Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Posso ainda não está em minha casa, mas o meu lar é aonde eu estiver.
Porque eu tenho fé esperança no amanhã!
Se eu disser o que eu fiz noite passada...
Mesmo falando a verdade, você não acreditaria.
Eu tenho Histórias pra contar
Às vezes eu paro pra pensar, Eu sei que vezes eu errei.
Até tentei concertar, só Deus pode me julgar.
Se eu contar o que eu aconteceu, Na noite Passada
Mesmo dizendo toda verdade, você dia que menti.
Pra que se importar em explicar, sei que mesmo assim.
Eu saio como errado
Eu tenho histórias pra contar
Devemos não apenas acreditar que as coisas têm de mudar, mas também acreditar que “Eu tenho de mudá-las”. Devemos considerar a nós mesmos como a fonte da mudança. Caso contrário, ficaremos sempre à procura de outra pessoa para fazer a mudança por nós, e sempre teremos alguém para culpar quando não der certo.
Reflita...
Eu tenho fé
Eu tenho medo
Eu tenho sonhos
E alguns segredos
Quero ser eterno
Mas não quero ser para sempre
O mesmo.
Capacidade de superar a saudade eu não tenho,
essa "coisa" quebra minhas pernas, acelera e
desacelera meu coração, me corroe por dentro,
minha cabeça fica desnorteada e eu em completa
aflição, inquietação tudo o que é capaz de
destruir uma mulher.
Eu tenho você agora,mas eu sei que posso vir a perde-lo por não aceitar o que sinto por você,por não querer acreditar nos seus sentimentos,você ja foi meuu e eu deixei que se fosse,um dia gosteei de você mas você eu não gosto mais eu apenas amo você e sei que não lhe tenho em meus braços,mesmo que seu coração seja meu de nada adianta sem você perto de mim!
Não há nenhuma evidência que me responsabilize pela minha existência, portanto, eu não tenho o que pagar!
Só sei que nada sei
Imito, logo não tenho personalidade.
Quanto equívoco!
Não é SE eu imito, é O QUE eu imito. Isso sim mostra a minha cara.
Não somos diferentes em tudo que fazemos e/ou pensamos. Como seria o mundo se não fosse assim? Talvez um tremendo jogo de adivinhações.
E voce, aí, certamente nem saberia o que estou escrevendo agora. Mas como sabe, o que posso fazer se não sei nada mesmo?
Eu não tive nenhum esforço para conquistar o que eu tenho na vida, meu esforço foi as desilusões, decepções e despedidas
I
Eu tenho quinze anos
E sou morena e linda!
Mas amo e não me amam
E tenho amor ainda.
E por tão triste amar,
Aqui venho chorar.
II
O riso de meus lábios
Há muito que murchou;
Aquele que eu adoro
Ah! Foi quem matou;
Ao riso, que morreu,
O pranto sucedeu.
III
O fogo de meus olhos
De todo se acabou,
Aquele que eu adoro
Foi quem o apagou:
Onde houve fogo tanto
Agora corre o pranto.
IV
A face cor de jambo
Enfim se descorou,
Aquele que eu adoro
Ah! Foi quem a desbotou:
A face tão rosada
De pranto está lavada!
V
O coração tão puro
Já sabe o que é amor,
Aquele que eu adoro
Ah! Só me dá rigor:
O coração no entanto
Desfaz o amor em pranto.
VI
Diurno aqui se mostra
Aquele que eu adoro;
E nunca ele me vê,
E sempre o vejo e choro;
Por paga a tal paixão
Só lágrimas me dão!
VII
Aquele que eu adoro
E qual rio que corre,
Sem ver a flor pendente
Que ti margem murcha e morre:
Eu sou u pobre flor
Que vou murchar de amor.
VIII
São horas de raiar
O sol dos olhos meus,
Mau sol! Queima a florzinha
Que adora os olhos seus:
Tempo é do sol raiar
E é tempo de chorar.
IX
Lá vem sua piroga
Cortando leve os mares,
Lá vem uma esperança
Que sempre dá pesares:
Lá vem o meu encanto,
Que sempre causa pranto.
X
Enfim abica a praia,
Enfim salta apressado.
Garboso como o cervo
Que salta alto valado:
Quando há de ele cá vir
Só pra me ver sorrir
?
XI
Lá corre em busca de aves
A selva que lhe é cara,
Ligeiro como a seta
Que do arco seu dispara:
Quando há de ele correr
Somente para me ver.
XII
Lá vem do feliz bosque
Cansado de caçar,
Qual beija-flor que cansa
De mil flores a beijar:
Quando há de ele, cansado,
Descansar a meu lado?
XIII
Lá entra para a gruta,
E cai na rude cama,
Qual flor de belas cores,
Que cai do pé na grama:
Quando há de nesse leito
Dormir junto a meu peito?
XIV
Lá súbito desperta,
E na piroga embarca,
Qual sol que, se ocultando,
O fim do dia marca:
Quando hei de este sol ver
Não mais desaparecer?
XV
Lá voa na piroga,
Que o rasto deixa aos mares,
Qual sonho que se esvai
E deixa após pesares:
Quando há de ele cá vir
Pra nunca mais fugir?...
XVI
Oh bárbaro! Tu partes
E nem sequer me olhaste?
Amor tão delicado
Em outra já achaste?
Oh bárbaro! responde,
Amor como este, aon
de?
XVII
Somente pra teus beijos
Te guardo a boca para;
Em que lábios tu podes
Achar maior doçura?...
Meus lábios, murchareis,
Seus beijos não tereis!
XVIII
Meu colo alevantado
Não vale teus abraços?...
Que colo há mais formoso,
Mais digno de teus braços?
ingrato! Morrerei...
E não te abraçarei.
XIX
Meus seios entonados
Não podem ter valia?
Desprezas as delícias
Que neles te ofrecia?
Pois hão de os seios puros
Murcharem prematuros?
XX
Não sabes que me chamam
A bela do deserto?...
Empurras para longe
O bem que te está perto?...
Só pagas com rigor
As lágrimas de amor?...
XXI
Ingrato! Ingrato! foge...
E aqui não tornes mais,
Que, sempre que tornares,
Terás de ouvir meus ais:
E ouvir queixas de amor,
E ver pranto de dor...
XXII
E, se amanhã vieres,
Em pé na rocha dura
'Starei cantando aos ares
A mal paga ternura...
Cantando me ouviras,
Chorando me acharás!...
