Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
E a música que te dediquei, foi... All Star Azul- Nando Reis. Não sei o que você pensou. Mas creio eu que não foi algo bom a meu favor. Até porque não significo nada pra você. O que dói, nem a amizade ficou. Mas essa música descreve o momento que passou e marcou quando ouvimos.
E até o fato de você ter realmente um All Star Azul...
Estranho seria se eu não me apaixonasse por você
O sal viria doce para os novos lábios
Colombo procurou as Índias mas a Terra avisto em você
O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário
Estranho é gostar tanto do seu All Star azul
Estranho é pensar que o bairro das Laranjeiras,
Satisfeito, sorri
quando chego ali
e entro no elevador
aperto o 12 que é o seu andar
não vejo a hora de te encontrar
e continuar aquela conversa
que não terminamos ontem
ficou pra hoooooooje.
Estranho mas já me sinto como um velho amigo seu
Seu All star azul combina com o meu, preto, de cano alto
Se o homem já pisou na Lua, como eu ainda não tenho seu endereço
O tom que eu canto as minhas músicas para a tua voz parece exato.
A tua ausência invade minha alma…e agora sei que o teu nome é… Solidão !!!
E dentro dela, o silêncio que cala tua voz, enche o vazio com palavras esquecidas…
Não me deixes só…
Se algum dia você sorriu junto comigo, tenha certeza que o sorriso está no meu coração; pois sei quanto é difícil fazer brotar um sorriso nos lábios de alguém; mais fácil fazer chorar.
(Amante da Liberdade)
o estado em que o mundo se encontra não me agrada
de fato já sei que o brasil também é o pais do futuro
sem honestidade sem amor sem solidariedade
hipócrita será aquele que não amar o próximo.
Não sei se chamo de loucura,
Não sei se seria saudade;
Talvez uma louca saudade,
Que não me deixa te esquecer
Sei que é de verdade,
Sei que existe amor;
Talvez ele seja inerte,
Mas insiste em me doer
Por qual motivo te afastas,
Talvez jamais saberei;
Mas sei o que nos comunga,
E disso jamais duvidei
Amor,
da maneira que for.
Pois inerte ou andando entre nós,
Ele é o mesmo, é apenas amor.
Não conheço os meus limites. Não sei até onde vão. Nao sei ate onde devo ir. É um terreno desconhecido, onde nem eu que sou o dono cheguei um dia. Até porque não sei se saberia voltar. Essa ponte é silenciosa e vazia, não tem placas pra me direcionar ou alguém pra atravessar comigo. Sou apenas eu. Quer dizer, eu e meu medo de ir ao outro lado. O que será que tem lá? Será que vale a pena arriscar? E se tudo o que eu precisar já estiver aqui comigo? Muitas dúvidas, muitos anseios. Uma loucura duvidosa de conhecer o lado limitante do meu eu. Até agora vivo com cautela e paulatinamente vou arriscando- mas acho que sem exageros. Sem atravessar a ponte. Talvez um dia eu vá, talvez eu volte, talvez eu fique. Talvez. Talvez até não tenha nada lá. Talvez eu chegue e acabe descobrindo que já vivia além dos limites, pois só o medo de atravessar já limitava a minha vida.
Conto de Enfado (Perdido)
Não há placas na floresta
Que me apontem uma trilha
Já nem sei quanto me resta
Alguns metros ou uma milha
No meu barco há uma fresta
Estou preso numa ilha
O que antes era festa
Revelou-se armadilha
Ora o meu ser protesta
Ou se engaja na guerrilha
Se o pavor se manifesta
Não me escondo na escotilha
Que fortuna indigesta!
A lanterna está sem pilha!
Se tem uma, me empresta
Luz que é luz se compartilha
O meu coração detesta
Freio que perde a pastilha
Gente séria e modesta
Não se exalta, nem se humilha
Toda árvore no apogeu
sempre aponta para o alto
Não há rastro de pneu,
Nem sinais ou mesmo asfalto
Paraquedas de ateu
Não me servem neste salto
A ferida me doeu
Inútil é gritar bem alto
Do meu grito ouço o eco
Pois sou gente, não boneco
Se acerto ou se peco
Minha paz que hipoteco
Extraíram meu sorriso
Do molar até o siso
Me deixaram duro e liso
Deixaram o chão, levaram o piso
Só me acho, se perdido
Minha alma não se espanta
Não me poupo, fui ferido
Pela mão que me acalanta
Já não caio neste conto
Nem no canto da sereia
Que diante do confronto
Sem ter pernas, esperneia
Pois o raio nunca cai
duas vezes na areia
Presa fácil, nunca mais
Eu rompi com sua teia
Hoje volto a sorrir,
Mesmo que quase banguela
Meu caminho vou seguir
Pra tristeza não dou trela
Restam os dentes da frente
os caninos e os incisivos
Só caminho com gente decente
Mais que fichas em arquivos
Confiança quando se quebra,
De uma vez se esfacela
Nem tudo se celebra
É meia-noite, Cinderela!
Me encontro perdida em algum lugar por ai ou por aqui dentro ou fora de mim. Não sei. A cada dia que passa me reconheço menos... sou uma completa estranha perambulando aos arredores de mim mesma.
Não fazemos o que queremos
e nem tudo que sei que posso,
quem nos dera poder viver
em um mundo só nosso.
..as vezes nem sei o que dizer, me recuso a entender algo que me desfaz.
Me doi por todos os lados essa certeza daquilo que vem depois.
Que nada será como antes. Nem eu.
É dificil e sinto muito.
“Mas os dias bons virão, não sei quando, se vai demora ou se vai começar amanhã, mais lembre-se dias bons virão!”
Queria na sua mente mandar.
Queria no sei corpo minhas mão escorregar.
A saudade já esta demais.
Pedaço de mal caminho que contagiou meu coração.
A onde esta agora!Me mande lembrança.
Só preciso de você aqui.
"Sei que ás vezes você não consegue expressar o que sente, mas suas mãos me contam os segredos da sua mente. Não fique assim, sem graça, porque cada um ama de um jeito. Veja o vaga-lume, atrai a parceira pela luz, o pavão usa seus tons para chamar atenção e as abelhas comunicam-se pelo feromônio. Dança comigo essa noite e escreve uma canção com seus passos em minha direção. Nesse embalo eu te falo o que você falou pra mim."
"Aqui não é Ódio, mais não sei se é amor, Aqui não É medo, e nem sei se há coragem. Pode Até ser sonho, Se Não é realidade.
Talvez seja Apenas loucura, de Um louco de Verdade..."
