Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
Não é que eu goste de ser solitário .
É que as conversas comigo mesmo ,
São melhores e mais interessantes
Que com todos que já tive contato.
Eu sozinho sonho alto,
e as pessoas quebram sonhos.
Eu sozinho sou positivo .
Os meus poemas eu componho.
A vida é muito generosa.
E eu trago comigo muitos desejos.
Desejo a felicidade
Mas também desejo dinheiro.
A minha mente é muito utópica,
Você não entenderia...
Tenho o ego inflado ,
Mas idealizo uma vida perfeita
Com todos vivendo em harmonia.
Agora é dia,
E daqui a pouco a noite chega.
As fases sempre passam rápido ,
Num dia a lua ta minguante ,
N'outro dia é lua cheia.
Falando em lua cheia...
É a fase que eu mais gosto .
Lembra ouro brilhando no céu,
Também me lembra um corpo
Que quero tocar mas não posso.
Já quis também voar ,
Sair pelo espaço observando tudo .
As vezes penso tanto nisso ,
Que as vezes eu nem durmo.
Me consumo.
Eu não consigo mais me ver num casamento!
Embora as questões do casamento sejam simples pra mim, o conviver me amedronta.
As obrigações que parecem ser apenas"femininas", me desesperam.
Tenho medo, pavor!!
E diante de não poder fazer nada, eu faço a única coisa que posso fazer:
Eu me permito ficar triste, chateada, me permito reclamar, ficar mal e chorar.
Não vou me negar isso, nem vou deixar de acreditar em mim...
Ele era um fardo, um espinho ao meu lado. Porém, ele era alguém que eu não podia deixar partir – o elevador da minha vida.
Eu não ousaria desejar que os racistas tivessem as suas almas abduzidas pelas profundezas da escuridão, pois no breu também habita a noite e nela residem as estrelas, a lua e o colorido deslumbrante do universo, e destas belezas, destas sutilezas encantadoras do infinito eles não merecem desfrutar considerando ser a escuridão o território da negritude do belo. No fundo, desejo-lhes mesmo que os seus corações sejam expostos no pedestal do dia, sob uma imensa transparência das suas essências desumanas, e que permaneçam sob holofotes reproduzindo a luz sombria que emana de uma alma refém do peso de uma consciência para que sejam evidenciados pela vergonha incalculável que causam em todos que verdadeiramente são humanos
"A Graça pode me dar o poder que eu não consigo obter, mas ela não me tira do dever do que tenho de fazer."
Eu reservava o meu interior, enquanto ele o exibia. Esconder algo é ter algo para esconder. Eu não tinha, mas estava me escondendo, estava espiando o mundo como alguém que acaba de enterrar um tesouro.
Eu poderia comparar a vida com um vector mas não posso cometer este erro, porque o vector tem origem, extremidade direção e sentido, a vida tem origem, extremidade, direção mas não tem sentido.
"Ou eu estou sendo burro que não estou entendendo. Ou você está sendo burro que não está sabendo me explicar"
Eu cai na dela como nunca cai na que ninguém. Não me venha com essa de esconder o que sente e nem de se fechar para não transparecer, eu caí na dela.
Primeiro ela me derrubou com o seu sorriso e a sua parceria, ela nem tinha motivos para ser tão parceira assim, mas foi.
Sempre mulher inteira, me conquistou quando mostrou que não precisava de metades, ela já se bastava.
Depois ela veio e me mostrou uma face que eu não conhecia, que era tão dela que me fez desejar vê-la todos os dias.
Seu toque me desmontava, meu Deus, quem era eu em tuas mãos?
Eu caí na dela e ela pintou meu coração com as suas cores, nunca entendi muito bem sobre isso, mas sempre soube que cada canto meu tinha um detalhe dela.
Ela se tornou minha artista predileta, fez meu coração de sua tela.
Eu caí na dela, não escondo, sou adulto o suficiente para mostrar meus medos, pontos fortes e fracos, minhas claras certeza e duvidosas inseguranças.
Cair na dela me fez ver que algumas quedas doem, podem te fazer perder o chão, mas o que fez com quem eu sou não tem explicação. Cair na dela foi algo que talvez eu pudesse evitar, mas que me fez aprender que “na dela” não é o meu lugar.
Eu não desisto daquilo que vale a pena arriscar, porque as chances raiam , criando novas possibilidades...
Eu não tenho medo das mudanças,
tenho medo da falta de resultados.
Meu frio na espinha não é a decepção,
e sim a descrença nas pessoas
e a negação em viver o intenso.
Quando é dor, sei que cessa.
Emocional arruinado,
amor próprio conserta.
Mas quando não há nada...
Eu me preocupo.
Inexistências me dão calafrios.
Há dias em que eu não sinto o que pulsa dentro do meu próprio peito. Há dias em que eu não consigo distinguir o que é respirar e o que é suspirar. A luz que, um dia, revestiu todo o meu ser, hoje, não passa de trevas cobrindo o que um dia fora Alvorada.
Eramais fácil na época em que eu corria para o sofá da sala ver desenhos. Às 5:30 da manhã. Na época em que eu via meus pais como anjos que me abençoaram com o sopro da vida. E hoje, minha caminhada consiste, apenas, na presença de demônios. Criados e cultivados, aparentemente, por mim, dentro de mim.
Eu ouço a sua voz e não temo a nada, como se qualquer momento nosso não pudesse ser menos que verídico, porém quando fico sozinha são tantas as questões que se formam em meus pensamentos que não consigo encontrar respostas cabíveis pra tais. Me sinto tão confusa e ao mesmo tempo tão certa dos meus sentimentos por você e vice-versa. Eu sei que do seu jeito você se esforça pra que a gente fique bem, mesmo a gente sendo um tanto diferente. Sinto por você não conseguir enxergar também o quanto prezo por isso, apesar das minhas provocações, eu mudei bastante coisa em mim pra tentar me adaptar à você, pena que você não me conheceu antes, ou talvez sorte a sua. Eu quero continuar cada dia mais amando você assim mesmo com esse seu jeito um tanto marreto e carinhoso ao extremo, esse mesmo que fica tão sexy me pedindo carinho, que as vezes é ignorante e mesmo assim continua lindo. Tudo em você só me faz amá-lo ainda mais, só te peço por favor não destrua toda essa convicção que tenho de você, porque talvez eu não tenha capacidade para conhecer e aprender a amar um outro alguém.
