Eu Amo meus Inimigos
Sou pecado
Pecado quando te vejo
Pecado, os sonhos meus
Quando te tenho
Em sonhos
Pecado
Te tenho feito tatuagem
Te trago feito marcas
Pecado
E rola aquela canção
Vem a tarde
Arrepia
Dos teus olhos roubo o vento
Da tua boca
Sonhos, fantasias...
Sinto o mar, ventania...
Pecado
Poemas, poesia
06/09/2023
Sua mão foi para meu rosto, e seu olhar fixou em meus olhos."
Ela baixou a cabeça lentamente, e a sensação de seus lábios tocou o meu queixo.
"Não se engane, sei exatamente o que está pensando."
Os lábios se separaram, e o tom da conversa mudou.
"Seus pensamentos não são segredos para mim..."
Me ajuda a fazer algo desse mundo, que todos meus créditos serão de quem se ajudou, a união prevalece qualquer título, marcas no tempo somente são possíveis graças a harmonia, nomes giram em torno de quem uniu pessoas
*Desistir*
Desistir de que, se nada possuo!?
Desistir do ar que enche meus pulmões?
Ou do alimento que escorrega pela faringe?
Não!
Desistir das coisas complicadas da vida.
Desistir das futuras conquistas.
Dos sonhos.
Das ambições.
Desistir de tentar alcançar,
os devaneios de momentos felizes,
que perseguem e se apoiam nos ombros.
Até que o momento de fraqueza se apodere,
fazendo desistir, de coisas que nem eram minhas e talvez poderiam,
se eu não me pusesse a desistir.
Opinar é preciso! Mas olha lá...
Atualmente reunindo textos meus para uma série de E-books que pretendo lançar ainda nesta vida que ora vivo assim quase desleixadamente debaixo do Sol, deveras me chamou a atenção o fato de que ali pelos primórdios deste século eu escrevia com maior lucidez e concisão ao fazer quaisquer afirmações literárias...
Acreditem que até a amorosa alcunha de "poetinha feliz", eu então recebi durante uma apresentação musical das centrais sindicais metalúrgicas. Imagine se hoje em dia eu concordaria em me apresentar aonde quer que fosse, verborrágico e dualista como estou nos meus pequenos escritos e falas racionais ou poéticas...
Portanto, e de uns anos para cá, quase sempre, e não é que tenho procurado tomar o especialíssimo cuidado para manter longe, bem longe de mim as opiniões conclusivamente lacradas? Nem confundamos isso com a verdadeira humildade, aquela quase divinal característica dos seres verdadeiramente evoluídos, quando isso de evitar incorrer em opiniões conclusivamente lacradas tem-me ocorrido quase naturalmente, até mesmo porque percorrendo já esta minha idade septuagenária, e ainda me considero agradavelmente enfileirado com os aprendizes da vida...
Grato pela leitura e reflexão,
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
[Só no sonho os meus dias se consentem]
Só no sonho os meus dias se consentem
A um nome se reduz
esta ânsia de ser
presença viva do meu gesto outrora
Eu não sei de outro nome para a ternura.
Não tenho a total certeza, mas meus instintos me dizem que no ano de 2048, será um ano de muitos desafios, o porquês não sei, ainda tento intender.
Até quando?
Viverei num amor de migalhas?
Terei que entregar meus amores em outros braços,
Outros corres,
E assim também corro de mim,
Na ilusão de alguém que não amo,
Inutilmente tento fugir da dor,
Mas, se alastra no peito,
No pensamento,
No desespero,
De querer tu amorosamente só pra mim.
Gosto quando os teus olhos
param nos meus,
Quando sua boca se aproxima
da minha e me beija,
nossos desejos se encontram
e no enlace do nosso abraço
nessa curta distância,
Nossos corações batem
como um só.
_ Sueli Matochi
como vou explicar para os meus netos
como era viver em uma época que a gente
tinha que pedir desculpa por respirar?
Me chame pelo meu vulgo e veja como isso é absurdo
sinto como se transbordasse dos meus pensamentos sintomas de uma doença qual eu não sofri,
é como se eu fosse forçada a fingir ser alguém pra tirar quaisquer chances de eu ser melhor do que consigo, pra assim outra pessoa poder ser
sinto que existe alguém no mundo que vive a minha vida, ao menos a vida qual eu deveria ter.
e sigo tentando recuperar oque incansavelmente alguém imaginário roubou de mim.
Todas os meus poemas são feitos de verdades, mas nenhum deles tem as minhas verdades. Não creio que alguém queira saber da minha vida.
Enfim, outrora, voltei para casa.
Silêncio, estou ouvindo o desejo súbito dos meus olhos.
O socorro sendo clamado.
E então, voltei para o campo de girassóis.
Derrepente, arames farpados envolvem meus tornozelos e sobem em direção a minha garganta, sufocando-me até a morte.
Em um piscar de olhos, estou no mar de palavras rasas.
Me afogando com minha própria necessidade de querer algo mais profundo onde não há espaço.
Colido.
Abro os olhos, o ar volta aos meus pulmões.
Eu estou bem.
Até isso repetir-se novamente.
Fale sobre aquele beijo, que me lembro com desejo, por meus dedos que lhe tocava, os cabelos de prata.
Pai de maravilhas infinitas, rogo que atendas os meus apelos, sejais presente na minha vida Auxilie para aumentar a minha capacidade de reconhecer os meus erros e coragem para corrigi-los. Afaste pensamentos negativos, porque que esses não vem do sagrado. Que o amor incondicional pela família, pelos amigos e o próximo aflore cada dia mais nos meus sentimentos. Pai seu é o poder e a glória. Amém!
Minha mãe costumava desenhar pequenos animais nos meus cadernos para ilustrar as tarefas escolares. O melhor de tudo é que eles estavam sempre soltos naquele espaço, conviviam em harmonia com números, vogais e consoantes.
Hoje, vivem em minha memória!
Havia um tempo em que o céu mirava-se nos meus olhos e não meus olhos no azul do céu, o que não é nenhuma novidade, porque todo o mundo já passou por essa fase: só tem que nem todos se lembram.
Onipotente Deus, nosso criador! Grata pelos meus pais que se uniram e me deram a vida terrena. Grata por todos que fizeram e faz parte da minha vida. Pelos amigos e até mesmo os desafetos que sempre deixam grandes lições. Rogo que continue nos abençoando. Pai, te amo e te amarei para toda eternidade. Amém!
