Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
Eu sou imaturo, indisciplinado e egocêntrico, praticamente um garotinho no corpo de um homem, mas eu preferia que você não me citasse quanto a isso.
Só de ver o teu sorriso
Encontro meu abrigo
Só de sentir seu amor
Some toda minha dor.
E eu queria te dizer
Que nunca vou te esquecer
E que sempre irei te falar
"Para sempre vou te amar"
(Sara E.S.Moraes Gottsfritz)
Eu,no corpo, na alma sinto a injustiça e a ingratidão por aqueles que amo e que faço tudo que posso. Que vida essa, que damos mais importância a quem nos machuca, a quem nos fere e a quem nos deixa de lado,por aqueles que nos querem bem, nos dão carinho e atenção.
Eu vivo em constante aprendizado. E o que eu aprendo, não me torna melhor que ninguém, e sim melhor do que eu era.
E.L
..."Eu não dissemino a inteligencia até porque eu não sou inteligente. Sobre a luz da razão, eu costumo apregoar o razoável sempre mirando no óbvio!" ... Ricardo Fischer.
Juro, eu não sei mais o que fazer.
Não quero te prender, mas também não quero sofre, com essa tal liberdade que te dou.
SOU POR TI. ..
Sou feita de um eu quebradiço, frágil ser. ..
Transito entre mundos ainda desconhecidos
Hora sou folha aos ventos, quase à perecer
Hora vendaval que açoita oceanos perdidos.
Mas de tudo que permanece, palpável rocha
É tua presença sólida, inalterável fundamento
Como o antever da primavera que desabrocha
Ou as águas que impelem os moinhos de vento!
Pois és o chão onde firmo meus passos
O travesseiro onde repouso minha cabeça
Na doçura da tua boca, no calor dos teus braços.
Porque sou feita de dores e medo. Não de flor!
E se ainda sou verso, sou por ti. Não se esqueça!
Na carícia da ternura, na doçura do amor!
Elisa Salles
(Direitos autorais reservados
TUDO!
Não há um só dia
Em que eu não durma falando o teu nome
E não desperte pensando em ti.
Tu és a razão dos meus risos bobos
Das minhas gargalhadas estrondosas
E dos meus profundos silêncios.
Meus versos de amor? _ são teus!
Se não os deseja, atira os às ventanias
Pisa os nos quintais!
Porque tu és o motivo dos meus dias de sol
E todo o porquê das minhas noites de insônia
Minha alegria, minha tristeza e minha euforia!
Fiz de ti meu pecado e minha remissão
Minhas tormentas e minha calmaria
E como fazer de ti,tudo foi pouco
Fiz te poesia!
Elisa Salles
(Direitos reservados)
Eu sempre achei ela linda, com seu jeitinho de morena brejeira, de uma beleza singular. Mas vive às voltas com suas máscaras de argila e pepino. Aí eu paro e penso, para que mexer numa obra perfeita que Deus criou? E olha que ele caprichou quando te desenhou.
Memórias Inúteis...
Sinto tantas saudades de ti...
Das horas esquecidas, vadias...
Em que eu vitimava o tempo em teus braços
Em ternos abraços, sem tédio, melancolias
ou cansaços!
Eram dias de entregas...
Os nossos risos enfestavam o ar
Na vitrola : Chico, Elis , Gonzaguinha...
Ah saudade mesquinha!__ Quanta lembrança!
Quanta memória, para quê meu Deus, tanta memória?
Quem me dera a letargia ...A escuridão
de não saber o que foi..
...De não pensar,
no que poderia ter sido.
Hoje minhas tardes são tão cheias de marasmos
As brisas mais frias
Flores caem
Primavera sem viço
E em tudo,
a tua presença, intensa
que não sai de mim
não sai de mim...
Não sai.
Mágico seria o momento que eu te encontrasse, se eu tivesse a sorte de amanhecer do teu lado . Só assim saberia se sua magia me encataria.
O silêncio incomoda.
O silêncio é eloquente e, muitas vezes ele me diz coisas que eu não desejo ouvir.
A incerteza do incerto
Talvez eu seja imaturo de mais para entender a maldade;
Talvez eu seja pequeno demais para entender o que é ser grande;
Talvez eu não entenda o passado como compositor de um futuro;
Talvez eu não compreenda a necessidade do homem por atenção;
Talvez eu seja inseguro para olhar nos seus olhos;
Talvez eu não consiga ser eu mesmo por fingir ser outra pessoa;
Talvez eu não seja eu mesmo por não saber o que é isso;
Talvez a dor do meu peito seja um pouco de saudade;
Talvez certo por incerto, tudo seja incerto;
Ou talvez não.
Quando penso nesse mar de ilusão
Quando vejo eu perdido em mim
Tenho para mim que a lua se afastou
Tenho para mim que a luz do sol sucumbiu
Se a vida que levo não se mostra nesse ápice
Se não vivo em uma louca euforia
Num pequeno quarto, no fim de um agosto frio.
Vejo pela janela alguns pássaros a voar
Tendo para mim que a liberdade é um privilégio
Enquanto os mortais procuram um sinal de alegria
Tenho se juntado a eles.
Mas dessa vez, não cai nessa, não sou mais um mero mortal
Sou um pássaro que voa nos pensamentos,
Livre em pequenos e grandes vislumbres imaginários
Num pequeno quarto no fim de um agosto frio
Não tem limites nessa hora, a solidão da alma se vai para longe
Pois todos estão juntos e estamos sós nesse universo
Somos pequenos e grandes como o universo de uma célula
Iludidos imaginando, que por um acaso o sistema
Nos reserva algo maior
Mas dessa vez, não cai nessa, não sou mais um mero mortal
Sou um pássaro que voa nos pensamentos,
Livre em pequenos e grandes vislumbres imaginários
Num pequeno quarto no fim de um agosto frio
Aaahh, como eu queria ser um pássaro
Livre e solto nessa imensidão
Nesse céu azul tão grande e calmo
Nesse universo ao alcance de minhas mãos
Mas dessa vez, não cai nessa, não sou mais um mero mortal
Sou um pássaro que voa nos pensamentos,
Livre em pequenos e grandes vislumbres imaginários
Num pequeno quarto no fim de um agosto frio
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