Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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⁠Foco também é dizer não!

Dizer não é um ato de coragem. É traçar limites, proteger sua energia e manter o olhar firme no que realmente importa. Foco não é apenas sobre o que você escolhe fazer, mas também sobre o que decide deixar para trás.

Mantenha-se conectada àquilo que te faz crescer. Cultive uma visão positiva que te impulsione, que te leve além. Cada dia é uma nova chance de ser melhor do que ontem, de lapidar sua essência, de construir a melhor versão de si mesma.

Priorize-se.
Valorize seu tempo, sua paz e seus sonhos. A meta não é aceitar menos do que você merece, mas sim reconhecer o seu valor e se posicionar à altura dele.

E, no caminho, lembre-se: foco não é apenas persistência, é também saber quando é hora de soltar, de recusar, de escolher-se.

⁠Olhar não tira pedaço, mas mexer causa embaraço.


Nem tudo precisa ser tocado, explorado ou decifrado. Há coisas que existem para serem admiradas à distância, sem a necessidade de interferência. O olhar pode ser curioso, contemplativo, até mesmo invasivo, mas é no toque – na ação impensada – que se criam os verdadeiros desencontros.

Respeitar o espaço do outro, compreender limites e reconhecer que nem tudo precisa ser desvendado é um gesto de sabedoria. Porque, no fim, o problema nunca esteve no olhar, mas na intenção por trás do movimento.

Reconstruir-se

Reconstruir-se não é voltar a ser o que era, mas tornar-se quem se precisa ser. É olhar para os escombros e, em vez de lamentar o que caiu, escolher o que ainda pode florescer.

É entender que algumas partes se perderam porque não cabiam mais, que algumas dores moldaram caminhos e que cada rachadura carrega uma história.

Não é um processo rápido, nem sempre é leve. Mas é necessário. Porque recomeçar não é fraqueza, é coragem. É decidir, todos os dias, que a própria história ainda vale a pena ser escrita.

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Conexão além de Mim

Há algo que me chama,
não é o eco de meus próprios passos,
mas o suspiro de algo que está distante,
como um farol que pisca no horizonte,
sussurrando meu nome,
não em palavras, mas em silêncio.

Carrego, talvez, o peso de um abraço
que ainda não sei dar.
E no meu peito, um campo vasto,
um vazio que pulsa, não como falta,
mas como uma promessa que ainda não se cumpriu.

Eu me entrego ao que não vejo,
à dança que não sei se já começamos,
mas sinto os seus ritmos chegando
como uma maré que inevitavelmente alcança
a terra seca da minha alma.

E no infinito do que sou,
surgem novas camadas,
como ecos que se multiplicam,
onde cada um é um mundo,
onde cada um é um ponto de partida
para algo mais vasto.

Em cada respiração, encontro um fragmento,
um universo que se expande dentro de mim,
tão grande quanto o que está por vir,
tão pequeno quanto o que já me pertence.

Há infinitos em tudo que toco,
em tudo que olho, em tudo que sinto.
E talvez, seja isso:
o movimento incessante de encontrar e ser encontrada
no eco de todos os universos que criamos juntos.

A dedicação dos meus animais de estimação sempre foi tão intensa que não sei na vida quem me deu mais atenção, eles ou os seres humanos que me rodeiam.

Não existe nada melhor do um dia após o outro! Sentiremos uma dor aqui, outra ali, mas vamos que vamos! A vida não pára! Estamos nesta grande corrente para ganhar ou perder. Tropeçamos em alguns pontos do trajeto, mas limpamos os nossos joelhos e seguimos em frente, não deixando que as lágrimas nos impeça de enxergar tantas oportunidades ainda teremos pela frente!

As lágrimas caem por um motivo e são sinal de força, não de fraqueza.

O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
O menino, a toupeira, a raposa e o cavalo. Rio de Janeiro: Sextante, 2020.

Dizem que a guerra não é a resposta. Mas às vezes é uma batalha só para manter a paz. No Upper East Side você pode até cair, mas você nunca desiste. E as rivalidades mais amargas são sempre por causa do amor. Mas nossos inimigos mais perigosos são aqueles que nós nunca pensávamos ter. Então se você quer paz, sempre prepare-se para a guerra.

Não confunda carência com qualquer sentimento. Aprenda: coração a gente não sai doando por aí.

⁠. O Risco de Não Viver

Queria segurar minhas urgências com as mãos,
domá-las, dar-lhes um nome,
fazer delas caminho seguro.
Mas urgências não se seguram—
elas queimam, correm,
exigem entrega sem garantias.

Tenho sede de viver,
mas o medo me segura os pulsos.
Diz que é arriscado,
que o erro pesa,
que o tempo não devolve o que se gasta errado.

Mas e se o erro for parte?
E se o maior risco for não tentar?
Se nunca souber,
o que me restará além do vazio do que não foi?

A vida me chama na borda do precipício.
E eu hesito, mas sei:
não viver seria o pior dos tombos.

⁠Renacente

És raiz que o vento não arranca, mesmo quando o tempo insiste em testar tua fé. És mar que se refaz em ondas, sendo força, sendo entrega, sendo tudo o que quiser.

Tens no olhar o peso dos séculos, memórias que ecoam além do corpo e da pele, mas na tua essência, há um brilho inquebrantável, um lume que nem a sombra repele.

Caminhas entre destroços e ainda assim constróis beleza, transformas dor em poesia, silêncio em canção. És feita de alma que não se dobra, de ternura que é resistência, de amor que é revolução.

Persistes, porque és feita de verbo e coragem, de fotografia e palavras que nunca se apagam. És mulher que sente e não se rende, mulher que é inteira, mesmo quando o mundo tenta partir em farrapos a tua estrada.

És tempo que recua e avança, és entrega e refúgio, és pulsar e calmaria. És mulher que não se desfaz, porque és, simplesmente, poesia.

Feliz teu dia, feliz tua existência.

Não se engane com a ingenuidade de meu sorriso, ele é dissimulado. Sou perspicaz e estrategista. Escondo com sorriso o que meus olhos nunca deixam escapar.

Minhas fotografias são um vetor entre o que acontece no mundo e as pessoas que não têm como presenciar o que acontece. Espero que a pessoa que entrar numa exposição minha não saia a mesma.

A vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a
Graça do Senhor não irá protegê-lo.

Não sei por que as pessoas questionam a forma como as outras vivem, sem ao menos saberem o que passa dentro de cada uma delas.

Tudo que vem fácil, vai fácil, então
Não queira ter alguém na palma da sua mão

Querer e não poder
Sonhar e não realizar
Esperar e não alcançar.

Amar e reprimir
Lutar e sucumbir
Conquistar e esvair.

Eis nossa sina, eis nosso destino.

A vida não se mede pelo tempo que durou e sim por momentos especiais que se eternizou.

Não é na calma tranquila da vida, ou no repouso de uma pacífica situação que os grandes caráteres são formados.

Grandes necessidades invocam nossas maiores virtudes.

Você deve separar-se de um grande amor enquanto ainda não tem razão para separar-se dele. Porque, mais tarde, quando você já tiver uma razão, nem lembranças gostosas restarão desse amor. Quando surge uma razão de separar-se de alguém — ainda que seja uma só razão — a saudade se torna impossível. Não vale a pena correr esse risco.
Portanto, salte profundo — de cabeça, no coração da Surpresa!
Mas você, você tem medo. Você tem medo da Solidão... Você tem medo de ficar sem ninguém. Então, você quer agarrar esse amor como se fosse o último da tua vida. Você, pessimista, acha que não consegue mais arranjar outro igual — nem melhor...
Esse, o teu grande erro.
Teu maior erro.