Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
Mas quem sou eu?
...se não mais que um perambulante em solos fértil!
...mesmo sem saber de nada,
falo,
grito,
repito,
oque pode ser...
e, se não o é,
aquilo de mais inútil!
dá pena se despedir
de tudo o que poderia ser
e eu nunca hei de saber
formas outras de existir!
…
a pena é ter que morrer
e não conhecer o meu fim.
Na alvorada, ao sol nascente, eu medito,
Sobre o amor, que outrora florescia tão bonito,
Mas agora, envolto em sombras, desfeito,
Por uma traição, que no peito, ferido, foi feito.
Gravada em segredo, a nossa voz, lamenta,
Um vínculo outrora forte, agora se arrebenta,
Onde outrora havia confiança e afeto,
Resta agora o vazio, o lamento, o desafeto.
Oh, como as rosas murcham em meu jardim,
E o canto dos pássaros soa triste, sem fim,
Pois a traição obscureceu o céu azul,
E o amor, que outrora brilhava, agora é nulo.
Por isso, ergo-me em meio à escuridão,
Com lágrimas nos olhos, e no coração,
Decido, nesta aurora melancólica e fria,
Encerrar esta história, que um dia foi minha.
Leve consigo as lembranças, os vestígios do que foi,
Pois não há mais lugar para nós dois, aqui, sob este céu,
Que seja livre, que siga seu caminho sem mim,
Pois neste adeus, encontro a paz, enfim.
Me deixa ser eu
Me deixa te mostrar quem sou
Queira conhecer minha essência
Me deixa ser eu... junto com você.
Flávia Abib
Às vezes eu me esqueço que a
terra e a raíz têm familiaridade
com a força da natureza e que
embaixo de qualquer concreto
existe uma infinidade de terra vermelha
poderosíssima
da cor do sangue que
corre em minhas veias
sob a pele
Às vezes eu me esqueço da importância
da história viva dos pés
da trajetória dos passos até o
destino almejado
afinal um caminho só é caminho
se alguém passar por ele
senão será sempre
só mais um pedaço de chão
inveja
eu invejo eles
eu invejo aqueles cabelos
eu invej... aqueles olhos
eu inve... aqueles físicos
eu inv... aqueles braços
eu in... aquele peitoral
eu i... aquelas vozes
eu... aquela altura
e... aquela popularidade
... aquela habilidade
aquela disponibilidade
aquela velocidade
aquela facilidade
aquela inteligência
aquela beleza
eu invejo aqueles homens
Eu perdi qualquer motivação de vingança.
Quando descobri que eu posso "vingar" .
Usando a força da dor para transmutar, brotar, florescer, fluir e inspirar.
"Escrevo a ti, minha amada, outras palavras além de 'eu te amo'. Quero lhe dizer que és minha data de nascimento, pois quando te vejo, me sinto vivo."
Lil Nan - Cacheada
Se for contar quantas vezes eu chorei
juro que um milhão de vezes desmoronei
eu não tô sóbrio tô viajando entre as estrelas
se vou voltar pra casa não tenho certeza
esses otário tenta fazer tua cabeça
no final a gente ver quem tinha clareza
ninguém te ama mais do que eu
é uma pena que teu amor por mim morreu
O teu olhar é fantástico
por tu eu sou fanático
como ela pode me mudar assim?
sou só um rapper solitário
tentando ficar intacto
enquanto tu me destrói pedacin por pedacin
amor não chore por mim
amor não chore por mim
eu prefiro ficar na minha sozin
e quando bate a saudade por tu eu lembro o quanto eu perdi
amor não chore por mim
amor não chore por mim
eu prefiro ficar na minha sozin
e quando bate a saudade por tu eu lembro o quanto eu perdi
A "POSSE" DOS LIVROS
De nada vale a inteligência adquirida pelos livros?
Quando eu desmereço a leitura aos "deslivrados",
Quando os impeço ou os escondo da História escrita,
Quando lhes impeço do protagonismo da escura cor.
Não aprender a compartilhar as fontes da construção
É não abstrair da evolução o intelecto, a real lição.
É ilusão pensar-se como sábio, intelectual ou mestre,
Comprimido pela avareza e a condição da ignorância.
Sabedoria é abstratismo, depósito, mas não é refúgio!
É verbo, mergulho, navegação, não culto a si mesmo.
Por vezes, inversa, desobedecendo as normas de ser,
Voa livre das folhas, para além, nem sempre escritas.
Ah se os meus livros saíssem todos voando por aí!
Ah se viesse um tempestuoso vento forte, a tempo.
Um vento desses que com descaso causam o caos!
Que açoita o ego, ou as folhas do limoeiro ácido.
Ah se visse um vento intruso, rabugento e mal criado,
Capaz de "livrar" os "meus livros" do pueril cativeiro!
Prisões, "minhas posses", insanidades, "meu apego",
Levando-os aos lugarejos "desmerecidos e opacos".
Ah se esse vento me deixasse, sem "ter meus livros"!
Jogando-os todos sobre as minhas carrancas tristes!
Dando-me lições abstratas, inversas, desconhecidas,
Mostrando-me as faces atrofiadas pelo meu egoísmo.
Ah se esse vento viesse sem avisar-me de seu tempo!
"Livrando-me" ante as crenças, os apegos e os muros.
Entulhos que aprisionaram-me ao abismo da ilusão,
Impedindo-me a refrigeração dos mundos externos.
Ah se esse tempo chegar e causar o caos nos livros!
Isso seria literalmente um atentado, um "livramento"!
Seria como uma recomposição, uma composição!
Talvez eu saberia lutar, mas não faria o contra-tempo.
Talvez eu sentiria prazer, por uma estranha liberdade...
A "minha liberdade"; por não ver "meus livros presos".
Talvez a liberdade dos livros me causaria inveja, dor!
Libertando-se, libertam outros seres, outros livros.
Alguns contos ou poesias não existiriam à revelia,
Sem que o vento causasse um caos nos incipientes.
Os livros vêm com o caos, a sabedoria vem depois!
Os livros sopram o vento, o tempo cristaliza os livros.
(Pedro Alexandre).
Paz? Paz eu tenho quando
vejo seu lindo sorriso.
Sorriso esse que é contagioso
e me deixa extremamente bobo.
Você poderia se sentar, desabafar.
Eu prometo, vou te escutar e no final
fazer você gargalhar.
Eu realmente achei que nunca
mais sentiria o amor.
Mas afinal, o que é o amor?
Amor é uma mistura de sentimentos.
É difícil explicar, mas quando vejo-te
sinto tudo, deve ser amor.
Registro tudo que eu penso e faço o momento valer mais que objetos. Somos fragmentos de estrelas, abelhas que servem uma rainha, se eu fosse uma planta seria uma orquídea, a raça humana é parasita mesmo sendo a imagem de Deus. Blasfemei com meu questionamento, mas nada me impediu que eu buscasse as respostas por mim mesmo, talvez eu esteja errado, o mundo real seja o materializado, e não aja nada superior, a vida não faça sentido e a morte uma libertação da velhice.
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