Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
pessoas enlatadas
podem estar entaladas
até a alma
até o pescoço
até que alguém
as tirem de lá
até chegar o socorro
bendito
divino
até que peçam
perdão
pelos próprios atos
porque ficar na prisão
dos pensamentos
dos sentimentos
se privando da liberdade
deve ser horrível
o pior é ficar preso(a)
por puro comodismo
porque quer e gosta de se fazer de coitado(a)
esses serão enterrados vivos
com lata e tudo
sofrerão as consequências
antes de morrer!!!
Pode-se estar distantes estando perto.
Pode-se estar juntos estando distante.
Depende da conecção,
Dos corações.
Adoto porco sem espírito
porque inclusão é tudo...
e porque seu espírito
deve estar em algum ser
(des)humano por aí!
O amor é o maior portal e a dimensão mais segura que alguém pode estar no multiverso.
Amar é como navegar em mares de águas claras que nunca lhe deixarão se afogar nos sentimentos confusos.
Amar é liberdade, decisão, carinho, respeito, confiança e uma construção de grandes histórias no tempo.
Alma leve e flutuante, todo mundo gosta, o mundo precisa!
Como é bom conviver e estar com pessoas leves!
Da mesma forma que gostamos de estar com esse tipo de gente, devemos aprender a oferecer leveza a nossa volta também!
Ninguém é leve, feliz e de bem com a vida todos os dias, isso é normal! Há dias que não estamos bem!
Agora não estar bem nunca?
Ser pesado e denso todos os dias?
Nada que é em excesso é bom!
Ofereça o que puder dar! E o que não puder, aprenda a desenvolver dentro de você! A gente só dá aquilo que tem. E só recebe o que estamos dispostos e abertos a receber!
As vezes estamos tão fechados ao mundo e as coisas que deixamos de receber o muito que este universo tem a nos propor!
Deixe os pensamentos fixos, as ideias prontas, o conceito formado de tudo.
O bom da vida é que justamente a todo momento as coisas mudam!
Devemos ser mais receptivos com as coisas!
Abraçar as oportunidades e sair de uma vez por todas da zona do ninguém me ama ninguém me quer, eu não tenho nada, não tenho sorte, comigo nada acontece!
Nenhuma oportunidade se demora muito na porta de quem só reclama e só enxerga o lado obscuro das coisas!
Seja leve e permita-se voos sensacionais!
O mundo não é aquilo que a nossa cabeça cria!
O mundo é aquilo que nos permitimos viver!
Não há ebó que tire o ajé de uma mente amarga!
Não há terreiro certo pra quem olhou o abismo, se jogou e insiste em se permanecer no buraco!
Tenha seus momentos de abismo sim, mas não se demore neles!
Sempre tudo é possível!
E se não for, a gente levanta, se olha no espelho e faz ser!
Receba o bem, mas não esqueça de espalhar também!
#Oyanitiatiiná🔥
Só conseguimos enxergar longe quando Òrisá nos ergue! Se permita levantar! Se permita estar de pé mesmo com os pés machucados! Que Oxalá e toda a família funfun abençoe o nosso dia!
(...)
Sinto uma responsabilidade em estar feliz
Me sinto obrigada a rir todo dia, a estar extremamente bem, realizada
E normalmente estou, mas quando não é como se eu fosse a pior pessoa do mundo e como se ninguém pudesse ver, ouvir, entender.
(...)
"Nenhum intelectual pode estar realmente próximo do seu povo quando sua definição de 'povo' provém de um estereótipo sociológico -- quando não ideológico -- e não de uma elaboração abstrativa feita a partir dos dados da vivência pessoal. A vivência pessoal, por sua vez, não liga o indivíduo ao 'povo', assim genericamente, mas se dá através da família, do bairro, da cidade, das raízes pessoais enfim. Por isto, dentre os intelectuais, aqueles que melhor expressaram o sentimento do povo brasileiro chegaram até ele por meio de suas recordações pessoais, como o fizeram José Lins do Rego, Ariano Suassuna, Antônio de Alcântara Machado e Gilberto Freyre.
Já se você aborda o povo por meio de idéias como 'classe', 'revolução' ou 'cidadania' etc., você só enxerga as partes dele que se encaixam, mais ou menos, por mera coincidência, em esquemas produzidos pela casta intelectual, condutora das revoluções. Um povo, em si, não é nunca revolucionário, não é nem sequer progressista. Um povo é sempre conservador, apegado a recordações e tradições. Quem não valoriza o passado e as tradições não pode conhecer o povo, porque não sente como ele. A vida popular é feita de emoções simples e milenares. A vida de família, por exemplo, é o coração da vivência popular. Que não ama essas coisas não pode compreender o povo."
(Revista Mundo Multicultural, ano 1, edição nº 12, de dezembro de 2001)
Quando tudo parecer difícil.
Levante as mãos pra céu e agradece a Deus por estar ao seu lado!
Boa Tarde
Shirlei Miriam de Souza
"Todos ao meu redor estão comprometidos, a escuridão estar vindo e quer me pegar e no fim minha vida fica pra trás, mas eu acho que não sabe, mesmo que ninguém mais tenha fé em mim, mesmo que eles falam que nunca irei arrumar ninguém, eu ainda estarei aqui firme, esperando por ti, pois enquanto o Sol se amanhecer e anoitecer... eu irei rir e rir e rir! Pois não preciso me preocupar porque o meu melhor amigo estar aqui e ele não me julga e sim acredita e me agrada sempre...obrigado Senhor"
Velejar
Meu coração precisa
Do prazer que ultrapassa a razão
Estar numa constante metamorfose
Transbordando de desejos de amor
Estou pronto para voar
De Norte a Sul a todo instante
Para o teu corpo velejador
E assim poder atracar
No caís do seu coração
E por luas adentro
Viver volúpias febris
No vaguear do teu corpo
A Amada
É tão bom estar aqui.
Passeando pela vida de bem com ela
Com meus amores e celebrando com o Universo
A magnífica permissão de poder sonhar.
E orquestrar todas as músicas que componho na alma.
Minhas melodias transmitem uma paz interior
Pro meu querido ego e desapego
De tudo que me é nocivo e perigoso
Gosto de caminhar por esta estrada
Que me foi oferendada
Para ser simples e feliz dentro do que cabe
No meu coração e quando almejo.
Pego. Requisito todo o meu desejo.
E sou correspondida pelo Criador
Que me ama com imenso amor.
Nesta maravilhosa estada.
Sou a absoluta Amada.
Gerúndios de outono
Vou estar tentando escrever a minha lenda
De prenda nada. Preciso preservar a minha
fé
Vou estar redesenhando o meu destino.
Desatino. Não sou nem mesmo desenhista.
Vou estar reconstruindo a minha estrela.
Sem brilho que se apaga dia após dia.
Vou estar bebendo meu último cálice derivativo
Do sacrifício que eu escolhi para padecer.
Vou estar soltando todos os bichos presos
Dentro do meu ser pequeno e intempestivo.
Vou estar decifrando meu enigma.
De não ser nem de longe o que sonhei.
Vou estar navegando entre as almas
Sonâmbulas que giram em torno de si mesmas.
Vou estar aqui neste lugar
Gerundiando e cometendo neologismo
No meu tempo de outono
Pra ver se acaba o meu abismo.
E no infinitivo possa a minha primavera retornar.
