Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Você pegou um pedaço do
meu coração
Eu nunca pensei que ele
podia cair aos pedaços
Você disse que se
apaixonou
E isso era isso que eu
mais tinha medo
Ter você ao meu lado, é tudo que eu quis. POEMA DE AMOR
Dizem que o AMOR
É um BEM supremo, eu sei
Posso ver, percebi em você
Dizem que o amor
É um DOM maior
É um dom maior de Deus
É o dom maior, eu sei.
Porque é melhor
Que sejam dois mais que um
Porque se um cai, o outro levanta.
Porque se está frio, o outro esquenta.
O AMOR é o dom maior é a perfeição de Deus
E posso sentir, você em mim
Te amo, te amo, te amo
Meu bem maior é você
Quero estar ao teu lado pra sempre
E te fazer feliz
Você me completa, eu sei
O amor é o dom maior
Eu sei, eu sou feliz
Ter você ao meu lado
É tudo que eu quis
...é tudo que eu quis.
Quem sou Eu?
Eu sou...Uma Lua com fases entre mim e você...
Uma lunática com sentimentos perdidos enraizados na terra da solidão...
O gosto da loucura e da lucidez, onde o meu olhar morre na minha insensatez...
Sou, simplesmente, o desequilíbrio que me torna equilibrada, dentro de meus pesos e medidas, postos na balança da vida...
Sou desequilibrada dentro do amor que me dá luz, para mostrar o que de melhor tenho e sinto no coração...
Sou o oculto que dilacera minha agonia, porque vivo pelo amor e para o amor...
Sou o sustento da vontade de viver, e isso é o que mais me seduz...
Sou a palavra que esvoaça sobre a expressão dos olhos de quem me lê...
Então eu sou e serei sempre assim...
Uma lua viva dentro de mim e talvez em você...
O Willy fugiu de casa aos 17 anos, por ser espancado pela mãe e isso me fez pensar que eu tinha os melhores pais do mundo. Meu pai, mesmo não sendo tão proximo sempre aguentou a barra, trabalhou duro, não por ele, mas por nós e eu mesmo assim não dei valor. Minha mãe sempre foi forte, não terminou os estudos mas sempre batalho pra ter tudo o que era preciso, mesmo não tendo ela dava. Nunca me faltou nada. As vezes eu queria um pai ausente, uma mãe drogada que me espancasse, para que eu pudesse colocar a culpa neles por todos os meus problemas e todas as minhas revoltas. Mas eu não tive, tive pais maravilhosos. Eu sou um verdadeiro REBELDE SEM CAUSA.
Metamorphosis:
Quem sou eu?
- Sou um "pouco" parte de tudo... um pouco parte. Um muito "ainda pouco" e um "quase ainda nada" daquilo que posso vir algum dia a ser... muito, pouco e, por vezes, quase sempre "ainda não". Quem sou? - Ainda pouco, do muito que não sei!
O sol esta sorrindo para os montes, Os ventos balançando os galhos das árvores e eu como sempre alegrando a galera.Não existe nada melhor como um dia apos o outro.
DEIXEM-NOS EM PAZ
Me deixem abrir a porta do futuro para olhar se eu faço parte dele, e se nele sou melhor ou pior do que hoje. Deixem-me abrir a porta do passado quantas vezes eu quiser para olha como vivi, o que fiz, o que fizeram comigo e conosco e saber que hoje e amanhã esterai livre de cometer os mesmo erros de outrora. Deixem-me Relembrar o passado no presente para moldar um futuro novo e ousando ser melhor sempre! Deixem-me ser nostálgico e nesta nostalgia evitar permanências. Deixem-me ter o direito de ver o que é, como é e sobre tudo como deveria ser, é doloroso mas, a realidade quando advinda da tomada de consciência torna-se um eterno sofrer. Deixem-me sofrer minha razão, deixem-me mudar, deixem-me mudar-me, deixem-me gritar mais alto que o silêncio dos tais inocentes que nada fazem por mera conveniência. Não deixem que willys, bostonaros e calhoados decidam sozinhos o que devemos ser, deixem-nos livres, nos libertemos do mal causado pelo imediatismo disfarçado de modernidade e avanço, deixem-nos ser capazes de mudar a nossa própria história, livres dessa manipulação tão escancarada que dói até no olhar do mais simples interprete mesmo que ele não tenha ciência. Deixem-nos em paz, mas que possamos nós, tirar essa paz equivocada que hoje mobiliza uma nação mergulhada na decadência social dos valores reais para mergulhar na podridão oriunda de nossas opções e resultante do sufrágio universal que deveria antes nos libertar. Dei-me paz, mas antes de me deixar em paz, que eu possa dela ser apenas instrumento.
Houve um tempo em que eu acreditava quase piamente no governo e nas suas ações, seja qual partido estivesse à sua frente. Este tempo não somente passou, ele morreu, e o que morre não volta. Hoje este governo miseravelmente dogmático acusa-me de ceticismo, enquanto continua ludibriando a maioria do povo. Maioria que, infelizmente, jamais terá forças para escapar das correntes da credulidade imposta pela ignorância.
As vezes eu me pegava tentando entender o que fazia de nós um casal e o que seria um grande motivo para brigarmos ou terminarmos algo que nem existia de fato.
As vezes eu só queria entender o que havia se tornado a nossa relação, eu já não gostava mais daquele posto que me era importo, pois eu queria mais.
Já estava cansada de guardar seus segredos e de saber que você tinha outras na sua cama desfrutando do seu prazer e eu me perguntava: o que me diferencia?
Será que ele olha para elas como olha pra mim? Será que tem um jeito especial de tratamento que só eu recebo? Eu me perguntava dia e noite. Para mim isso era importante para saber se eu era importante. Eu tinha uma necessidade de ser única, de ser especial, de ter características dele que me colocassem em uma posição de destaque diante das outras.
Numa relação tão anti-convencional como a nossa, eu esperava identificar formas peculiares de expressão do amor.
Eu passava um tempão poetizando cada momento que eu havia vivido com ele. E cada momento tinha um cheiro, um sabor e uma música de fundo.
Meu erro foi querer demais, poetizar demais e acreditar que a nossa história era uma história sem fim.
Hoje não aceito que é passado e portanto evito o presente para não te perder lá trás. Ainda as vezes me pego conversando com você na minha imaginação e em nossas conversas, rimos, trocamos frases de amor e discutimos muito, a milésima DR de nossas vidas que já não se cruzam.
Quando eu lembro da gente, eu lembro de quando todas as horas do dia eram poucas para o nosso amor...
