Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Eu não quero que Deus saiba. Eu quero justiça, quero minha força retornada ou melhor, eu quero me sentir capaz.
#Pensamentos!
Quanto maior é o teu foco melhor a capacidade de seres explorado na sociedade como eu, não pensa que é ferramenta enferrujada, a vida é um relógio universal que respeita tudo e todos.
Tome nota!
Posso dar uma de satânico só pra provar o atrito da moral e ética, mas sendo sincero eu não acho que ainda vivemos num mundo de animais carenciados de lógica e programação em convivência mutua.
Tome nota !
Eu não passo passo além de uma pessoa clonada pela vida que tenta sobreviver num mundo que lhe quer no chão
Não me digas que me gostas não preciso dos teus gostos o que eu preciso é da participação tua na sociedade, para ela ser digna pra nós da referência "sociedade".
Bom conselho !
segue
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Não possuo amigos, te conto fidalgo, te conto, são inimigos fingindo ser amigos, eu nunca apareci lá, acredite em mim! É um fantasma criado para me assombrar..
Fidalgo! Fidalgo! Acreditas em mim...
Não que o tempo e o espaço podesse nos separar mas eu vejo que neste espaço estás tão longe de mim, e isso dói demais de um jeito inesplicavel
O “eu” faz o bem; o mal costuma se esconder no “nós”. Não faça nada duvidoso usando o coletivo como desculpa.
Salmos 119:11
Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.
Não basta carregar uma Bíblia nas mãos se a Palavra não estiver guardada no coração
2 Timóteo1:12
Por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia.
A fé que suporta a perseguição é fruto da certeza de que Deus jamais abandona os Seus
Malaquias 3:6
Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.
“O mesmo Deus que sustentou a geração passada não oscila com as nossas circunstâncias; Ele continua sendo quem sempre foi: imutável, fiel e misericordioso!”
O QUE É A MORTE?
[Um diálogo sob outra perspectiva]
— O que é a morte?
— Eu não sei. Você sabe?
— Kkkk... Só depois que eu morrer.
— Rsrs... Ah, então você não sabe, assim como eu. Na verdade, eu não acredito na morte, não. Acredito na vida, entendo que a experiência humana aqui é atravessada pela falta, pela dor. Mas eu acredito mesmo é no amor. Na morte não. Pra mim, numa certa perspectiva, a morte não existe.
— Como assim? Me explica.
— Não saberia te explicar exatamente, e ao mesmo tempo eu poderia te encher de crenças e ideias a respeito, mas, pra mim, a vida continua. Quem vai não morre, apenas vai... e vai ficando. Porque em mim, ninguém morreu. Diante dos meus olhos, todos vivem, até os que daqui se foram.
— E a morte física?
— É uma troca de roupa. Deixa-se uma roupa velha e inadequada pra trás, para se vestir de algo melhor.
— Entendo... E?
— Pra mim, nada pode ser mais real que a vida. Aqui, marcada pelas faltas, pelas perdas, pela dor, como falei antes... também pelo amor. Que na verdade é até maior que o conceito de vida ou morte que carregamos. Pois como explicar que, mesmo depois de anos separados de alguém que já não está mais aqui, o sentimento de amor continue? Não falo apenas da falta, mas de amor.
— Sim...
— Talvez por isso se diga que o amor é mais forte que a "morte".
— Já ouvi isso.
— Por mais atrapalhados que sejamos nessa questão, a vida é uma experiência de amor, boa ou sofrida, as duas coisas na verdade, rsrs. Não à toa, Lacan vai dizer que "toda demanda, no fundo, é uma demanda de amor". Assim, penso, que vida e amor se misturam e que vive melhor quem melhor saiba amar. Ou, pelo menos, quem melhor se dispõe a aprender a amar. Porque, no final das contas, não há nada mais intrínseco na vida humana, na natureza e no universo do que essa persistência em existir, em permanecer, em se recriar, em se transformar, em se conectar, para além do que chamamos de "morte".
— Mas eu preciso acreditar nessa ideia?
— Não.
— E você acredita?
— Como te falei, olhando por essa perspectiva, sim, acredito.
— Então você não sofre com a morte?
— Com a morte? Não exatamente. Sofro com a falta. Nem mesmo penso na minha, com quem vai ficar, com o que deixarei de fazer... não. Mas sinto faltas, e isso, às vezes, me faz sofrer.
— Mas, pensando assim, seria uma forma diferente de sofrer?
— Sim. Acredito que sim.
— Então, a gente não morre?
— Eu não. Você vai?
— Kkkk... espero que não.
S.A.
.....................
P.S.:
Não. Isso não é uma catequese.
Apenas uma provocação.
Então!?
E se você olhasse pra morte de um outro jeito?
O que isso geraria em você?
Como te faria viver de uma forma diferente?
...............
Samuel Andrade,
psicanalista, teólogo, esp. em psicologia social e antropologia.
Evitando conflitos desnecessários...
Eu uso a frase...
Eu sei o que falar.
Mas não sei como falar.
Fim do debate.
Eu não me importo com as pessoas que fala de mim pelas costas, eu deveria me preocupar se não fosse lembrado por elas, afinal sou querido até pelos os que me odeia.
Com o tempo eu entendi Que não vão te tratar bem se vc for 100% Bonzinho. Eles preferem pessoas Más!
Sorrir e rosnar são variações do mesmo gesto: exibir os dentes. Eu escolho o silêncio de não mostrá-los.”
Enquanto todos querem brilhar, eu só quero paz.
Não quero o holofote nem a disputa, eu só quero o silêncio bom.
Deixo o palco para quem tem pressa; o que me basta é o vento calmo.
Sem ironias fúteis más intcionadas .
Menos fama, mais espaço para respirar.
Que fiquem com o ouro falso da multidão; eu me contento com um canto quieto para iluminar a alma.
Enquanto muitos falam e se entregam, eu observo em silêncio, entendo o jogo — e quando falo, não existe espaço para dúvida nem para ser ignorado.
