Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Eu roubo o seu primeiro beijo, peço o segundo, te cobro o terceiro e te convenço a ir para o quarto, beijo.

Eu estou perdido no labirinto do seu coração.

Eu sou daltônico, para mim todos tem a mesma cor.

Quando eu era criança costumava rezar: "Deus, faça de mim uma bruxa".

Haveria um grande silêncio em mim, mesmo que eu falasse...

Desconhecido

Nota: A citação é atribuída a Clarice Lispector, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe uma paladar,
Seria mais feliz um momento...
Mas eu que nem sempre quero ser feliz.
É preciso ser de vez em quando infeliz
Para se poder ser natural...

Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva...

O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...

(Do livro O Guardador de Rebanhos Heterônimo de Fernando Pessoa)

O que eu falar de mim vai fazer alguma diferença?
O ser humano sempre julga pela aparência mesmo!

Eu quero crescer. Juro, quero mesmo. Quero aprender línguas que não sei. Quero conhecer novas culturas, povos, lugares. Quero me desapegar do velho. Quero não me fechar para as mudanças e para o novo. Quero dar amor, afinal, é ele a grande essência da vida. Quero não acumular rancores nem alimentar mágoas. Quero aprender a me pedir desculpa. Quero abandonar algumas saudades. Quero aprender a conviver com o que não posso modificar. Quero me mover mais e mais e mudar o que está ao meu alcance. Quero pouco e quero muito. Quero nada e quero tudo. Quero esquecer o que precisa ser esquecido. Quero nunca deixar de sorrir. Quero aprender a descascar laranja. Quero perder o medo de trovão. Quero ir. E vir. Mas nunca, nunca mesmo, deixar de sentir.

Cada dia é um novo dia. É melhor ter sorte. Mas eu prefiro fazer as coisas sempre bem. Então, quando a sorte chegar, estarei preparado.

Eu sou o diretor do departamento de doenças infecciosas, com dupla especialização em doenças infecciosas e nefrologia. Eu também sou o único doutor empregado nesse hospital que é obrigado a estar aqui contra sua vontade. Mas sem preocupações, afinal a maioria de vocês poderia ser tratado por um macaco com um frasco de analgésicos. E por falar nisso, vocês talvez vejam eu tomando comprimidos. É Vicodin, é meu, não é para vocês. E eu não tenho um problema com administração de dor, e sim um problema com dor. Mas quem sabe? Talvez eu esteja errado. Talvez eu esteja doidão demais para saber. Então, quem quer ser atendido por mim?

Não chego na frente do espelho e pergunto se há alguém mais bonita do que eu. É claro que existe. Mas e daí? Tem quem me ame do jeito que eu sou.

Mesmo não querendo,
eu sorrio sempre para
esconder as amarguras ,que
sinto no meu coração,
assim não darei aos maus
a alegria de me ver triste
e dou aos que me amam
a ilusão da minha felicidade...

É que eu sou uma pessoa difícil de lidar, de conviver, de amar.

Querido John

Nota: Autoria não confirmada

Às vezes eu tenho medo do meu coração, de sua constante fome por seja lá o que ele queira.

Poe (cantora)

Nota: O pensamento é erroneamente atribuído a Edgar Allan Poe. Ele pertence, na verdade, a cantora e compositora estadunidense Annie Decatur Danielewski, mais conhecida pelo nome artístico Poe. O trecho pertence a música Terrified Heart, do álbum "Haunted", lançado em 2000.

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Não quero ser o que eu não sou, eu não sou maior que o mar.

O maior pecado não é vc mentir ou cometer um assasinato, o maior pecado é vc Dizer "Eu te amo" a uma pessoa e não ter nenhuma verdade nas suas palavras

Todos os dias me levanto sabendo que quanto mais pessoas eu salvar, mais inimigos eu farei.

É que só sei ser impossível, não sei mais nada. Que é que eu faço para conseguir ser possível?

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Só sei que estou preparada para quebrar a minha cara, porque eu posso ser louca, boba e infantil, mas eu não sou medíocre.

Uma mulher sem mistérios é uma mulher sem magia. Por isso eu sou um Universo impossível de se desvendar! Eu sou mesmo assim...