Eu Amo meus Inimigos
Cada dia que passa,
Vai ficando pior!
Vai ficando distante;
Aos poucos desaparecendo…
Estou eu aqui, sobrevivendo.
Um dia, eu sonhei
Que tudo estava bem.
Mas quando acordei;
Realmente estava bem.
— Porque esperava o mal?
— Podes sonhar também!
Agradece a Deus e durma feliz!
Assim acordará também.
Porque nem sempre o mal
Estar ao nosso redor;
Paz e alegria também,
Rodeia entre nós.
A pior coisa que eu odeio admitir é aceitar que não sou bom o suficiente para alguém em que me importo.
Não tenho medo de tudo que eu não sei, tenho muito medo do que presumo saber e é bem longe e equivocado da verdadeira realidade.
Eu sempre falo que se dependesse só do inocente homem, desde o inicio de tudo, até hoje, estávamos todos vivendo em plenitude e abundancia, ainda no paraíso.
Diante do esgotamento mental de muito tentar por diversos caminhos, eu sonho mais baixo em um abrigo mas não desisto. Acredito ainda que algo possa mudar mesmo que seja pelo descuidar, deles perderem a fome de enriquecerem entre os movimentos de pequenos interesses.
Sou tão pouco de mim o quanto poderia ser.Sou tão pouco em mim na falta do nós, eu e você. A solidão transborda mas fica na borda pois nunca conhecerá
o coração do grande oceano, o mar, parte do verbo amar.
É como a luz da penumbra que julga se erroneamente satisfeita
sem ao menos dar lhe a chance de conhecer o dia.
É o tênue olhar para os lugares distantes e não perceber que só caminha
se pelas águas ligeiro em pares,nem que seja por uma mão e um remo.
Enfim esparramar se aquoso e cultivar se sereno no mágico frescor
de ser, se perder e continuar ser.
Pois viver em pares é a justa posição e a transposição de fazer parte
que por demérito algum completa se e não mais se baste no equivoco
desgaste involuntário de se preservar e não mais sofrer.
Mas a solidão não fortalece em nada pelo contrário sensibiliza por muito
pouco. O ser solitário fica mais exposto aos fracos sentimentos, irreais e
não verdadeiros é uma falsa cura e o antigo e amargo remédio,
de só ser, nada cura, casta nos da gula e desapropria nos da
possibilidade de conhecermos ao menos uma vez a explosiva paixão
O dia amanhece e eu percebo que está noite outra vez esqueci de dormir.Na verdade não foi sinceramente esquecimento pois o sono bateu a porta por vezes mas o pensamento ainda agitado da noite passada dando cambalhotas e piruetas dentro da minha cabeça não interrompeu o devido prazo de pensar e calar.Para que eu conseguisse, em paz, adormecer.
Colher o fruto la do alto da arvore, onde eu quase pensei que não alcançaria. E com ele nas mãos retiro a pele. Separo e dou o melhor pedaço da fruta madura para você, saborear. Alegro me com o doce da seiva do fruto e da flor que aviva seu olhar infantil de muitos sonhos frente ao mar.Ouvir baixinho seus suspiros. Orar e rogar aos anjinhos dos caminhos que sempre haja flores silvestres, passarinhos cantadores e borboletas de todas as cores por onde você nesta vida passar.Descobrir que o sentimento mais puro de querer bem vem por doação espontânea e não por qualquer tipo de troca, permuta ou reciprocidade. Afinal tudo acontece do seu próprio modo e no seu tempo e local particular. Amar.
Hoje eu acredito menos em milagres maravilhosos e perfeitos inexplicáveis de Deus mas creio muito mais em atitudes de bondade e generosidade possíveis dos homens de bom coração.
Minha mente acelerada antes que eu corrija minhas postagens come letras quando não come palavras inteiras mas quem tem alma de ver, entende.
As vezes eu sinto muita pena de, eu ser eu pois me interessaria e enamorava fácil, fácil por mim mesmo.
O Obará, como meu odu um dia me disse que para eu ter devo guardar mais o silencio e viver com observação, preciso mais dar energias e guardar minhas palavras pois mesmo que Xangô e Oxossi guiem meu destino e minhas caminhadas, com as seis conchas abertas pela natureza e dez fechadas tem mais invejosos contra ao feito que aliados ao meu favor antes que tudo se realize.
