida feita de histórias ruins,
mas sem desistir — eu sigo até o fim.
Quebrar pra curar corpo, mente e alma,
no meio do caos, tentando achar calma.
Onde a história insiste em te destruir,
eu viro o jogo, escolho construir.
Cicatriz vira força, dor vira visão,
do fundo do poço eu faço direção.

Escritor Caio Vinícius Dos Santos Costa

"Amaldiçoar o maldito.
Amar-te, daqui ao infinito.
Eu grito, eu xingo.
Eu finjo.
Eu minto.
Largado na rua, eu rosno, ladro à Lua coisas sem sentido.
Sou o crime, a lei, sou o bandido.
Sou o que rouba o coração, por ter o meu ferido.
É mais fácil te odiar do que admitir: ainda te amo, ainda te preciso.
Difícil admitir que também errei, queria poder fazer voltar tudo o que fora cuspido e dizer o que deveria ter sido dito.
Tudo aquilo.
Que consome, que dentro mata, externalizado, faz vivo.
Cansei de esperar o cupido.
Ser sem alma? Sou; eter, espírito.
Sou a razão e a loucura em uma frase sem sentido.
Será a vida um sonho? Delírio?
Se sim, invejo-os por viver em sonho onde o meu eu sobrevive em um pesadelo infinito.
Sou a linha tortuosa em que Deus ousou ter escrito.
Cansei de olhar-me no espelho e amaldiçoar o maldito..."

"Eu te odeio, mas não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar.
Te odeio, não pelo ódio em si, mas por ter me feito amar.
Odiá-la é como odiar o ar.
E dia após dia, viver sabendo que posso odiar, mas não posso parar de vivê-la, parar de lhe adorar.
Eu te odeio, pois em cada beijo, em cada abraço, até mesmo no castanho do outono, seus olhos estão lá.
Quando o Sol se põe e a noite vem me abraçar.
Você está lá.
Quando rogo para a escuridão me abandonar e a Lua vem me iluminar.
Eu te odeio, pois até mesmo no brilho dela e na pálida tez, você está lá.
Pela ida eu relevo, posso lhe desculpar, mas essa insistência na permanência, isso não posso perdoar.
Até quando me prostro e me ponho a orar.
Te odeio, e por sobre os céus, odeio ao Deus, por outra de ti, para meu eu egoísta, não criar.
Odeio ele por me fazer amar.
E eu te odeio, não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar..."

Eu quero começar o dia de hoje com uma pergunta bem sincera: o que você está fazendo agora para mudar a sua vida? Pergunto isso porque, se pararmos para pensar, a maioria de nós já entrou no segundo tempo da própria jornada. E o tempo é o recurso mais persistente que existe: ele só segue em frente. Não há botão de retroceder. Então, por que insistimos em viver no automático? Do jeito que está, não dá mais. É hora de apertar o botão de play e mudar o rumo do jogo. É sobre isso que vamos falar hoje.
Se a vida fosse um jogo de futebol, em qual minuto você estaria agora? A verdade é que muitos de nós já cruzamos a linha do intervalo e estamos jogando o segundo tempo. O cronômetro não para. O tempo não aceita desculpas, não dá voltas e não aceita retornos. Se você sente que está parado, assistindo aos minutos passarem, eu vim te fazer um convite: aperte o play. Mude o ritmo.
Porque, do jeito que está, não dá mais para ficar. 😉
Bom dia, com muita Fé e alegria. ☕ 🪻☘️

Olhei no fundo dos olhos dela e disse:


"Não quero me ferir de novo, eu já me feri tanto... Sabe?, quero que seja uma rosa para mim, mas que não tenha espinhos."


E no outro dia...
-Ela me abraçou com seu perfume.

Talvez eu não seja sábio,
nem chegue eu aos pés dos escritos antigos,
pois sou apenas pó que caminha,
errante em um mundo que não compreendo por inteiro,
obra de uma consciência maior do que a minha.


Sou transitório,
passageiro entre o nascer e o desaparecer,
e habito uma anomalia que chamo de vida,
sem conhecer-lhe a origem nem o fim.
Pois a sabedoria
é o nome que damos
àquilo que pensamos ter entendido,
ainda que o entendimento nos escape como vento entre os dedos.


E se aquele que fez todas as coisas
viesse a corrigir o que julguei correto,
não se revelaria, então,
a limitação da minha própria razão?
Não seríamos tolos
mesmo quando nos julgamos inteligentes?
A vida, portanto,
é um desdém ao entendimento humano,
pois quanto mais cremos saber,
mais nos é revelado o quão pouco alcançamos.


Somente chamo de sábio
aquele que está além da morte e da vida,
além do tempo e da matéria,
o próprio que não compreendemos
e que, ainda assim, sustenta todas as coisas.

Eu fui te entregar rosas e chocolate.


Parei em frente à sua casa.


Pensei por alguns segundos...
Depois pensei mais um pouco...
E mais um pouco ainda.


A garganta travou.


Sua janela estava aberta.


De repente, começou a chover.


Fiquei ali, parado na chuva.


Seu vizinho me observava e ria.


Ouvi um comentário ao longe:


"Que brega..."


Não respondi.


Apenas dei meia-volta e fui embora.


Você nunca saberá que, um dia, alguém te esperou diante da sua porta com rosas nas mãos.


E que, naquele dia, o céu chorou comigo.


L**

Noite do dia 20.


Eu dormi com a consciência pesada.


Você não dormiu, com o coração partido.


Eu a conquistei e a deixei.


Eu machuquei você, te furei com agulhas; te queimei com fósforos; fiz cortes em sua pele e joguei álcool por cima de cada uma dessas feridas.


Elas doiam tanto, sangravam tanto e você chorava mais um tanto.


Dor que não se esquece, saudade não desaparece.


Nas noites geladas; noites caladas, esse sentimento se fazia mais presente. As lágrimas mais realistas e os cortes mais ardentes.


Te feri com a minha confusão e indecisão.


Perdão.


Seu quarto era bagunçado, escuro e gelado. A porta sempre trancada e as janelas sempre escancaradas.


Bitucas de cigarro em sua escrivaninha, eram várias. Várias como as garrafas de bebida quebradas; vazias e espalhadas, como suas roupas todas jogadas.


Os olhos inchados; olheiras escuras; descabelada; roupa amarrotada; amassada; toda suada; lágrimas obviamente molhadas.


As janelas permanecem sempre abertas.


A ventania lá fora que agora bagunça tudo, só não tão bagunçada quanto sua mente e o asfalto, definitivamente não tão rachado quanto seu coração.


Tarde do dia 20, meses depois.


"Me ligue quando puder, se quiser. Saudades."

Eu admiti-o ,
Admiti mais de mil vezes em voz alta
ao vivo e ao estéreo
Foste tu o meu grande amor


Foste aquele que a vida levou de forma amarga e injusta
Sendo que não era para ter sido retornado


Porque ?
Não nego que queria o e ansiava
Ansiava por mais
Pelo teu toque ,
Teu beijo, tua voz.....


Mas diz-me , porque?
Em momento havia parecia que algo entre nós ainda tinha sobrevido
Que algo ainda era real.
Em outro regressei a minha comum tristeza.


Será que tudo isto valeu a pena ?
Mexer no que já estava cicatrizando mesmo sabendo dos risco,
Do risco que ainda manteres decisão egoísta.

"Hoje eu vi o diabo e não fiquei surpreso.
Ele me lembrou o quanto roguei ao Deus por seu abraço, seu aconchego.
Recordou-me, também, que ofereci minh'alma para simplesmente olvidar seu cheiro.
Chamou-me tolo por pensar que o inferno é um lago fervente, com enxofre e feio.
Disse me ele: 'O inferno é a memória, a lembrança; o inferno é viver no paraíso do sorriso e no doce do beijo.
O inferno é o veludo da tez, o fervor e o baile dos corpos, a maciez do seio.
O inferno é ter um anjo dos céus nos seus braços e ter de esquecê-lo.
Após isso somente sobreviver, pois sua vida, quando com ele, era vivê-lo.
E eu que sou mau? Indagou-me ele. Foi o seu Deus que criou o sentimento que te mata por dentro.
Sou somente, da vontade d'Ele, um instrumento.'.
E no fim da conversa ele me disse que eu sabia onde encontrá-lo, fitou-me com desprezo.
Sei onde encontrá-lo, e, por bem saber, desfiz-me do espelho..."

"Eu nunca te dei flor, dei amor.
Será que aquela rosa, uma pétala, foi o que faltou?
Eu nunca te dei flor, mas dei amor.
Não lhe recitei, por não ser escritor.
Não lhe cantei, pois não sou cantor.
Fiz-lhe serenata em meus braços, o brilho em meus olhos ao lhe vislumbrar era o trovador.
Cada lágrima, que escorrera quando você se foi, caíram como as pétalas daquela rosa, que jamais lhe encontrou.
O beijo que lhe desnudou a tez foi uma arte abstrata que lhe pintou.
Todo aquele que lhe recita bodas e na noite lhe da flor.
Sinto em dizer-lhe, amor, mas é um enganador.
Sei que Deus me castiga por ser pecador.
Mas o castigo da sua ausência é demais pra alguém que demais amou.
Mas sei o que ao inferno da solidão me condenou.
Por ser extremamente apaixonado por ti, eu falhei, pois lhe dei amor.
Mas nunca te dei flor..."

Talvez eu simplesmente parta.
Mas, desde que tenho você, a partida me assusta.

Não é que ela não me atraia,
é só que me dói imaginar você sozinha.
Me dói amar tanto, temer tanto te deixar para trás,
e ao mesmo tempo desejar tanto ir embora.

Que covardia…
Me sinto uma contradição ambulante,
uma verdade que se culpa por parecer mentira.

Porque não dá pra racionalizar
o vazio que mora no meu peito.
E o que machuca ainda mais
é perceber que nem esse amor imenso
consegue preencher o buraco que me engole por dentro.

Eu queria, ao menos uma vez, conseguir dizer ou sentir pela última vez, alcançando a finitude dos sentir, que tanto se fala..


Mas os finais chegam aos dias.
Aqui dentro, não.


Aqui dentro, tudo continua.
Tudo ecoa.


Sempre me fecho para o mundo, mas aprendi que me fechar não significa curar.
Porque as feridas que carrego não cicatrizam; elas apenas aprendem a permanecer em silêncio.


Eu queria ser a pessoa que superou.
Aquela que transformou a dor em força, a ausência em aprendizado, a queda em caminho.


Talvez seja isso que os outros enxerguem quando olham para mim.


Mas aqui dentro, eu só falho.


Porque ainda sangra.
Porque ainda dói.


E é justamente essa dor que me faz questionar quem eu sou quando ninguém está olhando.
O que eu quero me tornar.
O que, de fato, significa felicidade para mim.


Às vezes me pergunto se estou procurando respostas ou apenas tentando encontrar um sentido para continuar.


Porque existem dores que não vão embora.
Elas apenas mudam de lugar dentro da gente.


E talvez a minha ainda esteja aqui,
ocupando espaços que eu não consigo alcançar, me lembrando todos os dias que algumas despedidas acontecem por fora,
mas nunca terminam por dentro.

andresamedlem