Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

Cerca de 902354 frases e pensamentos: Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

Que jamais nos deixemos andar por caminhos escabrosos pra não nos perder pela inércia de uma depressão enfatizado por nossos vícios afinal de qualquer maneira o vento sopra,

⁠
O tempo não só cura,
Ele tambémnos devora,
...nos sucumbe!

Se as pessoas insistem em demonstrar integridade e moral é porque não são e não tem!
Porque os seres que são íntegros os notamos por suas trajetórias e caminhada.

“E não vos conformeis com este mundo, mas
transformai-vos pela renovação do vosso
entendimento, para que experimenteis qual
seja a boa, agradável, e perfeita vontade
de Deus.”

Romanos 12:2

Um convite do apóstolo Paulo para que os
cristãos vivam uma mudança de vida profunda
e baseada na fé, e não em costumes
passageiros da sociedade — aos cristãos
e principalmente aos doentes!

Chore sempre que sentir vontade.

Chorar não é sinal de fraqueza e muito menos algo vergonhoso. Colocar pra fora o que está machucando é normal e muito necessário.
Permita-se chorar algumas vezes, as lágrimas irão levar com elas a dor que está apertando o peito. Elas são as palavras que foram engolidas ao invés de serem ditas. Mas lembre-se que nem todos tem o direito de te ver chorando, pois é seu lado humano mais vulnerável e a sua essência nem todos podem ter acesso.

⁠Não dá pra reclamar de violência, deslizando os dedos sobre a Morte ou os Traumas Iluminados de alguém.






Porque, nessa claridade azul, há mais que uma morte à mesa.






A primeira é a visível — os corpos entregues ao espetáculo.






A segunda, a sensível — a alma dos que assistem, lentamente embotada.






A terceira, a coletiva — o apodrecimento ético de uma sociedade que transforma tragédia em passatempo.






E a quarta… a mais cruel — a que quase sempre se esconde no brilho da própria tela, comprada às vezes no mercado negro, com o preço invisível da dor de quem a perdeu.






Há quem, sem perceber, alise o sangue seco nesses vidros, julgando a partir da zona confortável de sua poltrona, o mesmo crime que alimenta.






Banquete farto, servido à luz fria do progresso —
onde cada toque é um gole de conforto e uma migalha de culpa.






É o Banquete das Mortes Iluminadas!

O fato de ninguém ser obrigado a fazer companhia para ninguém não é licença poética para abandonar na solidão quem estava na solitude.

Há uma diferença deveras silenciosa, mas profunda, entre estar só e sentir-se sozinho.

A solitude é uma escolha, um espaço de encontro consigo mesmo, onde o silêncio não pesa e a ausência de vozes não se transforma em vazio.

A solidão, por outro lado, muitas vezes surge quando aquilo que era abrigo se torna isolamento, quando a liberdade de estar consigo cede lugar à sensação de ter sido deixado para trás.

É verdade que ninguém tem o dever de permanecer onde não deseja estar.

Relações não podem ser sustentadas por obrigação, e afeto não floresce sob imposição.

Mas reconhecer essa liberdade não significa ignorar o impacto que nossas ausências produzem na vida de quem caminhava ao nosso lado.

A maturidade das relações não está apenas no direito de partir, mas também na responsabilidade de compreender o que a partida representa.

Muitas vezes, a pessoa que parecia bastar-se não era alguém que dispensava vínculos; apenas havia aprendido a conviver bem consigo mesma.

Confundimos independência com invulnerabilidade e acabamos acreditando que quem aprecia a própria companhia não sente a falta da companhia alheia.

Sentir falta, entretanto, é parte inerente da experiência humana.

Nem mesmo os mais autossuficientes são imunes ao afeto, ao pertencimento ou à dor das rupturas.

Existe uma delicadeza que deveria acompanhar os encontros e desencontros da vida: a consciência de que passamos pela história dos outros deixando marcas.

Algumas são lembranças leves; outras, cicatrizes profundas.

Não se trata de permanecer por pena, nem de carregar responsabilidades que não nos cabem.

Trata-se de agir com humanidade suficiente para não transformar nossa liberdade em descuido e nossa escolha em negligência emocional.

Porque, no fim das contas, a verdadeira consideração não está em nunca partir.

Está em não esquecer que, enquanto estivemos presentes, ocupamos um espaço real na vida de alguém.

E que a forma como saímos desse espaço pode determinar se aquela pessoa continuará habitando sua própria solitude ou será empurrada para uma solidão que nunca escolheu.

⁠A maioria das mulheres não querem um marido, querem um submisso que atenda as suas ordens.

⁠Não tem jeito!

somos muito mais imperfeitos do que perfeitos.

⁠Será que não conseguimos suportar a paz por muito tempo?

Penso que a violência de hoje é a mesma de milênios atrás. Não consigo ver melhoras. A única diferença é que nos dias atuais temos as redes sociais transmitindo on line.

⁠Querendo ou não, em algum momento estaremos incomodando alguém.

⁠Chegar lá é a melhor maneira de responder àqueles que não saem do lugar, preocupados apenas em nos prejudicar.

O brega não está na pobreza, mas na obsessão que damos à etiqueta.

No Brasil, a mobilidade intrageracional é tão restrita que uma vida inteira não basta para mudar de lugar.

..Não sei qual o motivo,
mas hoje mais do que nunca eu precisava ouvir a sua voz. É, não entendo muito bem essa necessidade, mas a sinto, apenas sinto..

Eu não estou aqui para agradar a todos. Aprendi a tentar reconhecer as pessoas que querem meu bem. Eu tenho meus medos, mas sei que assim como eles me protegem, eles podem me limitar. E se, por vezes, eu escolho decotá-los, eu não devo satisfação a ninguém.

...e eu ficarei aqui por estas bandas onde o pecado me condena a ser feliz...Onde a razão não me atropela e a consciência não me julga.
Nasci com esta capacidade de não me render às regras , de burlar as etiquetas e de quebrar o protocolo.
Às vezes eu escorrego e me pego refletindo se o que fiz foi certo ou errado...Mas depois me absolvo, pois o que conta mesmo, não é se você dançou conforme o lado A ou o lado B...É a certeza de que você dançou conforme a música...e valeu à pena!

É, eu vivo sim no lado cor-de-rosa da VIDA, mas não porque eu mereça mais que outrem, mas sim porque EU ESCOLHI VIVER ASSIM. O que você quer fazer está ligado com o que você quer e não com que os OUTROS acham que você quer. E se alguém ousar fazer do lado ROSA, TREVAS, eu tiro meu sapatinho de cristal com LAÇO COR-DE-ROSA, e dou na cabeça do(a) MISERÁVEL.

Se Deus me desse a permissão e o direito de julgar alguém pelo menos um dia, eu não julgaria, pois o réu de hoje, pode ser o júri de amanhã.''