Ética Filósofos
Não lhe impressiona o homem trocar a moralidade pela sensualidade, o luxo pelo lixo e a ética pela aberração?
Não lhe impressiona o homem trocar a moralidade pela libertinagem, o luxo pelo lixo e a ética pela depravação?
Perder a humildade em algumas situações isso me parece normal, mas perder a ética e a moral, isto nos tira a parte humana que existe em nós. Furucuto,2024
Os princípios da ética profissional, só serão notórios, quando os profissionais estiverem motivados!
Sobre dois códigos importantes,
Os de barras,
uso para pagar minhas contas.
O de ética,
usamos pra cuidar da própria vida.
A ética, embora regulada pela consciência individual
da necessidade de um agir em prol do bem comum,
para que tenhamos uma vida social harmoniosa,
o ser ético no dia a dia de cada membro da sociedade
tem como juiz a sanção do infrator,
funcionando com um processo educativo
pautado no exemplo a não ser seguido.
Dessa forma o oportunismo aético
é o verdadeiro superego dessa consciência ética.
Nada improvável constatar
que a Ética em diversos momentos
da nossa história, tenha sido recebida
com abismal indiferença...Como
nada improvável supor que - pós tantos e insensatos invernos - alémde
ignorada, são muitos os que hoje,
sem mínima compaixão e decência,
a tratam a socos e
pontapés!
... a filosofia cristã
distingue na Ética, uma
de suas cláusulas pétreas...
Testificando que tão somente
em ambientes essencialmente
éticos, Jesus, o Cristo
se fará presente!
A Família e a Ética do Pensamento no subconsciente do Autoconhecimento.
A família é o primeiro cenário onde o ser humano ensaia sua ética interior. É ali, nos vínculos diários, que a alma aprende o exercício da tolerância, a pedagogia do afeto e o difícil aprendizado do silêncio diante da ofensa. A convivência familiar, muitas vezes árdua e desafiadora, revela o que ainda não sabemos sobre nós mesmos: as sombras que negamos, os limites que disfarçamos e os sentimentos que, em outras circunstâncias, permaneceriam adormecidos.
A ética do pensamento, nesse contexto, ultrapassa o mero domínio do comportamento externo. Ela exige vigilância íntima sobre o que se pensa, sente e projeta. Cada ideia é uma semente moral; cada emoção, um gesto silencioso que estrutura ou corrompe a harmonia do lar. Quando uma ofensa nos é dirigida, ela só ganha poder se for acolhida. Recusar a injúria, portanto, é um ato de sabedoria espiritual e de autodomínio psicológico é a consciência que prefere a serenidade à reação, o entendimento à disputa.
O autoconhecimento não é, assim, um luxo filosófico, mas uma urgência ética. Ser profundamente perseguidor dos sentimentos humanos é investigar a origem de nossas dores, reconhecer as intenções disfarçadas de bondade, compreender as raízes do medo e do orgulho. Tal busca, quando autêntica, nos torna menos juízes e mais companheiros; menos prontos a corrigir o outro e mais disponíveis a compreender-lhe o caminho.
Na atualidade em que a pressa e a fragmentação emocional dominam os lares torna-se indispensável o retorno à escuta sensível, ao diálogo sem violência, à observação dos próprios impulsos. Somente assim a família se converte em um santuário de crescimento mútuo, e não em um campo de reações automáticas.
O verdadeiro autoconhecimento é uma ética do coração: saber pensar com bondade e sentir com lucidez. E toda vez que recusamos a ofensa, optando pela compreensão, estamos, em silêncio, educando o mundo a partir do nosso lar.
O conceito primordial de ética e lealdade se perdeu no tempo, hoje a alienação, os vícios e fanatismo ofuscaram o entendimento e tudo se tornou banal. Pena! Continuemos na luta pelo retorno da consciência da moralidade e respeito ao próximo.
“Todo Reikiano deve, necessariamente, assumir a ética profissional do sigilo. Garanta sempre ao receptor que aquilo que se passa durante uma sessão de Reiki é estritamente confidencial. Encoraje a pessoa a confiar, sentir e falar.”
