Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Eu Desejei mais do que Voce

Cerca de 600930 frases e pensamentos: Eu Desejei mais do que Voce

⁠MIRAGEM

Os famosos via de regra,
Primam muito mais pela fama
Que pela própria grana.
E se embriagam no vinho
No egocentrismo.
Alucinando-se no garboso universo
Da notoriedade
De resto, não encontrando a si próprio,
Procura-se no ópio.
E ao se tornarem invisíveis,
É bastante pertinente
Que não caibam dentro de si,
E explodam
Transbordando de emoções.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠MORRER PARA VIVER:
⁠Era mais fácil ter morrido essa noite.
Ter morrido consentido!
Com sentido que sente sentido
Sentindo aquilo que se sente
Quando o sentir nos faz sentido.
Essa noite eu não poderia morrer.
Porque ao meu sentido
Senti que ano passado eu morri
Mas esse ano eu não morro
Para que todo o sentido
Se faça consentido ao porvir.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠Série: Minicontos

EFEITO PANDÊMICO
2020. A retórica era um futuro mais humano. 2022. Guerra..

Inserida por NICOLAVITAL

Série Minicontos

SUBMISSÃO
Viveu anos a fio sob a sombra da paixão. Acordou, e nunca mais voltou para a escuridão...

Inserida por NICOLAVITAL

⁠Se não crítico, logo serei mais um.

Inserida por NICOLAVITAL

POEMA ÍNTIMO II
São muitos os que estão comigo.
Muito mais aqueles que me acompanham.
Outros, diversos, me “abraçam”...
No entanto, muito, muito mais
Que os muitos...
São os poucos a me afagarem!
Sigo caminhando nesta ilusão.
Nas calçadas repletas...
Nas entranhas dessa procissão ...
Me vejo em todos os rostos.
Me sinto em todas as mãos.
Não fico, não sigo, não saiu
Do chão.
Se penso que sou ...
Sou a solidão.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠PARA SER FELIZ
Não devemos primar pela boa aparência
Mais saber ou status social.
Imprescindível é um sorriso farto.
Um olhar côrtes
E verdade nos sentimentos.
Necessário é ter humildade
O coração como um albergue.
Só seremos grandes enquanto pequenos.
Ainda pertenço ao universo dos gigantes.

Inserida por NICOLAVITAL

CABELEIRA É O CARA:


Nos idos anos de 1929, no município de Alagoa Nova-PB, pra ser mais nítido no sítio Camucá, hoje S.S. de Lagoa de Roça-PB, nascia CABELEIRA terceiro filho de uma família de cinco do senhor João Vital, carinhosamente chamado de João moco, homem de personalidade forte e conduta ilibada, logo se destaca por sua inclinação no domínio da matemática, autodidata, nunca cursou uma faculdade, porém era professor de matemática à época, onde dedicava parte de sua vida quando não estava na lida do campo, a ensinar os guris da redondeza pobre daquele município.

CABELEIRA, como era conhecido entre os mais íntimos, não teve muito acesso a letra, em virtude de que na época em que estava em idade escolar, trabalhava para ajudar o pai homem de poucas posses, ainda muito moço, deixou a vida árdua do campo, aonde viveu duramente com sua família, a qual sobrevivia da agricultura familiar, para se aventurar na longínqua região sudeste, para ser mais preciso no Rio de Janeiro, acreditando que iria melhorar sua vida e, consequentemente oferecer ajuda a sua família que ficara no “inferno” nordestino abandonado por todos e tudo.

Lêdo engano! Ao desembarcar depois de infinitos oito dias de viagem sem dormir, dentro de uma marinete sem o mínimo de conforto, se depara com uma realidade assustadora, terra, e gente desconhecida que logo ignora o pobre CABELEIRA, de indumentária matuta, sorriso tímido e, pele ressequida pelo sol impiedoso do nordeste árido, abruptamente a saudade do torrão natal aflora, e como um vídeo tape, começa a vislumbrar seus amigos, as conversas de botequins nas manhãs de domingo, as festas de argolinhas, os jogos de castanha no calçadão do alpendre da casa grande, as meninas de rouge no rosto, após a missa domingueira que antecede o pastoril dos cordões azul e encarnado, das disputas muitas vezes, na tapa, para decidir quem iria dançar com Doralice a quadrilha junina na escolha da “Rainha do milho”, da pamonha com carne seca assada na brasa, da rede de varanda onde depois da pamonha abria às pernas e peidava a noite inteira com o “Bucho inchado”.

Imediatamente, lhe veio uma vontade tirana de entrar de volta naquela malfadada marinete, mas todo tostão que trouxera já havia acabado, e o amargurado CABELEIRA, é condenado a ficar naquela louca e enfadonha metrópole.

Após pouco mais de um ano, o feliz CABELEIRA pisa em solo natal, era véspera de São João, havia muita fartura, milho verde, fava, feijão, batatinha e etc, depois de longos oito dias de volta, já menos sofridos, o jovem CABELEIRA sequer abre a cancela, e logo se joga dentro do barreiro da bigorna, ainda com o seu terno em linho branco, oriundo das terras sulistas, todo encharcado, o jovem grita: Pai, Mãe, cadê Jaime, Eugenio, Elídio, Tana e a vovó? Ao ouvir aquela voz, a matriarca responde lá de dentro da cocheira, teu pai foi dar aula na casa de seu Rouxinol, os meninos no roçado, e Tana lá na casa de Dodó, Dodó era uma meia tia do menino CABELEIRA e todos a amavam. E a felicidade era infinita na pequena casa de sapê, imediatamente foram chegando os irmãos e a noticia se espalha pela redondeza, e por volta do meio dia a casa já estava cheia para ver o jovem “carioca”, e Mariana a matriarca, reluzente de alegria grita: Tana! Bota água na panela que hoje temos mais bocas no almoço, pra finalizar, naquele dia comeram ali quarenta e seis pessoas.

No dia seguinte, o jovem CABELEIRA confidencia para seus pais vou me casar!

Você é doido menino! Disse João Moco o patriarca, com quem? Indagou. Com uma moça na Rua de Esperança-PB, o nome dela é Amélia, e assim o fez, o ano era 1960, casou-se com Amélia com quem teve dezenove filhos, dos quais, nove morreram ainda em idade de criança, hoje o velho CABELEIRA tem oitenta e quatro anos de idade e goza de uma saúde invejável, sua Amélia onze anos mais nova voltou a ser criança acometida do mal de Alzheimer.

Ah, não podia me esquecer de suas peripécias, entre elas, se não a mais trágica, a mais cômica, o nosso protagonista também foi comerciante e possuía uma pequena mercearia no final dos anos de 1970, onde fazia e vendia “Dimdim” ou “Sacolé,” como queiram, o mais engraçado é que ao mexer o liquido deixava cair os cachos de “Baba,” e os moleques de forma irônica iam comprar e pediam me dê um babado desse ai, CABELEIRA com um sorriso pálido os despachava.

Aquela pequena bodega foi palco de inúmeros espetáculos de grandes comédias involuntárias, e por onde passaram alguns nomes inesquecíveis de figuras hilárias como: Neve Pé de Cágo, Beto zambão, João Cafifi, Pombazulão, Maria debaixo da Mesa, o terror das crianças, e outros. Entre elas destaco a noite de domingo em que Neve “Pé de cágo” deu uma surra de cururu em “Beto zambão,” era aproximadamente 18h00, e “Zamba” ia pra missa, ao passar pela porta da bodega um moleque na rua grita “Pé de Cágo”! Neve acabara de beber um copo de cachaça brejeira, e ao se virar, dar de cara com “Beto zambão,” sem pestanejar, ela dar digarra de um sapo cururu que havia na calçada e começa a surrar o pobre rapaz que sem saber o que estava acontecendo apenas pedia para que a mesma não sujasse sua roupa branquinha que ia à igreja, a mesma, enfurecida, não parava de bater no rapaz, salvo com a intervenção das pessoas que ali se encontravam, bem como as quedas de asas de Antônio Cordeiro, em momentos de embriagues alcoólica, e muitas outras que em outro momento externarei aos senhores leitores.


CABELEIRA também tinha grande facilidade de fazer boas amizades, e só lembrando algumas como: Juvenal Peteca, Antônio Carioca, Luiz Paulino, Zacarias, Antônio Cordeiro, Paulo Canuto e o pitoresco Pombazulão, até o poeta popular Arnaldo Cipriano, o qual promoveu muitos encontros de violeiros na casa de meu querido e amado CABELEIRA, que muitas vezes ao ser indagado pelo autor ainda criança, se ele pretendia se aventurar mais uma vez naquelas terras distantes.

Respondeu: nunca, jamais, contudo aqui eu era feliz e não sabia.

Inserida por NICOLAVITAL

“Poesia”
Amor é lento como a vida...
Demora passar mais quando passa nunca mais retorna...
Morremos para que, outros nasçam...
Um amor morre para, que outro sobreviva...
O amor nasce de um olhar...
Vive de um sorriso...
E morre de um adeus...
Mais vale morrer de amor...
Do que viver na solidão..

Inserida por Marylucy

"Anjo Adormecido"

As palavras do amor expiram como os mais lindos versos de um doce poema.

Com eles adoço as amarguras e embalando os pensamentos solitários.

Dos vagos clarões do dia e o vapor do perfumes das orquídeas que dispersas vidas.

Mas que vida! Não têm vida nas existências que invento;

Sem esplendor sem luz.

E o vagos sussurrar no silencio, no clamor do pensamento.

Cedo morto, ânsia breve, universos de pó, que o sopro espalha ao vento, raios de sol, no oceano entre as águas imersas.

Que trás a chuva para inundar minha mente e regar minhas idéias.

As palavras da fé vivem um só momento.

Mas as palavras más, as do ódio e do despeito prevalecem.

O "não!" que desengana o "nunca!" que alucinam, as da esperança continua.

As risadas abrasam-nos o ouvido e entram-nos pelos e ficam no coração.

Numa inércia assassina, Imóveis e imortais, como pedras geladas...

Que domes um anjo adormecido.

Mas que, num sussurro a umedecida Terra desperta.

Ouve o clamor dos sons e enleva as estrelas que, no alto à noite levam presas...

São meus versos.

Palpita a minha vida neles, falas que, a saudade eleva, de meus sonhos que vão, rompendo a treva, encher teus sonhos, anjo adormecido.

Dormes, com a face em lagrimas sob, no travesseiro com o cabelo negro e solto escondes a face oculto no silencio da noite adormeces...

Acorda sai correndo...

Por que surge tão cedo à luz do novo dia.

Inserida por Marylucy

“O brilho do amor” Poema

A vida é bela quando o amor é infinito...

E torna mais bonito...

Cada palavra vinda com emoção.

Quando a saudade é sentida direto no coração...

Aquelas triste canção...

Que traz em si recordação.

Doces, felizes, tão perfeitas.

Faz lembrar como seria o riso, o cheiro, o olhar, a voz...

A essência traz o toque suave...

Das mãos que sentiu o calor do amor.

O amor faz a vida repleta de cores...

O amor faz do seu sorriso...

Lindos raios luminosos do sol.

O amor faz que...

O espírito torna-se cintilante.

Tão belo e mais constante...

Como é lindo o amor...

Tal como a mais bela flor.

O amor transmite essência à cor...

O amor faz uma estrada tão florida...

Dá razões á própria vida...

O sonho mais feliz de um sonhador.

O amor é tão belo como a essência da flor.

Que fere a alma mais traz na boca...

O doce sabor do mel.

O amor à presença sente...

Um abraço apertado...

De um sorriso delicado.

Que aquece que consola que acalma...

Que envolve a alma...

Quanta saudade cabe num coração sofredor.

Inserida por Marylucy

“O brilho do amor”

A vida é bela quando o amor é infinito...

E torna mais bonito...

Cada palavra vinda com emoção.

Quando a saudade é sentida direto no coração...

Aquelas triste canção...

Que traz em si recordação.

Doces, felizes, tão perfeitas.

Faz lembrar como seria o riso, o cheiro, o olhar, a voz...

A essência traz o toque suave...

Das mãos que sentiu o calor do amor.

O amor faz a vida repleta de cores...

O amor faz do seu sorriso...

Lindos raios luminosos do sol.

O amor faz que...

O espírito torna-se cintilante.

Tão belo e mais constante...

Como é lindo o amor...

Tal como a mais bela flor.

O amor transmite essência à cor...

O amor faz uma estrada tão florida...

Dá razões á própria vida...

O sonho mais feliz de um sonhador.

O amor é tão belo como a essência da flor.

Que fere a alma mais traz na boca...

O doce sabor do mel.

O amor à presença sente...

Um abraço apertado...

De um sorriso delicado.

Que aquece que consola que acalma...

Que envolve a alma...

Quanta saudade cabe num coração sofredor.

Inserida por Marylucy

Poema. “Minha alma gêmea”

Mais uma vez a insônia me procura...

E comigo conversar…

E me encontra no silêncio da noite...

Onde eu fico a pensar.

Ouço meu coração que não quer calar…

Relembra minha Infância, há tanto esquecida…

E traz à tona o tom perfeito...

do céu azul dos que não sonham.

Os lábios distantes...

Que beijei sem tocar...

As lembranças dos momentos...

Que ficou tão distante, mas que parecem ontem...

O nosso primeiro encontro.

As vozes que me chamam...

Ao paraíso...

São fracas...

Como a voz de um anjo.

Quase um sussurrar...

Não chegam aos ouvidos...

Daquele que deve me escutar.

Cada dia o pranto...

Chega mais pesado...

Com lagrimas, disfarçadas...

E um triste pensar.

Na mente o sonho...

De ter alguém tão especial...

Sonho destruído...

Pelo silêncio da solidão que faz dois corações...

Soluçar.

Deixando cicatrizam na alma.

E o medo de amar.

Meu amor, quanto tempo vou suportar ficar longe de você...

Quanto tempo...

Terei que dormir, para em meus sonhos te encontrar.

Diga-me que o bom tempo virá...

É tudo entre nós será com antes...

Diga-me que nada nos fará desistir do nosso amor.

Que essa espera incansável será mais um motivo para...

Prevalecer o sentimento que toma conta do meu coração.

Diga agora que de mim nunca esquecerá...

Mesmo que nossos caminhos não estejam ligados um ao outro...

Darei minha alma para contigo de novo junto estar.

Se você partir sem me levar, levará a melhor parte de mim.

O meu coração...

Minhas forças...

Meu viver.

Levará contigo minha alma...

Meu sorriso.

Tudo de bom que habita em mim ficará presos nas suas...

Lembranças.

Busco-te todas as madrugadas...

Busco seu corpo para colar ao meu.

Busco seus beijos para se encaixarem aos meus...

Busco sua alma para se encontrar à minha.

Essa confusão de pensamentos parece uma doença...

A cura para minha alma é sua presença...

Minha doce alma gêmea.

Machuca-me tanto, ter que só pensar, e repensar, em você...

Todas as manhãs, tardes e noites...

E quando chega enfim a madrugada o sono desaparece...

Dando seu lugar a insônia e a saudade...

O choro chega incontrolável.

Chega a apertar meu coração...

A vontade de te querer, e gastar todo esse amor infinito...

Que tem morada fixa em meu coração.

Meu amor...

Não deixe que o tempo modifique nosso amor...

Não para menor...

E sim para melhor.

Amo-Te...

Minha alma gema.

Inserida por Marylucy

“Soneto” da Noiva
A noite cai à nostálgica sombria vem...
Não existe nada mais triste que um adeus deixado por sobre a terra fria.
Que funda mágoa, que mistério encerra por causa do amor.
Seu pranto é feito como geada fria, que traz o dia da grande dor.
Noiva do sonho, a demandar um beijo, buscado alento por um amor defeito.
Andando, por entre as nuvens, sonolenta...
Segue-lhe os passos, nessa marcha lenta.
Das estrelas o pálido cortejo.
Aos dúbios raios do luar, parece ver um anjo de vestes claras...
Caminhando na mesma direção clamado pelo amor ausente...
Adorando, ergue uma prece.
E pensa que é sua alma disfarçada...
Em noite que, no espaço, anda vagando...
Num manto de agonias rebuçadas.
Buscando um caminho para sua estrada.
No silencio da noite acorda assustada...
Por ver sua alma desamparada.
Na busca pelos anseios da vossa alma.
Não encontrando nada volta dormir.

Inserida por Marylucy

Me toca.
Dedilha em meu corpo sua mais linda canção..
Aquela que fala de amor.
Entre em sintonia..
Eu e você na mais doce melodia.

Inserida por romatos

Sonhe...
Sente-se na sala de espera das realizações dos teus sonhos mais loucos.
Aguarde e se entregue de corpo e alma ao que o destino te preparar.
Torne sua espera mais agradável possível.

Inserida por romatos

Me encontre nos sonhos mais doces esta noite.
Me ame,perpetuando em minha pele teu gosto de amor.

Inserida por romatos

A vida é breve.
Por isso:
Não vivo mais ou menos.
Nem amo pela metade.
Quero tudo e quero agora!
Não deixo nada pra depois!

Inserida por romatos

Tudo passa.
E te digo mais:
O que fica,grandemente te fortalece!

Inserida por romatos

"Deixo um olhar desconfiado que revela mais que palavras, desnuda a alma e trás à tona medos e anseios profundos."

Inserida por romatos