Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
Eu sou
Eu sou a vida dentro desse corpo.
Eu sou esse sentimento.
Eu sou minhas lembranças.
Eu sou as pessoas que conheço.
Eu sou as músicas que ouço.
Eu sou o amor que nego.
Eu sou meus medos.
Eu sou meus defeitos.
Eu sou minha bondade.
Eu sou as dificuldades que superei.
Eu sou aquilo que às vezes evito ser.
Eu sou o que eu preciso.
Eu sou minhas prioridades.
Eu sou as viagens que faço.
Eu sou as escolhas que faço.
Eu sou os risos que causo.
Eu sou as festas que vou.
Eu sou o que comemoro.
Eu sou a paz que transmito.
Eu sou a companhia que me acolhe.
Eu sou as amizades que tenho.
Eu sou a inocência.
Eu sou a essência.
Eu sou a vida.
A inveja do meu Eu:
Juliano Assis.
Saio do parque com o livro debaixo do braço. Aquela lagarta fica comigo. Tenho para mim que a única forma honesta de heroísmo é esta: ver a existência como um breve flash entre dois infinitos de escuridão — e mesmo assim insistir em contrariar as regras. Camus chamou isso de revolta. Eu chamo de birra. E que seja.
Fotografia em 3000
Ah, eu sei bem da história,
Eles cantam vitória,
E eu canto mais amar.
Ah, eu sei bem é da glória.
Eu fico para a história,
Eles ficam para ganhar.
Senta limpo na estrada,
Molha o pé na calçada,
Meio fio de Ninguém.
E na hora da Pedrada,
outra bruxa. Ah, Coitada.
Liberta e é refém.
Nessa minha geração
Que não conhece nada
Por inteiro
Nunca abre o livro, então,
Diz que ele é
Feiticeiro.
Viver na sombra lenta
Junto aos subestimados
Na verdade, acalenta
Todos os gênios cansados.
A cultura na fogueira,
Brutalmente assassinada
E na fulgura, berradeira,
O povo faz outra piada.
Prepotente, berra um.
Suicida, berram dois.
“Eu sei mais do que o comum”
E pediu feijão com arroz.
Ah, eu sei bem da história
De quem levanta seu cartaz
Faz a arte, ganha escória
Apenas por tentar demais.
“Não levante tanto a voz”,
“Não fale tanto de si”,
Ah, eu tiro bem os pós
E esfrego no que li.
Todos morrem sem flores
E florido é o caixão
Ah, querem mais é dos autores
Do: “calados vencerão”.
Ah, eu sei bem da história,
Eles cantam a vitória
Com meu sol escaldante.
Mas
Quando tudo for memória
Veremos a dedicatória
A quem morreu com
Seu berrante.
(Vanessa Brunt)
Hoje eu me sinto cansada, Senhor, das lutas do dia a dia, do trabalho constante, do peso da responsabilidade que eu mesmo tomei sobre meus ombros.
Também me sinto só, por conta de mim mesmo, pela falta de confiança que nao tenho nem da minha própria sombra, pelo pouco do amor que diminuem em minhas veias, de tanto espreme las para dar de beber as vidas que dependem do meu ser.
E para que esse sentimento nao me consuma ainda mais, procuro olhar para céu e comtemplar tua grandeza, pois so posso ver a tí desta maneira, como é linda a lua , como brilham as estrelas!
Hoje me vi de frente com o passado, no ano de 1930, um senhor de 96 anos de idade, disse está bem de saúde, nisso eu acredito, ele até leu os meus discos, com sua senhora ao lado, mais nova que ele um bocado.
O que me chamou atenção foi que, daqui a quatro anos ele completa 1 século de vida, eeu com apenas 35 sentindo essa agonia.
Deus, dai-me força porque um século é muita coisa, e se ele está bem e com saúde, de solidão eu nao morrerei, farei um trato com ela, nem ela me oprime, nem eu á manderei ir embora.
Quesera eu, que fosse uma ressaca de cachaça, pois ressaca se sabe que passa, mais ela nao, ela tomou partido aqui , nem eu vivo sem ela, nem ela vive sem mim.
Eu me entedio com o cotidiano, talvez por isso eu me refugio nos meus pensamentos e nas minhas inspirações...
Vivo os meus dias no que escrevo, descubro o meu passado, presente e o futuro no poema elouquente;
Diga-me, destino...
Por que me escolheste, se desde o primeiro passo já havias decidido que eu caminharia sozinho?
Arrancaste-me do meu mundo com promessas de glória. Chamaste-me de herói antes mesmo de conhecer meu nome.
Mas bastou uma mentira...
Uma única mentira.
E tudo aquilo que juravam admirar transformou-se em desprezo.
Roubaram minha honra antes que eu pudesse defendê-la. Condenaram minha voz antes que eu pudesse falar. Julgaram meu caráter sem jamais olharem em meus olhos.
Diziam que eu era o escudo.
Mas, quando precisei de proteção, não havia ninguém.
Enquanto outros recebiam espadas, lanças e arcos, eu carregava apenas o peso da desconfiança.
Chamavam-me de criminoso. De traidor. De indigno.
E, ainda assim, esperavam que eu salvasse aqueles que me apedrejavam.
Que ironia...
Queriam meu sangue, minha força, meu sacrifício.
Queriam que eu derramasse lágrimas por um reino que nunca derramou uma única por mim.
A cada porta fechada, aprendi que a confiança é um luxo para os ingênuos.
A cada olhar de nojo, aprendi que a solidão é mais honesta do que a falsa bondade dos homens.
Então, responde-me, destino...
Quando foi que deixei de ser um herói e me tornei apenas o recipiente do ódio alheio?
Ou talvez...
Eu nunca tenha sido visto como um homem.
Apenas como uma ferramenta.
Algo para ser usado, culpado, descartado e convocado outra vez quando o mundo estivesse prestes a ruir.
Dizem que a raiva me consumiu.
Mas ninguém pergunta quem acendeu esse fogo.
Ninguém pergunta quantas vezes precisei juntar os pedaços de mim que eles mesmos quebraram.
Ainda assim...
Continuo caminhando.
Não porque acredito neste reino. Não porque confio nas pessoas. Nem porque desejo ser chamado de herói.
Continuo porque me recusaram o direito de desistir.
Se o mundo insiste em enxergar um monstro, que veja.
Se o destino deseja me dobrar, que tente.
Pois aquele jovem que acreditava na justiça morreu no dia em que foi traído.
O homem que permanece...
Já não luta por reconhecimento.
Luta apenas para provar que nem o ódio de um reino inteiro foi capaz de arrancar a única coisa que ainda lhe pertence:
Sua própria vontade.
Em uma bela noite, estava eu, rindo, olhando o céu, lembrando do momento em que parei no tempo, olhando o chão vivo da terra que pisamos. Pensei, repensei: se pudesse voltar naquele ponto e somente falar, mesmo sem olhá-la: "Eu te amo. Você me ama?". Queria escutar a voz mansa dizer: "Tá bem? Claro, amor da tia...", mas só...
Parei, voltei à realidade. Senti a brisa no pescoço, que mostrava-me vivo, vivo da carne que cortava, que doía, mas que mal sentia; dos gestos que não sentia, pois a rotina acabara. Lembrei que o todo se transformou em empatia, em só ajudar, pois não era nada para mim. Concluía que transformara no significado que dará à vida, que mudará a depender do tempo, mas que sempre era veloz, nada nítida, mas linda nos maiores, mais belos e horríveis dias.
Não aprendera a ver o mal. Tentara imitá-lo na tristeza, mas queria rir dela. Será que aprendi a verdade, ou aprendi a desaprender? Choro, rio, grito e me descasco em sangue. Será que fui eu quem mudou, ou foste tu que nunca exististe como lembro?
Em a Inveja do Meu Eu.
Deve ser para isto que servem os sonhos:
lembram-nos daquilo que o subconsciente ignorou.
Talvez por medo, trauma, sei lá. Minha solidão, por fim, resulta na minha falta
de interesse naquilo que é tão simples:
Juliano Assis
SOLIDÃO
"No avançar da vida aprendi a sofrer calada,
a chorar quietinha,
eu e minha alma sempre aos pedaços,
sozinhas...
Por qual razão sofreria mais agora
com teu amor tão medroso,
com teu querer mentiroso
e tuas fugas mesquinhas?
Prossigo ao meu modo, sofrendo calada
e chorando quietinha.
No meu mundo, com minha alma em pedaços,
silenciosamente eu curo minhas dores... sozinha."
Lori Damm ("Solidão", Contos, Crônicas & Poesia)
"Aos quatorze anos eu coloquei um chapéu de flores na cabeça e nunca mais tirei!
Lembro até hoje: era branco com rosinhas cor de rosa. Fiquei muito feliz quando o comprei, me senti o máximo porque aquele chapéu estava super na moda na minha cidade, rs
O tempo levou o chapéu físico embora mas ele prossegue na minha cabeça, enfeitando meus dias de branco e rosa e muita felicidade!
O que os outros pensam? Ah, não sei, isso é problema e direito deles, de pensar o que quiserem. Respeito. Mas meu chapéu da alegria não tiro da cabeça de jeito nenhum.
A vida é minha, a vida é bela e eu a saúdo com o meu melhor sorriso todos os dias.
Por isso prossigo com quatorze anos. E você?"
Dizem que deus escreve certo por linhas tortas. Eu digo que ele é apenas um péssimo calígrafo que se recusa a admitir que borrou o papel.
Eles dizem que deus trabalha em silêncio. Eu digo que esse silêncio é indistinguível da inexistência.
Num belo dia ensolarado, diante de todos eu julguei o deus "cristão" por seus vários pecados, (genocídio no dilúvio, extermínios coletivos, punições eternas e chantagem moral) então condenei-o à destruição e ao esquecimento absoluto.
Dizem que deus escreve certo por linhas tortas; eu acho que ele só tem um péssimo senso de direção e um prazer sádico em ver a gente capotar na primeira curva.
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Poemas que falam quem eu sou
- Frases de motivação: palavras para encontrar o incentivo que você precisa
- Poemas Quem Sou Eu
- Você é especial para mim: frases que tocam o coração
- Frases de Amor Não Correspondido
