Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
NINGUÉM ME VIU
Eu estive por aí, demonstrando que não é sobre ser preta, mestiça ou morena.
É sobre esse fogo aceso na alma, que qualquer tristeza queima.
Embora nascida num país que não enxerga suas riquezas ou as vendem em seus esquemas.
Eu rompi todas as barreiras, atravessei continentes, fiz valer a pena.
Esperei por horas o socorro, a ajuda, o resgate
Mesmo sabendo que há governos que querem que o povo se mate.
Acreditei que apareceria um bombeiro brasileiro, ou um cachorro que late. Talvez eu não tinha "os quilates".
Mas eu me fui, eu e minha cor de chocolate.
E agora é tarde, de nada serviu a minha faculdade.
Meu esforço, aos 26 anos, formada em publicidade.
Viajada, feliz, levando esperança para a minha sociedade.
Levei pessoas e amigos a conhecerem outras cidades.
E agora, a minha trilha é para vocês desconhecida.
Vocês já devem ter me encontrado, sem fôlego, sem vida.
Eu só queria que vocês imaginassem como foram meus últimos momentos.
As dores e as frustrações que tive antes de me ir, os piores sentimentos.
Não é sobre cair, sobre acidentes, ou sobre vulcões.
É sobre nascer em um país que aos seus cidadãos vende ilusões.
E eu estou consciente que amanhã, a minha história será amnésia.
Meu corpo vocês terão, mas minha vida ficou na Indonésia.
Enquanto os jornais ganham sustento através dos cliques sobre o acidente.
Agora, sobre mim, fala todo mundo, inclusive o presidente.
Mas, na verdade, eu sou apenas mais um número, mais uma pérola que a ostra brasileira pariu.
Estive brilhando fortemente entre vós, mas enquanto tive vida, ninguém me viu.
O Amor do subconsciente
Por mais que eu tentasse,
não conseguia, eu não era capaz.
Ainda assim, algo em mim sabia.
Tinha angústia,
tinha sentido,
tinha um sentimento tão profundo
que apenas se explicava no silêncio.
Toda hora, toda vez...
Era imperceptível, porém apenas para mim.
Irracionalmente eu era levado,
não apenas pelo olhar,
mas também pelo inconsciente.
Dessa forma, me apaixonei sem perceber.
- Gabriel Lira Franco
“Quando eu não significo nada “
Às vezes eu queria saber dar nome ao que sinto… mas eu não sei. Existe um sentimento que me consome por dentro, silencioso, sorrateiro… e quando menos espero, ele chega. Em muitos momentos da minha vida, eu estou tão bem — leve, feliz, com o coração em paz. E, de repente, algo pesa. Vem uma angústia que me tira o ar, que prende na garganta um nó que parece querer gritar… mas eu nem sei o quê.
Queria gritar por tudo o que eu não vivi, por tudo o que deixei pra depois. Por momentos que sonhei e que nunca aconteceram. Queria colocar pra fora essa confusão de sentimentos que me transborda e me esvazia ao mesmo tempo.
É estranho, sabe? Porque eu sinto que estou evoluindo, sim. Que estou progredindo, vencendo lutas internas, enfrentando feridas antigas. Mas, ao mesmo tempo, sinto como se estivesse presa, girando em círculos… parada no mesmo lugar, sem entender exatamente pra onde estou indo.
Às vezes o mundo perde a cor. Outras vezes, tudo parece ter ganhado tons que eu nunca tinha enxergado antes. É tudo tão intenso, tão profundo, que eu mesma me perco em mim.
Pessoas incríveis passaram pela minha vida, e sou grata por cada uma. Mas nenhuma delas ficou. E isso também machuca.
Tem dias em que eu queria viver pra sempre, pra experimentar tudo que a vida ainda pode me oferecer. E tem dias em que eu não queria mais viver… porque não encontro sentido em nada. É uma mistura de sentimentos, de saudades, de vazios, de pequenos prazeres, de lembranças boas e decepções profundas.
Mas uma coisa é certa: hoje eu lido melhor com a minha dor do que há um ano e meio atrás. A rejeição ainda me dói, sim. Ainda me visita de vez em quando, mas já não me destrói como antes. Eu ainda choro — muito. Mas não todos os dias. Essa semana, por exemplo, foi só uma vez.
A verdade é que eu ainda estou me procurando. Tentando me reencontrar como mulher, como pessoa, como mãe, como profissional. Caminho com coragem, mesmo sem saber ao certo o destino. Vivo buscando algo que ainda não sei o que é. Mas sigo. Porque mesmo sem respostas, há algo em mim que ainda acredita — mesmo que seja só um pouco — que tudo isso ainda vai fazer sentido.
Se vou conquistar todos os meus sonhos eu não sei,...mesmo porque se trata de sonhos, mas afirmo que nunca vou deixar de lutar, pois estamos aqui pra isso mesmo,..lutar, lutar e lutar!
"Despedidas são inevitáveis. Mas são aquelas das quais eu não desejei partir que aos poucos vão me esfacelando."
O seu amor é solitário
Eis o melhor vinho para
Embriagar o coração
Mas eu não posso ser
O cálice que vai segurar
Você
Oh Deus
Eu rezo para que apareça
Outro cálice que possa abraçar
Esse amor
Não importa o pecado que
Cê tenha cometido
Eu não sei do se passado
Mas sei o quanto é infeliz
Mesmo que eu seja o experimento
Eu já tô feliz com isso
Só de estar em seu coração
É o suficiente para mim
E se ela chegar
Eu não vou correr
Pois ela faz parte
Do dom de viver...
Darei a ela o descanso recíproco...
Falei que não iria me apaixonar, mas aqui estou sentindo essa sensação outra vez.
Talvez eu podesse ignorar, mas é difícil fazer isso.
Mas eu quero ter certeza do que eu sinto.
E mesmo se for real tenho que arrumar minha mente, não quero tê magoar caso você sentir o mesmo.
Eu acho que aquela frase cabeça vazia oficina do cão, não fala de marginais que matam outras pessoas,essas vão pro céu, falam das pessoas que pensam e mesmo assim fazem mal, por que o dinheiro deu a sua mente tempo livre, sua mente não pode ser guiada pelo nada, tem que ser guiada por Deus, por bons pensamentos, mas tem gente que não tem paz interior para isso.
Talvez seja dom.
Eu não vejo as pessoas como os outros veem.
Não fico só no que elas dizem. Eu enxergo o que elas escondem.
E talvez isso pareça bonito de longe… mas de perto, cansa.
Às vezes, quando olho nos olhos de alguém, sinto coisas que nem a pessoa sabe que sente.
É como se a alma dela se entregasse pra mim, sem eu pedir.
Eu absorvo. Eu acolho. Mas isso tem um preço.
Já me disseram que eu tenho mãos que curam, que sou calma, que sou doce.
Mas quem realmente me conhece sabe que a minha calma vem depois da guerra.
E que minha doçura tem espinhos porque nem tudo que é verdadeiro é suave.
Eu não sei me dar pela metade.
E por isso mesmo, às vezes, fico esgotada.
Dou tudo quando sinto que posso… mas não faço isso por impulso.
Eu escolho com cuidado quem permito entrar
porque sei que quem me recebe, nunca mais volta a ser o mesmo.
E, sinceramente, eu também não.
Tem dias em que sinto que carrego uma água muito antiga dentro de mim.
Como se tivesse nascido com um véu entre os olhos, uma camada invisível entre mim e o mundo.
Tudo me atravessa. Tudo me atinge.
O que é leve pra outros, às vezes me afunda.
E eu escuto… até o que não é dito.
As palavras chegam até mim no silêncio, do mesmo jeito que a gente ouve a chuva quando tá distraída (eu amo fazer isso)
Natural. Dolorido. Lindo. Mas constante.
Não sei se isso é dom ou cruz.
Na maior parte do tempo, acho que é os dois.
Porque ver demais… é viver sabendo o que os outros ainda estão tentando esconder de si mesmos.
E mesmo assim, mesmo sentindo tudo o que sinto,
ainda me dizem que sou forte.
E eu fico calada. Porque talvez seja verdade.
Mas também porque ninguém entende o cansaço de ser espelho.
P.S: Se eu toquei tua alma, não foi sem querer.
Não espero que me entendam, sou um universo que apenas eu habito, sinto tanto que transbordo e nesse excesso encontro minha própria casa, meu amor não é súplica, é celebração, amo porque sou inteira em mim, o que perdi dentro de mim não está ausente, apenas esperando para ser reencontrado, escrevo não para ser lido, mas porque é assim que meu silêncio ganha voz, não busco ecos de mim nos outros, já sou um infinito que se basta, o amor que entrego ao mundo não é um pedido, é apenas o reflexo do que já sou.
Será se eu sou burro demais ou eu não consigo acompanhar a inteligência das pessoas da qual eu faço parte no momento.
Muita das vezes eu me sinto estranho, não consigo acompanhar o raciocínio da galera.
Ou eu não entendo o que eles falam, Ou eles não entende o que eu digo.
o amor da minha vida
como eu o amo de todo coração acredito que sem ele não consigo viver, quanto tempo eu o esperei... ele demorou mas apareceu e tem feito eu a mulher mais feliz desse mundo, eu o amo muito muito muito.
Às vezes, ser feliz parece uma roupa apertada em mim. Não é que eu não queira — só não me serve do mesmo jeito que serve nos outros.
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