Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
De uma certa forma sou mudo,
sou cego, sou surdo.
Quando tento falar contigo,
quando estou prestes a te encontrar,
quando eu quero ouvir a sua voz.
De uma certa forma, não quero.
De uma certa forma não, quero.
Tudo por uma vírgula...
... tudo de uma certa forma.
Me desculpe, escrever tanta expressão relevante, mas sou assim, meio louco, meio poeta, meio humano, meio anjo, neio estranho, meio ninguém...meio raro!
Teu rosto
O teu rosto ainda vive no passado
como um pecado de um ato primitivo
sou fugitivo do reflexo da saudade
que ainda invade toda fenda desse arquivo.
Poema em Solidão nº5
SOU
e a tua angústia me pressente
e a meus olhos tristes abertos para a vida.
Tua busca
rompe a solidão em que me envolvo
e me revela ao teu olhar inquieto e lúcido.
Desperta e atenta
te percebo e me descubro
a mim, que me construo e me adivinho..."
S, para dizer que Sou seu
E, para Explicar o quanto te amo.
X, para marcar seu coração e o
O, para gritar que sou "O dono dele".
Sou poeta do sol e amo os girassóis, mesmo aqueles de aflorações noturnas, pois sei que, no fulgor das volúpias, há dentro de nós, um sol que brilha, mas que não queima e nem ofusca, somente incendeia!
E assim
me vou ao teu encontro
e nessa ida me sucedo / me ultrapasso
e muitas sou em mim
me embaraço
na ânia de chegar e de dizer-te..."
- O senhor esta aí?
- Sim, quem é você?
- Sou a "Fé"
- O que quer?
- Encontrar a "Esperança".
- Onde a perdeu?
- Quando me perdi de mim mesmo ...
Este invólucro me guarda. Fico pensando se ele combina com quem realmente sou. Será que sou pior ou melhor que a embalagem que me destes? Este papelzinho que jé foi liso e brilhante, bem mais a minha cara, hoje um pouco amassado, um pouco manchado, um muito surrado. Parte difícil da vida, quando o conteúdo tem que ser muito ótimo porque a embalagem já não convence mais...
[...] Mas, Maria! A minha criança mora ao lado. A criança que sou, a criança que tu conhece, a criança que tu se lembra. Do lado ainda sou a mesma, sabes que o tempo me trouxe o cheiro da chuva, lembra? A gente gostava tanto de olhar a chuva pela janela naquela casa cheia de gente, eramos tão criança...Por que agora tudo está ao som de música triste, piano de fundo, voz com dor...Desaprendi o jeito, vou rifar meu violão.
O mundo, é uma pura ingratidão
Hoje sou culpado porque "penso demais"
Enquanto o que rouba milhões é rei
Estou pobre e sem dinheiro, quem sou eu
Mas ainda tenho minha mente, minhas palavras
E o que guardo, dentro de mim
Basta para uma vida inteira
Pois, sou alguém sem ter nada
Busco a verdade, e não às enganações terrenas
Sou VONTADE, não necessidade
Sou PERGUNTAS, não respostas.
