Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Eu faço a minha sorte!

Ficam violentos quando sentem raiva
Eu penso melhor quando sinto raiva
Essa minha doença, meu monólogo
Pra quem não sabe a diferença entre psicólogo e psiquiatra

Às vezes eu fico me perguntando: Será que vale a pena enfrentar tudo por alguém e, será que alguém enfrentaria tudo por mim?

Quem vê o meu sorriso, não percebe que os meus olhos se consomem de tristeza...
Eu só quero que a felicidade more em mim!

Ter sua amizade
é algo tão especial
que dá até medo de perder

Te ter por perto é o que eu quero
ter para sempre
não só para contar
segredos, ou desabafar...

Quero te ter sempre
por perto, porque sua amizade
é algo tão bom
qua dá até vontade de ficar
ao seu lado o dia todo
Nunca diga que nos conhecemos por acaso ou então
que foi coisa do destino...
diga sempre que apenas nos conhecemos
que foi algo de Deus
Você foi e é a amizade que eu mais amo
você é a pessoa que eu mais confio
você foi e sempre será a
minha gatinha favorita do coração!

Hoje eu queria gritar, mas tenho que calar, pois meu grito pode incomodar e tambem me magoar!

Eu vi no espaço e no tempo, que as minhas lágrimas são como a chuva que lava toda a minha alma.

IMPULSIVAMENTE(EU)

Se me perguntassem o que sou, eu diria: Impulsiva. Não sou indiferente a nada, tudo me toca. Só consigo agir a partir de alguma emoção, se eu parar pra pensar, eu paro, não ajo. Ação pra mim tem que ser no calor do momento, com a pele arrepiada e a voz sobressaltada. Planejar é algo muito matemático para quem acredita na influência dos ventos e dos corações.

Posso estar morrendo de ódio de alguém, mas se ao encontrar essa pessoas, os olhos dela me pedirem ajuda, sou imediatamente tomada pela emoção do momento, esqueço todas as ofensas que treinei na frente do espelho e amo-a como nunca. O contrário também acontece: Quando amo, mas sinto-me ameaçada pelo ciúme ou pela vaidade.

Não sou alguém, sou uma reação a todo o sentimento do mundo.

Eu te amo como quem esquece tudo
diante de um beijo:
as inúmeras horas desbeijadas
os terríveis desabraços
os dolorosos desencaixes
que meu corpo sofreu longe do seu.
Elejo sempre o encontro
Ele é o ponto do crochê.
Penélope invertida
nada começo de novo
nada desmancho
nada volto

Teço um novo tecido de amor eterno
a cada olhar seu de afeto
não ligo para nada que doeu.
Só para o que deixou de doer tenho olhos.
Cega do infortúnio
pesco os peixes dos nossos encaixes
pesco as gozadas
as confissões de amor
as palavras fundas de prazer
as esculturas astecas que nos fixam
na história dos dias

Eu sou o que eu penso, visto, falo, sinto... eu sou o que vivo...
Então não posso dizer concerteza o que sou, pois o que sinto, penso e vivo muda... e com frequência. Terei a certeza de quem sou no dia em que a sociedade parar!

Como eu vejo o amor?

Eu vejo o amor como a união de dois seres que se completam, se respeitam e doam-se para construir um ao outro.
Eu vejo o amor com base de alicerce, iniciada na amizade, raras vezes num único olhar, desenvolvido no namoro, alimentado pelo diálogo e pela compreensão.
Eu vejo o amor na humildade, que abandona o egoísmo e dá plena atenção ao seu amado.
Eu vejo o amor cheio de confiança, certeza, fidelidade e responsabilidade.
Eu vejo o amor como uma vida que planeja o futuro, para que ambos sejam felizes conforme a vontade de Deus.
Eu posso ver o amor, nos seus olhos sinceros, no seu sorriso simples, na sua voz sutil, nos seus gestos de carinho. Eu posso ver o amor em você, embora só meu coração o sinta!

Ás vezes eu alcanço o auge da minha depressão. Agora que reparei que isso é um paradoxo. Que ironia. Enfim, quando isso acontece, é tão ruim. Acho que é um dos piores sentimentos que se pode sentir. É aquele sentimento que te faz lembrar de todas as coisas ruins que você já viveu, que você já viu e ouviu. Pessoas que você ama vem á sua memória e lhe dizem novamente as piores coisas do mundo. Não há sentimento pior pra se sentir.

Saudade eu tenho do que não nos coube.

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Cartas Extraviadas e Outros Poemas. Porto Alegre: L&PM, 2009.

“Eu gosto das lembranças. Eu não lido bem é com a saudade.”

As vezes eu sinto que eu voltei para os velhos tempos - há muito tempo.

Quando olho pra trás da minha vida, percebo que eu cresci e aprendi, me fortaleci muito mais nas horas que eu estava sofrendo do que nas horas que eu estava contente. Quando a dor chega eu vejo de outra maneira, não como um sofrimento, mas como uma oportunidade de aprendizado, toda dor é oportunidade de aprendizado, a gente aproveita ou não. Quem tem q dar a base a gente é o sentimento, então eu deixo o sentimento me comandar, passei ele a cima da razão, o sentimento me comanda e a razão se vira pra fazer o que o sentimento comandou. O sentimento percebe melhor que a razão, ele vai mais fundo, ele é mais humilde, ele é mais sensível, ele é mais humano... as pessoas tem medo de se arriscar, esquecem que liberdade é risco, querem segurança...

Eu gostaria de ser aquele que não se importa com nada…

Bloco do eu sozinho(a)

É com o amor e a alegria, de quem tem o coração como guia, que este bloco se anuncia.

Eu tenho o costume de sofrer muito por esperar dos outros uma atitude que não vem. Pode ser da mãe, do pai, do amigo, do colega de trabalho, do namorado, do mosquito que faz barulho chato no ouvido no meio da noite. Eu espero porque eu faço. Me dou de bandeja, mas nem sempre consigo me perdoar. E preciso entender que as coisas não vão ser como eu quero.

"E se eu descobrir que foi tudo um sonho, ainda assim valeu a pena"