Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu

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Sofri, sofri mesmo. Sofri porque eu acreditei no que eu queria ver. Eu vi um rio, onde só existia uma gota.

Vá em frente, tente me derrubar. Eu vou me levantar do chão como um arranha-céu.

Hoje eu quero ser feliz, quero ignorar quem não deixa eu me demonstrar, cansei de maquiagem, fachada não é comigo.
Quer saber? Hoje eu quero dançar, pular, sem coreografia, quero cantar sem melodia. Hoje eu quero deixar de lado quem me questiona, e falar com meus inimigos, observar o lado criativo deles, suas qualidades e não mais seus defeitos. Quer saber mesmo? Hoje quero ser eu mesma, não quero mais disfarçar a minha pureza, é, sou pura, cresci, mas continuo inocente, inocente de perigos, e ciente de consequências. Hoje vou me importar menos com o que vão falar, vou me arrumar diferente, vou experimentar novos estilos, novas tendencias. Hoje eu quero ser feliz, hoje eu quero minha independência, hoje quero mudar.

‎Eu poderia te dizer aquelas doces mentiras sinceras - "você-é-minha-vida", "não-sei-o-que-seria-da-minha-vida-sem-você" ou todo esse tipo de porcaria que a gente diz no calor da hora. As pessoas são assim, dizem que não sabem viver sem você. Depois aprendem e esquecem de comemorar contigo. E deixam vazio o lugar que sempre será delas. Eu não, simplesmente estou aqui. De vez em quando sujo, entediado, agressivo, mal-humorado, triste, calado e chato. Mas aqui.

Lua Bonita

Lua bonita,
Se tu não fosses casada
Eu preparava uma escada
Pra ir no céu te buscar
Se tu colasse teu frio com meu calor
Eu pedia ao nosso senhor
Pra contigo me casar
Lua bonita
Me faz aborrecimento
Ver São Jorge no jumento
Pisando no teu clarão
Pra que cassaste com um homem tão sisudo
Que come dorme faz tudo, dentro do seu coração?
Lua Bonita, Meu São Jorge é teu senhor,
E é por isso que ele "véve" pisando teu esplendor
Lua Bonita se tu ouvisses meus conselhos
Vai ouvir pois sou alheio,
Quem te fala é meu amor
Deixa São Jorge no seu jubaio amuntado
E vem cá para o meu lado
Pra gente viver sem dor.

Raul Seixas

Nota: Música composta por Zé do Northe e Zé Martins

Sinto-me em casa em qualquer lugar, embora não haja um lugar que eu possa chamar de lar.

Zygmunt Bauman
Modernidade líquida. [tradução Plinio Dentzien]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2001

As pessoas muitas vezes me perguntam por que eu não tenho namorada. Então eu sorrio e digo: tenho milhares, só que algumas ainda não me conhecem.

E quando nos beijávamos......

E eu perdia a respiração e, entre suspiros, perguntava: Em que dia nasceste? E me respondias com voz tremula: Estou nascendo agora...

E se você colocar um ponto final, eu coloco mais dois...

Cinco minutos dentro da eternidade, eu creio que cada um de nós, desejaríamos ter: sacrificado mais, orado mais, amado mais, suado mais, agoniado mais, chorado mais!

Ainda que eu seja um otimista melancólico, sou um otimista.

eu sou um monte de
constelações
brilhando e ardendo
mas nem todo mundo
sabe ver

ou só vê a parte que arde
ou só vê a parte que brilha

Minha prioridade agora é uma só: eu. Podem me chamar de egoísta, eu aceito. Mas chega. Uma hora na vida que a gente tem que parar de ser boa com os outros e ser boa - primeiramente - com a gente. Fiquei amarga? Não mesmo. Agora eu sou prática. Vacilou? A porta está aberta, meu bem. Sem dó nem piedade.

Eu pensei que já havia explicado isso claramente antes. Eu não posso existir num mundo onde você não exista.

As vezes tenho vergonha,
e com essa minha insegurança,
meu medo,minha timidez,
eu faço a minha pessoa sofrer.
Queria lhe dizer que o amava
mais quando crie coragem já
era tarde...

E estar aqui sem você é como se eu acordasse para apenas metade do céu azul. Parte lá, mas não inteiramente. Estou andando por aí com só um sapato. Sou metade de um coração sem você.

Metáforas

Eu era puro carinho
Você..eterna saudade.
Eu era um raio de luz
E você,a claridade.
Juntos éramos amor,
Metáforas e poesia.
Hoje só resta a dor
Sangrando em nostalgia.

Mergulhe como eu mergulhei.

Clarice Lispector

Nota: Trecho adaptado de outro pensamento da escritora.

– O.k. – falei.
– O.k. – ele disse.
Eu ri e repeti:
– O.k.
Aí a linha ficou silenciosa, mas não
completamente muda. Era quase como
se ele estivesse no meu quarto comigo,
mas de um jeito ainda melhor – como
se eu não estivesse no meu quarto e ele,
não no dele, mas, em vez disso,
estivéssemos juntos numa invisível e
tênue terceira dimensão até onde só
podíamos ir pelo telefone.
– O.k. – ele disse, depois do que
pareceu ser uma eternidade. – Talvez
o.k. venha a ser o nosso sempre.
– O.k. – falei.
E foi o Augustus quem desligou.

Pra você eu tiro a roupa
Te mostro os meus defeitos
Te conto os meus segredos
E revelo
Pouco a pouco
O meu corpo
Para você
Me dou inteira
Como amante
E mulher verdadeira
Para você
Deixo transparecer
O meu ser
Abro a porta
Da minha alma
Decifra as minhas histórias
E com toda calma
Me entrego para você.