Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

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Eu não esqueci do seu aniversário, bocó. Só ia esperar até chegar umas 23h, mas você não sabe esperar. Você acha que eu ia esquecer de algo especial seu? Eu te amo mais que tudo, bocó. Vai fazer um ano que a gente se conhece e eu não deixaria isso passar batido. Você é a minha princesa, minha garotinha, meu tudo. Eu te amo mais que tudo, Milleny. Você é a garota mais incrível que eu conheço e que sonhei em algum dia ter. Você é a minha garotinha, meu tudo, entendeu? Eu te amo muito, minha garotinha perfeita. Você é incrível e deve saber disso. Você acha que eu ia mesmo deixar isso passar? Nem se eu quisesse eu deixaria, nem se eu estivesse bravo ou algo do tipo. Você é a minha mocinha, meu tudinho, minha vida, minha paixão, minha garotinha contaplejtante. Você é algo que eu agradeço por ter e jamais deixaria você sem meus parabéns. Espero que você aproveite muito seu dia e que seja muito feliz, ok? Eu já falei que te amo? Eu posso passar dias, meses, anos, décadas falando o quanto eu te amo. Enfim, parabéns, minha princesa. A cada dia que passa, você vai ficando mais mocinha, mais linda e mais perfeita. Você é incrível, sabia disso? Ok? Não deixe ninguém estragar seu dia. Eu te amo muito, minha menina. Você é incrível. Eu nunca, nunca quero te perder, ok? Beijinhos, meu amorzinho. E quero um pedaço de bolo, boboca.⁠

Inserida por maquiavelico_dias

⁠Ser eu dinovo.

Você já foi interrompido no meio do sonho. Alguém disse "não dá", "isso não é realista", "foque no seguro". E você, com o tempo, engoliu essas palavras como verdades. Mas dentro de você, ainda vive aquela criança cheia de coragem, imaginando um futuro brilhante — o futuro que você escolheria, se ninguém tivesse escolhido por você.

Ser quem um dia você quis ser não é voltar ao passado. É resgatar o que nunca deveria ter sido enterrado: sua essência, seus desejos genuínos, sua voz interior. O mundo impõe modelos, rotas prontas, expectativas. Família, escola, sociedade — todos têm um plano para você. Mas nenhum deles sentiu o que você sente quando imagina outra vida.

O primeiro passo é lembrar. Feche os olhos e pergunte: quem eu queria ser aos 10, 15, 20 anos? O que me fazia acordar com fome de viver? Aquilo não era ingenuidade. Era intuição. Era propósito em forma de sonho.

Depois, perdoe. Perdoe quem tentou te proteger com limites. Perdoe a si mesmo por ter acreditado neles. O passado não define seu futuro, mas pode fortalecer sua decisão de mudar.

Agora, aja. Pequenas ações diária reconstroem identidades. Leia sobre aquilo que te fascinava. Converse com pessoas que vivem o que você sonhava. Inscreva-se naquele curso. Escreva. Desenhe. Crie. Comece mesmo que pareça tarde. O importante não é a velocidade, é a direção.

Você não precisa de permissão. Não precisa de garantias. Precisa de coragem para desobedecer ao medo, ao comodismo, às vozes do passado. Crescer não é abandonar os sonhos. É tê-los com mais clareza e correr atrás com mais força.

O mundo precisa de quem ousa ser fiel a si mesmo. E você, por dentro, já é essa pessoa. Só precisa decidir, de verdade, que agora é a hora.

Não espere autorização. Você já tem o direito de ser quem sempre quis. Comece hoje. Um passo. Um "sim" para você. O resto virá.

Inserida por Elianedossantoslima

⁠Eu perco o controle quando você não está perto de mim. Estou desmoronando bem na sua frente, você não consegue ver?

Teddy Swims

Nota: Trecho da música Lose Control.

Inserida por pensador

⁠Carta de Despedida

Eu não tive a chance de me despedir de você…

E talvez por isso eu carregue até hoje essa sensação de que nossa história ficou suspensa, como uma frase interrompida no meio.

E eu fiquei parada ali, sem saber se continuava ou voltava atrás.

Quando penso em nós, lembro de como você sempre me olhava nos olhos e dizia o quanto eu era bonita.
Do jeito firme como segurava minha mão, como se, naquele instante, nada pudesse nos separar.

Lembro das coisas que vivemos e que você dizia nunca ter feito com ninguém.
Das vezes que vinha só para conversar.
E daquela vez em que vi um medo tão simples e tão profundo em você, quase como o de uma criança — o medo de gostar, de se apegar, de amar.

Você chorou no meu peito, e mesmo sem entender, eu parei de perguntar.
Só te abracei.

Lembro também da festa que você não queria ir, mas foi só para me agradar.
A chuva caiu tão forte que nos fez ficar no carro.
E ali, como se o tempo tivesse parado, nós nos amamos como se não houvesse amanhã.

Quando a chuva cessou, fomos à festa e você, com seu sorriso de menino, fez todos rirem.
E alguém disse: "Cuide bem dela."

Lembro do dia em que você me ligou várias vezes, achando que eu tinha sofrido um acidente.
Naquele momento, não percebi o peso disso.
Hoje sei que era a sua forma silenciosa de dizer: "Você importa para mim."

E lembro, também, das vezes que você aparecia do nada, nos momentos em que eu mais precisava de um ombro amigo.
Você dizia: "Você briga comigo, mas eu tô sempre aqui."
E estava mesmo.

Eu brincava te chamando de "meu karma" — você ficava bravo e eu adorava te provocar.

Você era carinhoso e insistente.

Houve aquele dia em que eu estava muito triste, sem te dizer o motivo.
E você, sem insistir para saber, simplesmente disse:
"Ah, a vida é tão curta para ficarmos tristes e arrumando conversa complicada... bora, banho quentinho ajuda a resolver essa cara amarrada."

E assim, pacientemente, você lavava meu cabelo mecha por mecha, me abraçando o tempo todo.

Quantas vezes você fez isso…
Quantas noites pediu para eu ficar só para dormir juntinho…
Quantas vezes tentou me acalmar, e eu sempre com dificuldade de entender o que estava acontecendo entre a gente.

Também lembro de quando você me pediu ajuda num período difícil da sua saúde emocional, e eu prontamente estive lá.

E também lembro, com dor, da vez em que você me ligou várias e várias vezes dizendo que estava mal… e eu não dei a atenção que deveria.

Eu me distanciei, e só depois percebi que, mesmo com tantas pessoas para quem poderia ligar, era a mim que você recorria.
Você dizia que nem sabia por que fazia isso, mas que se sentia bem conversando comigo.

E quando estava triste ou desanimado, era em mim que pensava — até fazendo campana no meu portão.

E mesmo com tudo isso… eu parti.

Queria um título, uma segurança, algo que me dissesse que você ficaria.
E quando senti que talvez não ficasse, fugi antes que a perda viesse.

Talvez por medo.
Talvez por não saber lidar com o seu jeito de amar — silencioso, inesperado, mas verdadeiro à sua maneira.

E isso ficou claro para mim alguns dias antes de você partir para sempre.
Você veio diferente.
Sem brigas, sem discussões… só queria passar mais um tempo comigo.
Mas eu não podia — nossas vidas já tinham tomado rumos diferentes.

Você só queria um abraço, ficar ali, grudado, em silêncio.
E disse:
"Chatinha, me abraça forte… porque pode ser a última vez que faça isso."

Eu briguei, como sempre, e respondi:
"Sempre estaremos aqui. Podemos brigar, ficar distantes, mas sei que sempre estaremos aqui."

Você sorriu e disse:
"Você não tem jeito."

Nos despedimos e eu falei: "Até outro dia."
Mas esse dia nunca mais chegou.

Se eu soubesse que aquele seria o último abraço, teria ficado mais tempo.
Teria gravado cada detalhe — o calor do seu corpo, o cheiro, a força dos seus braços em volta de mim.
Teria dito tudo que guardei por medo ou orgulho.
Mas não disse.

Agora ando nas ruas como sempre andei…
Com aquela esperança boba de encontrar você.
Porque, antes, era assim: do nada, você aparecia.

Agora eu posso andar… e andar…
E nunca mais vou ver você chegar com aquele sorriso de menino,
que sempre carregava um pouco de malandragem e um tanto de carinho.

Não vou mais sentir o toque rápido da sua mão puxando a minha,
nem ouvir você dizer que estava só passando, mas que resolveu parar para me ver.
Não vou mais encontrar seus olhos me procurando na multidão,
nem o jeito único que você tinha de transformar um dia comum em algo inesquecível.

E isso dói… dói porque a sua ausência é tão presente que parece gritar no silêncio.
Dói porque, mesmo sabendo que você não vai voltar,
a minha alma ainda espera.

Hoje, eu entendo que não existe um adeus perfeito.
Sempre vai ficar algo por dizer, um gesto por fazer,
um último olhar que nunca aconteceu.

E o meu último olhar para você… ficou preso na memória.
Você indo embora, sem saber que era para sempre,
e eu, sem imaginar que aquele instante seria o nosso fim.

Se um dia, em algum lugar que eu não conheça, a gente se encontrar de novo,
não quero palavras.
Quero só o silêncio…
aquele mesmo silêncio em que a gente se entendia sem esforço,
aquele mesmo silêncio em que você me abraçava forte,
como se dissesse, sem dizer:
"Eu nunca vou te esquecer."

E eu também nunca vou.

Inserida por juliana_lima_11

⁠Quer que eu facilite para você. Não. Nem pensar! Não vou fazer isso! Não é fácil para mim!

Inserida por pensador

⁠Você não era meu para eu perder.

Taylor Swift

Nota: Trecho da música August.

Inserida por pensador

⁠Eu não quero terminar, mas você não quer chamar isso de amor.

Chappell Roan

Nota: Trecho da música Good Luck, Babe!

Inserida por pensador

⁠O que você está vendo que eu não estou?

Inserida por pensador

⁠Eu juro a você, com cada fibra do meu ser, que encontrarei o caminho de volta até você. Não importa a distância ou o tempo que nos separe, eu não descansarei até estarmos juntos de novo.

Outlander: Blood of My Blood
1ª temporada, episódio 2.
Inserida por pensador

⁠Somos feitos de amor, você e eu, disso não há dúvida.

Inserida por pensador

⁠Eu estaria mentindo se dissesse que não vivo pensando em você.

Inserida por pensador

⁠Flores que não florescem.
E, de repente, mais uma vez eu sinto necessidade de você, vida. Ao acordar, e
tudo me lembrar: a brisa da manhã, alta velocidade e ipês floridos, a sua alegria
e beleza ao vê-los retratados, além de tudo de mais bonito que avistava e
admirava. Tudo só não é mais bonito que nossa paixão louca, estridente e
incandescente. O pior que lembrar é ter a certeza que ela não voltará para ele.
Miguel e Jade se conheciam há bastante tempo. Ele, um rapaz da cidade grande; e
ela, uma bela mocinha do campo. A forma que se conheceram foi um pouco inusitada:
Miguel trabalhava com vendas. Um dia de inverno, Miguel precisava vender móveis por
aquela região. Se sentia um pouco perdido, o tempo escurecido e sem sinal de vendas, até
que começou uma tempestade. Era uma região pequena, pouquíssimas casas a compunha.
Em meio àquela grande chuva, Miguel bateu na porta de uma casa. Um senhor o recebeu e
lhe disse que passasse a chuva lá. O que esse senhor não sabia é que aquele dia mudaria
a vida de sua querida filha, Jade, sua maior riqueza.
Sr. Henrique, pai protetor, mas distante emocionalmente, pediu que alguém
trouxesse um chá quente, para que o rapaz se aquecesse. Sempre obediente às ordens de
seu pai, Jade o atendeu e levou o chá para o mocinho.
Ao chegar na sala em que estavam, a jovem Jade se sentiu encantada por aquela
beleza: um homem diferente, alto, forte, moreno, olhar de anjo caído e misterioso. Miguel
carregava um mistério no olhar. Ao avistar a mocinha, ele também se sentiu atraído, avistou
em Jade uma pureza, uma beleza extraordinária e um olhar de luz, a luz que poderia clarear
sua vida ou escurecê-la de vez. Estremeceram por alguns segundos se olhando, até que o
senhor Henrique tossiu e Jade entregou a xícara ao rapaz e voltou em seguida ao seu
quarto, onde permaneceu até o fim da tempestade.
Ao terminar a chuva, Jade voltou à sala. Lá só encontrou seu pai. Tentou perguntar
quem era o moço que estava em sua casa. Senhor Henrique, desconfiado de tanto
interesse da filha em um desconhecido, apenas retrucou que não sabia o nome do infeliz e
que só o recebeu por causa do temporal. Jade, aborrecida, não o questionou mais. Depois
daquele dia, Jade e Miguel ficaram presos em pensamentos.
Passaram muitos dias, mas nenhum dos dois haviam esquecido aquela maravilha
de encontro. Jade, como costumava ir para a escola todos os dias de manhã cedinho,
estava no caminho admirando as árvores. O ipê amarelo que tinha ali era seu favorito,
quando viu alguém se aproximando. Não recuou e continuou caminhando. Ao se aproximar
mais, viu que era Miguel em sua linda moto cor de vinho e um capacete meio estranho. Os
dois se olharam fixamente e riram timidamente.
— Que bom te ver novamente — disse Miguel.
Jade, sempre tímida, apenas riu faceiramente. Conversaram pouco, tão pouco que não
tiveram chance de perguntarem seus nomes. Logo o caboclo subiu na sua moto e
rapidamente, em grande velocidade, desapareceu naquela estrada deserta. Depois daquele
dia, a mocinha não tirou Miguel de sua cabeça. Era seu primeiro pensamento do dia, e em
silêncio, pois os pais de Jade eram conservadores e não aceitariam a filha apaixonada por
um rapaz de tão longe e que não conhecessem. Mesmo em segredo, a garota só pensava
em Miguel e pensava em quando o veria novamente. E assim continuou, na espera de seu
misterioso. As esperas sem sucesso fizeram com que Jade acreditasse que não veria mais
seu amado, pois de repente Miguel se distanciou da região, mas poderia ser por conta do
seu trabalho.
Muito tempo depois, a família de Jade precisou ir embora dali, para cuidarem de
familiares que viviam adoecidos. Jade não sabia que agora viveria na mesma cidade que
seu grande amor. Depois de uns dias tentando se adaptar à vida longe do campo, lá estava
a jovenzinha dentro de uma biblioteca lendo seu livro favorito de romance, quando viu
alguém com a mesma fisionomia de Miguel brincando com uma mulher e uma criança na
praça, em frente. Jade apenas tentou observar de longe, não tinha certeza de quem era.
Ficou pensando, foi para casa, mas aquilo era sua única preocupação. A garota sempre
voltava ali, era seu lugar favorito. Um dia, ao sair lendo seu livro, não percebeu e esbarrou
em alguém. Quando levantou para pedir desculpas pelo descuido, viu o belo rosto de
Miguel rindo para ela. A alegria de Jade estava estampada em seu semblante, igual era a
expressão de Miguel. Logo ele a chamou para entrarem na biblioteca, mas nunca, jamais
conversaram na praça. Jade não questionou nada. A felicidade dela era tão grande que ela
não se importava em lhe perguntar nada. Ficaram juntos ali por um tempo, agora se
sentiam mais próximos. O rapaz lhe perguntou se ela podia lhe acompanhar a um lugar. A
mocinha não hesitou e foi com ele. Lá ficaram a tarde toda, em uma casinha afastada, que
não morava ninguém. Conversaram muito, até que a menina perguntou se aquelas pessoas
que ela viu se tratava dele. Logo ele a olhou com uma expressão assustada e lhe disse que
sim, que estava com sua irmã e sobrinha. Jade, tão ingênua, acreditou. Logo voltaram para
a realidade. Ali era o lugar de fuga do casal, mas Jade precisava voltar para casa e Miguel
para sua vida verdadeira.
Os jovens viveram bons momentos. Eles batizaram esses momentos de refúgio,
fuga e descanso, onde se sentiam bem e longe dos problemas. Ali era um lugar mágico,
não havia preocupação, apenas o amor importava. Era sempre no mesmo lugar, na casinha
abandonada e afastada. Miguel sempre trazia presentes para sua amada, trazia belíssimas
fotos de ipês floridos, representações de rios, riachos, de belezas naturais. Ele sabia que
ela amava. Depois de um tempo, Miguel se afastou, havia algum problema.
Certo dia, Miguel escreveu para Jade que precisava vê-la. Logo se encontraram no
refúgio, mas agora era diferente, existia um problema ali, e Miguel se dispôs a contar para a
garota. Lhe contou que não poderiam continuar se encontrando e que existia uma parte em
sua vida que ela não conhecia. Miguel lhe disse que a mulher e a criança que estavam com
ele eram sua esposa e seu filho. Jade não poderia acreditar e jurou ser blasfêmia dele. Ele
ainda disse que a amava, mas não podia abandonar sua família e que não poderia a
envolver em problemas da sua vida.
Os dias de Jade mudaram completamente. Pensava que Miguel não poderia tê-la
enganado de tal maneira. Passou a viver dias tristes e doentios. A família de Jade não sabia
que tristeza era essa da garota, tentavam ajudá-la, mas era impossível. Ela sabia da
ignorância de seu pai e como ele não a compreenderia. Eles não sabiam da história de
amor que a filha viveu. Se passaram muitos dias e semanas. Jade não levantava da cama.
Com tanta tristeza, a menina não sentia necessidade, nem vontade de nada. Ela só
pensava em Miguel, como tudo isso não significava nada para ele. Com tudo isso em sua
cabeça e em silêncio, a dor silenciosa de Jade culmina em sua morte: suicidou-se.
Suicidou-se por não aguentar viver tudo isso sozinha, carregando a culpa do amor, da
confiança, por ter se entregado a alguém que não a queria em sua vida.
Senhor Henrique sofreu muito, por ter perdido sua riqueza tão precoce, tão jovem,
tão linda. Miguel também sofreu ao saber do acontecimento, e se culpou muito. Mudou de
cidade para tentar esquecê-la e conseguir viver com sua família.

A sua vida importa! Converse com sua família ou alguém próximo, não sofra em silêncio. A
sua dor merece ser ouvida, você é maior que ela.

⁠E eu não consigo me divertir se não puder ter você.

Taylor Swift

Nota: Trecho da música Elizabeth Taylor, do álbum “The Life of a Showgirl” (2025).

Inserida por pensador

⁠Não quero outra além de você,
Não quero nada além de você,
Não quero ser anarquista se eu não puder ter você,
Não quero ser punk se eu não puder ter você,

Se eu não tiver você então não poderei ser nada,
Não posso ser contra a hierarquia se você manda em meu coração,
Não posso ser contra o fascismo se você me domina,
Não posso ser contra as religiões se você é minha Deusa,

Eu quero você mais do que qualquer coisa,
Quero você mais do que o fim do patriarcado,
Quero você mais do que uma revolução,
Quero você mais do que o fim do capitalismo,

No final quero você mais que tudo,
E não te quero longe nem por um segundo.

Inserida por sr_barata

⁠Eu Não Preciso Tatuar Você,
Eu Não Preciso Tatuar O Seu Nome,
Apenas Admirar O Seu Bom Talento
e O Seu Bom Humor,
De Espalhar A Sua Alegria
Com O Dom Do Amor💘 ,
Essa é Uma Verdadeira Expressão,
Provas Do Quanto Eu Te Amo ❤😍.

Inserida por monise_santos

⁠Seu sorriso é tão lindo
que foi impossível eu não me apaixonar.
Você é tão bela, tão intensa,
Que a sua presença me inspira
a ser alguém melhor -
Por você, pra você,
Em cada gesto,
Em cada olhar.

⁠Se você se sentiu ofendida em algum momento, peço desculpas, mas não acho que não eu quem acusou, foi a sua própria consciência.

Padre Patrick
Oliveira, Fábia. Mãe de Virginia Fonseca detona padre Patrick e leva invertida. Metrópoles, 21 mai. 2025.
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Inserida por pensador

⁠Você tem ideia do que é ser uma mulher? Eu não tenho, mas eu sei o que elas falam. E o medo constante de você ser uma mulher num mundo machista e opressor em que você tem medo de ser estuprada constantemente é justificativa suficiente para, se você tem o desejo de falar isso para uma mulher, calar a sua boca

Inserida por yanzpo

⁠Carta que nunca será enviada
Eu não confio mais em você. E, pra ser sincero, eu nem sei mais quem é você. Por muito tempo, eu acreditei que te conhecia. Que havia em você algo que me despertava curiosidade, vontade de estar, de ouvir, de entender. Mas hoje, não há mais nada aí que me faça querer permanecer. Nenhuma faísca. Nenhuma vontade de tentar te conhecer de novo.
Eu te ouvi assumir seus erros. Ouvi você dizer que estava sobrecarregado, que descontou em nós o que não era nosso. E, veja bem, não estou aqui pra invalidar sua dor — nem a sua nem a minha. Mas também não vou fingir que não escutei, no meio disso tudo, você deixar claro que esse arrependimento não era sobre nós, não era sobre o que causou, era sobre você. Sobre você se sentir bem consigo mesmo. Sobre você tirar esse peso das costas.
E tá tudo bem. Sabe? Eu até entendo. Cada um lida como pode. Mas eu, André, acredito que arrependimento nasce quando a dor que você causou no outro pesa mais do que o desconforto que você sente consigo mesmo. Quando se pede desculpa só pra aliviar o próprio peito, sem se importar com o peito do outro... pra mim, isso não tem valor nenhum.
No fundo — e aqui está talvez a parte mais cruel disso tudo — eu sinto falta do que eramos. E é essa saudade que me faz, teimosamente, pensar em dar mais uma chance. Só que... chance pra quê? Pra quem? Porque você não é mais aquele que eu achei que conhecia.
Quando voltei, senti que não havia mais espaço pra mim. Você já tinha outros. E eu, que sentia sua falta, percebia, na mesma medida, que meu sentimento não fazia diferença nenhuma. E segui... me mantendo no meu lugar, no silêncio que você me deixou.
Aí sua vida virou de cabeça pra baixo. E me pergunto... desde quando sua identidade dependia tanto de quem estava do seu lado? Desde quando você só conseguia se amar se alguém te amasse de volta? Porque, de repente, você não era mais aquele cara doce, gentil, atencioso. De repente, tudo virou distância, silêncio, respostas curtas e olhares pesados.
Você demorou tanto pra me contar... e nem era sobre o que você viveu. Era sobre a distância que você escolheu criar enquanto eu só esperava que você me visse. Que você, ao menos, me notasse. E mesmo quando soube, eu só fiquei chateado. Chateado, não bravo, não ferido a ponto de te julgar como você achou que eu julgaria.
“Vocês me conhecem”... Pois é. Nem você se conhece. Eu só achei que conhecia. E achei, também, que você me conhecia.
Eu estava disposto, sabe? De verdade. Eu estava pronto pra deixar tudo isso pra trás e seguir, do jeito que desse, do jeito que fosse. Mas a forma como você lidou hoje... a frieza, a esterilidade, a forma como você distorceu tudo, me deixou com a certeza de que não. Eu não quero mais você na minha vida.
Sim, eu iria sofrer por te perder. Mas, agora, não mais. Não, não mais.
Precisava de uma opinião. E ouvi sobre o sentimento de pena. Eu... infelizmente, não cheguei a esse nível de empatia. Me protejo. Me cuido. E fico onde estou. Não me coloco mais onde não vejo mais futuro.
Os caminhos mudaram. E tá tudo bem.

Inserida por andrelemour

⁠Não foi você quem errou. Nem eu. Fomos nós dois. Fomos dois imaturos tentando nos encaixar sem manual de instruções. E eu não sei se existe certo ou errado quando duas pessoas estão tentando amar com o coração cheio de passado e a bagagem tão cheia que mal conseguimos fechar direito. A gente aconteceu. E isso já diz muito. Aconteceu quando dava, como dava, até onde conseguimos. E, se não durou, não é porque não foi verdadeiro. É porque talvez o amor, só ele, não seja sempre o suficiente. Às vezes, falta tempo. Maturidade. Calma. Coragem. Eu não soube lidar direito com o que senti. Me confundi entre te querer perto e não saber como permanecer. Me afastei tentando me proteger e acabei te perdendo no caminho. E eu sei, você deve estar bem. Seguiu em frente como quem finalmente respirou depois de um nó que te apertava. Mas eu sigo aqui. Tentando. E falhando. Falhando em te esquecer. Falhando em me perdoar. Porque não dói só perder alguém. Dói se perder no meio disso tudo. Dói saber que talvez pudesse ter sido diferente, se eu tivesse sido também. A gente não se machucou por mal. Foi tentando amar que erramos. E, por mais contraditório que pareça, ainda carrego carinho por você. Ainda torço para que, onde quer que você esteja, você esteja bem. De verdade. Edgard Abbehusen

Inserida por mairacastro2013