Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Canção de um Prisioneiro Arrependido
No silêncio das grades, a culpa ecoa,
Um amor que julguei eterno, mas voa.
Por ti, manchei as mãos de rubro pecado,
Agora sou só um homem, pelo destino marcado.
A lua espia por frestas de aço,
Minha alma chora no lento compasso.
Por amor matei, por amor me perdi,
Mas tu nunca vieste, nunca pensaste em mim.
Teus olhos eram faróis em meu mar de tormento,
Promessas vazias, só um falso alento.
E eu, tolo amante, cego e febril,
Destrui uma vida, tornei-me um réu vil.
As cartas que escrevi, o tempo devorou,
Nenhuma resposta, nem o vento soprou.
Os dias se arrastam, companheiros de dor,
Enquanto o mundo lá fora ignora meu clamor.
No espelho quebrado, meu rosto se vai,
Um fantasma sem nome, que o tempo desfaz.
Se amar é prisão, sou o mais condenado,
Cativo do eco de um amor fracassado.
Agora entendo, tarde demais,
Que o amor verdadeiro não vive de ais.
Ele cura, ele eleva, não leva ao abismo,
Eu fui teu prisioneiro, mas tu foste o abismo.
Se algum dia ouvir minha canção de lamento,
Saiba que é o arrependimento que sopra ao vento.
Não busco perdão, nem alívio pra mim,
Só que o mundo lembre do preço do fim.
A ligação interna é tão oculta que te culpa de racionalidade em escolha crucial de algo que conectado remete ao novo presente de um futuro passado.
Nesse pensar é fácil para descrever... Se conhecer foi algo destinal, escolher é algo natural e nesse dilema de bem e mal a gente agi sem imaginar que esse começo só chega sem querer um final...
Inexplicável seria do por que e não por outro ser.
“Recolho-me sem culpa. O corpo repousa, a alma respira. Que o amanhã me aguarde. Hoje sou silêncio e descanso.”
A culpa é sempre má companhia!
Nela, só se enxerga a noite, nunca há dia.
É irmã siamesa, que vicia,
contamina a alma e silencia.
É água que, por mais que se beba, nunca sacia!
A verdade só machuca aqueles vestem a carapuça, aos alheios a culpa, ela é agregadora e substancial.
Na prática, o Direito Penal assume uma inversão cruel:
O réu, desde a acusação, é visto como culpado aos olhos da justiça, enquanto a presunção da inocência se desvanece.
Em vez de ser a balança da justiça, torna-se uma engrenagem de poder e controle, revelando que a verdade e a equidade nem sempre guiam seu curso.
Carta à Culpa
Cara a Culpa;
Você me acompanha por muito tempo, já superei você várias vezes mas você sempre dá um jeito de voltar e dessa vez você veio forte, mas saiba que a rejeito mais uma vez, você, apesar de sempre presente em minha vida, não é minha amiga, você é como uma erva daninha que tenta sugar a minha existência, mas não vou me entregar, vou lutar novamente até você virar uma lembrança que aparece de vez em quando, mas que não fica permanente a ponto de me assombrar, isso porque você não me pertence, eu não pertenço a você, eu não preciso e não quero tê-la na minha vida, estou disposta a lutar mais uma vez contra você senhora a Culpa e sim estou disposta a vencê-la novamente.
Quando o coração entra em desordem, geralmente a culpa é nossa, pois falta coragem para por fim a toda desordem. A questão é que sempre queremos dar as melhores satisfações as pessoas.
O homem sempre precisou de um Deus na sua vida , mesmo que seja só para culpa-lo quando as coisas dão errado.
A raiva destrói o fígado. O medo destrói os rins. A culpa destrói a tirióide. A preocupação destrói o estômago. O ódio ataca o coração e a mágoa, detona os intestinos.
"O inconseqüênte, na sua corrida pra fugir da culpa dos seus atos, destrói todas a pontes para não ser perseguido, mas se esquece que logo na frente a estrada termina e ele precisará retornar para matar sua fome."
"Luz no Abismo"
Às vezes, você sente o peso de tudo: o medo que paralisa, a culpa que corrói, a vergonha que se esconde no peito, o vazio que ecoa no silêncio. Cada passo parece arrastá-lo para um fundo escuro, onde a ansiedade sussurra que você não é suficiente, que tudo é tarde demais, que não há saída. A raiva e o ressentimento queimam como correntes invisíveis, e a solidão parece uma cela sem porta.
Mas, mesmo nesse abismo, existe uma luz que você ainda pode alcançar. Ela começa com um gesto simples: olhar para fora de si mesmo. Um ato de bondade, uma mão estendida, um sorriso oferecido sem esperar nada em troca. A cada pequeno ato de altruísmo, a cada instante de empatia, você sente o coração se expandir, a esperança brotar, a coragem crescer.
O caminho para fora do fundo não é ignorar a dor, mas transformá-la. Use a tristeza para compreender, a raiva para se proteger sem ferir, a culpa para reparar e aprender. E, acima de tudo, escolha mover-se pelo outro: a alegria de ajudar alguém, a gratidão compartilhada, a conexão verdadeira — esses sentimentos não apenas elevam quem você toca, mas também erguem você.
Mesmo quando o mundo parece pesado, você pode escolher ser luz. Cada gesto de generosidade é uma escada para subir, cada ato de compaixão é um passo em direção à liberdade emocional. O fundo não é eterno, mas a bondade e o altruísmo podem ser.
E ali, no topo, você percebe: o que antes o aprisionava agora serve de ponte. E a vida, finalmente, se abre para você.
