Eu Amo meus Inimigos
Destino.
O destino é implacável e cruel,
Sua face fria e sem emoção espia meus sentimentos,
A cada passo ao longo do caminho e a cada queda.
Sou apenas um homem em busca da felicidade,
Seguindo livre pelo mundo sozinho,
Quando preste há alcançar, o destino surge novamente.
Não existir lugar para escapar do destino?
Devo desistir da felicidade sem lutar?
Ah!
Essa dor insuportável em meu peito,
Lágrimas rolam por meu rosto,
A sensação sufocante e pesada.
O pensamento perturbado e triste do fim,
Não existir forma de romper o destino?
A vida é uma graça e uma punição divina.
Minhas pernas estão fracas e debilitadas,
As palavras não soam como antes,
O som é como uma marcha fúnebre.
Será que o destino não trás felicidade ?
A crueldade é tocante e verdadeira,
Com um gosto prazeroso e asqueroso.
Meu coração está lentamente me abandonando,
Esse pobre tolo que buscava apenas a felicidade,
O destino sorri como uma bela dama rodeada por flores em belo campo na primavera.
Será que o destino trás felicidade, tristeza, crueldade, frio ou apenas uma diversão?
Um sorriso escapa por meu rosto,
Um aconchegante abraço é concedido.
Sorrisos, lágrimas, dor, destino.
Agora compreendo, a felicidade está sempre acompanhada do destino,
Um belo sorriso o destino apresenta ao se despedir,
Enfim a felicidade consegui.
Meus amores e minhas rainhas.
A deriva em um oceano de tristeza e solidão,
A lembrança da fraqueza para navegar em meio a tempestade,
Os diferentes sentimentos perdidos e nunca experimentados,
Como uma criança as lágrimas rolam por meu rosto.
As palavras sempre falharam com meus sentimentos,
Paixões que perdi por falhar em expressar meu amor,
Os fantasmas retornam para cobrar meu coração,
Cada nome cravado como uma fria estaca.
Luana, meu primeiro lindo amor,
Perdido em uma floresta fria e escura.
Talita, uma pequena chama que ascende a esperança de felicidade,
O pesadelo novamente a tocar o medo de perder uma amizade.
Juliana, na profundeza do oceano de seus olhos azuis o medo se torna uma imensa pressão,
A falta de força se tornou a fraqueza que permeia meu espírito.
Erica P., sorriso fácil e um belo cabelo vermelho como chamas do pecado,
O medo guiando novamente meu destino e afastando novamente uma felicidade.
Tatiana, um sentimento complexo e destrutivo,
Uma calmaria avassaladora, mas segura.
Pâmella, um ápice de confusão e negação,
A mudança nos acontecimentos foi necessária e eficaz.
Monik, uma imensa amizade interpretado errado como amor,
Um erro fatal que reverberou em grande precipício.
Jamille, uma paixão que nunca poderia acontecer, por honra, egoísmo e medo.
Diversos destinos que nunca serão possíveis conhecer,
A limitação da vida mostrando seu poder,
Impiedoso, frio e único.
Ao fitar o céu estralado em uma bela noite de verão é possível sonhar,
Imergindo em pensamentos se a felicidade poderia ser real ao meu lado.
Um homem tolo não conseguiria ver a felicidade de suas rainhas sem chorar,
Porém, este tolo mergulhado em pensamento consegue ficar em êxtase com a felicidade alcançada por Vossa Majestade.
Os fantasmas repisam, mas a vida segue
ZÉ BARRIGÃO
Apreciem, meus leitores
Uma forte discussão
Que tive com Zé barrigão
Um cantador do sertão
O qual, no tanger do verso
Vencia qualquer questão
Um dia, determinei
A sair do Quixadá
Uma das belas cidades
Do estado do Ceará
Fui até o Piauí
Ver os cantores de lá
Me hospedei na Pimenteira
Depois em Alagoinha
Cantei no Campo Maior
Na Bahia e na Baixinha.
De lá eu tive um convite
Para cantar na Guilhermina
E foi lá que eu vi, uma moça
Linda, com os olhos sem melanina
Me apaixonei de repente
O único problema, eu não sabia o que falar
Não sou bom com as palavras
Então um cordel eu fiz, e eu comecei a recitar
A alegria tomou conta, e as lágrimas começou a rolar
QUEM NUNCA?
Me desculpe a poética e os poetas
Se meus versos nos contos são iguais
Com prosa e prioridades tão formais
Com saudades de outrora, inquietas
Pois, minhas sensações são repletas
De narrações, e cadências musicais
Do coração, como ilusórios cristais
Um clássico, com emoções diletas
Deixai a literatura com seu lirismo
Não roubemos o amor do emotivo
Deixai-o com seu sentimentalismo
Há mutação, pois, nada é definitivo
Em cada prosa, em cada verbalismo
Quem nunca? De estórias foi cativo!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
03/09/2022, 17’04” – Araguari, MG
Me afogo dentro de um copo de whisky
enquanto meus pensamentos parecem facas amoladas
cortando meu coração a cada vez que penso em como
você seria perto de min. Ao imaginar teu rosto em minha mente, seus olhos negros olhando para os meus, e sua boca blasfemando suas mentiras.
Segurando minhas mãos, esquentando enquanto você
tem meu mundo em suas mãos, ali vulnerável lhe dando todo o poder de destruir tudo onde você é um herói ao mesmo tempo um vilão. Te amar é como me arriscar em uma chuva fria de inverno, eu sei que não devo porém
o cheiro da terra, e o frio me faz sentir como estivesse viva.
E...
nas mãos
de
Deus, meu Amor!
estão os meus Planos ...
estão os meus Sonhos...
Deus ( CUIDA ) de mim!
Livro sabor de vinho
Lago tranquilo refletindo o verde da paisagem,
meus chinelos indo embora navegando com nossas fotos,
uma garrafa de vinho tinto deitada na grama afogada nas lembranças,
logo atrás uma árvore me oferecendo colo com sua cadeira de balanço,
a solidão não venceu, faltam mais duas páginas para terminar o relacionamento sincero entre eu e meu livro.
Meus pensamentos mudam constantemente porque todos os dias o mundo e as pessoas revelam um pouco de si.
"Galguei os montes
da eternidade
estendi meus braços
Só para Ti.
Cheguei em casa
Abri a porta
E feito névoa
Desapareci..."
Lori Damm
Gravado em Mim
A noite se inicia
E com ela, vem uma vontade louca de te ver, então fecho os meus olhos e sua imagem vem a mim
Sinto nos lábios o gosto do seu beijo e seu abraço a me confortar
Abro os olhos e ainda sim, você está em meus pensamentos...
Oh, Baby!
O seu cheiro ainda está em mim, ouço sua respiração bem pertinho e agora tanto faz, estar de olhos fechados ou abertos.
Meus queridos colegas de trabalho, com quem compartilhei tantas segundas cansadas , tantos momentos desafiadores, tantos dias difíceis mais também de aprendizado, é com gratidão , mas também com saudades que me despeço de vocês.
Com gratidão porque sei que possivelmente não encontrarei uma equipe como a nossa em outra empresa, mas com alegria porque me sinto motivado para abraçar um novo recomeço profissional.
Hoje eu só quero agradecer a cada um de vocês que fez parte do meu percurso no max açai e , aos colegas com quem compartilhei momentos agradáveis, momentos de trabalho , mas também de muitas recompensas e alegrias.
Me despeço com a sensação de dever cumprido, e com a certeza de que vamos voltar a nos encontrar pelos percursos da vida, afinal o mundo não é assim tão grande como parece. Por isso, não digo adeus, digo apenas até logo!
Desejo a todos muito sucesso e estímulo para seguir crescendo e aprendendo continuamente. Os meus mais sinceros agradecimentos.
"Parei de me esforçar para explicar, quando percebi que os meus olhos falavam melhor que meus lábios e, o meu sorriso de canto de boca se tornou a última página do livro".
Sergio Junior
Fechei meus olhos
Por quê os bosques se tornam mais sombrios e solitários quando a noite chega?
Por quê ninguém se importa?
Os bosques são maiores a noite,
São maiores e vazios,
Essa sensação de expansão, um vazio q pede pra ser explorado,
A liberdade pode significar decisões,
Sentada na neve eu só consigo existir,
Agora me levantei e estou a chuta-la, neve branca, até parecem minhas lágrimas,
Andando pelo bosque, pensei que talvez pudesse ser feliz,
Estava enganada......
Abri a porta de casa, não havia ninguém lá dentro, ninguém, ninguém se importava, todos haviam me abandonado....
Olhando pro espelho já não me via, joguei tudo no chão, quebrei tudo, dancei em cima dos vidros quebrados, já não me importava com o sangue escorrendo,
Correndo de volta para o bosque, pegadas de sangue eram deixadas pra trás, era meu sinal, sinal que eu havia estado com vida, até aquele momento, sangue representa vida e eu estava viva, o penhasco no fim do bosque me chamava, eu fui ao seu encontro, dançando, enquanto meu sangue caia pela neve, bosque escuro, frio, vazio, música para meus ouvidos, eu já estava morta e não sabia, eu havia morrido, eu estava morta, por isso estava só, está delirando e uma forma de escapar da realidade, eu estava delirando, achava q estava viva, mais a verdade e que nenhum sangue estava a bambear nos meus pulsos,
Se eu pular do penhasco eu não vou morrer,
Eu quero me libertar dessa prisão,
Eu quero ser livre, eu quero ter vida
Quero ter sangue nos pulsos,
Ar nos pulmões,
Na beira do penhasco, sentei-me
Uma música era tocada em minha cabeça,
Dançando no penhasco,
Eu senti a vida em mim novamente,
Eu estava viva novamente,
A música e meu sangue, meu ar nos pulmões,
Abri meus olhos
Estava em minha cama, deitada, era só meus pensamentos, era só mais um delírio,
Sempre vou deixar bem claro meus sentimentos,
pode até ser exagero, mas por você vale a pena cada dose exagerada.
Velai-me Nossa Senhora
Nesta noite que começa
Deste meu cansaço sentido
Protetora dos meus silêncios
Embalando o meu sono
