Eu Nao sou Perfeita So apenas eu

Cerca de 864435 frases e pensamentos: Eu Nao sou Perfeita So apenas eu

" Não sou o passado de ninguém, mas sou o futuro que alguém perdeu " .

Sou mar.
Às vezes, calmaria.
Às vezes, maré brava.
Não é contradição.
É personalidade.
Há dias em que acolho,
há dias em que transbordo.
Sou muitas em uma —
e ainda assim, sou inteira.

JA NAO SOU QUEM ERA NEM VOTAREI A SER QUEM FUI ; MAS SEREI SEMPRE FIEL AOS MEUS PRINCIPIOS;/

Sou meu próprio lar, e aqui a solidão não cria raízes.

Reconheço cada erro, mas exibo com orgulho o meu acerto: hoje não sou mais escravo do que me matava por dentro. Graças a Deus fui forte para vencer o vício sozinho, longe de quem prega santidade mas vive na falsidade. Sou um homem que se levantou pelo próprio caráter.

Não Aprendi a Amar

Sou uma bagunça compreensível, difícil de explicar.

Corra enquanto há tempo. Tornei-me um labirinto solitário.

Às vezes, pessoas surgem e eu desejo que fiquem por completo. Mas dizer adeus parece mais fácil.

Desculpe se levei uma parte de você. É que você também levou uma parte de mim.

E o que restará?

Apenas solidão, uma coleção indesejada que continuo guardando.

Rabiscaram-me por dentro e agora sufoco, sem ar para respirar.

Quer me ajudar?

Não o faça.

Tenho medo de sugar todo o seu ar e não saber como devolvê-lo.

Estou perdida. Nem sei mais onde estou.

Sou uma bagunça sincera e ninguém merece isso.

Por favor, vá embora.

Aqui está frio e escuro. Estou perdida dentro do meu próprio caos.

Sou um Frankenstein, uma criação desajustada, tentando descobrir onde encaixar cada pedaço.

Mas, por favor, deixe uma parte de você aqui.

Porque é assim que me sinto:

um quebra-cabeça incompleto, tentando parecer inteiro.

Sou uma pessoa legal, compreensiva e gosto de tratar todos com respeito. Mas não confunda minha gentileza com fraqueza. Sei ser paciente, porém tudo tem limite. Então, pode contar com o meu melhor, só não abuse da minha boa vontade.

“Já dei o sangue pra um objetivo e alcançei um sucesso que não era meu! Imagine do que sou capaz quando for minha vez de provar o meu verdadeiro valor!”

O Fluxo do Destino


Sou água de rio em direção ao mar, não faço retorno,
não sei recuar.


O leito que sigo é o que o tempo desenha,
não há correnteza que me detenha.


Eu sigo em frente, constante e valente, trilhando o destino que me faz semente.


Não carrego a mágoa,
nem peso, nem dor, de quem escolheu me negar seu amor.


Se o livre arbítrio do outro partiu, a água aceitou o que o vento pediu,
assim eu abençôo a partida, desato esse nó, pois rio que para vira lagoa e só.


Mas trago comigo, na linha do peito, o livre arbítrio que herdei por direito, e levo à risca a lição que aprendi.


Não caibo em migalhas, nunca me perdi, não me diminuo, não dobro o meu ser, no mundo de quem não me soube acolher.


Deságuo na vida,
inteira e sem fim,
o mar é o limite que pulsa em mim!

Soberania das Águas


Sou água de rio em direção ao mar, não conheço o retorno, recuso o parar.


Abro o meu leito na rocha e na mente, não faço curva que me jogue para trás,
eu sigo em frente, trilho o meu destino com força imperiosa.


Minha jornada é livre, exata e grandiosa, não carrego a mágoa, esse peso infundado, de quem usou o livre arbítrio e me deixou no passado.


Quem não me quis,
exerceu sua escolha e partiu, mas a minha correnteza não recuou, apenas fluiu.


Não há espaço para o rancor onde transborda o poder,
eu abençoo o adeus de quem não soube me reter,
mas levo à risca, como lei absoluta e sagrada,O
o meu livre arbítrio na terra moldada.


Não me diminuo, não me curvo, não dobro o meu ser, para caber no mundo de quem tem medo de crescer.


Se o espaço é pequeno,
eu sigo o meu curso profundo, não nasci para ser moldura do mundo de ninguém.


Deságuo imenso, dono do meu próprio fim,
pois o mar é o único limite que habita em mim!

Não sou poeta
Mas Deus me fez o melhor poeta
Não sou amor
Mas Deus me fez o melhor amor

NÃO SOU O MUNDO — SOU O QUE ELE ME PERMITE SER

Por Marco Arawak

A Terra não é cenário. É a condição de tudo o que acontece. Antes de qualquer pensamento, existe aquilo que sustenta. Antes de qualquer palavra, existe aquilo que torna possível existir.

Nada em mim começou inteiramente em mim. Meu corpo é feito de coisas antigas: água que já foi nuvem, minerais que atravessaram montanhas, elementos forjados muito antes que meu nome existisse. Sou um encontro provisório de matérias que já pertenciam ao mundo antes de pertencerem a mim.

Não sou origem. Sou continuidade.

A Terra não me acolhe por escolha. Ela simplesmente existe. E, enquanto suas condições permitem, eu existo com ela. O chão não me sustenta por cuidado; sustenta porque é chão. Se deixa de existir sob meus pés, eu caio. Sem intenção. Sem julgamento.

A água não me protege. Ela corre. Quando está limpa, sustenta a vida; quando está contaminada, pode carregar essa alteração para dentro dos sistemas dos quais dependemos. O ar não se oferece. Ele está. E quando deixa de estar em condições que permitam a vida, não há filosofia capaz de substituí-lo.

Nada na natureza precisa me explicar o sentido da vida. Sua função não é me oferecer respostas. Basta que suas condições tornem a vida possível.

Não vivo em um mundo que foi criado para me refletir. Vivo em um mundo que me antecede e continuará depois de mim.

Minha história não é o centro da história da Terra. É uma passagem. Sou um instante dentro de algo muito maior, um acontecimento breve em um processo que não começou comigo e não terminará comigo.

E, ainda assim, existo.

Não como dono.

Como parte.

Cada respiração revela uma dependência. Cada passo pressupõe um chão. Cada alimento carrega uma cadeia de vida, matéria, água, energia e trabalho. Cada dia é uma experiência de equilíbrio que não controlamos inteiramente.

Nada em nós é garantido.

A Terra não é boa nem má. Não cuida de nós como uma consciência materna, nem nos pune como um juiz. Ela simplesmente segue suas leis e seus ciclos.

Mas nós sentimos.

Nós tememos.

Nós lembramos.

Nós escolhemos.

E é exatamente aí que algo muda.

A natureza não precisa ter intenção para produzir consequências. E nós não precisamos controlar o planeta para interferir profundamente nele.

A vida acontece enquanto suas condições permitem.

Dentro dessa fragilidade, construímos cidades, cultivamos alimentos, inventamos máquinas, criamos culturas, amamos, lembramos e sonhamos. Somos capazes de transformar o mundo porque dependemos dele. Essa é uma das grandes contradições da nossa existência: temos poder suficiente para modificar aquilo que não podemos substituir.

Somos forma por um tempo.

E toda forma, cedo ou tarde, muda.

O corpo retorna aos ciclos da matéria. A água continua circulando. Os elementos permanecem em movimento. Aquilo que chamamos de fim, muitas vezes, é apenas uma transformação dentro de processos muito maiores que nós.

Mas a nossa experiência individual é finita.

Eu posso desaparecer.

Você pode desaparecer.

Uma geração pode desaparecer.

E é justamente porque somos passageiros que nossas escolhas importam enquanto estamos aqui.

Existir é frágil. Não porque a vida não tenha valor, mas porque ela não vem acompanhada de nenhuma garantia de permanência.

O mundo não foi feito para mim.

Eu fui feito dentro dele.

E o modo como escolho viver dentro dele não é neutro.

Tudo o que faço interfere em alguma coisa: aquilo que extraio, consumo, desperdiço, transformo, descarto ou preservo. Nem tudo retorna diretamente para mim, nem tudo retorna da mesma maneira, mas quase nada simplesmente deixa de existir porque decidi chamar de “lixo”.

O que descartamos continua fazendo parte do mundo.

O que degradamos pode alterar os sistemas dos quais dependemos.

O que destruímos pode levar décadas, séculos ou gerações para se recompor — quando ainda pode se recompor.

Por isso, a natureza não precisa pedir admiração.

Precisa que reconheçamos limites.

Não precisa dos nossos discursos.

Precisa das nossas escolhas.

Não somos espectadores de um planeta externo a nós. Somos participantes de sistemas dos quais dependemos a cada instante.

Talvez esse seja o erro mais profundo da nossa época: imaginar que estar no mundo significa estar separado dele.

Não estou fora da natureza observando-a.

Estou dentro dela.

Meu corpo não é estrangeiro ao planeta. Minha água veio de ciclos anteriores. Meu alimento depende de solos, chuva, luz, organismos e trabalho. Minha respiração depende de uma atmosfera que não produzi.

Não carrego a Terra dentro de mim como símbolo.

Dependo dela como condição.

Se ela sustenta as condições necessárias à vida, eu existo.

Se essas condições se degradam, minha existência também se torna mais vulnerável.

Isso não é metáfora.

É condição material.

A natureza do planeta não é apenas uma ideia, um símbolo ou um consolo espiritual. É a base física sobre a qual a vida acontece.

Compreender isso não deveria nos tornar maiores.

Deveria nos tornar responsáveis.

Porque não estou aqui para dominar o mundo.

Estou aqui dentro dele.

E aquilo que me sustenta também sustenta milhões de outras formas de vida.

Talvez, portanto, a pergunta não seja “o que o mundo pode me dar?”.

Talvez seja:

“O que a minha presença deixa no mundo?”

Depois de mim, o que permanece?

Uma marca?

Uma ferida?

Uma construção?

Uma memória?

Um cuidado?

Uma possibilidade?

Não posso impedir que o mundo continue sem mim.

Mas posso escolher a maneira como participo dele enquanto estou aqui.

Posso consumir sem transformar tudo em descarte.

Posso construir sem considerar tudo ao redor como matéria disponível.

Posso usar sem esquecer que aquilo que uso veio de algum lugar.

Posso existir sem precisar transformar minha existência em domínio.

Porque não sou o mundo.

Não sou seu proprietário.

Não sou seu centro.

Sou uma pequena parte de uma realidade muito maior que me antecedeu, me sustenta e continuará existindo quando meu nome já não estiver sendo pronunciado.

E talvez essa consciência não seja uma diminuição.

Talvez seja uma libertação.

Não preciso ser o centro para ter valor.

Não preciso possuir a Terra para pertencer a ela.

Não preciso durar para sempre para que minha passagem tenha significado.

Sou apenas algo que acontece dentro deste mundo.

Breve.

Frágil.

Consciente.

E enquanto aconteço, posso escolher.

Posso cuidar.

Posso limitar.

Posso preservar.

Posso reparar.

Posso, ao menos, tentar não transformar em ruína aquilo que tornou possível a minha presença.

Talvez seja essa uma das formas mais silenciosas de responsabilidade humana:

saber que o mundo não existe para nós e, ainda assim, compreender que somos responsáveis pela maneira como existimos dentro dele.

Não sou o mundo.

Sou o que ele me permite ser.

E aquilo que eu fizer com essa possibilidade também fará parte do mundo.

Marco Arawak

“Aprendo todos os dias a viver, e ainda assim sinto que não entendi. Sou feita de melancolia e de breves instantes de felicidade. Talvez te perguntes, leitor, como se vive assim. Eu diria: não vivo — espero. Espero a onda forte que me arraste ao fundo, pois é no afundar que encontro o impulso para voltar à superfície e lutar. Mas, ao retornar, sinto saudade da dor que me agoniza — e então volto à tristeza, como se nela estivesse a prova de que ainda estou viva… e, paradoxalmente, onde reconheço a minha alegria.”

Não sou o dono da verdade, assim como nenhum ser humano possa ser.
A verdade não tem dono, ela é a própria essência do unigenito filho do SOBERANO E ETERNO E ALTÍSSIMO PAI CELESTIAL.
Sua graça constrange o meu ser.
E que nada, definitivamente nada, faço por esse dom eterno merecer.

Me ame pelo que sou e não pelo que represento.

Sou Tão Grata a Deus Por Não Ter Ido Para o Mundo❤️‍🔥

Sou Julgada Mas Não Vou Julgar.

Sou Apedrejada Mas Não Vou Apedrejar.

Sou Tão Feliz e Grata a Deus Por Ele Não Permitir as Vontades de Ninguém Na Minha Vida❣

Acredito que minha pregação, e não sou um grande pregador, pelos padrões de pregação. Se você pegasse um grupo de estudantes de teologia e eles estudassem a minha pregação, eles não me escolheriam como um grande pregador. Mas acredito que Deus me deu poder na pregação. Sermão, O Espírito Santo é mais do que você pensa.