Eu Nao sou Perfeita So apenas eu

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Trilhei caminhos desconhecidos. Caminhei entre espinhos. Eu sabia que não seria fácil, mas desistir nunca foi uma opção. Quem espera... alcança, quem luta... vence, quem sonha.... conquista e quem confia em Deus é realizado!

O dia que eu coloquei meu passarinho no dedo, levei ele pra rua e ele não quis ir embora, mesmo podendo voar, eu entendi o que é liberdade. É querer estar junto mesmo com milhares de outras possibilidades lá fora. É poder ir e querer ficar.

Queria mudar, e enxergar outra pessoa aqui. Eu quero falar, mas não encontro a quem ouvir.

O destino conduz os que querem ser conduzidos e arrasta os que não querem
Eu tenho andado mais ou menos de arrasto
Nem sempre quero ir para onde o destino me leva.

Muitos me chamam de bipolar. Eu digo que não, a polaridade em mim é muito mais que bi. É um número incontável.

Eu quero ganhar. Não quero ser tratada com igualdade. Em meu coração, eu quero ser melhor que eles.

Eu devo ser uma sereia... Não tenho medo de profundidades, mas tenho um grande medo de uma vida superficial.

Anaïs Nin
The Four-Chambered Heart (1950).

"Ela disse: Ele não me entende.
Eu disse: Ele é um garoto, garotos nunca entenderam garotas"

Eu não entendo porque as pessoas fazem as outras chorarem se podem fazer elas rirem, é tão simples e dói bem menos.

Não faz não...

O que eu faço?
Pra continuar pensando em você as 24 horas do dia, sem esquecer um minuto?

Acho que nem está tão difícil...
Particularmente, eu não quero parar de pensar...
Só se você me pedir, mas mesmo assim eu finjo que parei...

Só se isso me fizer mal ?
Não faz não..Faz bem...Faz-me faz sonhar com o infinito, a me descobrir como homem amante, a descobrir que existe amor, que existe esperança, que existe a mulher sonhada, que tudo na vida acontece pela razão e emoção caminhando juntas, lado a lado, a fim de bombardear o coração e fazer reconhecer: Ei, seu bobo, você está amando.

E o sorriso tenta não sair, mas sai. O coração tenta não sangrar, mais sangra. A boca tenta não falar, mas fala e tudo fica lindo, cheio de flores...

Amor Platônico talvez seja isso...

Quem foi que disse...
Que eu não poderia te deixar para trás?
Que eu não te esqueceria?
Que eu morreria sem você?
Eu ainda não entendo como posso... Mas agora sei que posso.
Não vou mentir isso realmente me fez sofrer.
Você tentou me matar... Bem devagar... Bem sutilmente, você tentou.
Tantas promessas, tantos sonhos...
Eu vou me libertar.
De velhos hábitos.
De velhas verdades.
De velhos medos.
Eu descobri que posso viver... Que finalmente posso continuar o meu caminho.
Vou sair desse mundinho só meu e seu.
Vou viver... Sem destino...
É bem verdade que será uma vida vazia.
Mas não terei em troca que me humilhar.
Eu vou... Pra bem longe... Tão longe que eu não possa mais voltar.
Vou continuar e te deixarei para trás...

E eu não queria que quando você finalmente chegasse, eu fosse menos. Já me explico. Ser menos, quando se é muito como eu, dói, entende? Me diminuir vai deixar cicatrizes.

Não me mande coisas assim raivosas. Eu não tenho anticorpos para esse tipo de coisa.

[...] Sabe o que eu sinto? Tem duas coisas me puxando, dois tipos de vida — e eu não quero nenhum deles. Quero um terceiro, o meu. Que ninguém tá curtindo. [...] — não estou conseguindo viver como eu gostaria — e não tenho coragem de ficar sozinho e tentar, você me entende? Acho que não. Eu vou levando, tenho horas de soluções drásticas, vou levando. Mas não sei até quando. [...] E eu fico muito comigo mesmo nisso tudo — cada vez mais sufocado, mais necessitado que pinte um VERDADEIRO ENCONTRO com outra pessoa, seja em que termos for. Parece que ou eu ou os outros não somos mais tão disponíveis. Será que estou fechando, perdendo a curiosidade? Eu não sei. Vou dormir. Amanhã te escrevo mais um pouco.

Em outra vida, eu seria sua garota. Em outra vida, eu faria você ficar. Então eu não precisaria dizer que você foi aquele que foi embora... aquele que foi embora.

Katy Perry

Nota: Trecho da música "The One That Got Away".

Explosões

"Não tenho nada a ver com explosões”, diz um verso de Sylvia Plath. Eu li como se tivesse sido escrito por mim. Também não faço muito barulho, ainda que seja no silêncio que nos arrebentamos.

Tampouco tenho a ver com o espaço sideral, com galáxias ou mesmo com estrelas. Preciso estar firmemente pousada sobre algo — ou alguém. Abraços me seguram. E eu me agarro. Tenho medo da falta de gravidade: solta demais me perco, não vôo senão em sonhos.

Não tenho nada a ver com o mato, com o meio da selva, com raízes que brotam do chão e me fazem tropeçar, cair com o rosto sobre folhas e gravetos feito uma fugitiva dos contos de fada, a saia rasgando pelo caminho, a sensação de ser perseguida. Não tenho nada a ver com cipós, troncos, ruídos que não sei de onde vêm e o que me dizem. Não me sinto à vontade onde o sol tem dificuldade de entrar. Prefiro praia, campo aberto, horizonte, espaço pra correr em linha reta. Ou para permanecer sem susto.

Não tenho nada a ver com boate, com o som alto impedindo a voz, com a sensualidade comprada em shopping, com o ajuntamento que é pura distância, as horas mortas desgastando o rosto, a falsa alegria dos ausentes de si mesmos.

Não tenho nada a ver com o que é dos outros, sejam roupas, gostos, opiniões ou irmãos, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto. Se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é ainda mais estranho do que eu mesma.

Não tenho nada a ver com cenas de comerciais de TV, sou um filme sueco, uma comédia britânica, um erro de adaptação, um personagem que esquece a fala, nada possuo de floral ou carnaval, não aprendi a ser festiva, sou apenas fácil.

Não tenho nada a ver com igrejas, rezas e penitências, são raros os padres com firmeza no tom, é sempre uma fragilidade oral, um pedido de desculpas em nome de todos, frases que só parecem ter vogais, nosso sentimento de culpa recolhido como um dízimo. Nada tenho a ver com não gostar de mim. Me aceito impura, me gosto com pecados, e há muito me perdoei.

Não tenho nada a ver com galáxia, mato, boate, a vida dos outros, os comerciais de TV e igrejas. Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto.

Minto, tenho tudo a ver com explosões.

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Coisas da Vida. Porto Alegre: L&PM, 2003.

Não brinque com meus sentimentos, pois talvez eu domine nesse jogo e você nem saiba !

Não posso te dar tudo, mas te dou tudo que eu puder

Talvez eu não me canse de esperar pela realização dos meus sonhos. Mas talvez meus sonhos gostem de me fazer esperar. A espera dói. Mas é uma necessidade. Infelizmente. Quem sabe um dia eu olhe para tudo que já passei e agradeça pelas lágrimas derramadas. Elas me fortaleceram, e em certos momentos me mostraram que sou mais forte do que imagino. No final, quero apenas olhar pra trás e me orgulhar, por estar bem, mesmo com tantos temporais. Quero só olhar pra trás e ter a alegria de ver o sol nascer novamente.

Se os opostos se atraem eu não sei
Prefiro simplesmente dizer
Que eu não consigo entender
Como eu posso gostar de você