Eu Sinto poema
Eu não tenho amor
Pois o amor que sinto
É teu.
E se achas que sou triste
Não fiques assim
Sou feliz
Pois ao menos
Una parte miha é tua
E essa não podes recusar
Triste mesmo eu fico
Quando lembro
Que o amor que tens
Tu não queres
E o que era teu
Destes a outro.
indignado, sim, estou indignado
Me sinto indignado com este cansaço
E essa indignidade, não só do cansaço, mas da sociedade
Malditos ridículos, me deixam na dúvida de saber se sou digno até mesmo de me sentir cansado
Pessoas e pessoas, se ao menos elas estivessem tão cansadas como pessoa
E eu sei que minha voz não ecoa
Mas aqui estou eu. INDIGNADO
AUSÊNCIA
Às vezes sinto que me falto,
Na Curitiba que os fracos não perdoa,
Onde o corpo vaga pelas ruas,
Mas a alma, essa, destoa.
O vento gelado corta a pele,
E a neblina envolve a cidade,
Mas é dentro de mim que sinto
A mais profunda saudade.
As praças e os parques perfeitos,
Mas não aquecem meu coração,
Que busca em cada esquina
Um sinal de reconciliação.
Sou um andarilho solitário,
Pelas ruas de pedra e frio,
Procurando no horizonte cinzento
O pedaço de mim que partiu.
E assim sigo, meio ausente,
Nessa Curitiba de inverno sem fim,
Esperando que um dia, quem sabe,
Eu me encontre dentro de mim.
Hoje !
Hoje enxergo um mundo diferente!
Hoje você me faz sentir vivo novamente.
Hoje eu sinto meu coração quente novamente
Hoje senti o toque do amor havia perdido!
Hoje sinto aquele calor aquele fogo que tinha sido apagado!
Hoje quero ser melhor, ….me sinto melhor!
Hoje voltei a sorrir. Sorrir como uma criança boba, que acha graça de tudo!
Hoje voltei a cantar, assobiar, a murmurar pelo caminho.!
Hoje voltei a sentir coisas que esqueci que podia sentir.!!!
Hoje voltei a amor! Voltei a sentir o amor dentro de mim.!!
Hoje voltei, como uma fênix que ressurge das cinzas……
Hoje voltei a te ver,!
Hoje voltei a sentir seu cheiro!
Hoje voltei a sentir seu gosto , seu toque, sua pele
Hoje voltei a AMAR !!!
Hoje te falo novamente que TE AMO!!
Hoje voltei a vida !
Não chore não fique triste
Onde estou tô bem
Hoje não sinto mais frio
Hoje não sinto mais medos
Por várias vezes chorei de solidão mas hoje não tô mais sozinho
Hoje estou nas lembranças de cada um de vocês
Lembrem-se de mim nos momentos bons
Lembrem-se dos momentos de alegrias
Transforme a tristeza em lembranças e sigam a vida na esperança que um dia nos encontraremos novamente.
Quando digo que te amo não é pra me exibir,
É só pra demonstrar o que sinto por ti;
Os sábios irão entender,
Os tolos fingirão não ver;
Mas isto não importa pra mim,
Pois nosso amor é forte assim.
Nos braços do silêncio, onde a lua chora,
E o vento sussurra, histórias de outrora,
Sinto a saudade, que a noite devora,
Do doce amor, que a distância implora.
Teu sorriso, memória que o tempo consome,
Brilha em meu peito, um vazio sem nome,
E cada estrela, no céu sem renome,
Reflete o desejo, que a ausência promove.
Isabelle, é seu nome.
Em sonhos te vejo, num abraço de luz,
E na escuridão, o coração se conduz,
Para os momentos, onde o amor reluz,
No toque suave, que a distância traduz.
A tristeza é o eco, de um beijo esquecido,
Nos lábios do tempo, que segue rendido,
À espera do dia, em que seremos unidos,
Num eterno abraço, de amores vividos.
E assim sigo, na esperança velada,
De que um dia, em tua alma ancorada,
A tristeza se faça, de alegria dourada,
E a saudade se torne, presença encantada.
Nos braços da angústia, onde a noite desaba,
E o vento gelado carrega um pesar,
Sinto a dor que o silêncio traz,
Do tormento que a minha alma não pode calar.
Tua ausência, um vazio que me devora,
Ecoa em meu peito, uma dor sem fim,
Cada estrela, no céu que chora,
Reflete a dor que vive em mim.
Em sonhos, te busco, num abraço incerto,
Mas na escuridão, só encontro a dor,
De momentos vividos, num amor deserto,
A saudade se transforma em dor.
A tristeza é o nosso fardo, de um riso perdido,
E assim sigo, na incerteza,
De que um dia, na tua lembrança,
A angústia se torne, paz e harmonia,
E a dor se dissolva, na luz de um nosso novo dia.
Nos braços da angústia, onde o ceu me abraça,
E o vento sussurra segredos profundos
Sinto a dor que a vida, em silêncio, se embaça,
Em ecos de sonhos e pesadelos imundos.
Teu sorriso, memória que o tempo devora,
Brilha em meu peito como estrela apagada,
Cada astro no céu é uma chama que chora,
Refletindo o vazio de uma jornada marcada.
Em sonhos, te busco, mas sempre me perco,
Na escuridão, sou um poeta sem rima,
Buscando respostas no silêncio da minha vida
Mas apenas encontro o vazio que me consome
A tristeza é um fardo, um nó que não passa
Um labirinto de sombras difícil de atravessar
E a esperança é uma chama que tem um preço alto a brilhar.
Mas na sombra profunda, há um sopro de calma,
Um convite ao descanso, uma promessa discreta,
Onde a dor se dissolve e liberta a alma,
E a paz, finalmente, se faz completa.
E assim, na angústia, encontro um sentido,
A morte, um alívio que acolhe e redime,
Na sua quietude, sou enfim conduzido,
A um lugar onde a dor não mais me atinge.
Paixão escondida
As vezes eu escondo o que sinto Por medo de coisa do passado. Que me machucou e não consigo chegar fala Isso é foda a pessoa não vai saber nunca; O que eu sinto por ela. Eu fico alegre quando vejo que chegou mensagem dela
Tá! Batendo aqui a saudade do seu beijo guloso e aquelas coisas loucas e gostosas que eu sinto quando os teus lábios devoram a minha boca.
No teu beijo tem um fogo que me aquece e me faz gemer por dentro.
""Eu sinto-me velho às vezes... assim quando estou distraído.
Em geral, é uma coisa quase irresponsável. Eu olho para mim como se tivesse 17, 19 anos, como se houvesse uma vida inteira à minha frente.
(...) Eu tenho medo é que a velhice pense em mim.”
(Mia Couto em entrevista a José Pedro Goulart)
As palavras que eu encontro
Parecem não descrever o que eu sinto...
Tenho visto você por todos os lugares que ando, todas as placas dessa cidade....
Eu não sei te esquecer, eu realmente não consigo.
Você é uma parte de mim, a única parte que ainda está viva...
Pois, estou morto a muito tempo
É difícil descrever como me sinto quando penso em fazer algo importante e, com o passar do tempo, percebo que não consegui nem sequer tentar. É como se uma sombra pesada me envolvesse, um peso invisível que me impede de agir. No início, tenho toda a intenção, a determinação de ir em frente, de cumprir o que preciso, mas conforme os dias passam, algo começa a me travar.
Primeiro, surgem as desculpas, pequenas e insignificantes, mas que parecem convincentes no momento. “Hoje não é o melhor dia”, “Amanhã terei mais tempo”, ou “Preciso estar mais preparado”. E então, de repente, o tempo vai se esvaindo, e a janela de oportunidade começa a se fechar.
A angústia cresce dentro de mim, porque sei que estou me afastando do que deveria fazer, mas ao mesmo tempo me sinto impotente para mudar isso. É uma mistura de frustração e decepção comigo mesmo, um ciclo de promessas quebradas e expectativas não cumpridas. Quanto mais o tempo passa, mais a tarefa parece inalcançável, e o medo do fracasso se torna quase paralisante.
Fico mal ao pensar nisso, porque sei que estou perdendo chances, deixando que o tempo me controle, em vez de eu controlá-lo. A sensação de estar falhando comigo mesmo é amarga, e me consome de dentro para fora. Quero tanto conseguir, mas a realidade é que o medo e a procrastinação me prendem num lugar onde eu não avanço, e isso me destrói por dentro.
Penso no que poderia ter sido, no que eu poderia ter feito se tivesse agido, e a dor desse arrependimento é profunda. Mas, mais do que isso, é a constatação de que não estou cumprindo o que sei que sou capaz. E cada vez que deixo uma oportunidade passar, uma parte de mim se perde um pouco mais, tornando ainda mais difícil acreditar que, da próxima vez, conseguirei tentar.
Quando os sentimentos negativos começam a se acumular dentro de mim, sinto uma necessidade urgente de liberar essa carga. Mas, ao invés de deixar que essas emoções transbordem e acabem ferindo as pessoas ao meu redor, encontro alívio em colocá-las em palavras. Escrever se tornou meu refúgio, um espaço seguro onde posso despejar o que me pesa sem causar dano a ninguém.
É estranho como, ao transformar esses sentimentos em texto, eles perdem um pouco do poder que têm sobre mim. As palavras que escolho são precisas, mas vazias, porque sei que elas não têm a intenção de ferir, de atingir. Elas apenas existem, como um eco daquilo que sinto, mas sem a força de um grito ou a dureza de um confronto.
Escrevo para mim mesmo, talvez para entender o que estou sentindo, mas também para esvaziar essa dor antes que ela se transforme em algo destrutivo. É como transferir o peso de dentro de mim para o papel em forma de tela, tornando-o menos sufocante, menos denso. E, ao fazer isso, sinto uma calma tomar conta de mim, como se as palavras que antes queimavam por dentro agora fossem apenas cinzas.
Desviar meus sentimentos negativos para textos me dá uma sensação de controle. Sei que não estou ignorando o que sinto, mas também não estou permitindo que esses sentimentos se voltem contra as pessoas que amo. As palavras, mesmo que vazias, são o meio que encontrei para processar e liberar tudo isso, sem deixar cicatrizes em ninguém.
E, ao final, há um alívio em saber que consegui lidar com o que estava me consumindo de uma maneira que não machucou ninguém. É um conforto silencioso, mas que me traz paz. Afinal, encontrei uma forma de expressar o que está dentro de mim sem deixar que isso se torne uma arma contra os outros, ou contra mim mesmo.
Em cada gota de orvalho,
Vejo teu rosto, tão distante,
E em cada brisa que me toca,
Sinto teu cheiro, tão ausente.
Acredito no que sinto e não no que ouço!
Palavras são mutáveis, sentimentos NÃO.
Senti sua verdade, suas palavras serão Ouvidas
Esses são dias que sinto frio
Que me encolho e tremo
Que sopro as brasas
E protejo a pequena chama que está acessa
Tenho medo que o vento a apague
E acabe minhas lenhas
Talvez eu seja a cana quebrada e o pavio que fumega
E no chão constantemente é pisada
Mas se recusa a apagar
Que mal se aquece
Mas que ainda queima devagar
A minha esperança é que ele não me despreza
Amar é se arriscar.
Tenho conhecimento disso.
E do seu lado, até sinto que poderia expor meu sentimento.
Mas, o meu lado racional me lembra do abismo que cai em outrora.
Agora, estou em um conflito interno, ser transparente e quem sabe, ser o início de algo bonito. Ou manter meu sentimento enterrado e ficar preso nesse conforto.
É como estar à beira de um precipício, onde posso tanto despencar, quanto descobrir que tenho asas.
Então, me pergunto se a outra pessoa também estiver nesse mesmo precipício. E se o risco for uma aposta mútua.
