Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
Por volta da 2° série, eu percebi uma coisa. Há dois tipos de pessoas nesse mundo. As pessoas que irradiam confiança e naturalmente se sobressaem na vida.
E aquelas que esperam que toda essas pessoas morram em uma grande explosão.
Não importa o que eu faça, eu sempre decpeciono as pessoas, começo a pensar como a vida de todos estaria melhor sem falhas minhas.
Eu não sou perfeita, e nem quero ser.
Não preciso que o mundo me ame, apenas que aceitem minhas falhas.
Se tem uma coisa que eu faço é dar conselhos, o problema é que eu não os sigo, na real, quando te escrevo e digo todas essas coisas bonitas, eu só falo por falar, eu não sou forte, e eu talvez não seja capaz. Eu só escrevo, eu não faço...
Nome: Que pena
Saudades de te falar, conversar e dizer.
Eu não sou muito observador,
Porém, o óbvio é notável
Meu palpite pode ser certeiro
Você não quer mais meu afeto e atenção
Meu ego não deixa eu falar,
Mas com o tempo eu vou deixando pra lá
É uma pena, porque ainda vamos conviver por mais 1 ano
O clima meio desagradável vai ficar
Eu e Deus sabemos o real motivo por não ter dado certo,
Eu fiz algo errado e ocultei
Aprendi a lição, se houver outra chance com alguém
Serei verdadeiro e se isso for um problema
Então nada poderei fazeres.
Eu estava cego, eu estava surdo.
E por causa disso, demorei pra ver o que estava diante dos meus olhos.
Um homem, mas não um homem qualquer, e sim o Nazareno, que me amou e ainda me ama. Infelizmente eu demorei para encontrar este amor que sempre esteve diante dos meus olhos. A minha ignorância me fez cego, a minha ignorância me fez surdo.
Se acham que eu sou inteligente, não sou!
Se acham que sou sábio, não sou!
Sou apenas um louco que sonha em sonhar com um sonho utópico, onde este sonho não seja sonhado nas mentes de pessoas normais, pois, não sou um ser normal. Eu sou apenas eu, simplesmente eu sou eu, e, sendo eu, sou um ser singular. Por isso, não se espante com minha singularidade!
No dia em que eu não precisar mais falar de inclusão e capacitismo, significa que o mundo está totalmente inclusivo! Sonho com esse dia!!!
OS QUATRO TIPOS DE PORQUE'S
Por que eu devo usar o "por quê"?
Se o "porquê" vem porque escrevo sobre os "porquês"?
Por que penso em tantos "por quês"?
Será porque tenho tantas dúvidas de tantos "porquês"?
Sendo assim, se eu não entendo o "porquê" dos "porquês",
Deve ser porque ainda penso na existência de um "porquê" que sempre há de vir,
Portanto, compreendo que o "porquê" tem vários "por quês" porque compreendo
Que o "porquê" apenas espera eu fazer uma pergunta.
Por quê?
Eu queria saber o momento exato
em que as nuvens começam a se formar
O momento exato em que o primeiro pingo cai
o momento exato em que o sol se esconde.
Estou cansada de tantas mudanças de tempo
Estou cansada da chuva
Cansada do Sol
Estou cansada do frio
e das flores que desabrocham na primavera e morrem no inverno
Estou cansada de tantas estações
Cansada de limpar as folhas no quintal
Cansada do frio congelante, e do calor escaldante
Meu Deus, como eu estou cansada
Quem eu não queria ser se tornou a minha maior lição
Uma vida inteira fugindo de me tornar quem eu mais temia
Me tornou alguém muito pior
E agora o nó não sai
A lágrima se recusa a cair
Porque eu não quero admitir que eu errei
Eu Tenho em mim todas as dores do mundo
Eu com certeza sinto mais que a maioria
e as minhas dores certamente doem mais
Se é? Não sei... mas se bem que... é
Pra mim é, como se fosse mesmo a pior dor mundo
Eu sou a campeã do pódio da dor
O meu sofrimento é um troféu
E por algum motivo isso deveria me bastar.
Poder chorar e sentir todas as dores do mundo
Essa é a minha coroa
A rainha da dor.
Relato de um sobrevivente:
Parece que o mundo está em obras. Menos eu, que também preciso de reforma, mas não agora. Gostaria de fugir daqui, mas estou sem disposição para sair. Gostaria de chegar a um lugar tranquilo, mas sem ter de ir. Estou sem coragem até mesmo para respirar.
Um dia me perguntaram sobre a transcendência, se eu acredito em alguma parte de sua suposta sagrada essência. Minha resposta, uma questão em contraparte, com simplicidade respondi, lançando outra pergunta no ar; Descobriste aquilo pelo qual morrerias? Se a resposta for não, ó alma inquirida, ainda não encontraste a luz que te conduzida.
Se por nada morrerias, meu amigo, significa que és teu próprio abrigo. Em ti reside o valor mais precioso, tu és o âmago, sublime e grandioso.
Porém, se há algo pelo qual ousarias tudo, então encontraste o bem que te conduz, pois aquilo que em ti suscita tal paixão, é a maior noção de sublime elevação.
Pode ser algo ou alguém; como a verdade, a justiça ou o amor. A causa pela qual te entregas com fervor. Qual causa te faz voar além do aqui? Transcender é lançar-se além do comum.
Para Sócrates, a justiça; para Giordano Bruno e Hipátia, a verdade; para Jesus, o amor.
A verdadeira transcendência reside na imanência, naquilo que em ti ousar e te guiar.
Isto é, se tua resposta é negativa, uma inquietude ainda habita em teu ser, pois a transcendência ainda tens que conhecer, porque somente quando encontras o propósito que te arrebata o coração, desvelas a verdadeira face da transcendência, a sublime conexão.
Se nada encontrar que te mova a sacrificar-te sem hesitar. Então és, em ti mesmo, o valor supremo a contemplar; aquele que não morreria por nada é o seu próprio cume, em seu ser reside a grandiosidade que transcende o costume.
A contrário sensu, aquele algo pelo qual ousarias enfrentar qualquer desafio, é vislumbrar a maior noção de transcendência que a alma traga. Na busca do que te eleva além, encontra-se a tua chama, a única conexão com um sagrado, a essência que te chama.
Eu caminho sem rumo, sem destino, sem saber o que me espera além do horizonte, além do ser. Eu busco novos ares, novas terras, novas cores. Eu fujo das prisões, das dores, dos horrores.
Eu sinto o desejo de viajar, de me aventurar, de conhecer o desconhecido, de me deslumbrar, de ver o mistério se revelar, de me surpreender, de sentir a vida pulsar, de me renascer, de sentir a vida que se move, que se renova.
Mas eu sou um cativo, um refém, de um corpo, de uma mente, de um lar, de um alguém, de um presente. De uma realidade que me oprime, que me consome, de uma humanidade que me afasta, que me abandone.
Eu sonho com a natureza, em sua beleza. Eu lembro da época em que eu era parte dela, em que eu era uma centelha. Eu anseio por voltar a ela, por me integrar a ela, por me libertar dela.
Eu quero viajar sem fim, sem limite, em busca de um caminho sem razão, parece que em parte alguma estou em paz, sempre a desejar um novo cais. Uma ânsia sem fim, pelas terras desconhecidas, o mistério, o desconhecido me atrai, enquanto minha alma se perde, se vai.
Aprisionado em tudo o que não sou. Eu sou um estrangeiro, em todo lugar, em todo tempo. Em busca do Éden perdido, vagando sem destino, pois somos todos eternos nômades, em busca do divino. Enquanto me perco nas ruas de concreto, a minha alma anseia pela simplicidade da terra, o aroma das flores, a luz do dia.
Eu sou o orfão da alma, o navegante solitário,
O homem que habita múltiplos lugares e ainda assim é nenhum,
Eu sou o disperso, o eterno indeciso,
O poeta que se esconde atrás de máscaras. O homem que escreve a sua vida como se fosse épica.
Eu sou a música dos sonhos e das angústias.
Eu sou a busca incessante da verdade e da beleza, o homem que não se contenta com as respostas fáceis, eu sou o cético, o questionador, o provocador, opoeta que escreve para mudar o mundo, ainda que esse mundo nunca mude.
Eu sou o eterno viajante, o eterno aprendiz, ohomem que, através da poesia, busca eternamente a sua verdade e a sua liberdade.
Eu tentei ser um novo Fernando Pessoa, um homem que ainda inspira, ainda emociona, ainda perturba, mas não, eu nasci a contragosto, porém, a morte é tão sem sentido quanto a existência. Sim, eu fracassei, talvez fracassei em tudo, nunca me encaixei, tentei, Pessoa me descreveu quando disse "escrevo mais filosofias em segredo do que Kant, mas serei sempre o que não nasceu para isso, somente o que tinha qualidades". Despeço-me como um fracasso que poderia ser um sucesso, ou um sucesso que foi um fracasso. Não sei, talvez tenha algo errado comigo. Eu paro, penso, mas quem foi que definiu o fracasso e o sucesso? Pois, então, eu sou o fracasso e o sucesso de mim mesmo. O mundo não gosta de mim e eu também não gosto dele.
Na busca pelo amor eu me perco, em devaneios, sonhos e esperanças, sinto a alma pulsar, o coração arder, e a solidão apertar, como uma lança.
Procuro nos olhos do outro a cumplicidade, a ternura, o afeto, a felicidade, mas muitas vezes só encontro desilusão, e me pergunto se há, afinal, alguma solução. Certa vez encontrei quem abracei e senti a força das minhas emoções, mas não era eu o sonho que desejavas, nem a ilusão que procuravas.
Ah, como seria bom encontrar alguém, que me amasse como sou, sem pudores, que me aceitasse com todas as minhas dores,
O amor é uma sorte, o talvez da escassez, quem sabe um dia vai bater em minha porta e me preencher de vez.
Dentro de minha alma residem mil vidas, cada uma com uma voz que deseja ser ouvida. Eu sou mil eus diferentes, cada um com seus desejos e sonhos, todos entrelaçados, que sussurram segredos a cada palavra proferida.
Meu coração, uma tela, pintada com seus matizes, cada pincelada uma lembrança do que já foi. Uma colcha de retalhos de emoções e pontos de vista, um retrato de uma vida vivida interiormente.
Eu sou o poeta, o pensador, o ignorante, o palhaço, o amante, o romântico, o desiludido, o andarilho, o sábio. Eu sou o silêncio, o rugido, o som, a luz, a escuridão, o palco.
Sou uma contradição, um mistério, um enigma que não pode ser resolvido, um quebra-cabeça sem história, uma história que ainda não foi contada.
No entanto, em meio a todo esse caos, encontro, um silêncio que ecoa lá no fundo. Uma quietude que acalma minha mente inquieta, uma paz que habita em minha alma. É o meu Daemon, que me diz o que eu preciso ouvir. Diz-me que não estou só, que todos os meus eus são um no final, que eu sou uma semente que foi semeada, e que vou crescer e transcender.
E assim, vagueio por essas tantas vidas, abraçando cada uma como se fosse a minha. Pois nesta jornada, eu descubro o que sobrevive, a beleza de uma alma que cresceu demasiadamente, mas que habita uma vida que não viveu inteiramente, e um corpo puramente ausente.
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