Eu Amo Minha Família
Nenhuma combinação de palavras pode expressar completamente a imensidão do amor, superação, carinho e dedicação que você trouxe à minha vida. Cada gesto, cada sorriso, cada sacrifício que você fez em prol do meu bem-estar e felicidade é uma inspiração constante.
Desde o momento em que me trouxe ao mundo, você tem sido a força que me sustenta, a luz que ilumina meu caminho. Você me alimentou não apenas com comida, mas também com valores, princípios e a crença no poder do amor incondicional.
Suas ações silenciosas falam volumes sobre sua devoção. Você cuidou de mim nos momentos difíceis, me incentivou a superar desafios e sempre me mostrou o verdadeiro significado da persistência. Seu amor não conhece limites, sua dedicação não tem fim.
As lições que você me ensinou são tesouros que guardarei para sempre. Cada conselho, cada orientação, moldou o que sou hoje. E, acima de tudo, você me mostrou que o amor verdadeiro é dar sem esperar recompensa, é estender a mão sem pedir algo em troca.
Mãe, você é a personificação do amor incondicional e da resiliência. Seu coração generoso é um farol que me guia em meio às tempestades da vida. Agradeço profundamente por tudo o que você me deu, por cada momento de carinho, por cada sacrifício silencioso. Sua presença é meu refúgio, sua sabedoria é meu conselho.
Neste caminho da vida que trilhamos juntos, saiba que você é minha heroína, minha inspiração eterna. E, acima de tudo, você é amada além das palavras. Obrigado, mãe, por ser a pessoa incrível que você é.
Com todo o meu amor,
do seu filhote:
Felipe Facundes
Só tem uma pessoa cuja convicção das próprias crenças e tenacidade feroz conseguiu mudar a minha visão de mundo ou me fazer ter uma visão de mundo, e essa seria a minha mãe.
Ontem tive medo
Ontem tive medo, não aquele medo de barata, de avião, de altura que às vezes nos incomoda... Ontem tive medo, o maior medo que já senti... Percebi que esses medos são pequenos perto do medo de ser mãe e não poder cuidar do seu filho... Ontem tive medo de cair e não ter forças pra levantar... Ontem tive medo de me machucar e deixar um ser tão indefeso sozinho... Ontem tive medo de não ter forças pra segurar minha filha, foi por pouco tempo, mas o suficiente para saber que o mais importante pra mim hoje é estar bem para cuidar de outro alguém... Ontem tive medo só de pensar que poderia abandonar, nem que fosse por um minuto aquele serzinho tão dependente de mim... Ontem tive medo, muito...
Talvez exagero, ou hormônios à flor da pele... Mas se você é mãe e já sentiu isso vai entender perfeitamente o medo que senti...
Para minha filha
Quando sentir o chão ceder debaixo da sola de seus passos
Quando olhar para a frente e enxergar a nuca do mundo
Quando a água do mar parecer fria e seu nariz grande demais
Quando o vazio te ofertar a mão com brandura encenada
Quando a noite perpétua te jurar que nunca mais haverá dia
Quando alegria desertar de suas pernas e você parar de dançar
Quando se sentir cansada até mesmo para dormir
Sua mãe estará aqui
Inesquecível mamãe.
Nem sei como começar. Não tenho prática.
Nestes quarenta anos nunca te escrevi. A senhora sabe como é: correria, muito trabalho, compromissos diversos e afinal, ninguém é de ferro né mãe.
Mas hoje, parei de encontrar desculpas e resolvi te escrever. Talvez eu tenha algumas novidades pra te contar.
Saiba a senhora que já não sou mais aquele menino que tinha vergonha de te beijar, de te abraçar, que não sabia o quanto é maravilhoso dizer e ouvir um “eu te amo”. Cresci mãe, passei e passo meus momentos de dificuldades. Não só eu, os irmãos também.
Pena que não te abracei mais, que não te beijei mais, que não demonstrei mais o meu amor por você. Eu não sabia que você partiria tão rápido. Talvez se soubesse teria feito diferente ou morreria antes para não sofrer esta perda.
Mas estou sobrevivendo, lutando, buscando sempre acertar. Você sabe o quanto é difícil tocar em frente. Eu tento facilitar, pode acreditar, mas ás vezes desabo. Não vou negar que tenho minhas fraquezas e culpas, mas também vivo momentos ótimos, inesquecíveis e lindos.
Puxa!
Estou escrevendo e me dou conta que até meus cabelos estão parcialmente brancos.
Lembro como se fosse hoje o dia que você teve que ir. Nossa. Tanto tempo, mas a memória não se esquece de nada. Todos me deram uma especial atenção, tentaram me distrair. Eu era tão menino, tão inocente, mas sabia o que significava aquele momento.
Eu sabia que meu melhor pedaço de doce ficava ali. Por muitos anos não consegui falar em você sem chorar. Agora também estou em lágrimas. De saudades, de vontade de te ver, de saber que se você estivesse comigo poderia ser mais fácil. De saber que no caminho, por vezes, encontramos mais espinhos do que flores.
Naquele inicio de ano de setenta e dois, nos afastamos para nunca mais eu ver teu rosto. Não sei se, em algum momento, viste o meu.
Estou diferente agora. Perdi aquele sorriso, perdi parte do brilho dos olhos desde aquele dia e agora ainda mais.
Acho que pra aliviar um pouco comecei a escrever. Assim, despretensiosamente. Nos anos 80 fiz algumas crônicas para jornais. Depois fui escrevendo algumas poesias. Em 87 participei da primeira antologia. Hoje são várias participações.
Participo de um site literário, tenho recebido até elogios. Acredita mãe? Verdade. Pena que você não pode ver.
Este ano tenho um projeto mais ousado, conto com teu apoio materno para que dê tudo certo.
Confio no teu amor. Confio na tua intercessão.
A parte triste é que não poderei te enviar, sequer, esta cata.
Você promete me ajudar mesmo assim?
Saiba que eu escrevo com o coração, com a sensibilidade e a saudade de um filho que não te esquecerá jamais. Quem sabe você, com teus poderes de mãe consiga ler. Tomara. Tomara mesmo.
Se não for possível me deixa, ao menos, sonhar que lerá.
Por hoje era isso mãezinha. Beijos.
Ainda amo você muito mais do que a mim mesmo.
Feliz ano novo pra você.
Feliz ano novo para todos.
*Mamãe faleceu em 03/01/1972. Completaria 52 anos em 01/03/1972
A cada passo a exaustão,
O seu peso já consigo sentir,
Já não sei se consigo segurar meu coração...
As forças se vão,
E o que mim resta então?
Dor, desespero, amargura de uma vida..
Será que somente isso é o que alcançarei?
Há se pudesse voltar ao tempo.
Faria diferente?
Não sei..
A única coisa que sei é que não posso parar.
Ainda tenho uma esperança,
Que tudo farei para algo melhor lhe proporcionar..
São tantos obstáculos que não conseguir falar:
Nem tudo é ruim.
Teu sorriso sorriso é o alívio minha dor,
Teus passos são descanso do meu cansaço,
Seu abraço é um renovo da minha força.
E Olhando pra vocês ,filhas, mim pergunto novamente:
E o que mim resta então?
O amor de um abraço,
A pureza de um sorriso,
A esperança,a persistência e a felicidade em cada conquista..
E mim lembro de outra pergunta:
Há se pudesse voltar o tempo. Será que faria diferente?
Não! Não faria.
Enfrentaria tudo só pra tê-las em meu abraço.
Obrigado por mim ter como mãe.
E obrigado minha rainha, minha doce mãezinha.
Hoje sei o quanto não é fácil ser mãe..
Mesmo assim a senhora não desistiu
Nessas simples palavras lhe dedico minha gratidão...
E assim vou encerrando lhe pedindo a benção minha mãe!
Te amo 💟
Meu diário público 25/05/2025
Me chamo Aline Caira, costumo usar o pseudônimo de Kayra, enfim... carrego em mim a história de uma infância moldada pela hostilidade e crueldade. Um lar que, ao invés de ser um refúgio, foi palco de violência física, mental e psicológica, tecendo uma teia de sofrimento em meu ser. Cresci em silêncio, aprendendo a suportar a dor, pois, aos olhos de meus algozes, eu era um ser desprezível, culpada até mesmo pelas travessuras e pequenas artes inerentes à infância. A cumplicidade de minha própria irmã, que, ao invés de ser amiga, me apelidava de "bruxa", "Olivia Palito" e me atacava com palavras cruéis sobre minha magreza, feiúra e suposta burrice, só aprofundava a ferida. A fachada de felicidade em passeios e eventos logo se desfazia ao cruzar a porta de casa, onde o terrorismo psicológico se instalava. Era o inferno particular, a solidão em meio àqueles que deveriam me amar.
As palavras, como navalhas, cortavam minha alma, somadas às agressões físicas que marcaram meu corpo: chutes, pontapés, puxões de cabelo, socos no rosto, tapas ensurdecedores. Unhas que rasgavam minha pele, beliscões que me feriam profundamente. A violência escalou ao ponto de um afogamento simulado por minha própria mãe em um tanque d'água, um ato que ecoa em meus pesadelos até hoje. Fui atirada da escada, humilhada e exposta a situações vexatórias, com meu pai me xingando e espancando em público, na rua, na escola, até mesmo diante da diretora. A vergonha e o medo se tornaram meus companheiros constantes.
O que torna tudo ainda mais lamentável é a conivência silenciosa dos familiares, testemunhas passivas do meu sofrimento. O motivo? Permanece um mistério doloroso. É incompreensível a existência de seres humanos capazes de presenciar o sofrimento de uma criança e permanecer inertes.
Na vida adulta, carrego comigo essa criança ferida, sedenta por amor e pela segurança que nunca encontrou nos braços de seus pais. A busca por esse afeto perdido se manifesta em padrões de comportamento, em relacionamentos que, muitas vezes, repetem a dinâmica dolorosa do passado.
Minha vida adulta é permeada por tristezas, dores e sofrimentos. A depressão se tornou uma sombra constante, uma batalha diária que me consome. Há dias em que a exaustão me impede de sequer levantar da cama. No entanto, o olhar doce e amoroso de minha filha me impulsiona a seguir em frente. Por ela, por seu bem-estar, não posso me render às minhas próprias dores. Ela é a luz que me guia, a força que me mantém de pé, a razão para lutar contra a escuridão que me assola. E é por ela que busco a cura, a libertação das amarras do passado, para que ela possa ter a mãe que eu nunca tive.
Laura, promessa do céu
Falei com Deus em silêncio profundo,com o peito rasgado num mundo tão meu.
Pedi que Ele fosse claro, que fosse justo,que tirasse de mim o peso cruel.
"Se não for pra mim gerar no ventre,que me conceda amar de outro jeito...
Escolha uma amiga, ó Pai, e me ensine a entender Teus planos em meu peito."
E Ele ouviu. Em silêncio divino.
Fez crescer em Camila a doce semente.
Uma semana depois, em vídeo, a notícia:
um bebê a caminho... e o mundo, diferente.
A dor foi aguda, cortante, certeira, mas junto dela veio uma esperança: Se não era meu ventre a casa primeira,
era meu coração a morada da criança.
Laura,nome de flor e de luz.
Veio pequena, promessa do alto, pra me lembrar que amor não escolhe caminho nem forma.
Meses depois, à beira do mar, o céu se pintava em tons de pôr do sol, e entre amigos, risos, um jogo na tela, o cantor leu palavras como um farol...
Era um convite, surpresa encantada, Camila e Thiago, de olhos brilhando, me fizeram madrinha, presente e chamada,e um gol do Flamengo veio comemorando!
Foi mágica a cena, impossível de inventar,o rio, o amor, a música e o futebol...
Laura ali, na barriga de Camila já me fazia sonhar,como estrela surgindo no céu ao arrebol.
Hoje eu sei: não é só quem gera que é mãe,é quem ama, protege, sorri, dá a mão, quem ora.
Laura é minha, de alma e promessa, é flor que nasceu no jardim da oração, da minha oração.
AMOR INFINITO
Quando agradecer e perdoar
É libertar-nos de corpo e alma.
Quando agradecer e perdoar
É a melhor forma de amar,
o melhor para ser amado.
Quando agradecer e perdoar
É viver como Cristo Jesus.
Quando agradecer e perdoar
É amar e aceitar;
Cada ponto, cada ruga, cada lagrima, e sorriso.
Quando agradecer e perdoar
É ensinar e aprender.
Assim que te agradeço, te perdoo
Assim que te amo!
A mais nobre missão de uma mulher é a maternidade. A maternidade é expressão máxima do divino em nós. É ela que nos conecta com Deus, faz-nos conhecer e exercitar o amor e nos impele a cumprir sem perceber as maiores exigências de um espírito elevado.
"A dor é clara,sara,mas é o que todo mundo mais fala,para,calma,arma ,cala,é o que todo mundo mais fala,é difícil não querer matar-lá,cara,caro,carro,moço,desgosto,esbouço,no fundo poço,cara,é o que todos mais falam,a dor chora,a mãe sente,meu pai não está sempre presente,ausente,intransparente de repente a gente fica sem a gente, todos somem, a dor some o você some,esconde na gente, simplesmente diferente, a gente sente,no corpo da gente,é sempre igual ? Não, é diferente,só doí na gente,só para a gente,agentes mentem, mechem com a gente, falam da gente,não gostam da gente, a gente não gosta de agentes, é diferente, a dor, sim, a dor, é indiferente, só bate na gente, mas a cor da pele da gente não muda a gente, não nos faz diferente, somos iguais gente, o diferente,maltrata a gente."
Minha Rainha.
De tudo o que é mais importante na vida, a senhora vem em primeiro, não vi suas lutas quando pequeno nem sabia o que eram responsabilidades, sei que essas lutas por vezes soaram orações em silêncio, em busca de proteger os seus, você seguiu avante por vezes sozinha em termos físicos, mas sabia que Deus nunca haveria de te deixar, sou grato por todas as escolhas que a senhora e o pai fizeram pra que chegássemos até aqui, minhas forças , planos e sonhos são pequenos diante da dívida que sei que existe, te amo mãe!! @luizsrmorais
MAIO. Mês de festejarmos muitos, pois é nele que homenageamos o que temos de mais importante nas nossas vidas! (MÃE )
Hoje 13 /10 é uma data especial, pois foi nesta data que minha mãezona veio ao mundo para realizar uma grande missão nesta Terra. Se tornou adolescente, mãe, mulher guerreira e também vitoriosa... Quero neste dia compartilhar com o mundo a imensa alegria de estarmos festejando o 65° aniversário dessa linda mulher Helena Dantas que para mim é símbolo de fortaleza digna de todos os aplausos e admiração.
Que o Senhor venha te proporcionar saúde para que continue ao nosso lado ainda por muito tempo, nos alegrando com esse sorriso deslumbrante que alegra ainda mais os nossos dias.
Feliz aniversário, minha mãe! Te amo!
Nós mães ficaremos velhas. Já não teremos mais o vigor e o ânimo de outrora. Todavia, o coração permanecerá o mesmo. O amor pelos nossos filhos não mudará. Eles sempre serão prioridade. Por eles seremos capazes de muitas coisas: Inclusive sacrificar nossos sonhos. Nos doaremos por inteiro. Entregaremos nossa própria vida.
Sobre as mães que se vão, mas que ficam...
Nunca a vi tanto em mim, desde quando ela se foi. No espelho, nos trejeitos, nas manias.
Ela foi, mas ficou.
Morreu, mas reviveu dentro de mim.
Porque ela, sou eu agora.
Obrigada. De verdade. Nem sei dizer com palavras o quanto sou grata pela sua simples existência; se existisse uma palavra maior que obrigada, eu diria. Obrigada por ser minha mãe nos momentos mais difíceis, obrigada por ser minha amiga nos momentos mais felizes, e principalmente, obrigada por ser minha professora e me ensinar a viver neste mundo devastador e lindo ao mesmo tempo.
para minha mãe, leidi mota
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