Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Entender “as mulheres”?
Nem tente..
Generalizar?
Impossível...
Não há mistério...
Em cada mulher um universo...
Um olhar
Um sentir
Um falar
Um viver
Somos únicas..
Singulares.
Nem tente entender as mulheres...Apenas AME !!!
Escondidinha, lá está ela...
Acanhada, mas lá está.
Há momentos que a busco,
e não encontro.
Em outros aparece,
e tudo fica mais colorido.
Há uma criança dentro de mim...
Uma alma alegre,
que dança sem música,
que corre na chuva,
e brinca de ser feliz,
Há uma criança dentro de mim...
Às vezes sufocada...
soterrada pelas avalanches da vida...
Às vezes livre...
pronta para voar, com asas de cera...
Há uma criança dentro de mim...
O menino eternamente atormentado ouviu uma canção que não conhecia, mas que já tinha escutado em algum lugar. Como de seu costume achou que aquela canção tinha sido escrita pra ele.
Talvez até pudesse ter sido, mas não era pra ele e por culpa de quem se perguntava? Tolo não sabia que era dele mesmo e mais tarde se atormentaria mais por isso.
Queria um amor eterno, mas não sabia ou não acreditava que poderia existir como tudo o que fazia ele não acreditava, mas ainda esperava.
Todos os dias ele esperava no mesmo local, depois de ter feito as mesmas coisas de sempre, mas pensava em mudar. E o que pode mudar um menino atormentado?
Atormentado por quem? Por ele mesmo, talvez isso ele sabia.
Sempre viveu ou sobreviveu em um lugar que nunca quis nem passar por viagem, com pessoas que nunca poderia se espelhar, mas vivia lá e convivia com essas pessoas.
Acreditava em destino isso o fazia feliz por acreditar no seu futuro, acreditava também que amor viria e o faria feliz, queria amor sincero, amor verdadeiro, simplesmente queria amar.
Mas como todo óbvio ululante de qualquer historia que possa mudar um menino atormentado. Somente uma menina, uma garota, uma mulher. E ele encontrou a menina em que acreditava que aquela era "a menina" e depois, para fazê-lo sofrer ainda mais, ele teria certeza que ela era realmente.
Ela era como o paraíso, tinha escutado uma música e não achava que era feita pra ela, mas era feita, essa era a diferença entre os dois.
Eles não sabiam disso ainda, ele não podia ver pois estava cego desde que a conheceu, não tinha mais percepção de nada, e todos os seus outros sentimentos foram fortalecer o amor, então só tinha amor e mais nada. Achou que a música dela ele que tinha composto. Talvez o maior erro.
Eles eram iguais, em tudo, quase tudo, é.
Quando o menino eternamente atormentado pensou que se tornaria eternamente amado, descobriu no fundo da sua mente, nos olhos castanhos da menina.
Bem ao final, bem nas letrinhas minúsculas, quase no final dos créditos dos primeiros passos, quando já estava quase avançando, progredindo. Ele leu o nome do compositor da canção que ele sempre pensou em escrever e que tinha pensado ter escrito pra ela.
Não, estou mentindo ele não leu o nome do compositor, ele só não viu o seu nome lá.
Mesmo procurando por horas ele não leu o seu nome nos olhos da menina, na verdade não conseguia nem ver o seu reflexo lá. Não conseguia ver nada pois já estava cego ela era a única pessoa que ele conseguia ver, e ele era o único que conseguia a ver o jeito que realmente ela era e vice-versa.
Mas ela não se importou, pois também estava cega e usou o menino eternamente atormentado apenas como óculos para ler as letrinhas que antes ela não conseguia ler.
Ela era como o paraíso, mas ele desesperadamente não conseguia morrer.
E não podia mais viver, agora já sabia de quem era a culpa de tudo na vida dele, quando descobriu, ele sorriu e escondeu as lágrimas nos seus olhos. Sempre esteve só com sua sombra então de quem poderia ter sido a culpa? Só dele mesmo, sorria querendo chorar enquanto descobria que a canção dele era outra, outra que ele conhecia muito bem.
Agora ele tinha o amor eterno que tanto queria.
Não que não tenha desejado, mas esqueceu de pedir que fosse correspondido.
Continuou atormentado e perguntava para si mesmo. Como ela tinha feito aquele truque com ele?
E ainda esperançoso prometia fugir, mas não existiria nenhum lugar que o acalmaria.
Ela era estranha como os anjos. E ele implorava para que ela visse o amor nos olhos dele e acreditasse, para que ouvisse as palavras dele e acreditasse.
Não restou nada a não ser se conformar que um dia todos acreditariam e principalmente ela, que ele só tinha amor sincero para dar.
Não sou fofa com a maioria das pessoas, geralmente não trato as pessoas desconhecidas como se fossem meus melhores amigos, não ando por aí sorrindo para todos e fingindo ser feliz, não sou a pessoa mais adorável do mundo [...]
Não quero ser metade. Não quero dividir conversas e sorrisos escandalosos. Quero ter para mim e que seja só meu aquele abraço. Que seja só meu aquele olhar. Que seja meu aquele fato, dia, canção, filme, reportagem... Que seja só minha aquela história. Que seja.
Não é preciso ver para crer. Não é preciso tocar para sentir. Não é preciso ouvir para escutar. Não é preciso de explicação pra entender. Não é preciso de fatos comprovados para acreditar. Só é preciso fechar os olhos e abrir o coração. Não é pela razão mas sim pela Fé.
Não costumo me encantar por pessoas comuns, sem sal. Quero conhecer pessoas que assistam àquele filme que ninguém acha graça e que até então apenas eu conhecia e era capaz de entendê-lo. Ou que goste de olhar para o crepúsculo, sonhar com impossibilidades, pensar alto, pensar bonito. No mais, conhecer alguém diferente dos padrões, assim como eu. Perdidos por aí, agora, em algum canto do mundo.
Moça do vestido azul
Ela é a moça do vestido azul que caminha em minha direção
Ela não sabe que mexe comigo
E nem que é musa dessa canção
Ela caminha de vagar
Tem seu jeito especial de andar
É sutil e tem verdade no olhar
Ela brinca com meus sentimentos
Ela faz desses momentos
Verdadeiros tormentos
Ela sabe como se aproximar
Ela sabe como me apaixonar
E sabe me fazer delirar
Ela tem um ar de ANJO encantador
Realiza tudo com louvor
E sabe que é o meu amor
Ela caminha mexendo com os outros
E eu é que tenho que agüentar
Ficar quieta para não demonstra
Mas a vontade que eu tinha era de gritar:
É minha galera o que, que há?!
Ela é moça do vestido azul
Que chega ate mim bem devagar
Me mostra o seu jeito de amar
Diz que eu posso me entregar
Falando assim
Quem sou eu para negar
Essa é a MINHA moça do vestido azul
Não é coragem, é medo de ser esquecida. É pavor de ser enterrada nas tuas curtas memórias. É temor de ser esmagada pelo tempo.
DIVAGAÇÕES
Ah, esta vida sestrosa,
Em que tocaia me espera,
No tanto que ela é medrosa,
Não dá um passo sem a escora.
Que sou eu, sua confiança e o esteio.
Veja o disparate: a agonia,
Em vez de uma aliada,
Ela se perde no dia,
De noite eu deixo ela de fora
E morro mas nada dela eu imploro.
Nem que arrede o pé,
Nem que inútil deite,
Num pano que eu largo armado,
Longe da porta do quarto,
Até que o dia amanheça.
Vida tão maliciosa!
Fala pra todos de fora,
Que é ingratidão o que lhe faço,
E nem me pega na mão.
Só que elas tem seus dias,
E eu tenho só, minhas noites,
Isso na vida é tão bom,
Não viver só de açoites.
O dia pra ela é dado,
E a noite pra mim é ludo.
Eu chamo a ela de ausência,
E ela me chama de escuro.
Não se ama alguém pronto, alguém preparado, alguém seguro de tudo. Só se ama alguém que ainda podemos ver crescer, crescer junto com o que também queremos ser.(...)
Um grande homen não é aquele que demonstra ser forte e sim aquele que se comove com seus sentimentos!
Sei que ás vezes te escrevo coisas terríveis, que te desejo o pior, mas não é nada verdade. Nunca foi.
