Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
EU TE AMEI
De repente
A paz pediu socorro
O amor agora odeia
A felicidade se tornou triste
O entusiasmo ficou quieto
O sorriso se fechou
Por que?
O destino me deu
E agora tomou
Por que?
Todo esse sentimento surgiu
Esse amor reluziu
Essa paixão em mim ficou
E agora?
O que farei sem você
Não responderei esses porquês
Não terei mais paz
Como fazer?
Pra tentar te esquecer
E não querer ver
Esses olhos fitando os meus
Será?
Se esse coração será o mesmo
Sem esse amor que é o seu maior desejo
Sem essa paixão que é sua vida
Não serei o amor da sua vida
Mas poderia ser
Você representou um todo
Que de mim fez parte
Essas perguntas não responderei
Mas o que sei,
Que com todas as forças, me dediquei
E que verdadeiramente eu te amei.
Que a vida nos separe
Mas que tenhamos a certeza de amar
E nunca percamos a vontade de viver
-A.L
TALVEZ
POR: José Luiz Mak.
Eu já fui tão longe que não pude voltar, já fui depressa demais, envolvido e entusiasmado, vivi dias por semanas e meses por anos, ganhei, perdi tão estupidamente que não percebi qual era o melhor e qual o pior. Sonhei o que não pude alcançar e alcancei o que não deveria, me entristeci, chorei, gritei, quase desisti, cheguei ao fundo do poço, amarguras, mal tratos, humilhações; não vivi achando que teria vivido, destruí amigos, amores e o meu próprio brilho, foi tudo válido?! Talvez!? experiências ruins, muito tristes e decepcionantes, contestei a Deus, a vida e a mim mesmo, me julguei, me pus na obscuridade, acabou?! Talvez!? mudei de vida, de cidade, de atitudes, fiz novos amigos e novas promessas, cresci na estatura, cresci na puberdade e na maturidade, cresci na mente e na dignidade, ganhei da vida o que eu nunca poderia ter imaginado, ou, sonhado e que nunca poderia alcançar depois de ter perdido quase todas as esperanças, priorizei algumas coisas, abandonei os vícios e os velhos costumes, levantei o mento, me renovei, ouvi os mais velhos e mais experientes, absorvi tudo e qualquer benefício para minha vida e meu caráter, acolhi, ensinei, ajudei, emprestei, até mesmo doei o meu próprio ego, renasci novamente para a vida, perdoei a minha própria alma, fiz o possível e o impossível, acreditei, apostei meus dias e minhas noites, no final das contas valeu?! Talvez!?
ALEGRIA MERECIDA
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)
Hoje eu me sinto muito mais feliz
E lhe amo muito por me oferecer tanto
E ter tao perto os seus olhos tao gentis
Vale mais do que qualquer encanto
Voce e simples e de uma tal beleza
Que ofusca as outras que lhe invejam
E nos seus olhos ha um mar de grandeza
Onde os meus olhos como barcos velejam
Voce e meu caminho
Minha cidade e minha vida
Assim lhe dou o meu carinho
E lhe tenho protegida
E lhe juro a felicidade
E uma alegria merecida
Hoje voce e,posso dizer,a unica fortaleza
Onde meu coracao se sente mais seguro
Encontro a perfeicao em toda nobreza
Quando meus beijos nos seus eu misturo
Voce e a emocao mais bela que canto
O sentimento que nao fica escondido
E ate no seu caminhar que admiro tanto
O meu olhar lhe desnuda sempre desinibido
Voce e meu caminho
Minha cidade e minha vida
Assim lhe dou o meu carinho
E lhe tenho protegida
E lhe juro a felicidade
E uma alegria merecida
Hoje seu nome esta rodando pelo mundo
Nesta minha cancao que fala do nosso amor
Que declara que quando nasce la do fundo
Nao ha um sentimento que seja maior
Voce e o caminho onde quero descansar
A minha cidade que quero conhecer bem
E a minha vida que quero sempre desfrutar
Mais que seja sempre em voce e mais ninguem
Voce e meu caminho
Minha cidade e minha vida
Assim lhe dou o meu carinho
E lhe tenho protegida
E lhe juro a felicidade
E uma alegria merecida
E alegria, e alegria, e alegria
Qualquer lugar que voce me conduz
Sao todos os dias, todos os dias, todos os dias
Que me revigoro nos seus olhos azuis.
© 2008 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP)
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AQUELA VISAO
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Ao chegar a festa animada
Eu cumprimentei o anfitriao
Corri os olhos pela sala lotada
E la eu tive aquela visao
Sentada do outro lado da sala
Voce mais parecia uma atriz
Confesso que perdi a fala
Que olhos!,que boca!, que labios! ,que nariz!
Meus olhos entraram nos seus, brilhantes
E o tempo me saudou , pela primeira vez
Parando por uns breves instantes
Para eu sentir o bem que teu olhar me fez
Tao Linda
Que voce ofuscava as outras convidadas
Mas o que me interessava mais ainda
Era ser o alvo de suas atencoes e risadas
Que festa divina
Mas divina pelo sorriso que em voce encontrei
Ate o perfume que dominava a cena?
Era o perfume que em voce eu cheirei
Ao chegar a festa animada
Pensei em dancar, beber e sair
Mas encontrei em voce minha adorada
O motivo pro meu coracao ficar e sorrir
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EU E MINHA SOGRA
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Sera que ha lugar para minha sogra no paraiso ? Claro que nao!
Senao ja nao seria mais um paraiso, mas o inferno verdadeiro!
E o diabo perderia o seu reinado e se tornaria um misero jardineiro
Cuidando dos jardins suspensos da nova e infernal mansao
A minha sogra espalharia suas garras sobre toda a terra, convencida
E se iludiria achando que o mundo estaria otimo, misera louca!
Ah! Se eu pudessemos cortar-lhe a lingua e costurar-lhe a boca
A flor , o vinho, a noite e a filha seriam os presentes em minha vida
Ah! eu respeito a minha sogra, mas nao lhe dou minha simpatia
Ja caiu tijolo de alto de um predio perto de minha cabeca
E tenho certeza que foi a desgracada que errou a pontaria
Mas eu ja decidi nao deixar que ela me destrua, nem a minha princesa
Quando ela morrer eu a cremo e a enterro por mais garantia
Sabe o que e, com minha sogra nunca se pode dar moleza
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SIM, EU POSSO
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)
Sim, eu posso
Sobreviver sem os teus olhos bonitos
Dormir nas noites dos choroes e aflitos
E seguir vencendo na alegria
Sim, eu posso
Amarrar a malvada da saudade
No tronco firme da realidade
No esplendor de cada novo dia
Pois a nocao de que nao posso
Viver sozinho
E uma tradicao dos coracoes
Daqueles que ja choraram baixinho
Mas quem cria estas ilusoes
Sao os que para viverem depende de um carinho
Sim, eu posso
Viver sem teu sorriso, cheiro e perfumes
E a tua companhia que provocaria ciumes
Nos seus admiradores mais febris
Sim, eu posso
Guardar o meu coracao inocente
E nadar contra qualquer corrente
Para ser mais feliz
E definitivamente
Dono de meu proprio nariz
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OS ULTIMOS SERAO OS PRIMEIROS
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)
Eu tenho varios amigos
Que esqueceram nossos lacos antigos
E brigaram comigo
Porque nao sigo mais a mesma religiao
Uns dizem pra eu vestir meu terno
E segui-los pro galardao eterno
Senao queimarei no inferno
Minha ultima danacao
Dizem que nao creio na trindade
Que vivo na imoralidade
Que beijar e carnalidade
E estou longe da presenca de Deus
Mas quem pode julgar e o grande juiz
Que e Deus que ver tudo que faco no meu viver
Do qual nenhum homem pode se esconder
Que lhes digam os judeus
Outros dizem que Deus e amor
Jesus e o unico Salvador
Mas Deus usa atos de terror
Pra converter os filhos seus
Quando ele o ameaca com o castigo
Que e eterno segundo meus amigos
E se voce cair nas maos dos malignos
Que sao os espiritos espulsos dos ceus
Sera que falamos do mesmo Deus?
Aquele que sustenta a terra e os ceus?
Que e o xodo dos ateus?
Aquele que a verdade nos conduz?
Ou sera que falamos do que tentou Jesus?
O que se disfarca de luz?
Que foge danado da cruz?
Que nao pode colocar sua vida nas maos daquele que eu pus?
Julgamento sera para toda criatura
Arrebatamento e uma farsa que perdura
Cada um ressuscitara da sepultura
Onde ate entao so dormia
Os ultimos serao os primeiros
No meio dos ricos, pobres e estrangeiros
E aqueles velhos milagreiros
Que vendem a verdade por um dinheiro seu de cada dia!
Eu tenho estes amigos
Se posso chama-los de amigos
Que ja me negaram seus abrigos
Por eu viver ou ser do mundo
Mas eu nao importo com este desprezo
Deus conhece o fim desde o comeco
E cada um tem seu preco
E eu valo mais do que ser chamado
De herege e imundo.
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UMA MULHER
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Eu quero uma mulher
Que venha de qualquer lugar
Que seja verdadeira
Pode ser santa, pode ser barraqueira
Pode ser brava, pode ser calma
Mas que saiba alegrar minha alma
E queira amar
Eu quero uma mulher
Que mostre que saiba dancar
Que goste de gafieira, pagoda e forrozao
Pode pisar nos meus pes ou abri o salao
Pode ser linda e so pode ser linda
E que sonhe ainda e que sonhe ainda
E queira amar
Eu quero uma mulher
Que saiba sempre se cuidar
E nao so na casa
Mas sempre mantenha a graca
Que toda mulher tem no olhar
Na hora de amar e se entregar
E na hora de beijar.
Eu quero uma mulher
Mas que nao seja uma que todo mundo sonha
A mulher linda e perfeita
Eu quero uma mulher
Com defeitos e qualidade que faz a exata soma
E que seja a mulher, mas a minha eleita
© 2008 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP)
Globrazil@verizon.net or Globrazil@hotmail.com
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Viver ou Existir
(Luiz Maia)
Um dia eu pude perceber que existe uma enorme diferença entre ver e enxergar, ter e ser, ouvir e escutar, andar e caminhar, desejar e querer.
Descobri também que viver e existir são coisas inteiramente distintas.
Algumas palavras podem ter o mesmo sentido ou finalidade quando incluídas em uma oração qualquer, parecendo a muitos uma questão de semântica ou de palavras afins.
Mas de fato há uma sutil distância entre entender e captar a essência daquilo que nos foi mostrado.
Os fatores subjetivos, aquilo que está subliminarmente compreendido, precisam ser melhor interpretados por quem não consegue enxergar o âmago daquilo que foi exposto.
Ninguém menospreze a força do "oculto" que reside nas "entrelinhas", por exemplo.
Portanto, quando alguém fala que viu não significa dizer que enxergou o que deveria.
Há distâncias infindas aí.
Quando andamos não quer dizer, necessariamente, que caminhamos.
Andamos às vezes sem ter o menor objetivo traçado, sem nenhuma meta a ser atingida.
E ao ouvirmos um som qualquer não implica jamais em afirmarmos que escutamos.
Escuta aquele que sente, aquele que busca ouvir o que não foi dito; o que ficou implícito.
Há muita gente ouvindo por aí sem escutar absolutamente nada.
Esses pequenos exemplos nos remetem à seguinte reflexão:
Viver e Existir são fatores completamente opostos. Existir é o mesmo que passar pela vida sem tê-la vivido de forma correta e intensa.
Aquele que apenas existiu esqueceu de se fazer presente no livro da história, digna e plenamente.
Simplesmente passou despercebido.
É lamentável vir ao mundo e ter perdido a chance de ter vivido satisfatoriamente.
Viver é realizar-se plenamente, sempre voltado às ações que engrandeçam o ser humano.
Vive aquele que se sente parte integrante do Universo.
Vive quem faz de tudo para ver a alegria estampada na face do outro.
Viver é sentir prazer em amar a Deus acima de todas as coisas.
Vive quem ama e respeita a natureza e todas as formas de vida.
Vive quem pratica só o bem.
Viver é amar sempre, sempre!
Vive aquele que estende a mão ao amigo que necessita.
E é certo que quando estendemos a mão ao nosso irmão,
Deus nos estende a d'Ele de imediato.
Viver e Existir são diferentes em essência.
MARCHA DAS FORMIGAS
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)
Olhando as formigas
Eu segurei a tua mao
Te acalmei querida
Com toda atencao
Animais tao pequenos
Marchando em filas
E meus bracos morenos
Te fazendo caricias
Fiquei sorrindo
Do momento lindo
Como tudo aconteceu
Teu rosto assustado
Lindo e corado
Bem diante do meu
Perfume macio
Enchendo o vazio
Bem dentro de meu nariz
Apesar do susto
Achei ser um luxo
Um momento feliz
Fiquei sorrindo....BIS
Marcham sauvas
Marcham vermelhas
Longe das nossas uvas
E longe das nossas telhas
Olhando as formigas
Voce me pegou a mao
Te segurei para vida
E mudei a direcao
Animais assim sutis
Nos arranjos florais
E meu coracao feliz
Te amando mais e mais
We wrote this song after we atended a movie about the African siafus - the killer ants. It is a march that we wrote 3 years ago.
(C) 2004 Globrazil/Islo Nantes Music(ASCAP)
Emails:globrazil@verizon.net or globrazil@hotmail.com
Cell:(914)776-4867 - New York (more)
LICAO
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Hoje eu vi seu olhar diferente
Quando cruzamos olhares na estacao
Voce passou tao linda como sempre
E eu passei aprendendo uma licao
Voce seguiu toda apressada
Sumindo na correnteza da multidao
E eu segui com a mente ocupada
Vendo como e grande a nossa solidao
Como pode nos dois
Que ja tivemos tanto amor
Dividirmos tanta dor
Num simples olhar
Como pode nossos olhares depois
Refletirem-se tao vazios
Cumprimentando-se tao frios
E nem mesmo podemos disfarcar?
Hoje entao descobrir sozinho
Porque meu coracao amargurado chora
Porque um dia numa noite de carinhos
Voce prometeu que jamais iria embora
Hoje senti cada um vivendo no seu mundo
Carregando a sua pesada cruz
No coracao aquele odio profundo
E no olhar o brilho que ja nao reluz
© 2009 Islo Nantes Music
Ilusão Numa Tarde de Verão (Luiz Maria Borges dos Reis)
Um dia sentado na calçada
Contemplava eu, o pôr do sol,
Vi andorinhas voando atrapalhadas
Temendo ser pegas por um gavião.
As luzes dos postes ficaram acesas
Os sinos tocando também festejaram
A passagem de uma linda princesa
Que aos meus olhos muito encantaram.
Corri depressa ao seu encontro
Pedi-lhe ao menos um sorriso,
Disse-me ela estar com pressa
E minhas preces não quis escutar.
Porém, mesmo triste eu implorei
Que me desse ao menos uma ocasião,
De olhar nos seus olhos e ver todo brilho
Que aos meus apagaram na ilusão.
Mais depressa a menina ainda andou
Deixando-me só, no meio de tantas coisas.
Foi-se embora e apenas me deixou
Os restos esperançosos de um novo encontro.
historia de amor do jornalista e blogueiro Luiz com Ivaneide.
Quando eu mais precisava de alguém, você surgiu em minha vida Ivaneide para mim fazer feliz e eu te fazer feliz. Não nos conhecíamos, não sabíamos da existência um do outro e mesmo assim, quando nossos olhos se cruzaram nossos corações foram invadidos pela a afinidade, pela atração física, pelo carinho.
Meu nome é luiz felipe eu era de outra igreja mas meu meio irmão mudol de igreja eu tabém na primeira vez que eu vir aquela garota eu fiquei apaixonado até hoje eu fico olhano para ela e ela viu que eu sou timido ela e suas irmães estão se aprosimano de min mas eu sou muito timido eu acho que as três irmães gostam de min
VOCÊ EM MIM
POR: José Luiz Mak.
Teu cheiro amadeirado em minhas roupas, o gosto de tua boca em meus lábios, teus fios de cabelos no meu lençol, teu sorriso estampado ao sol, tuas unhas cor suave combinando com o penoar transparente. De fato, ainda há muito de você em mim, há muito de você em meu coração, a tristeza me faz morrer a cada dia, desespero constante de falta de você, tudo soa como uma irrupção em meu coração, um deserto que me assombra, incerteza, dor, insegurança. De fato, ainda há muito de você em mim, apenas um sinal, por mais simples que seja me fará ver o brilho do Sol, um grito calado, dor de quem sofre em silêncio, horas de solidão implorando o que já está implícito e tão visível em seu coração incólume, frio e sem graça dentro deste coração pernóstico. De fato, ainda há muito de você em mim, lágrimas caem sem parar em meu peito ferindo como fogo, escorrem dilapidando o que há de mais bonito de mim. Lembro daquelas tardes, daqueles dias, daquelas noites, sim aquelas noites! De fato, ainda há muito de você em mim. Penso o que há de errado e qual o motivo do caminho das pedras? Passo dias e noites pisando em estilhaços de vidro, em pontas de aço ferindo o minha alma e o meu próprio orgulho. Não quero riqueza e nem luxo, quero você fazendo parte de mim, formando um só coração. De fato, ainda há muito de você em mim, está impregnada como doença que não tem cura, como tinta no papel branco, como uma cicatriz em meu coração, tuas lembranças me incomodam e mesmo que eu quisesse mudar não posso, seria em vão.
SUSPIRO VOCÊ
POR: José Luiz Mak
Todas as aflições geradas por meu vício em ti perturbam a minha mente, tento ficar, tento ir, mas os momentos de lucidez apagam o caminho em sua direção.
Toco em rosas, sua cor em tom pastel e suas pétalas aveludadas lembram sua péle, meu corpo arremessado ao jardim já cansado pede ar em meus pulmões.
Raios solares por todos os lados, calafrio, calor, suspiros ao ver a cortina do seu quarto pela janela entreaberta, espero ver silhueta do seu corpo a me observar, preciso ver seu largo sorriso, você deveria estar ali.
Cai a tarde, um clima mais ameno toma por todo o jardim, nuvens desaparecem, a brisa começa a tomar conta do meu rosto, lágrimas ensaiando florescer dos meus olhos, nó na garganta, aflição e novamente suspiros, esses já mais profundos.
É no silêncio da noite que percebemos o romantismo da Lua e o brilho das Estrelas, no passar das horas percebo que mais uma noite vazia, vontade de você, quero que esteja aqui, te quero só para mim.
Preciso ter você aqui, preciso do teu corpo, do teu sorriso, aquela vontade de te amar pela primeira vez, vontade do teu desejo, preciso dos teus lábios macios colados aos meus, quero teu coração, quero você.
TRIBUTO A LUIZ GONZAGA - João Nunes Ventura
Gonzaga você é forró
Da região do Nordeste,
Lugar de cabra da peste
Dançar xaxado e baião,
Com a sanfona na mão
E o seu chapéu de couro,
Nasceu o menino ouro
Sanfoneiro do sertão.
Na cidade de Exu
Nesse recanto pequenino,
Cantava desde menino
Suas canções imortais,
Em sua terra querida
Fosse de noite ou de dia
Modulando a melodia
Dos pequenos sabiás.
Viajando o país inteiro
Divulgando suas canções,
Não desprezou os sertões
Por onde quer e que andou,
Regressando ao torrão amigo
Onde a terra é mais querida
E a vida tem mais vida
E o coração mais amor.
O Assum preto não canta mais
Voou pra longe a asa branca,
A Karolina com sua dança
Chorou de dor e solidão,
Bateu asas a cauã
Nem se despediu de mim,
Numa tristeza sem fim
Canta penoso pássaro carão.
Deixo agora o meu adeus
Ao sanfoneiro querido,
Que aqui foi aplaudido
E aqui nos encantou,
Quanta dor quanta saudade
Todo Nordeste sentiu,
Na hora que você partiu
No dia que nos deixou.
Aqui no seco sertão
Onde o sol é muito quente,
Rezava com sua gente
Pedindo clemência a Deus,
Silenciou a sua voz
Sua sanfona calou,
A nação toda chorou
Na hora do seu adeus.
Do Nordeste que amava tanto
E é parte do meu Brasil,
Com seu manto cor de anil
Escreveu essa canção,
Da vida pregando o amor
Da alma sua poesia,
Da garganta a melodia
De Exu seu coração.
INDIFERENTE
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Sinto-me indiferente
Quando voce se aproxima
Querendo conversar
Quando lhe encontro
Em algum evento
Em algum lugar
Se voce fala dos amigos
Ja nao os conheco
Sao so amigos seus
Seus olhos esquisitos
Ja bem os reconheco
Desde o dia do adeus
Hoje fico admirado
Com uma vinganca
No coracao
Pelo que voce tem se esforcado
Na sua esperanca
De me chamar a atencao
So quem amou
E foi enganado
So quem clamou
E foi desprezado
So quem chorou
E foi humilhado
Sabe que meu coracao se fechou
E caso encerrado
Sinto-me tao distante
Quando voce se esfrega
Que custo a notar
Quando sua voz soa
Naquele evento
Naquele lugar
Se voce fala de seu cargo
Admiro um quadro
Os passaros no jardim
Livre por uns instantes
Saudo os visitantes
E me despeco por fim
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