Eu Amo meus Inimigos
E fez dos meus olhos, o mundo.
Transformou meu inverno em primavera,
fez do meu coração uma fera,
e me deixou sendo comido por ela.
Hoje é um daqueles dias que você se levanta e diz " Não vou abandonar meus sonhos, vou ser feliz, não vou desistir ..!
Deixo os meus pensamentos se tornarem facilmente em palavras; deixo o meu silencio criar uma historia. E deixo os meus sonhos fluírem querendo se encontrar com a realidade.
Como num quarto escuro não encontro saída. Ver-te assim tão bem sem meus cuidados dilacera meu coração, deixa-o em pedaços.
Morangos
Avisto morangos, atraentes morangos,
Eles despertam meus reprimidos desejos.
Lindos morangos sobre a mesa.
Será sobremesa?
Eles despertam-me a libido.
Desejos recolhidos e escondidos.
A minha frente estão lindos e vermelhos.
Cor excitante, parecem envergonhados.
Com sua lisura tiram-me a atenção
E me levam a um momento de distração.
Suas curvas têm a forma de um coração.
Morangos, morangos aguçam minha paixão.
Ao tocá-los sinto-os, são macios e suculentos.
A saliva aflora. Meus lábios umedecem sedentos.
Estou prestes a cometer um homicídio, não consigo conter-me.
Ah! Morangos. Já não aguento mais, perdoem-me.
Meu ímpeto em possuí-los me domina e terei de devorá-los.
Só assim irei saciar o meu desejo. Ao matá-los e comê-los.
Que me prendam e condenem-me por devorar-te.
Esse será o meu castigo por em demasia amar-te.
Quem pôs o peso do mundo sobre meus ombros?
Quem pôs mentiras na verdade que você nós vendeu?
Perdidas atrás da tela prateada, estão todas as coisas que você poderia ter sido pra nós.
Então, não tente ferrar minha cabeça com seus problemas.
Eu só estou tentando arrumar minha calma na calmaria.
Perdidas atrás da tela prateada estão todas as coisas que você poderia ter sido no amor e na vida.
Meus dias não são os mesmos se você não esta.
Um medo que me assombra, é que sem querer querendo um beijo aconteça....
e nada mais estara no lugar.
O fato de meus poemas geralmente não serem curtos é porque nunca tive tempo suficiente para ser breve!
Não escrevo para exercitar-me os dedos. Desejo apenas perpetuar meus paradoxos costurando numa folha as letras do meu âmago.
Entre meus solenes pensamentos,
paira as lembranças do meu amor.
Que agora como bala aloja-se no meu coração.
Te amo, e como te amo.
