Eterno
É a vida, é o sonho, é o eterno amar…
No horizonte onde os sonhos se entrelaçam,
Caminha a força, que no peito se abraça.
É a fé que desponta, como aurora no céu,
E a determinação, firme, ergue o seu véu.
Nos passos que damos, há tijolos no chão,
Mas com eles ergue-se a muralha da ação.
Se o medo sussurra, o desejo é um brado,
E o sucesso é o prêmio por ter acreditado.
A gratidão é a chama que nunca se apaga,
E a resiliência, a força que nunca se esmaga.
Sonhar é grande, ousar é preciso,
Pois cada queda é um passo no piso.
A vingança não é o caminho a trilhar,
Mas o sucesso, a resposta a dar.
Ciente de que juntos, o todo se faz,
Pois sozinho, o talento não traz a paz.
Nos jogos da vida, o talento reluz,
Mas o time unido é que conduz.
E no labor, há uma regra a seguir:
Os grandes resultados vêm de ações a fluir.
Não são os anos a contar a estação,
Mas a vida em teus anos, a verdadeira lição.
Coração toca o céu, alma encontra o mar,
É a vida, é o sonho, é o eterno amar.
YHWH, como podes me amar assim?
Como pode, ó Eterno, me amar sem medida,
Se minha alma é errante, ferida e perdida?
Conheces os passos que trêmulos dou,
E mesmo assim, és o farol que não apagou.
Sabes do peso do erro que carrego,
Das sombras em mim que eu mesmo renego.
Sabes que, diante da porta entreaberta,
Eu fugiria, de alma deserta.
E, ainda assim, me buscas no abismo,
Com ternura que anula meu ceticismo.
Seguras minhas mãos, tão fracas, trementes,
E me ergues em amor, pacífico e ardente.
Teu olhar me atravessa, desarma meu peito,
Como flecha certeira, acerta-me o leito.
Me encontro de joelhos, em pranto sincero,
Pois em Ti, ó Deus, o infinito eu espero.
Sabes que eu culparia Teu nome sagrado,
Pelo que nunca foi como havia sonhado.
Sabes que eu me fecharia em meu medo,
E calaria Tua voz com meu segredo.
Mas Tu, ó Amor, jamais Te retrais,
És chama que arde, mas nunca me desfaz.
És fogo que aquece, mas não me consome,
És a mão que estende, sem cobrar meu nome.
Como podes confiar no que é tão falho,
No coração que já não bate em trabalho?
Como podes, sabendo que eu caio e desisto,
Ser o porto seguro que nunca é omisso?
Leva-me, Deus, pra onde pertenço,
Pois longe de Ti, eu só me despenso.
Minha alma soluça ao sentir Teus olhos,
Que veem além dos meus destroços.
Eu corro depressa, de volta ao teu lar,
Pois sei que em Teus braços é o meu lugar.
E ao Te encontrar, aberto, acolhedor,
Sou quem Te esqueceu, mas Tu nunca, Senhor.
Sobre o alicerce eterno, o Infinito firmou meus passos outrora trêmulos, conferindo aos meus lábios um cântico que nunca antes ecoara. Este gesto, nascido das profundezas do divino, desperta nos corações que o contemplam um misto de reverência e confiança imortal na fonte suprema de toda existência. Feliz é aquele que deposita sua esperança no Inefável, pois sua recompensa não se limita aos aplausos fugazes do mundo, mas repousa no eterno galardão que transcende a matéria e o tempo.
Os juízos humanos, frágeis e transitórios, desmoronam frente à majestade do olhar divino. Minha essência encontra morada na eternidade, enquanto o eco da minha antiga condição ressoa como um hino vivo à compaixão insondável do Altíssimo. Aquilo que antes se via como ruína e fracasso revelou-se, sob a sombra de Suas asas, como um campo fértil onde a vida irrompeu em flores imortais. Cada fio da trama da minha existência foi tecido por Suas mãos imaculadas, e no grande livro das vitórias, um espaço singular foi reservado para mim, fruto de Sua graça insondável.
Mas não é aqui, no plano terreno, que repousa meu verdadeiro prêmio. O mais grandioso tesouro não se encontra nas conquistas de agora, mas nas alturas eternas, onde o abraço do Criador aguarda no desfecho da jornada. O ápice da existência é a certeza indestrutível de que meu nome está gravado, de forma perpétua e luminosa, no Livro da Vida. Quando os portais da glória se abrirem, o chamado divino ecoará como uma melodia que jamais cessará, conduzindo-me ao coral eterno, onde as vozes dos redimidos se unem em louvor infinito.
Na eternidade, entoarei o cântico sagrado: Santo, Santo, Santo. E este será o prelúdio de um encontro que nenhuma palavra pode descrever, o momento sublime em que o Mestre me envolverá em Seu abraço eterno. É esse o anseio que pulsa em minha alma: o instante em que o tempo se curvará à eternidade, e toda a criação se reunirá em adoração ao Inefável.
Minha esperança repousa no infinito, na promessa que não falha, no abraço que há de vir. Aleluia.
Oração da Manhã!
Obrigado meu pai eterno.
Obrigado meu pai querido.
Obrigado meu pai de amor...
por tudo, exatamente tudo.
Eu te agradeço Senhor Deus.
Eu te agradeço Jesus.
"Se os nossos pensamentos não estiverem alinhado com os pensamentos do "ETERNO", falaremos miseravelmente em nossa caminhada."
Ah, viver bem nas grandes cidades, esse eterno paradoxo que nos seduz com a promessa de felicidade embalada em concreto e Wi-Fi grátis. Afinal, quem não deseja mergulhar de cabeça na corrida dos ratos, essa nobre disputa por um pedaço de queijo gourmetizado no fim do labirinto urbano?
Eis o cenário perfeito: acordar antes mesmo do sol ter a decência de aparecer, engatar uma maratona diária que mistura trabalho, compromissos sociais em lugares "instagramáveis" e, claro, a sagrada prática de documentar cada segundo dessa frenética existência para que todos saibam que sim, você está vencendo na vida.
Mas, por favor, não se iluda pensando que está no controle. Não, você está apenas seguindo a manada, trocando seus sonhos por pontos de fidelidade no cartão de crédito e likes nas redes sociais. A grande ironia é que, no fundo, todos correm em círculos, com medo de olhar para o centro do labirinto e encontrar o vazio que tentam desesperadamente preencher com barulho, movimento e, claro, um sem-número de coquetéis artesanais.
Viver bem, nesse contexto, é uma arte perdida, substituída pela habilidade de ostentar um verniz de sucesso enquanto se navega no caos urbano. Esqueça a busca por significado ou conexões genuínas; o novo nirvana é ter um perfil invejável no LinkedIn e uma agenda tão cheia que mal sobra tempo para respirar.
Ah, e não esqueçamos a corrida dos ratos, essa metáfora adorável para a nossa existência. Porque, no fim das contas, o que realmente importa é quem consegue correr mais rápido nessa esteira que nos leva a lugar nenhum, certo? Afinal, nada diz "eu venci na vida" como ser o rato mais rápido, o primeiro a alcançar o queijo — mesmo que, ao chegar lá, você perceba que o queijo é, na verdade, apenas uma miragem no deserto da modernidade.
Então, por que não abraçar essa loucura? Seja o rato mais elegante da corrida, corra com estilo, mesmo que no fundo todos saibamos que não há saída do labirinto. Afinal, como diria o filósofo cínico que mora em cada um de nós: melhor correr na esteira da ilusão do que admitir que, talvez, não saibamos mais o que significa viver bem de verdade.
Sou pássaro livre,
mas sempre serás meu eterno Colibri,
O pássaro que levarei eternamente em meu coração.
Senor Abravanel, um riso eterno,
teu brilho nos palcos,
hoje no firmamento com
as estrelas,
a magia de seus encantos e sonhos,
em cada noite, estreladas serás lembrado.
Silvio Santos, estrela da nossa infância, juventude,
e todas as idades,
tua voz ecoa entre as lembranças,
teu amor pelo povo, um laço sagrado,
viverás sempre em nossos corações.
Estejas bem, homem que me apaixonei,
por sua beleza interior, inteligência,
voz linda, que levarei para sempre,
No Coração...❤️🩹
Pais que criam filhos mimados e irresponsáveis carregarão o fardo eterno de ser babá de seus filhos até a morte!
Sentir-se um estudante,
eterno amante do saber,
porque o dia que você não aprender,
não aprendeu, perdeu.
