Eu Errei me Perdoa Poesia

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Sobre o Livro de Zi Ferreira ! Um Tantinho de Mim"


Dias atrás eu cheguei em casa de viagem e, me deparei com este Mimo:
Era o Livro "Um Tantinho de Mim" da querida escritora Zi Ferreira...
Apesar do cansaço da viagem, aproveitei o ventinho fresco que corria na minha varanda e decidi me deliciar nesta leitura...
Ahhh... E como valeu a pena!
Zi Ferreira, uma nordestina que adotou São Paulo com o seu coração, é de uma nobreza sem fim...
Uma Remendadeira que com caneta e papel traça letras, versos e rimas e as transformam em poesia.
Um Tantinho de Mim... Nos remete aquela escrita raíz, que nos faz lembrar de Cora Coralina e também Manoel Bandeira poeta que muito li na minha infância...
Com igual singeleza e liberdade nos versos que Manoel desenhava sua poesia, Zi também compõe um Tantinho de si mesma... E assim como Cora que cozinhava Palavras e Doces, Zi com linhas de amor, Remenda o sol, a lua, o arco-íris, a flor, o mar, a terra, a chuva, o vento, a saudade, a alegria, a amizade e tantos outros sentimentos...
Juntando e ... alinhavando e.... Remendando tudo e .... os transformando em Um Tantinho de ...Poesia...

Parabéns Zi... Meu Amor...

Inserida por scheilla_lobato

Hoje eu perguntam o que mais me incomoda
andar com a cara fechada não diz que sou hostil
Nessa vida de erro, tudo ficará suspeito,
difícil de se expressar pela arte, mas é o que amo e não tem outro jeito...

Uma hipocrisia sem meio e não se sabe se tem fim
pode ser até desesperançoso que isso parte do próprio povo
Não sei qual os limite que isso ultrapassa,
caminhe ao lado contrario e nunca junto a massa.⁠

Inserida por Batistauer

⁠Fique

Fique comigo
Fique ao meu lado
Apenas fique...
Eu sinto sua falta
Meu coração dói
E minha alma se entristece
cada vez mais
sem você aqui
Eu te amo
E sempre te amarei
Não importa quanto tempo passe
Você sempre será
o grande amor da minha vida!

Inserida por Sheilatinfel

⁠Ele olha pro lado
Olha pro outro
Cadê?
Cadê quem tava aqui?
Eu quero saber onde morreu
Afonso Nonato de Moreira
Jesuíno da Silva Babuíno
O IML tava lotado
Era o meu sangue por toda parte
Roubaram a cabeça do proletariado
O barão de Limousine fez sua arte
Me jogaram na platéia de estardalhaço
despedaçaram a minha camisa
O Brasileiro agora é o descamisado
E o palhaço é o pai de família
Juntaram uma quadrilha de vagabundos
Com o umbigo estufado e peito erguido
Segregaram as fronteiras de um novo mundo
Fizeram da minha luta um tempo perdido
O pódio é mais um produto do ódio
No viaduto do existir
No cume da matéria guardam revolta
Um dia o lixeiro volta a sorrir
Se come caviar de cima do teto
Se torce de amargura num botequim
Cheiro de esgoto a céu aberto
Um pobre pedinte olhou pra mim
O cristo redentor de braços abertos
mostrando o sacrifício de uma cidade
usam telha barata encima dos tetos
e matam o mais fraco por pura vaidade
Eu quero saber qual é o seu nome
E o nome da sua campanha
Será que um dia já passou fome?
Ou ficou endividado por uma semana?

Inserida por joao_pedro_almeida_1

⁠" Fiz "

De tudo eu fiz pra que valesse a pena
e, para tal, de muito eu abri mão
movido por amor e por paixão
na entrega verdadeiramente plena!...

Fiz como pude e como o coração,
sangrando tanto afeto nessa arena
imposta no querer que me condena,
mandou-me amar com tanta devoção.

Se hoje se difere a nossa estrada
e nem sequer te sintas mais amada
eu sei que, do que pesa, a culpa é minha...

Por condenado, fiz o meu destino
sabendo que serei qual peregrino
na solidão em que a alma em mim caminha!

⁠tua ausência me provou que eu não precisava de você
ao sentir a falta de equilíbrio
pensei que estava caindo
mas na verdade eu estava voando
- eu não conseguia falar, então eu escrevi, página 67.

Inserida por sabrinecantele

⁠Éramos novos com sonhos e planos
Eu meio louco e você toda controlada
Eu falo muito então e você diz muito enfim
Eu formado e ela a sua faculdade ainda ia acabar
Mesmo que muito procurasse
Única igual a ela em outro lugar eu não ia achar
Nosso destino em comum almejado a trilhar
Era largar tudo para trás e viver no Canadá
Com a nossa promessa de quem fosse primeiro
Regressaria ao Brasil para o outro vir buscar
Hoje resido na Big Red Avenue em Toronto
Olho pela janela nessa fria noite de Inverno
Será que nosso plano conseguiu se realizar?
Baby será que está aqui comigo no Canadá?

Inserida por ilie_bentes_vaz

⁠⁠Quando eu morrer
Por mais que venha me doer
E eu tenha que gemer
Espero que o fim não venha surpreender.
Pois antes quero me arrepender
Subir e a Deus ver
Não descer.
Quando eu morrer
Não quero tristeza nem sofrer
E sim que façam chover
Lagrimas de lembranças pelo meu feliz viver.
Mas que minha morte venha ser
Mais um motivo pra seguir e vencer.
Quando um dia eu for
Que meu objetos energizados de amor
Quero que cuidem com o mesmo valor.
Pois já que não os posso levar
Que boas recordações deem quando desempoeirar.
Quando um dia eu for
Espero não deixar rancor
Espero que saibam perdoar.
Sei que nunca fui um bom cantor
Mas que herdem meu dom de emanar
E os males e dor, cantar até espantar

Inserida por Poetteus

⁠Você é girassol.
Eu sou beija-flor.

Você é meu sol.
Eu, o Arpuador.

Você é norte.
Eu sou sul.

Você é destino.
Eu sou acaso.

E, por acaso,
nosso destino
é ser amor.

Inserida por ricardo_fernandes_3

E eu estava ali,
Naquela chuva molhada.
Chorava desesperadamente,
Até você aparecer,
Muitos dirão que é loucura,
Mas de cara me apaixonei por você.

Eu já imaginava que seria um sonho,
Mas de verdade te espero,
Vinte e quatro horas por dia,
anseio te ver.

De verdade não te tiro da cabeça,
Não sei se estou louco, ou vou enlouquecer,
Nunca senti isso antes,
É loucura, pode crer.

Autora: Eu, ayane Britto

Inserida por ayane_britto

⁠Queres saber quem sou?
Eu sou tu, se tu fosses eu
Sou tudo aquilo que deus não me deu
Sou aquele que ninguém abraçou
Eu sou quem o diabo esqueceu
Queres saber quem sou?
Eu sou quem respira debaixo de água
Sou aquele que dá vida
Em troca de mágoa
Queres saber quem sou?
Sou o cobarde que nunca viveu
Aquilo que a vida não me deu
Queres saber quem não sou?

Inserida por ZeLeao

⁠Seu cheiro enche a casa, exala um aroma surpreendente.
Eu amo você nas manhãs quando estou me levantando
Sinto cheiro de vida de paz e força para o dia que começa.
C ativa o paladar
A roma de prazer
F az as manhãs ser mais vivas
É a bebida mundial.

Inserida por DevanirSilva

ele perguntou-me:
em que medida é que isso te
marcou?

eu perguntei-lhe:
como se mede uma raiz? ⁠

Inserida por pensador

⁠Minha cabeça estremece com todo o esquecimento.
Eu procuro dizer como tudo é outra coisa.
Falo, penso.
Sonho sobre os tremendos ossos dos pés.
É sempre outra coisa, uma
só coisa coberta de nomes.
E a morte passa de boca em boca
com a leve saliva,
com o terror que há sempre
no fundo informulado de uma vida.
Sei que os campos imaginam as suas
próprias rosas.
As pessoas imaginam os seus próprios campos
de rosas. E às vezes estou na frente dos campos
como se morresse;
outras, como se agora somente
eu pudesse acordar.
Por vezes tudo se ilumina.
Por vezes canta e sangra.
Eu digo que ninguém se perdoa no tempo.
Que a loucura tem espinhos como uma garganta.
Eu digo: roda ao longe o outono,
e o que é o outono?
As pálpebras batem contra o grande dia masculino
do pensamento.
Deito coisas vivas e mortas no espírito da obra.
Minha vida extasia-se como uma câmara de tochas.

Inserida por pensador

⁠- Era uma casa - como direi? - absoluta.
Eu jogo, eu juro.
Era uma casinfância.
Sei como era uma casa louca.
Eu metias as mãos na água: adormecia,
relembrava.
Os espelhos rachavam-se contra a nossa mocidade.

Inserida por pensador

⁠Brisa da tarde, vá onde não posso,
abraçar a quem quero bem,
traga de volta um abraço,
porque eu quero também !

Inserida por neusa_marilda_mucci

⁠ A Sua Partida

Você vai embora
E eu não posso fazer nada a respeito
Não tenho esse direito
Sou obrigada a vê-lo partir
Não importa o quanto eu o ame
O quanto queira que fique
O quanto eu sinta saudade
Nada disso importa
Tenho que ser forte
E deixá-lo ir
Para que seja feliz

Inserida por Sheilatinfel

⁠Dor

Não importa o quanto eu grite
O quanto eu implore por socorro
Ninguém vai me salvar
Não importa o quanto dói
Não há remédio que
faça a dor parar
Estou em um beco sem saída
Apenas rastejando
pelo caminho
Tentando sobreviver

Inserida por Sheilatinfel

⁠OUTRA RUA

Onde estou? Está rua me é lembrança
E das calçadas o olhar eu desconheço
Tudo outro modo em outra mudança
Senti-la, saudoso, no igualar esmoreço

Uma casa aqui houve, não me esqueço
Outra lá, acolá, recordação sem herança
Está tudo mudado do tempo de criança
Passa, é passado, estou velho, confesso

Estória de vizinhança aqui vi florescente
Pique, bola: - a meninada no entardecer
Hoje decadente, e conheço pouca gente

Engano? essa não era, pouco posso crer
Ela que estranho! Se é ela ainda presente
Nos rascunhos, e na poesia do meu viver...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Agosto de 2020, 31 - Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

VAMPIRA

Me jogue borboletas na barriga
As coisas que eu digo pra ela são mentira
Então pfv tira tira TD , atira em mim
Mais não tira a tua vida


Menina eu criei a imagem perfeita
Se seu beijo me matasse eu
Morreria por vc literalmente
Seria o mais feliz se morasse no meu subconsciente


Por favor , eu me nego a crer em amor
Meu pai me disse as palavras e ficaram guardadas .
Tô tentando não dar importância por ter sonhado com vc várias madrugadas


Não tenho mais 15 anos então não é mais aquela parada
De jogar pedras na janela e esperar por vc na calçada


Não , na real não é mais nada
Ou talvez só seja o que sobrou
Mais é que eu tô sentindo seu perfume até nas minhas roupas embora a gente nunca se tocou ..


E nem vai .....
Uma pena que em 1 ano e TD mudou
E agr
Eu concordo e se pode dizer que eu pareço com meu pai..

Inserida por Angel_Serafim