Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
Vivemos alegando falta de dinheiro para cumprir compromissos, mas continuamos esbanjando na vida social.
Sol
Radia, sol, por que me deixas tão só?
Me sinto só, com pouca luz,
Que todo o sol seduz...
Mas, mesmo assim, me sinto bem.
Amor, quantas vezes chorou?
Um cálice de dor, muitas vezes passou,
E, com o tempo, esqueceu-se de mim.
Radia, sol, vê se lembra: amanhã é um novo dia.
Você, lindo... qual seria?
Minha sereia marinha, Carolina,
Minha linda gatinha, tão lindinha...
E de tanto chorar as preces,
Não me apreço — me lamento, me levanto,
E, de novo, volto a cantar...
Volto a cantar... nosso amor...
🧠 Confie em si, mas abra espaço para confiar nos outros. Só assim a vida floresce
“Creia em si mesmo, pois a força do ser nasce da confiança interna; contudo, não desacredite constantemente dos outros, pois a desconfiança cega o coração e impede a comunhão verdadeira. A sabedoria reside no equilíbrio entre a fé em si mesmo e a abertura ao outro, onde nasce a paz que transcende todas as diferenças. Que esta mensagem ilumine caminhos e una almas através das eras.”
Ah, as flores do café… tão discretas, quase tímidas, mas com uma beleza que só revela seu verdadeiro encanto a quem sabe esperar. Plantar café é um ato de fé. Você coloca uma semente na terra, sem pressa, e nela deposita sonhos com a certeza de que nada acontece antes do tempo. As flores surgem em branco, como promessas sussurradas pelo vento, perfumando o ar por poucos dias… e depois desaparecem, silenciosas, dando lugar ao fruto que só virá com meses de espera. Colher café é colher histórias. Entre uma flor e um grão maduro há chuva, sol, paciência, silêncio, cuidado. Cada xícara carrega o tempo em forma líquida o tempo de quem cuidou da terra, esperou o florescer, enfrentou a seca, confiou na colheita. É como o amor: não se apressa. Brota, floresce, amadurece. E quando enfim chega, aquece por dentro, como aquele primeiro gole de café numa manhã ainda acordando.
Queremos impor, moldar os outros,
como se todos fôssemos cópias.
Mas como dançarinos em ritmos soltos, cada qual é único em suas próprias tropas.
Livro: O respiro da inspiração
O medo tem um jeito silencioso de nos afastar do que mais queremos. Às vezes, a coragem é só dar um passo mesmo tremendo.
O medo é bom quando alerta, no entanto ruim quando nos trava. E no fundo, a gente só cresce quando vai mesmo com medo
O Designer que ignora o pensamento sensível do usuário é só mais um tecnocrata. Projetar sem considerar as camadas da experiência humana, inclusive a estética, se resume a empilhar funcionalidades. E isso não é projetar experiências.
Estaremos unidos até que a morte nos separe, ou talvez nem nela, ou talvez só até aparecer alguém melhor e cada um ir para o seu lado, ou não. Podemos até continuar juntos.
Versos de Um Desamor
Te amei sem ter te tocado,
Te amei sem te beijar
Só hoje percebi que estive errado,
Ao gostar de alguém que não compreendia meus olhares,
Alguém que não pôde me amar.
Te amei por um tempo,
Até perceber que era tudo em vão
Amar alguém em pensamento,
Que mesmo por um curto momento,
Te encheu de esperanças de uma possível paixão.
Te amei mais que tudo,
Que um alguém poderia amar
Te amei tão profundo,
Que conseguia te ver sorrindo ao fundo no céu azul do luar.
Te amei até tudo fazer sentido,
E conseguir compreender a real situação
Que apesar da ironia do destino,
O tal desamor foi o gatilho,
Que me inspirou ao descrever em versos o que estava descrito apenas no coração!
Resisti ao mundo, mas nunca a você
Entreguei minha paz, só pra ver teu sorriso acontecer
Bravei noites e tormentas que você nem soube
Escrevi meu nome na história com a tinta do amor mais louco
Cada verso meu tem teu nome escondido
Amor assim… é Rebeca. E ponto.
**Sorrisos**
São só curvas, um traço no rosto,
Um breve instante, quase um repouso...
Mas quem diria, nesse contorno singelo,
Tanta luz, tanto calor, tanto conselho?
São só músculos, gesto fugaz,
Mas quando surgem, num claro momento,
São como sóis, rompendo a neblina,
Iluminando o mais fundo do vento.
São pontes leves sobre o abismo,
Quando o silêncio pesa demais.
São lenços suaves para o pranto,
São promessas em dias maus.
Podem ser tímidos, quase sussurros,
Escondidos nas dobras do olhar.
Podem ser largos, cheios de vida,
A fazer o mundo cantar.
Podem ser frágeis, em noites de temporal,
Mas mesmo assim, uma luz a brilhar.
Podem ser fortes, a quebrar muralhas,
A fazer o ódio se esvair.
São linguagem que todos entendem,
Sem precisar de tradução.
São abraços que não usam braços,
São canções sem precisar de voz.
São sementes de esperança plantadas
No solo áspero da realidade.
São flores que nascem nas frestas
Da mais dura adversidade.
Ah, sorrisos... pequenos milagres,
Tesouros que todos podemos dar!
Não custam nada, mas tudo transformam,
Basta deixá-los brotar... e voar.
Grandes homens só se tornam "grandes" quando a maioria se apequena. Sua grandeza se ancora numa tacanhice previamente institucionalizada. Quase sempre, a interdependência inerente a todo contexto social é ignorada: o sujeito já nasce grande, ou se torna assim por conta de alguma predestinação mirabolante, quase mística.
Os verdadeiros grandes homens raramente são reconhecidos em seus momentos cruciais e em sua plena dimensão – justamente quando mais ameaçam a tacanhice do status quo. Pois a grandeza unânime e instantânea quase sempre é um monumento de propaganda, erguido pelo poder que ela serve.
Pessoas quebradas também merecem ser valorizadas só quem passa pelo céu o o seu inferno intenderam quão doloroso foi pra tentar colar os pedaços
