Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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Tenho diante de mim, uma vida que quero grande e bela,
uma vida que antecipe a chegada do homem de amanhã e
mereça seu respeito e sua afeição.

Vou pintar a cor do céu noturno escuro
Com minha própria cor
Tenho tempo de sobra

Tenho algo em mim que se chama intuição. Ela belisca... Depois aperta, depois bate na porta. Ela nunca bate a toa.

O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto

Alberto Caeiro
“O Guardador de Rebanhos”. In Poemas de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1946.

Ainda que me sinta triste e cansada, tenho a esperança que tudo vai passar e que Olorum e os Orixás e os guias não vão deixar a mentira continuar!

SOU MUITO PRECONCEITUOSA!

Tenho preconceito contra gente sonsa, falsa, fofoqueira, invejosa, futriqueira, orgulhosa, interesseira, maldosa, materialista e duas caras.

Enfim, tenho preconceito contra gente FDP!

Fora isso, você pode ser o que for e, além disso, você pode ser o que quiser!

Aprenderei tanto com nossas diferenças, quanto gostaria que você aprendesse.

E acrescentarei e serei acrescentada pelas nossas igualdades.

Afinal, na essência, ainda que seja só na essência, SOMOS TODOS IGUAIS.

Tenho medo que este vazio tome
Conta de mim por completa
E faça de mim
Aquela garota fria de novo
Sem vontade de viver...
Eu fui e voltei
Eu somente eu sei o que passei...
Então queria te dizer o
Que eu sinto agora
Só assim seguirei em paz
Aprofundando-me no sonho de dormir e acordar nunca mais
Sei que assim não resolverei nada
Mas te verei de longe
Talvez chorando por mim ou por nada
Por que hoje eu atingi o limite de ser o que não sou
De sorrir por sorrir
E fingir que a minha vida é a melhor de todas
Eu so queria poder te dizer
O quanto eu amo você
Segurando tua mão
Olhando nos teus olhos
Mas então aqui estamos
Separados por um oceano
É eu tinha tantos planos e um deles
Era te encontrar de novo
Mas a vida não é justa
E hoje o mar vai me levar...
Para junto de Iemanjá
Quem sabe por lá ficar
Me atirarei no mar
Para não mais voltar.
Farei isso por amar você
E por amar a mim
Não quero te fazer chorar e nem sofrer
E sem mim eu sei você pode viver
Eu já não posso afirmar o mesmo de mim
Vou virar anjo ou não
Quero que você todos os dias antes de dormir
Lembre de mim
E quando olhar as estrelas procure
A mais brilhante certamente
Serei eu recuperando meu olhar de diamante!
Pois eu sou aquela que sonhava
Em ser o que jamais poderá se transformar
Não nasci com asas pra voar
Mas com uma mente que pode ser
Inconseqüente
Mas que me faz verte todos os dias
A hora que bem entendo
Assim penso em sumir
Me afogar
Mas em pensamentos
Pois agora eu vivo em lamentos
Mas essa maré vai mudar!

Das orações que tenho pra hoje, essa é a que vem primeiro: que a força do bem seja maior que a do mal. Amém.

Tenho repetido que, no que depender de mim, me recuso a ser infeliz.

Dizem que tenho uma personalidade muito forte... Um "Gênio ruim" ... Será mesmo? ... Ou será que simplesmente não vivo para agradar ninguém e por isso eu incomodo até mesmo as pessoas próximas?!
Seja como for sou como sou, e sou feliz e satisfeita com o que vejo!

Vontade só de dormir, dormir muito, para nunca mais acordar. (...) Só tenho passado, o presente é esta viscosidade, o futuro não existe. Ah, eu queria ter um objetivo na vida, uma coisa que sugasse todas as minhas forças, conduzisse todos os meus gestos e todas as minhas palavras. Não tenho nada, só este vazio.

Tenho aprendido com o tempo coisas que somente com o tempo a gente começa a aprender. Que o encontro amoroso, para ser saudável, não deve implicar subtração: deve ser soma. Que há que se ter metas claras, mas, paradoxalmente, como alguém me disse um dia, liberdade é não esperar coisa alguma. Que a espontaneidade e a admiração são os adubos naturais que fazem as relações florescerem. Que olhar para o nosso medo, conversar com ele, enchê-lo de cuidado amoroso quando ele nos incomoda mais, levá-lo para passear e pegar sol, é um caminho bacana para evitar que ele nos contraia a alma. Tenho aprendido que se nos olharmos mais nos olhos uns dos outros do que temos feito, talvez possamos nos compreender melhor, sem precisar de muitas palavras. Que uma coisa vale para todo mundo: apesar do que os gestos às vezes possam aparentar dizer, cada pessoa, com mais ou menos embaraço, carrega consigo um profundo anseio por amor. E, possivelmente, andará em círculo, cruzará desertos, experimentará fomes, elegerá algozes, posará de vítima para várias fotos, pulará de uma ilusão a outra, brincará de esconde-esconde com a vida, até descobrir onde o tempo todo ele está.

Tenho horror a hospitais, os frios corredores, as salas de espera, antessalas da morte, mais ainda a cemitérios onde as flores perdem o viço, não há flor bonita em campo-santo. Possuo, no entanto, um cemitério meu, pessoal, eu o construí e inaugurei há alguns anos quando a vida me amadureceu o sentimento. Nele enterro aqueles que matei, ou seja, aqueles que para mim deixaram de existir, morreram: os que um dia tiveram minha estima e a perderam.
Quando um tipo vai além de todas as medidas e de fato me ofende, já com ele não me aborreço, não fico enojado ou furioso, não brigo, não corto relações, não lhe nego o cumprimento. Enterro-o na vala comum de meu cemitério – nele não existem jazigos de família, túmulos individuais, os mortos jazem em cova rasa, na promiscuidade da salafrarice, do mau-caráter. Para mim o fulano morreu, foi enterrado, faça o que faça já não pode me magoar.
Raros enterros – ainda bem! – de um pérfido, de um perjuro, de um desleal, de alguém que faltou à amizade, traiu o amor, foi por demais interesseiro, falso, hipócrita, arrogante – a impostura e a presunção me ofendem fácil. No pequeno e feio cemitério, sem flores, sem lágrimas, sem um pingo de saudade, apodrecem uns tantos sujeitos, umas poucas mulheres, uns e outras varri da memória, retirei da vida.
Encontro na rua um desses fantasmas, paro a conversar, escuto, correspondo às frases, às saudações, aos elogios, aceito o abraço, o beijo fraterno de Judas. Sigo adiante, o tipo pensa que mais uma vez me enganou, mal sabe ele que está morto e enterrado.

Jorge Amado
Navegação de cabotagem: apontamentos para um livro de memórias que jamais escreverei. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
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Foi a última paixão. Paixão é o que dá sentido à vida. E foi a última. Tenho certeza absoluta disso. Agora me tornarei uma pessoa daquelas que se cuidam para não se envolver. Já tenho um passado, tenho tanta história. Meu coração está ardido de meias-solas. Sei um pouco das coisas? Acho que sim. Tive tanta taquicardia hoje. Estou por aí, agora. Penso nele, sim, penso nele. (...)

Muitas pessoas passam por nossas vidas todos os dias...tenho saudades daquelas que fizeram vários momentos valerem a pena! Sinto falta de quem me dá de presente o inesquecível!

'Poucas coisas na vida são exatas, mas de uma tenho certeza: ninguém é unanimidade. Ao longo de nossas vidas definimos nosso caráter, nossa personalidade e vivemos de acordo com normas e princípios q consideramos corretos. Entretanto, por mais sensatos q possamos parecer, definitivamente ñ há como agradar a todos.
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Cansei de me preocupar com a opinião dos outros. Ñ quero mais me fazer entender a qualquer custo. Ñ quero posar de boa(m) moça(o). As minhas verdades estão aqui, basta vc aceitá-las assim como são ou deixar eu viver minha vida em paz.
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Se vc vai se sentir melhor iludindo a si mesmo, fique a vontade: PENSE O Q QUISER. Quer falar que sou isso ou aquilo? Fale! Quer acreditar q enganei vc? Acredite! Quer conspirar q roubei seu(ua) namorado(a)? Conspire! Quer crer q ñ gosto de vc? Creia! Sei q no fundo nossas consciências conhecem a verdade de tudo.

Tenho uma tendência romântica para imaginar coisas.

Sobretudo, tenho certeza de que Deus está nos detalhes e as coisas simples são as melhores. Taí uma dessas velhas e surradas sabedorias que a gente teima em esquecer.

Me vejo cheia de parágrafos, mas desconfio das percepções alheias. Tenho medo de que pulem minhas linhas ou cheguem rápido demais ao ponto final. Não sei virar páginas, ainda que tenha as minhas viradas todos os dias. Onde existo inteira é fantasia da minha mente: o mundo não me enxerga e tampouco eu através dele. Sou um conto e nem sei se meu. Me conte aí pra ver se existo.

Choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo.