Eu Errei me Perdoa Poesia

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⁠Fonte Grande de prazer

Ventos fortes varrem
A impureza das folhas
O balançar das folhagens
Colore a visão
Daquele que aprecia a beleza
Do espaço infinito
O sol ardente
Prenúncio de chuvas
Anuncia o cair da tarde
Do Fonte Grande
Ao longe um tímido chilreio
Se ouve num vazio exuberante
Profundo néctar
Apreciável êxtase
Minha Contagem de amor
Teófilo Otoni de encantos
Enfim, a paz está de volta
Na imensidão do firmamento

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⁠Reflexões perfunctórias do Menino do Vale do Mucuri

Lute sempre para melhorar
As relações humanas
O bem-estar, a qualidade
De vida das pessoas
A grandeza do nível
De confiança no meio social
No ambiente em que se vive
Sua força enobrece o território
E o espaço na sociedade.
Seja porta-voz na defesa
Dos princípios humanitários
Não deixe a maldade prosperar
Não transija jamais diante
De choques de interesses
De conflitos de valores
Se tiver que fazer opção entre
A influência do poder econômico
E os valores éticos
Faça opção pelas firmes
Convicções da dignidade
A espada capitalista do terror
Não tem o mesmo poder diante da sólida
Estrutura moral
Existem valores que são inegociáveis
Se algo lhe importuna e maltrata sua alma
Saia do barco enquanto
Somente persistem as ameaças
Iminentes de naufrágio
A hipocrisia cabotina
Logo se descortina
A máscara logo vem ao chão
E todos verão que tudo
Era ditadura do vazio
Do amadorismo, da fantasia narcisista
Da vaidade desmedida
Do encanto pueril
Bom mesmo é ser feliz no Vale do Mucuri
Na amada Teófilo Otoni
Onde a paz prospera
Tudo é muito leve
A arrogância logo é detectada
A brisa ameniza o sofrimento
E afasta a opressão
Seja protagonista do seu tempo
Cujo desiderato é a promoção
Dos Direitos Humanos
E construção da Cultura da Paz.

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⁠SUPERLUA

Agora, exatamente
Um convite
Para rara beleza
A riscar os céus
Um colorido exuberante
Estilhaços de luminosidade
Lua cheia de raridades
Para os corações apaixonados
Um firme arrebol desenhado
Nas longínquas montanhas
De desejos e emoções
Curta distância entre o belo
E a raridade, o lirismo
O encanto inesquecível
A despertar a alma gêmea
Doçuras da vida
Um olhar umedecido
Cores do espetáculo
Néctar do prazer
Da SuperLua que reaparece
Desde a Carta dos Direitos
Humanos de 1948
Órbita nas proximidades
Da terra a extasiar
Os corações apaixonados
Convite para o renascer
Da ternura que brota
Do âmago do verdadeiro
E contumaz AMOR

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⁠Chuva de bênçãos

A vida é uma explosão de alegria
Nem mesmo um sopro
De aborrecimento é capaz
De extrair a plenitude da
Paz que habita calmamente
O âmago sereno e voraz
Na amada Contagem
Numa Fonte Grande
De imaginações
Aflora o amor
Culto, belo e prazeroso
De profunda lhaneza
Acelera e aprofunda
O néctar de prazer
Num jogo de fantasia
Ternura e realidade
Nos convidando para
A vida, calma e chuvosa
Varrendo as imaginações
Sutis, dissimuladas e traiçoeiras
Que habitam o sistema
Terráqueo
Lindo, fértil e amoroso

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⁠AMOR EDIFICANTE

Amor verdadeiro
Subitamente, arrebatador
Leve, terno, obediente
Nas cores do mundo
Perfeito e esperançoso
Sutil, impulsionador
Surreal e corrosivo
Alimento da alma
Coração plangente
Dizimador ou palpitante
Lágrimas de sentimentos
Avassaladores de encantos
Triunfante e sábio
Perfeito e assaz
Simplesmente edificante

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Encantos de Teófilo Otoni

Conheça o berço da liverdade
Bela e amada Filadélfia
Princesa nordestina
Formosura de néctar e candura
Que cintila alma e glória
Profundidade de belas culturas
De riquezas, de arte e musicalidade
Vale do amor, da solidariedade
Do Bela Vista transformador
Fonte preciosa de sabedoria
Meu sertão querido
Que exala humanismo
Sou do Vale da fome por liberdade
Da fome por conquistas
Gente de espírito republicano
De Santo Antônio
E Todos os Santos
Da Praça Tiradentes
Da fonte luminosa
Inocentes são os detentores do Poder
De cegueira deliberada
Que não enxergam
A riqueza desse povo
De lutas diárias
De sol escaldante
De pele queimada
Por lutas constantes
De calor humano aflorado
Vale do Amor fraterno
Das águas marinhas
Do topázio, dos diamantes
Das preciosidades
Que reluzem e incandescem
Fonte de revoluções liberais
Dos juristas que agregam
De Cunha Peixoto
Do Menino do Mucuri
Sou do Vale, sou do Mucuri
Orgulho dessa gente resoluta
Da Civitas Amoris Fraterni

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⁠Lampejos de sabedoria democrática

Sou amante da Justiça
Plena e equânime
Justa e protetora
Amada e exaltada
Por minha veia jorra sempre
O sangue da democracia
Me coloco como a voz da liberdade
Dos ideais republicanos
Apanágios deste povo do Vale do Mucuri
Essência de Teófilo Otoni
Não defendo a indústria do ódio
Tampouco a beligerância
Que tanto mal faz a sociedade
Não se pretende jamais
Defender condutas desviantes
Não se coadunam jamais
Com festivais de equívocos
Não se pretende filiar
A uma exuberante
Perigosa e irritante
Ideologia extremista
Mas acima de tudo
É preciso que se respeite
Com absoluta fidelidade
O Devido Processo Legal
Raiz do estado democrático de direito
Seus desdobramentos e corolários
Como princípio do juiz natural
Contraditório e ampla defesa
Existência de dolo ou culpa
Na conduta humana
Individualização da conduta
Visando a parametrização da pena
Colocar todo mundo no mesmo barco
É clara manifestação de revanchismo
Imperdoável e repugnante
Abjeto e esdrúxulo
Grave violação dos direitos humanos
É preciso repudiar
Transgressores desalmados
Que se ocupam de holofotes midiáticos
Se intitulam porta-vozes
Da razão e do povo
Nada de complexidade
Tudo bem simples assim.

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Tempo de Primavera⁠

Aparece sempre
Esbanjando ternura
Anunciando meiguice
Beleza estonteante
Exalando seu perfume

Despertando a alegria
Na revoada de pássaros
Nos bosques dos jardins
Mexendo com a clorofila
Da vegetação, campos e florestas

Contagia todo mundo
Rios e peixes nas correntezas
Retina que aprecia ipês nas
Montanhas e bosques
Eterna gratidão do ecossistema

Espaço aberto a um novo
Colorido nas belas praias
Tempo de reflexão
De abrir os corações
E sonhar para sempre

Espetáculo dos bronzeamentos
Encanta o meio ambiente
Com suas cores e luzes
Sol ardente na natureza
Férias e descanso

Viagens e lugares
Exuberantes, quiméricos
Afinal, ela mais uma vez se avizinha
Com sonhos e quimeras
Planos e paixões

Novos desafios exuberantes
Neste belo horizonte no firmamento
Tempo de amar sem medidas
No trem da história desmedida
A que chamamos de Vida

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⁠Gostar de gente

O mundo padece de solidariedade
Viver bem não tem grandes segredos
Devemos gostar de gente
Com a mesma intensidade
Amar as pessoas, na alegria e na tristeza
Para ser feliz, o primeiro passo
É gostar do ser humano
Apreciar vorazmente as coisas
Simples da natureza
Os pássaros, os animais
As flores, os bosques
O chilrear dos pintassilgos
O cair de cada folha seca
Das árvores em nossa frente
Sentir-se pequeno para ser grande
Amar a Deus, como Pai e Todo Poderoso
Seguir a cartilha do amor verdadeiro
Humanismo, fraternidade, sentimentos
Em dias de rotina
Amar é apreciar a cada gota da chuva
Que molha o solo e nos traz a riqueza
Da vida em abundância
Viver a explosão do amanhecer
A luz que risca o firmamento
Anunciando novo dia
Com estilhaços de luminosidade
E depois se encantando com um
Novo Arrebol que se forma
No alto da montanha
Nos revelando que mais
Um dia se encerra trazendo
A esperança de dias
Melhores, melhores em tudo
Afinal, precisamos de amores
Como ato de grandeza
Trilhando altaneiro
E grandiosamente
Nas veredas da vida

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⁠Amor fraterno

Tempo de luar
Rasgando o firmamento
Com suas centelhas
A iluminar a fértil imaginação
Gente que brilha sob
Os estilhaços de luzes
Da dona Ângela Dantas
Exemplo de Mulher
Guerreira e pujante
Tudo isso somado
Ao aquecimento da fogueira
Ao balançar das folhas
Das árvores no alto
Sob o sacudir das bandeirolas
Dos acordes da ária revelando
Nuvens, estrelas, luzes
Amor, paz e alegria
Gente que constrói
Um mundo melhor
Para se viver
Amor fraterno

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Cúmplice de um resgate

Hoje é dia de glória e festa
O amor venceu o escárnio
A paz voltou a reinar
No âmago dilacerado
As incongruências ficaram
Lá atrás, bem distantes
O risco de visitas indesejáveis
Não existem mais
A segregação não existe mais
O aviltamento está sepultado
Novas ondas renovatórias
Apareceram no novo cenário
Manhã de colorido transparente
Como aurora cósmica
Novos tempos, novos rumos
A arrogância ficou nas trincheiras
Do descaso e no berço
Do desdém
Os olhos não enxergam mais
Hipocrisia e arrogância
Cilada desprezível
Tudo agora se traduz como
Néctar de prazeres
O cabotinismo ficou estancado
Nas mazelas do passado
Outrora de percalços e indiferença
Um novo dia se irradia
Com bons fluídos e bons sonhos
Novas estradas, novos caminhos
Novas veredas se apresentam
Na autoestrada dos valores
Da solidariedade e do amor
Único e verdadeiro
Podações que emergem do ego
Ferido e ameaçado
Libertação da opressão
Dos dissabores diários
Teófilo Otoni de encantos mil
A princesa do Vale do Mucuri
Razão de minha existência
Vida de história abundante
Liberdade com ideais revolucionários
Retorno da paz ao coração
De um cúmplice
De um resgate

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⁠Delírios súbitos

Subitamente você apareceu
Vasculhou meu sentimento
Despertou abrupta, a essência de viver
Apresentou-se aflorando desejos loucos
Explosão de miragem, de caprichos oníricos

Imagens desejadas, flutuações levianas
O deslize de beleza que aparece na atmosfera
Transformando o curso da história.
Os delírios, as fantasias anunciadas
A proteção do anjo, o encanto da princesa

A tua imagem de tenra meiguice
Protegendo a beleza exuberante da dupla perfeição
O medo e a distância na imaginação
Frenagem do prazer e das loucuras
As promessas do transcendental

O coração palpita, acelerado
Os diálogos, relevando a pureza do amor
A brusca mutação do formato anatômico
Revelando o néctar do prazer fulminante
O doce amor infinito, sonho de poesia

Tempo fugaz de rara ternura, de singular perfeição
Afasto-me do surreal, de imaginações quiméricas
Sonhos, ilusões, futilidades, histórias marcantes
Que no tempo, restarão lembranças de profunda leveza.
Aflorando delírios súbitos no poeta

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Tradição no Vale do Mucuri

⁠O povo do Vale do Mucuri carrega no coração o sangue da liberdade; traduz a riqueza mineral em seu solo; a natureza viva; abundância hídrica de seus rios e cachoeiras; sua tradição de feiras culturais, de musicalidade, de artes, manifestações culturais de um povo frenético, homens de caráter inabalável, a beleza na literatura, nas ciências jurídicas, do talento e quimeras reais, gente humilde que brilha, que reluz, que impõe respeito e força de lutar em prol dos objetivos perseguidos.

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⁠Suspiros poéticos do Vale do Mucuri

Essa gente respira e transpira amor, exala na epiderme o néctar do verdadeiro sentimento humano; um povo do bem, trabalhador, ético, honesto, que constrói pontes para o desenvolvimento, gente de alma tenra, pureza que transcende grandiosidade, ternura, que traz no âmago a correnteza da arte, da cultura, da bela literatura. Um povo de valor desmedido, de caráter inabalável, de valores inegociáveis, de sabedoria infinita. Vale do Mucuri, Terra de poetas, de ilustres juristas, de artistas, de pessoas talentosas, de gente humilde e trabalhadora que edifica uma sociedade melhor para se viver.

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⁠Um Vale de Encantos

Avante Vale do Mucuri
Sua riqueza cultural me fascina
Belas cachoeiras, serras e montanhas
Lindos campos, belas pedras
Brava gente guerreira!
Liberdade, liberdade, alforria
Belo Vale de fontes luminosas
De praças e Santuários da Fé
Das lindas mudas e flores exuberantes
Da simpática Lajinha
De pedra romântica de boca sensual
Admirações de quem passam por lá
Deixando registros em fotos e poses
Encantos de gente guerreira
Estradas e fazendas de gente
Admirável, a força do agronegócio
Expostos em feiras e mercados centrais
Impulsiona a sua economia
Pedras preciosas colorem a
Retina com seu brilho cintilante
Águas marinhas, Esmeraldas e Turmalina
Topázio branco ou azul
Belas joias e abundância em artesanatos
Um desfile de brilho que reluz
Beleza infinita e encantos
Esporte nos pedais pelas estradas vicinais
Amor fraterno no coração das pessoas
Nosso Vale de riquezas infinitas
Gente humilde e valorosa
Símbolo de grandeza que exalam
Confiança, respeito e humanismo

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A exuberância de Saratoga

O mar se revela como bálsamo
Que suaviza as feridas da alma
Águas que varrem as impurezas
Dos pensamentos hostis e rebeldes
Assombram imaginações pueris
Amenizam as dores da saudade
Revigoram e revitalizam
Enchendo-nos de esperança
De dias melhores na vida
Aves riscam o firmamento
Ondas fortes parecem
Varrer a estupidez de rancorosos
Na suavidade de cada manhã
Ou no sacudir de tardes agressivas e volumosas
Nasce a expectativa de pescadores sedentos
De trazerem na rede o robalo
Dos sonhos e da sobrevivência
E assim o poeta descreve
Lirismo léxico na sua simplicidade
Menestrel do Mucuri
Exalta sensibilidade diante da
Beleza exuberante de Saratoga

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⁠Entre as Montanhas de Minas

Entre os veios de pedra e sonhos,
Nos caminhos serenos de Minas,
Ergue-se Sucanga, joia escondida,
De entardecer cinzento e alma aquecida.

Vales que dançam ao som do vento,
Campos que abraçam o tempo bom,
Ali, onde a ternura é sustento,
Habita o povo de coração bom.

Um café fumegante em tarde suave,
E um pássaro livre no céu a cantar,
Chilreio sem medo, voo sem trave,
Liberdade a se eternizar.

Gente humilde, educada, encantadora,
De palavras doces e gestos de flor,
Lhaneza que brota, pura e acolhedora,
Num abraço que semeia amor.

Um afago, um sorriso, um convite singelo,
Para que o regresso não tarde a chegar,
No campo de futebol, o verde mais belo,
Zelo que é prece sem precisar falar.

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⁠Tarde de Luz em Corações de Minas

Na sagrada tarde de segunda-feira, 30 de junho,
meu destino foi selado com passos serenos na encantadora Poté,
onde o tempo parece repousar sobre os ombros do afeto.

Um giro leve na pracinha principal,
onde bancos guardam segredos antigos
e o vento dança entre as árvores como velho amigo.

Um café coado com carinho
numa padaria da Getúlio Vargas,
onde o cheiro do pão quente mistura-se com lembranças de ações de segurança pública.

Na sequência, um reencontro com a Vila Paula,
terra de almas boas e memórias bordadas em fios de ternura.
Logo depois, um salto até Sucanga,
onde cada rosto é um poema vivo,
onde cada aperto de mão é uma oração silenciosa.

E assim, a tarde se deixou adormecer,
envolta em um manto de simplicidade e grandeza.
Gente humilde, de coração tenro,
como se o próprio céu tivesse pousado por um instante.

Era paz. Era bem-estar. Era ternura em estado puro.
Era o amor disfarçado de paisagem.
Era a beleza mineira, bordada em gestos,
que se eterniza nas retinas da alma.

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⁠O Ataúde da Humanidade: Elegia aos Tempos do Fim

Vivemos a era da devastação.
O tempo sombrio da decomposição moral,
Do apodrecimento do caráter,
Da aniquilação do humanismo.

Matam-se inocentes com frieza,
Exterminam-se animais com crueldade,
Incendeiam-se florestas com ganância.
O planeta clama, e a humanidade não escuta.

Num cenário de sombras e cinismo,
Só restam a sensibilidade e a coragem
Daqueles que ousam insurgir
Contra os desmandos do poder vil,
Contra o fuzilamento do povo
Pelas mãos podres da corrupção,
Orquestrada por políticos desonrados
Que sangram a nação com sorrisos cínicos.

Somente Deus — o Eterno Juiz —
Pode resgatar o povo brasileiro
Desta destruição em massa,
Deste meteoro moral que colidiu
Com a alma da humanidade.
Já não há pudor:
Tudo se tornou permissível, torpe,
Rastejando nos escombros da maldade.

Agora, só nos resta esperar
O dia do infinito da existência,
Onde os homens serão julgados
Pelo tribunal da eternidade,
Sepultados no ataúde da escuridão,
Perseguidos pelos fantasmas
Que eles mesmos criaram.

A sociedade morreu há tempos.
O que vemos hoje são apenas as cinzas da podridão,
Espalhadas pelo vento da indiferença,
Retornando das profundezas do descaso
Para assombrar os vivos,
Difundindo o terror,
Erguendo altares à selvageria.

Mas ainda há uma esperança:
Na resistência de poucos,
Na chama que não se apaga
Nos corações que não se rendem.
E nessa fagulha, talvez,
O renascer da luz.

Inserida por JBP2023

⁠Lampejo de sabedoria jurídica. No Código Penal Castrense existe a figura da excludente de ilicitude do Comandante.
Assim, não há crime quando o comandante de navio, aeronave ou praça de guerra, na iminência de perigo ou grave calamidade, compele os subalternos, por meios violentos, a executar serviços e manobras urgentes, para salvar a unidade ou vidas, ou evitar o desânimo, o terror, a desordem, a rendição, a revolta ou o saque.