Eternidade
Falo com você querendo estar com você, Penso em você querendo amar-te ardentemente e no frio da noite vem queimando-me excitante e doce prazer da paixão que eleva o meu solitário coração ao seu, na vanda do domingo, que estamos 85 anos mais enrugados com platinamento completo no capô o desejo da juventude que não volta mais e a certeza do amor eterno que estar sempre em nós...
amar por que viver se amor é morrer,
então pensaria isso seria a plenitude,
viver ate que volta a pensar de novo,
nesse momento veria a morte como dom,
sentimento veril de forma que viver,
latente como ador da morte.
seja ador de viver na sombra da morte,
a dor pode ser parte do prazer,
diante dessa vida que maltrata,
no fundo do poço senti o gosto da morte,
então deixei ar da vida pelo desejo,
de sentir todos os prazeres da eternidade.
por celso roberto nadilo
vento da eternidade
Existem pessoas que vivem
Existem pessoas que não sabem viver
Existem pessoas que somente existem
E eu existo simplesmente por saber viver.
A felicidade parece ser tão difícil de encontrar
Mas difícil é querer achar algo que não é procurado
Eu te procurei, eu te achei
Te encontrei e hoje vivo um amor inventado.
Em muitos sonhos eu estava acordado
Muitos pesadelos nem dormi para ter
Muitas histórias não foram contadas
Mas a nossa eu nem comecei a escrever.
Eu já te amei em outra vida
Amarei em quantas vidas preciso for
Mas estou vivendo nessa vida
E estou quase morrendo de amor.
Se o pra sempre sempre acaba
Eu o farei virar eterno
O que Deus uniu nada separa
Nem mesmo o mau que vem do inferno.
Eu sei que valerá a pena
Eu sei que nada vai mudar
Eu sei que o amor sempre vence
Feitos um para o outro, feitos para durar.
Um dia o sol irá raiar e iremos constatar que ultrapassamos a mais escura das noites e teremos a certeza que: Missão dada, missão cumprida e assim, saberemos que nada, mas nada foi em vão, mas por enquanto minha casa é onde estão os meus sapatos amanhã minha casa será a eternidade.
Hoje você é o resultado do que você fez ontem, mas manhã você será o resultado do que você pode fazer hoje!
Quando na consciência se escreve: "Santo ao Eterno", o Eterno escreve: "eternas Bênçãos”. (ler Êxodo 39)
O desprezo pela vida eterna é inaceitável; confundem-na com esta vida, o mais importante concurso contra a morte. (ler Provérbios 18)
Quando a gente ouve e faz o que JESUS nos diz, Ele perpetua em Seu amor os que nos imitam.
(ler João 21)
Breve Momento Só
E aquele amor bonito...
Já não sei mais o que escrever, já não consigo encontrar palavras para escrever e aliviar mesmo que uma pequena parte da dor que hoje sinto, amenizar mesmo que por um breve momento a culpa que carrego por não saber cuidar, não valorizar o amor que mais me quis.
Onde estão aquelas palavras que ganhavam vida ao simples toque de uma caneta num papel em branco? Até as palavras me abandonaram, mas entendo, pois as palavras que aqui escreveria, são as palavras que deveria ter dito à ela, aquelas palavras que nunca entraram em seu coração.
E hoje aqui estou, tentando encontrar as palavras para uma poesia, mas o que consigo escrever, já não brota de um coração apaixonado, as palavras, essas, que já não sei onde estão não formam poesias, formam, expressam a culpa de um coração que se calou perante um amor, aquele amor que lhe dava a vida, que lhe fazia sorrir...
NASCIMENTO E A MORTE, E SUAS COINCIDÊNCIAS
No dia do nascimento, a face do bebê é que define quem ele é e como ele é.
No dia da nossa morte, é o nosso rosto que nos define também. Inerte, somente o nosso rosto fica à mostra, pálido ou com certa cor, triste ou com ar de tranquilidade... É tudo que se busca em nós, no dia da nossa morte, o nosso rosto.
Flores são bem-vindas no dia do nascimento, flores adornam o dia do fim.
Pessoas nos visitam, na chegada. Pessoas nos visitam no dia do adeus.
Nossos olhos estão fechados quando chegamos ao mundo, não é diferente quando vamos embora dele.
Os que nos amam choram no primeiro dia. Os que nos amam choram na partida.
E se dói, ao respirarmos pela primeira vez, dói mais no dia final. Quando percebemos o ar faltando nos pulmões, dói no corpo e dói na alma.
Começamos e terminamos a vida sendo carregados.
Quantas coincidências ainda poderíamos elencar aqui? Muitas, se insistirmos em relacioná-las. No entanto, duas destacam-se por serem assombrosamente interessantes. Então, vejamos a primeira: do pó viemos e ao pó retornaremos, trazendo à tona um conceito de insignificância no início e no fim.
Agora, analisemos com minúcia: o pó nos constrói e nos desconstrói. Fora de qualquer convenção, o pó nos deixa desconfortáveis pela sensação de temporariedade, de finitude, de prazo de validade.
Que impacto insuportável e destrutivo seria essa coincidência em nós, não fosse existir outra, ainda mais surpreendente, que a neutralizasse. Falo da alma. Se somos corpo perecível, também somos alma vivente. A existência da alma é segunda coincidência de que falava. A mais bela de todas, ouso dizer.
Se o corpo frágil está no começo e no fim, a alma vivente está no começo, no fim e ultrapassa o fim. A grandeza da alma está em ser transcendente, seguir livre eternidade adentro. Enquanto o corpo nos aprisiona, a alma nos desencarcera.
Curiosamente, o nosso corpo começa sem forma no ventre materno, e disforme se revolve no ventre da terra, até desaparecer plenamente. Quando pensamos no corpo nos vemos um verme destituído de graça. Mas se olhamos para a alma, pelo contrário, elevamo-nos à compreensão do amor incondicional de Deus. Se o corpo é um pó desprezível, a nossa alma é o artigo de luxo, de valor inestimável, cuja essência está no hálito do próprio Deus que a soprou em nós e a fez existir. Braços e pernas e órgãos e todo resto que se diz corpo vieram do barro e ao barro retornam. Já a alma habita no corpo e dele se vai carregada no colo de Deus. O corpo é um ponto final e alma são as reticências.
Quando criança, quem já adormeceu no sofá da sala, e acordou na cama do seu quarto, compreende bem o corpo e a alma; o início e o fim; e todas as suas coincidências. Porque é assim o dia do nascimento e o dia da morte: no sofá, dormimos desajeitadamente, com o corpo torto e encolhido, descoberto e com frio, mas nos parece bom estarmos ali. Até que nosso pai nos pega no colo e nos leva à cama. Ele nos apoia na cama macia, nos cobre e sussurra palavras de carinho. Fecha as cortinas da janela, cuidadosamente, e o quarto fica à meia luz. O sono tranquilo toma conta de nós e os bons sonhos o adornam. O fato é que nos apegamos ao sofá. Deixar o corpo é como deixar o sofá da sala, aparentemente penoso. Não sairíamos dele se dependesse de nós mesmos. Então, Deus o fez perecível, como uma casa que vai ruindo até os escombros estarem todos no chão. Só então há liberdade para alma seguir o caminho de volta, feliz como a borboleta que acha o vão da janela e voa em direção ao sol.
E as coincidências? Arrisco-me a pensar que elas foram minuciosamente arrumadas aqui e ali, para que o homem se desapegasse do sofá e percebesse o conforto aprazível da cama. Mas a percepção é uma porta que podemos fechar dentro de nós, infelizmente. E é por negligenciarmos as evidências, que seguimos sofrendo com a iminência do ponto final, como se não houvesse alma, como se não houvesse reticências.
O mundo valoriza quem vive a vida na terra, mas você foi chamado para andar morto no mundo e viver na eternidade.
O AMANHECER
Acordo pela manhã e o amanhecer é lindo, olho pela janela e vejo o sol nascer, na hora tento imaginar algo que me faz bem, algo que me lembre você, porque tudo com você é mais belo, por isso sei que jamais temerei a perda, pois sei que você me ama de verdade e que sempre estará comigo nesse caminho difícil que é a vida, não ficarei com medo ao passar pelos obstáculos; Deus estará sempre iluminando o meu caminho e sei que você também vai estar ao meu lado me apoiando, por isso quero que você saiba que jamais estará sozinha, porque estarei sempre de mãos dadas com você, para te proteger da crueldade mundo e da malicia das pessoas. Meu amor estarei sempre querendo uma vida longa ao seu lado, pois sei que estaremos conectados pela eternidade.
Ainda que não possa tocá-la, uma pessoa não vai embora para sempre a menos que você a esqueça para sempre. É possível eternizá-la na memória e também no coração enquanto estamos por aqui.
Te conhecer, foi descobrir o que significa a palavra felicidade! Tu és a minha alegria de viver, a razão da minha vida, tu fazes-me sentir o maior dos prazeres, trouxeste-me a paz, a segurança. Quero-te para mim se possível até ao meu último suspiro, mas se não for possível, irás sempre nos meus pensamentos... quero-te mais que tudo... tu és um sonho para mim. Aos poucos passamos a conhecer melhor e descobrimos, sim é amor, mútuo. Porque então não estamos juntos? Engano, estamos juntos, um no coração do outro, pois a distância que separa os nossos corpos não é maior que o amor que une as nossas almas. Um dia, os nossos corpos também estarão juntos e a nossa felicidade será completa, ao estarmos entregues de corpo e alma e esse amor não morrerá, visto que durou até agora, ultrapassando as barreiras do tempo e da distância para se concretizar num único objetivo: Um amor celestial, para toda a eternidade.
