Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
O reducionismo de colocar o patriarcado como o único culpado pelos males do mundo empobrece o debate e pode levar à negligência da responsabilidade individual em cada ato.
Jesus disse, em João 13:34: "Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei a vós, que também vós uns a outros vos ameis", e Paulo fala a Tiago, em Tiago 2:13: "Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa sobre o juízo." Seremos salvos pelo amor e pela misericórdia em Deus, e para com os outros; mas as obras são o que testificarão a nossa fé: "Não basta ter só misericórdia e amor para com uns aos outros, rejeitando seguir o caminho deixado por Jesus Cristo; onde operou tais obras e viveu em obediência a Deus. Pois Aquele que escreveu o Novo Testamento; É o mesmo hoje e sempre, e sabem daqueles que o rejeitaram; no qual também os rejeitará-los no juízo Final."
"Mais uma vez: "Não falo que as obras da Lei de Moisés salva; mas as obras e o seguimento da lei, segundo Jesus Cristo e os seus mandamentos; salva. Lembre-se da mulher adúltera: Todos não tinham misericórdia e amor por ela, e queriam condena-la. Mas Jesus abriu um novo mandamento segundo a sua lei; e teve amor e misericórdia por aquela mulher; dizendo que vá e não peques mais." E assim Jesus queira que ela também fizesse para com os outros."
Tristeza, timidez e humildade tratadas como patologias para aumentar a riqueza das empresas farmacêuticas.
Nunca mais cruzei os braços em prol de uma nação que olha a imprensa como ferramenta estratégica para o amadurecimento da democracia.
Assim como existe a noite, que é oposta do dia, também existe o céu e o inferno (trevas)!
Assim como existe a mentira que tem por pai o diabo, assim também existe o oposto da mentira, que é a verdade, e Jesus é a verdade, e Ele se manifestou para desfazer todas as lambanças de mentiras que o diabo fez.
"...Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo ".
(1 João 3:8)
Sintonias improváveis
sem qualquer explicação
olhares que se visitam e falam
como um caos na escuridão.
Reencontro de almas nuas
que remetem à paixão
te arrastam sem piedade
sem remorso e sem razão.
E o enigma se instala
num sentimento pagão
perde-se a cor e a fala
bate asas, coração.
É quase como se a regra não escrita do nosso tempo fosse a de que para se destacar, é preciso subverter e menosprezar aquilo que é sagrado para milhões de pessoas. A ironia, claro, é que ser “progressista” agora parece significar pegar as crenças de uma das maiores religiões do mundo e transformá-las em um espetáculo de entretenimento barato. Nada como uma boa dose de sarcasmo e desrespeito para mostrar que a verdadeira coragem é desrespeitar tradições e crenças que já enfrentaram séculos de resistência e fé.
As vezes a sanidade me foge
- a pouca que me restou -
e fico alheio, quase mudo...
como um cão faminto,
que revira o lixo e se alimenta,
apesar de tudo.
Virar a esquina e dar de cara com aquela rua é como ver um portal para outra dimensão, essa que só existe na minha memória, essa que se materializa em forma de dor física ao lembrar, ao imaginar todas às vezes em que lá passei e senti como se tudo valesse a pena, como se a cada passo, me levasse para o lugar que eu realmente queria estar, ao seu lado.
É como andar sobre a linha fina que divide dois mundos completamente diferentes um do outro. Como se, ao mesmo tempo que o vazio e a certeza da solidão momentânea me consumissem, eu pudesse sentir a sua presença ali, como tantas outras vezes tive.
No meio do caminho, eu olho para trás e consigo ver a primeira vez que ali passei, com o coração acelerado, ansioso para te conhecer. Olho para frente e vejo a última vez na qual eu te abracei com um singelo e triste adeus, com a promessa de nunca mais te ver.
Ao final daquela rua coberta de memórias, eu fixo o olhar no horizonte e, com peso no coração, sigo em frente para não cair de novo em uma ilusão.
Ele diz que meu corpo é como uma porcelana
Aperta minha coxa como se quisesse me quebrar no meio
Me bate como se eu fosse uma pintura renascentista
Realizo a fantasia debaixo dessa cobertura de 5 estrelas
Estou chorando, porque você me bateu forte demais
Não pare.
Quanto tempo faz? Talvez isso nem importe mais.
Hoje, como ontem e anteontem, me pego com um cigarro na mão a pensar, pode parecer que não, mas, fumar é só uma das maneiras que encontrei de suspirar. Vícios.
É difícil esquecer quando os momentos bons foram com você, tenho em mim toda a saudade que esse amor merece ter.
Talvez um dia isso tudo faça sentido, ainda não entendi o porquê de não ter
sido você.
Por que você? Por que essa saudade? Não a vejo, mas se fecho os olhos, consigo ver como tudo deveria ser.
"Tornamo-nos odiados tanto fazendo
obem como fazendo o mal."
Maquiavel
A questão, Maquiavel, é que pelo bem as pessoas tendem a se tornarem saciadas de querências, de dotes duradouros e, pelo mal, estarão rodeadas de ira, soberba, vaidade e desgosto.
O ódio pelo bem praticado
se dissipará com o tempo.
Em teus olhos azuis velejei como no mar, sem me preocupar.
Deixei me dominar pela calmaria do seu olhar.
Afundei no azul profundo, lá eu não sabia nadar.
Amar demais pode ser visto como uma fraqueza em um homem, mas é essa entrega que revela sua verdadeira essência.
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