Eu Amo meus Inimigos

Cerca de 280740 frases e pensamentos: Eu Amo meus Inimigos

Do que vale todos
Os questionamentos meus
Se prevalessem contra meu eu
Se não ajudam
Apenas complicam tudo
Fazem eu sentir o que não quero
Então renuncio esse mistério

Inserida por CastelhanoWolf

Eu tenho medo de abrir o meus olhos e nao ver mais ninguem ta perto de mim ou ninguem perceber que eu to perto dela,as veze eu fico a noite intera pensado sera que no futuro eu vou ter alguem para eu viver a minha vida intera,na verdade eu nao ligo mas vc fica confuso e se perguntando para vc mesmo ´sera que eu vou ter alguem´

Inserida por DanielMoyses

Eu conto a ti meus medos


São casos, feitos e ocasiões

Eu sei muito dos teus sinais

O quanto tem manifestado perdões

Mas uma misteriosa força me prende aos currais


Eu conto a ti meus medos

Sou livro aberto e não tenho segredos

Eu vejo o rompante do tempo

O medo do destino se for como vento


Se planto ou colho nada vejo

Mais do que medo é esta cegueira

Ainda que realizar é que almejo

Sabendo da plenitude celestial verdadeira


O caráter humano fraco e falho se instalou

Junto uma bagagem de um sonhador

Talvez não sendo capaz de criar a oportunidade

Estou nas mãos do senhor essa é a verdade


Ainda vejo guiar meus passos

Na queda ou redenção seu forte abraço

A bênção e a promessa no vigor a refletir

O espírito do senhor que vem em mim emergir


Eu conto a ti meus medos

Sou livro aberto e não tenho segredos

Eu vejo o rompante do tempo

O medo do destino se for como vento



Perante a ignorância fica a intenção

Nos moldes da possibilidade sua mão

Ao meu alcance a oração

Perdoe me não ter a serena aptidão.



Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

Perdi a visão

Não percebia os rumos dos meus passos
No caminho cheio de espinhos
Caminhando eu continuava descalço
Cara ferida cada embaraço

Foi uma cegueira tal
Perdi a visão geral
Sem temor e sem instrução
Confusa mente e coração

Assim é o fruto da insensibilidade
O peito de enche de razão
Os olhos não vê o ladrão
São prantos violentos da vaidade

Já dizia Salomão
Tempo para cada ocasião
Naquela armadilha
Estava o destino na confusão

Foi uma cegueira tal
Perdi a visão geral
Sem temor e sem instrução
Confusa mente e coração

Cada momento reflete um renovo
São momentos de novo pensamento
Ainda vejo e sinto uma mente resistente
Agora de olhos abertos ao que se vê e sente.

Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

Sinto Falta

Os teus passos eram alinhados aos meus, quantas primaveras passamos juntos,
Eu, você e a Lua eramos íntimos, nossas noites pareciam não ter fim,
Quantas trilhas, quantas montanhas e quantos invernos superamos juntos,
Depois de um tempo, nos perdemos, as estrelas se apagaram, o Sol se recusou a responder porque se escondeu,
É impossível tentar se afastar do que faz bem, morro todos os dias lentamente, por falta de você.
Preciso escrever, quero renascer, quero você de volta, só vivo por amor e de amor.

Inserida por ricardo_souza_5

A vida não se resume apenas nas vontades que temos, eu aprendi que cada dia é um dia, mais os meus já estavam contados, tudo isso não passa de uma grande mentira. Essa vida não é vida e sim perdição, eu não vivo eu apenas estou morto por dentro. Eu só queria poder mostrar para as pessoas essa súbita morte que tive

Inserida por Breno_kauan

O SITIO

Uma vez eu e meus irmãos, mais precisamente no período da adolescência, inventamos de passar as férias no sitio do meu avô no interior de Pernambuco. Pegamos um ônibus aqui em Recife na rodoviária e rumamos para o município de Limoeiro, e após umas duas horas de viagem, chegamos. Perto da Praça da Bandeira embarcamos noutro ônibus, que levava de tudo, além de gente, óbvio, galinhas, papagaios, bodes, pessoas simples que vinham da feira, em sua maioria, com sacolas. Saindo do centro da cidade, o citado coletivo pegou uma estrada de barro ladeado de canaviais, e continuou embalado enquanto ia levantando, atrás, rolos de poeira. Descemos daqui a pouco tempo num povoadozinho, já com luz elétrica, que noutra ocasião não tinha, animador acdei. Nos encaminhamos a uma casa próxima e pedimos água, e interessante, que no lugar da água serviram suco de maracujá, isso mesmo, suco de maracujá! Que gentileza, que gente acolhedora, amável, a conhecida hospitalidade interiorana, não é todo dia que a gente pede água e nos servem suco de maracujá. Estava natural, mas, deixa pra lá, seria querer demais. Quando provei... Xiviiii!!! Salgado!!!! Onde já se viu! Puseram sal em lugar do açúcar por engano. Fiz uma careta indisfarçável. Ai a dona da casa disse: - É a água da cacimba que é assim mesmo! Ou seja, barrenta e salobra. A tal cacimba era uma espécie de poço. Agradecemos e, depois, seguimos por outra estrada de barro, dessa vez a pé, o sol cozinhando o juízo, umas 2 horas da tarde. O que estimulava e distraia eram, aqui, ali, no caminho, uns pés carregados de laranjas amarelinhas, uns juntinhos dos outros, baixinhos, vários, parecendo arvores de natal, fora de época, carregadas! Umas até caídas apodrecendo, maior fartura e de graça, era só pegar e ir comendo. Depois de um pedaço bom de chão percorrido aos poucos ia se divisando, surgindo, ao longe, uma casa, perdida no meio do nada, o sitio, finalmente, que nem o de Dona Benta. Lá tinha de tudo, perdido num fim de mundo, e curioso que tinha, na propriedade, rodeando-a, em frente da casa, loja, farmácia, mercearia, igreja, até cemitério, tudo pelo meu avô construídos. Talvez por um capricho dele, porque se fosse depender de clientela, só de vez em quando que saia no meio do mato uma viva alma, surgida não sei de onde pra comprar algo, e ai ele despertava do cochilo na cadeira de balanço e ia atender. Ou alguém precisando de um socorro, ai meu avô incorporava o Farmacêutico, misturador das formulas acondicionadas nuns frascos grandes, uma farmácia de manipulação as antigas, também dava injeção e mandava a vitima rezar, se fosse de noite pra chegar vivo até de manhã e pegar o ônibus na cidade vizinha, a do "suco de maracujá" que começava a circular as 8 da manhã e as 5 da tarde e ir para um hospital mais próximo, após caminhar um pedaço bom, se não morresse no caminho, mas, se morresse, tinha problema não, seria enterrado no cemitério do sitio, como disse. No sitio do meu avô não tinha energia elétrica, ai, à noite, perdia a graça, não se divisava o céu do chão, só em noite de lua cheia ficava bonito, os caminhos iluminados, dava até pra caminhar sem problemas e as copas das arvores prateadas. A noite mesmo era na base do candeeiro, feito nas novelas e filmes de época. Batia um sono cedo na gente, oxê, 8 horas ainda, uma lezeira, sonolência repentina. Mas, durante a semana, de dia, era divertido, subia nas arvores e comia muita manga, de varias qualidades, feito diz o matuto (espada, rosa, manguito, sapatinho), cajus, laranja geladinha das primeiras horas da manhã, tiradas do pé, molhadas de orvalho, leite do peito da vaca, galinha do quintal, de capoeira, mortinha na hora, uma tal de carne seca, que depois vim a saber que era a velha e boa carne de charque conhecida. Aonde até os cachorros da casa eram vegetarianos, isso mesmo, vegetarianos, comiam só macaxeira, (também conhecida como mandioca, aipim, pros sulistas) ou comiam ou morriam, toda manhã e a noite, era só isso, que davam. A gente mesmo só variava no almoço ai era feijão, arroz, macarrão, carne como todo mundo. No meio da semana, minha tia nos chamou pra buscar água pra tomar banho no barreiro (Um buraco que os homens do campo cavavam para armazenar água da chuva e usar durante o resto do ano ou por um bom tempo, menor que um açude, destinado ao mesmo propósito), ai foi a gota d'água. No sitio também não tinha água encanada, esqueci de dizer. Fomos, cada um com a sua respectiva lata, com a alegria e a inocência da novidade. Andamos um pedaço considerável atrás do precioso liquido, no meio do caminho passamos por uma grande poça d’água suja, com uma camada de lodo por cima, esverdeada, espumando e um sapo boi boiado de papo por ar. Que nojo! Eca! Passei ao largo e prossegui pro barreiro. Quando, atrás de mim, ouvi a voz de minha tia chamando: - Eiiii!!! Vai prá onde?! – Pro barreiro, respondi. – Mas, é aqui!!! Disse, ela. – Ai?! Essa água suja com um sapo boiando?! Vou tomar bando com essa água?! – Sim. Tu bebe dela! Respondeu. Água limpa só a do teu avô que é um homem idoso, a gente bota um paninho, coa as folhas, galhos e depois bota no filtro. Só sei que no final da semana tava todo mundo desesperado, querendo voltar pra civilização. Meu avô na cadeira de balanço, vendo tudo, a aflição, nos chamou e deu o maior carão, dizendo: - O que vocês vieram fazer aqui?! Aqui é só trabalhar e dormir! Eu poderia até puxar eletricidade da cidade vizinha, mas não quero não. Vejo quando vou em Recife. Começa a novela e o mundo para, é aquela malandragem! Quero isso aqui não. Voltamos no outro dia, de manhã, num sábado. Só não entendo, tava lembrando disso um dia desses, porque não fizeram uma cacimba ao lado da casa, seria melhor, mais prático, água limpinha. Mas, tudo eram os hábitos, os costumes, a tradição.

(13.11.2016)

Inserida por Fg7r85

"Me chamar pra conversar via inbox é fácil, eu quero ver se você aguenta responder meus questionamentos." #AdoroQuestionar

---Olívia Profeta---

Inserida por OliviaProfeta

Quem diria que de todos os meus dilemas
O maior seria eu mesmo?

Mas não vou julgar, nem me crucificar
Essas risadas misturadas com lágrimas
São mesmo difíceis de lidar
São mesmo difíceis de lidar

Quem entende a paz e o caos ao mesmo tempo
Ou a vontade de gritar, mas logo vê-la passar

Inserida por pensador

Quando eu me sinto lógico e não sigo meus instintos, é aí que arrumo problemas.

Inserida por LuisBatista

Se um dia!!
Se um dia eu tiver que conquistar meus sonhos a qualquer preço, passar por cima do outro, infringindo tudo que acredito, não vou ser quem sou.
Jogarei por água e por terra , uma vida inteira.
Vou perder meus sonhos, minhas esperanças, meu respeito, minha autoridade diante de mim, e da vida
Caminharei de cabeça baixa, e serei pressa a tdas as amarras de tristeza , de angustia e de infelicidade.
Meus desejos mais intímos morerão.
Terei morte em vida, porque perderei tdas as conquistas internas.
Com certeza, não descansarei com tranquilidade.
Simone Vercosa.

Inserida por vercosa

Eu não sabia que gostar de alguém
Doía tanto,
Mas toda vez que meus joelhos eu ralava
chorava prantos

Inserida por Larissaloraschi

Eu prometo que não dormiria
por mais que meus olhos pesassem
não os fecharia.
eu ali, inerte, dura
resistindo aos apelos de Morfeu
deitada de frente a ti
a contemplar tua insônia
fazendo-lhe mil cafunés
você pedindo imobilidade
eu respirando o cheiro forte da química
do teu cabelo em minhas mãos

Inserida por pensador

É nos cabelos dela
Que eu vou,
E esqueço de voltar
É la que meus dedos
Devem morar.
São nesses anelados castanhos
Que ela me ganha.

Inserida por ShandyCrispim

Deus mora no meu coração
e com Ele eu sou tão feliz!
Ele realiza os meus planos como eu sempre quis.
Deus me protege e me guia:
eu estou bem guardado.
Ele é Amor em toda parte
e eu fui por Ele abençoado.

Inserida por RemissonAniceto

Enquanto você se diverte com seus amigos e namorado,eu choro com meus demônios.

Inserida por Hoodleng

Eu querendo te oferecer palavras mas elas se vão com o vento, então te darei meus sentimentos...

Inserida por JPileh

eu me apoiei tanto em você, esse foi meu erro. descobri que os meus problemas eu tenho que resolver sozinha.

Inserida por saritadeoli

Eu falo livremente, pois isso me cabe por direito natural, podem censurar meus lábios, coibir meus atos, e escravizar meu corpo, mais minha mente continuará livre para ser o que sou.

Inserida por ruisdaelmaia

Você não é tudo o que eu imaginava,
Mas confesso que é tudo o que eu precisava,
Com você meus dias são completos.
Inácio André

Inserida por InacioAndre