Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Cuidado com pessoas que concordam com você o tempo todo. Você precisa ser questionado, você precisa ser desafiado, você precisa dialogar profundidade e não do aplauso de pessoas rasas. Quer ser grande? Não ande apenas em ombros de gigantes, se torne um !!!
FILOSOFO NILO DEYSON MONTEIRO PESSANHA
Não importa o tempo em que se vive, o que importa é se a partir do momento desperto da consciência, você iniciou uma construção no sentido de legado. Você morre, suas obras ficam se forem belas e atrativas.
Ninguém é o último biscoito do pacote, no entanto, existe diferença entre uma viver e sobreviver.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Dificuldade extrema em conviver e compartilhar. Sem tempo ninguém mais repara no desabrochar das flores, no barulho das águas, nem mesmo sabem as preferências pessoais de quem convive debaixo do mesmo teto. Pobre geração de seres ricos em informação e vazios de sentimentos.
Tempos difíceis, seres tão livres, tão cheios de si, e ao mesmo tempo, dependentes do consumo desenfreado. Sociedade depressiva e oprimida, por ideologias lançadas em larga escala, moda que impõe, vitrines que modelam preferências.
Memórias...
Cada vez que pego na caneta
invoco lembranças tuas...
Foi a tanto tempo, meu bem
... Mas o que é o tempo
contra o amor?
Nem mesmo sei por onde andas
Com quem escreves tua vida...
Se pensas em mim quando olhas o oceano
Quando as ondas beijam teus pés,
lembras dos beijos meus?
Tão seus...
Encontro poesia nestas memórias
Componho meu verso ao som do amor perdido
E nas madrugadas, quando ouço as ondas
açoitarem os rochedos; posso jurar
que ouço a tua voz me sussurrando ternura eterna.
...Doces ilusões as minhas.
Mas como são breves algumas eternidades...
Com os dias alguns esquecem
Desfalecem a paixão
Folhas caem ao chão
Novos outonos...
Novos verões,
... Novos.
Outros permanecem.
Eu permaneci.
Canso o papel, gasto a caneta
É a tua presença imortal, em cada linha
O que foi areia que escorreram por entre os teus dedos,
para mim, foi, e ainda é.
Meu amor.
Sempre, universo.
Louco ou Gênio
Ouvi uma teoria a algum tempo, dizia:
O louco está fora da redoma dos costumes da sociedade
O gênio é aquele que está na beira da redoma, observa com desejo a loucura de se arriscar, mas convive na sociedade preenchendo os deverem sociais obrigatórios.
Será?
O louco pode ser de fato alguém atormentado, mas como um trunfo ele está acima de nós em uma decisiva questão...
O louco é imprevisível e isso o torna perigoso aqueles que coordenam e instituem a barreira da redoma...
Pois bem, neste sentido não seria a própria imprevisibilidade do louco onde se encontra sua genialidade?
E não é todo gênio, um louco enrustido?
E não é você arrogante ser superior que não encontrou ainda a genialidade da loucura?
Generosidade não é só oferecer ajuda financeira, mas sim oferecer seu tempo e seu carinho. Oferecer perdão e compaixão. Oferecer amizade e amor incondicional. E dar apenas um sorriso e alegrar a vida de outro.
Um pouco de perfume sempre fica nas mãos de quem oferece flores, assim como quando alguém se dá de si, também sente um bem estar profundo. Então será que a generosidade é a piedade das almas nobres ou é piedade de um vazio próprio?
Faça tudo com perfeição e amor. A natureza produz lindas flores sem se importar com o tempo de vida delas e sim com a beleza e o aroma que ela oferece.
Hoje, não temos mais tempo para fazer coisas erradas. Faça tudo com assertividade. Pratique o respeito, a empatia, o amor e a ética.
Acomodados!
Espero o tempo passar,
chegar, mudar, curar.
Mas o tempo
o que ele pode fazer?
Se eu não agir,
Não escolher,
Não me levantar,
Permanecerei a mesma
vendo a vida passar
sentada aqui neste sofá.
O tempo pode ser um pesadelo
Passando amargo e frio em nossas vidas
Tomando todas as nossas energias
Levantando e abrindo feridas
"A irreversibilidade do tempo é o dado MAIS SÉRIO da existência humana, o único em cima do qual se pode criar uma vida responsável e significativa.
Como dizia Georges Bernanos, só os covardes acreditam que se pode 'recomeçar do zero'. E, como dizia George Steiner, 'O passado nunca morre. Aliás, nem passa.'"
