Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
CRITÉRIOS OBJETIVOS PARA UMA VIDA FELIZ
A natureza do propósito ao qual uma pessoa está devotada pode conduzi-la para a redenção ou destruição. Pode torná-la uma boa pessoa ou uma má pessoa. As pessoas más são más porque são infelizes. Mas, é claro, existem graus de maldade ocasionada pela infelicidade. Há pessoas que devido à infelicidade são autodestrutivas, destróem apenas a si mesmas, o que é, claro, uma forma de mal. Mas há aquelas que contentam-se apenas quando destróem a vida de outras pessoas. E essas pessoas sentem alívio quando fazem o mal, não felicidade. Também não faz diferença se elas têm ou não consciência de suas maldades e infelicidades. O que realmente faz diferença na vida é caminhar na direção da felicidade ou da infelicidade. Todas as demais suposições são mais ou menos supersticiosas. A questão é: existem critérios objetivos pelos quais você pode caminhar na direção da felicidade ou da infelicidade. E você deve usar estes critérios para que as coisas dêem certo: 1) a felicidade na vida depende que os propósitos não sejam imaginários. Este é o primeiro passo: você deve verificar se o que você está querendo não é uma fantasia da tua cabeça, porque se for, você já começou errado, inaugurando com isso o caminho da infelicidade; 2) você deve escolher um propósito que dependa maximamente da tua atividade. Nenhum propósito depende exclusivamente de você, todos eles dependem um pouco da intervenção de elementos externos. Mas se proponha a um que dependa maximamente de você. Todo o resto, se a pessoa tem ou não consciência de seus erros, não interessa. A consciência das pessoas não é testemunhada por nós. Ela só existe para a pessoa e Deus. Então ela só deve ser considerada por Deus. O que nós podemos e devemos considerar são os critérios objetivos que nos indicam aquelas vidas conduzidas para a felicidade ou para a infelicidade.
As hagiografias e os clássicos da literatura nos informam sobre distintas dimensões da existência. A leitura das vidas dos santos enfatiza a dimensão vertical da existência humana, ou seja, o homem existe para Deus, e amá-Lo, aproximar-se Dele é todo o sentido da existência. Essa dimensão vertical é o centro da existência humana. Já os clássicos da literatura tratam da dimensão horizontal, isto é, da diversidade da condição humana. Eles informam ao leitor sobre inúmeros tipos e circunstâncias humanas, oferecendo, assim, uma ideia do quanto a alma humana pode variar segundo as mais diversas circunstâncias. Ter uma ideia razoável da amplitude da condição humana é muito importante, mas essa amplitude torna-se, por vezes, um pouco virtualizada nas vidas dos santos, porque elas enfatizam não a diversidade da condição humana, mas o seu sentido essencial. As vidas dos santos dizem que a vida humana tem um centro e este centro deve voltar-se para cima para encontrar-se com o centro da realidade total, que é Deus. Então ambos os tipos de literatura são indispensáveis para que possamos tirar o máximo proveito de nossa inteligência; para sabermos que não basta sermos inteligentes, mas é preciso que estejamos informados acerca da nossa situação, de quem nós somos, do que é um ser humano, do que é a vida humana.
Em meio silêncio das palavras,
Existirá sempre uma multidão de pensamentos inquietantes,
querendo descobrir a verdade por trás dos sentimentos.
Em todos os casos a obediência é melhor que o sacrifício. É na obediência que Deus honra. O que poderia ser bom se torna melhor. O que seria impossível se torna possível.
o mundo é diferente para cada pessoa,cada pessoa tem seu modo de olhar isso é ser humano, cada um com sua propria opinião
Melhor do que falar ou agir na incerteza, é ORAR. A oração além de nos trazer paz, nos revela a melhor solução.
A simplicidade de como o evangelho deve ser pregado, é fundamental para que a Glória seja completamente tributada a Deus.
Utilizar mecanismos e artifícios humanos para que a pregação do evangelho gere resultados, é duvidar do poder de convencimento do Espírito Santo.
NOSSAS DIFERENÇAS
O que devemos mesmo é sermos capazes de apreciar a diferença e manter uma distância saudável entre nossas próprias ideias e apostar em outras. Isso vale para política, religião, saúde, criação dos filhos etc. Senão, será pura discussão, ou seja, uma disputa contaminada pela raiva e pela luta de poder para ver quem consegue se impor melhor e convencer o outro de que é ele quem está errado, por este e vários outros motivos que não respondo provocações, não faço milagres e tampouco sou psicólogo.
Que a nossa intimidade com Deus seja tanta ao ponto que, nosso falar, nosso pensar, nosso agir e tudo, seja baseado na vontade dEle.
Imaginação e intuição são instrumentos tão importantes na invenção matemática como o são para o pintor que concebe um quadro, para o escritor que planeja uma obra literária ou para o músico em sua composições.
